BETO RICHA: PROMESSAS, ACORDOS E MENTIRAS

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Em diversas manifestações dos servidores públicos tem sido frequente a presença de cartazes e bonecos que caracterizam o governador Beto Richa (PSDB) como mentiroso. O motivo? Todos já sabem: Beto Richa não cumpriu muitas das suas promessas de campanha e, ainda, fez coisas que prometeu não fazer.

Mantendo esse padrão de comportamento, na transição de 2016-2017, ele rompeu acordos para transferir o ônus dos acertos de contas com prefeitos – seus cabos eleitorais nos municípios – para os servidores. Dessa forma, alterou os critérios para o cálculo de hora-atividade e distribuição de aulas para os professores da educação básica e, na absoluta contramão do que havia acordado na nossa greve de 2015, baixou decreto para colocar as IES no META4.

Animado com a onda reacionária que se instalou no país após o golpe, fez pouco caso da lei do acordo de 2015 e deu novo calote nos servidores. Para quem não se lembra: as mobilizações e a greve daquele ano foram encerradas por uma negociação intermediada pela Assembleia Legislativa que resultou numa lei que, entre outras coisas, previa o reajuste dos salários dos servidores em janeiro de 2017. Por conta dela, haveria o pagamento da inflação de 2016 acrescida de 1% para compensar perdas com a alteração do mês da data-base. Em junho, porém, Beto Richa mandou uma mensagem para a ALEP cancelando o reajuste, mensagem que foi acatada bovinamente pela maioria dos deputados.

Não bastasse isso, enquanto encenava alguma negociação, o homem forte do governo, Mauro Ricardo (Secretário da Fazenda), alegou, durante todo o período de trâmite da mensagem, que o impedimento para o reajuste salarial seria a queda da arrecadação resultante da crise econômica. Em suas previsões, a arrecadação teria um crescimento nominal de apenas 3,5% ante uma inflação de cerca de 7%. Se não fosse isso, o acordo poderia ser mantido. Pois bem, em conformidade com as previsões do movimento, a inflação foi de 6,29% e o crescimento da receita nominal de 7,38%. Ou seja, a receita cresceu o suficiente para pagar a data-base.

Porém, ao invés de pagar o reajuste ou chamar os sindicatos para retomar as negociações salariais, o governo preferiu bombardear o funcionalismo, penalizando milhares de servidores púbicos e, pela precarização dos serviços, milhões de paranaenses. Eis, em suma, o que é o governo Beto Richa: pura mentira, ataque aos servidores e desmonte dos serviços públicos. Por isso, devemos retomar a mobilização em conjunto com os docentes e técnicos das universidades e o funcionalismo.

Reuniões do Sindicato com professores nos Centros

Veja o calendário de reuniões já agendadas das reuniões que o Sindicato realizará por Centros de Estudo

Unespar Apucarana – 15 de fevereiro às 17:30 h. Auditório José Berton

CCH   – 16 de fevereiro às 17 h.  Sala de Eventos
CCB   – 16 de fevereiro às 14:30 h.
CCA   – 17 de fevereiro às 09 h.  Sala 809
CECA – 21 de fevereiro às 14:30 h.  Sala 683
CCS   – 22 de fevereiro às 14 h.  Sala 540

Na medida que forem confirmadas as reuniões nos outros centros faremos a devida divulgação.

 

 

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Comentário
  • Lucas Begosso
    Responder

    Há a possibilidade de acompanhar as reuniões por lives na internet? Estas são execelente ferramenta de divulgação e propagação da mobilização.

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