<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Ciência | Sindiprol / Aduel</title>
	<atom:link href="https://sindiproladuel.org.br/category/ciencia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://sindiproladuel.org.br/category/ciencia/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Feb 2019 18:21:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.4.8</generator>

<image>
	<url>https://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2023/10/cropped-fav-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Ciência | Sindiprol / Aduel</title>
	<link>https://sindiproladuel.org.br/category/ciencia/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Veja as mudanças na PARANÁPREVIDÊNCIA</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/veja-as-mudancas-na-paranaprevidencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2015 14:44:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sindiproladuel.org.br/?p=3800</guid>

					<description><![CDATA[<p>Resumo das principais mudanças no PRPrevidência para os atuais e novos servidores</p>
<p>O post <a href="https://sindiproladuel.org.br/veja-as-mudancas-na-paranaprevidencia/">Veja as mudanças na PARANÁPREVIDÊNCIA</a> apareceu primeiro em <a href="https://sindiproladuel.org.br">Sindiprol / Aduel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2015/02/Mudancas1.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3804 size-full" src="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2015/02/Mudancas1.png" alt="Mudancas1" width="1990" height="1493" /></a></p>
<p><a href="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2015/02/Mudancas21.png"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3806" src="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2015/02/Mudancas21.png" alt="Mudancas2" width="1990" height="1493" /></a></p>
<p><a href="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2015/02/Mudancas3.png"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3807" src="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2015/02/Mudancas3.png" alt="Mudancas3" width="1990" height="1493" /></a></p>
<p><a href="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2015/02/Mudancas4.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3808" src="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2015/02/Mudancas4.png" alt="Mudancas4" width="1990" height="1493" /></a></p>
<p><a href="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2015/02/Mudancas5.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3809" src="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2015/02/Mudancas5.png" alt="Mudancas5" width="1990" height="1493" /></a></p>
<p>O post <a href="https://sindiproladuel.org.br/veja-as-mudancas-na-paranaprevidencia/">Veja as mudanças na PARANÁPREVIDÊNCIA</a> apareceu primeiro em <a href="https://sindiproladuel.org.br">Sindiprol / Aduel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ciência sem fronteiras é criticado por má gestão</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/ciencia-sem-fronteiras-e-criticado-por-ma-gestao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 20:27:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sindiproladuel.org.br/?p=3131</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apesar de o Ciência sem Fronteiras consumir boa parte do financiamento existente para o setor, a SBPC acredita que o programa irá gerar um impacto positivo para o país</p>
<p>O post <a href="https://sindiproladuel.org.br/ciencia-sem-fronteiras-e-criticado-por-ma-gestao/">Ciência sem fronteiras é criticado por má gestão</a> apareceu primeiro em <a href="https://sindiproladuel.org.br">Sindiprol / Aduel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div itemprop="author">
<p><em>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/dw/2014/03/1421119-ciencia-sem-fronteiras-e-criticado-por-ma-gestao.shtml">Deutsche Welle</a></em></p>
<p><em><time datetime="2014-03-07 14:48">Publicado em 07/03/2014  </time></em></p>
<p>O técnico em manutenção de aeronaves H.G. já deveria estar no Canadá para um intercâmbio de um ano no Canadore College, na província de Ontário. Mas as sucessivas alterações no edital na chamada 147/2013 do programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal, deixaram incerto o futuro dele e dos outros estudantes aprovados. Atrasos e mudanças repentinas no cronograma geraram frustração e desconfiança.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A intenção era viajar ainda em 2013 para poder possivelmente concluir o programa no ano seguinte e continuar o curso no Brasil. Mas vimos novas chamadas serem lançadas e outros alunos embarcarem&#8221;, conta o aluno do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, que preferiu não se identificar.</p>
<p style="text-align: justify;">O edital foi aberto em 23 de maio de 2013 e deveria comunicar os resultados aos candidatos até 14 de novembro passado. Mas as cartas de aceite necessárias para fazer o pedido de visto e outros documentos que o programa precisa emitir aos aprovados só começaram a chegar aos alunos na segunda semana de janeiro de 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Perdi bolsas de auxílio moradia e alimentação que recebia da minha instituição e quase perdi o semestre escolar por faltar às aulas para correr atrás de toda a documentação da viagem. Já estávamos com tudo pronto para embarcar. E agora não sei o que vou fazer&#8221;, conta.</p>
<p style="text-align: justify;">A carta de aceite diz que o estudante deve estar na universidade canadense até o dia 2 de maio, mas um comunicado da Fundação Capes, uma das agências do governo que gere o programa, informa que os candidatos que possuem proficiência em inglês, como H.G., devem iniciar as atividades acadêmicas apenas no mês de setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É um descaso. O edital simplesmente não foi cumprido. Nenhuma data do cronograma é respeitada desde o ano passado&#8221;, lamenta o estudante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dois anos de estrada</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lançado em 2011 para financiar 101 mil bolsas de estudo a alunos de graduação e pós-graduação, técnicos e professores, o programa Ciência sem Fronteiras passa por episódios crescentes de falhas na gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Atrasos no depósito das bolsas, baixo conhecimento de idiomas por parte dos candidatos selecionados, falta de acordo com o setor industrial &#8211; um dos principais financiadores privados do projeto -, viagens remarcadas em cima da hora. Todos esses problemas podem comprometer o sucesso do programa que tem o objetivo de quadruplicar, até 2015, o número de brasileiros que estudam no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Autor do artigo Cem mil bolsistas no exterior, o sociólogo Simon Schwartzman, membro da Academia Brasileira de Ciências, já previa, em 2012, os grandes desafios que a Capes e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) teriam pela frente ao gerenciar o projeto ambicioso. Foi naquele ano que os primeiros estudantes começaram a ser enviados.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O programa não foi bem pensado. Foi lançado às pressas. O governo obrigou as agências a implementá-lo, mas não houve uma análise cuidadosa sobre como isso seria feito&#8221;, avalia. &#8220;Quando, de repente, se cria um programa com metas quantitativas muito altas e se muda de maneira drástica o perfil do aluno beneficiado, surgem os problemas que estão se evidenciando agora.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Dos 45,6 mil bolsistas beneficiados até o momento, 80% são alunos da graduação. De acordo com as exigências feitas pelo programa, os estudantes de graduação devem prestar contas e apresentar um relatório técnico-científico final para ser aprovado pelo CNPq. Para o especialista, falta integração entre o aprendizado adquirido no exterior e o retorno dos bolsistas às universidades no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando se manda alguém para fora com financiamento público, se espera que ele vá se integrar em um projeto como pesquisador, por exemplo. O programa aparentemente não tem esse lado. Não se sabe o que as pessoas fazem depois que voltam&#8221;, critica Schwartzman.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Problemas de financiamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com a elevação das taxas de câmbio e o pagamento de cursos de idioma no exterior a estudantes que não possuem fluência no idioma estrangeiro exigido, o governo federal retirou 1 bilhão de reais do Fundo Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico para custear bolsas de estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Esse fundo não foi desenhado para isso e já é considerada uma fonte pequena de financiamento para a ciência. Foi garantido para a comunidade científica que o Ciência sem Fronteiras teria dotação própria&#8221;, argumenta Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). &#8220;Os recursos para a ciência são insuficientes e estão aquém do que é investido em países desenvolvidos. Esse dinheiro não deveria ser utilizado para o programa.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O custo estimado do Ciência sem Fronteiras é de 3,2 bilhões de reais. O governo se comprometeu a bancar 75 mil bolsas; as outras 26 mil são custeadas pela iniciativa privada. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), duas das principais entidades industriais do país, deveriam financiar 11 mil bolsas. No entanto, elas ainda não contribuíram com o envio de estudantes para o exterior por não concordar com o atual modelo.</p>
<p style="text-align: justify;">A CNI argumenta que as bolsas deveriam ter caráter profissionalizante e outro tempo de duração. Já a Abdib, que reúne construtoras como Camargo Corrêa e Odebrecht, alega falta de recursos. Outras seis empresas e entidades, como a Petrobras e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), têm cumprido as metas até o momento, de acordo com levantamento feito pela DW Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de o Ciência sem Fronteiras consumir boa parte do financiamento existente para o setor, a SBPC acredita que o programa irá gerar um impacto positivo para o país. &#8220;É um incentivo ao intercâmbio e à troca de novos conhecimentos. Em alguns anos, acredito que iremos ver bons resultados&#8221;, diz Nader.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Barreira do idioma</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros bolsistas do Ciência sem Fronteiras começaram a embarcar em 2012 para intercâmbios de um ano, no caso da graduação. No decorrer do programa, ficou evidente que muitos estudantes não tinham condições de assistir às aulas e participar de atividades de estágio ou laboratório por não ter o nível mínimo de idioma estrangeiro exigido.</p>
<p style="text-align: justify;">Como manobra para contornar o problema, bolsistas foram realocados para Portugal. Isso gerou um excesso da demanda e o Ministério da Educação resolveu tirar, em abril do ano passado, as universidades portuguesas da lista de instituições de graduação do programa com o objetivo de estimular o aprendizado de outras línguas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Aprendi inglês, mas a graduação ficou parada. Eu tenho amigos que foram obrigados e refazer a prova de proficiência. Eles nem sabem se vão poder continuar aqui depois de abril&#8221;, relata um estudante de ciências da computação realocado de Portugal para o Canadá.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido ao grande número de estudantes que não conseguiram a proficiência em inglês, a nota mínima no exame Toefl, exigido nos Estados Unidos, passou de 72 para 42 pontos, numa escala que vai de 0 a 120. A nota do IELTS, que testa o nível de inglês britânico, caiu de 5,5 para 4,5. Os alunos que não conseguem atingir esse patamar mínimo ganham cursos de idiomas de três ou seis meses de duração. Apenas depois de serem aprovados no exame podem iniciar o curso acadêmico.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudante da Universidade de Brasília (UnB) teve de voltar para o Brasil por não ter conseguido atingir o nível de proficiência em inglês, mesmo após ter realizado o curso de idiomas no exterior. &#8220;São casos isolados. A grande maioria dos alunos tem obtido êxito&#8221;, diz Marcelo José de Mello Rezende, coordenador institucional do programa Ciência sem Fronteiras na UnB. &#8220;A maioria volta e cria a expectativa de fazer pós-graduação no país onde estudou.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Para o sociólogo Simon Schwartzman, estudantes mal preparados acabam não se encaixando na rotina da universidade. &#8220;Se o aluno não domina a língua, não domina os conteúdos. O que se faz com ele? Do ponto de vista do estudante, ter um subsídio para passar um ano no exterior é sempre muito agradável e útil, mas do ponto de vista de uma política de formação científica e técnica para o país eu acho que não faz muito sentido&#8221;, avalia.</p>
<p style="text-align: justify;">O especialista defende que o Brasil envie mais pesquisadores para realizar programas de doutorado no exterior. De acordo com ele, o governo poderia aumentar os recursos para intercâmbio dos bons departamentos de pesquisa de pós-graduação do país que tenham condições de fazer parcerias internacionais. &#8220;A área de pós-graduação sabe como fazer isso. Se o governo estivesse interessado, poderia dar mais recursos.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério da Educação afirmou, em nota, que &#8220;o cronograma previa que até 10/01/2014 a parceira da Capes no Canadá deveria ter encaminhado a lista das instituições que iriam receber os estudantes do programa, o que não foi feito. Após reiteradas cobranças por parte da Capes, somente em 10/02/2014 foi enviada a informação sobre aceite das instituições canadenses. No entanto, a carta de aceite da instituição dava a todos os cerca de 600 estudantes o mesmo período de permanência no exterior, não considerando as especificidades de cada curso e de cada bolsista. Assim, a Capes teve que fazer novo contato com a instituição parceira para remissão das cartas de concessão com as datas de permanência devidamente retificadas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O MEC disse ainda que a Capes está agilizando todo o processo para que todos os estudantes tenham as suas viagens regularizadas nos próximos dias, e que cerca de 30 já estão embarcando na próxima semana e os demais estarão embarcando tão logo o visto seja emitido.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, disse que &#8220;a gestão, eficiência e comprometimento do governo são mostrados pelas metas que foram cumpridas e até ultrapassadas. No caso do inglês, a decisão é de que a língua é essencial como parte do treinamento dos estudantes. A grande maioria desses estudantes foram aprovados. Uma minoria, em torno de 30%, é que fará nova prova. Os que não forem aprovados, retornarão ao Brasil&#8221;.</p>
</div>
<p>O post <a href="https://sindiproladuel.org.br/ciencia-sem-fronteiras-e-criticado-por-ma-gestao/">Ciência sem fronteiras é criticado por má gestão</a> apareceu primeiro em <a href="https://sindiproladuel.org.br">Sindiprol / Aduel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especialistas defendem salto de qualidade em universidades</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/especialistas-defendem-salto-de-qualidade-em-universidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2014 12:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sindiproladuel.org.br/?p=3049</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, peso da ciência que cada universidade produz é fator relevante</p>
<p>O post <a href="https://sindiproladuel.org.br/especialistas-defendem-salto-de-qualidade-em-universidades/">Especialistas defendem salto de qualidade em universidades</a> apareceu primeiro em <a href="https://sindiproladuel.org.br">Sindiprol / Aduel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/especialistas-defendem-salto-de-qualidade-em-universidades?page=2">Exame</a></p>
<p style="text-align: justify;">Publicado em 24/01/2014</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação do presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior(Capes), Jorge Guimarães, um dos possíveis critérios de seleção das instituições vocacionadas a atingir o status de classe mundial é o percentual de cursos de pós-graduação com conceitos 6 ou 7 – considerados de excelência em nível internacional – na Avaliação Trienal dos Programas de Pós-Graduação.</p>
<p style="text-align: justify;">“Temos a USP [Universidade de São Paulo] na frente, com 89 cursos [com conceitos 6 e 7], seguida pelo grupo formado pela UFRJ [Universidade Federal do Rio de Janeiro], UFMG [Universidade Federal de Minas Gerais], Unicamp [Universidade Estadual de Campinas] e UFRGS [Universidade Federal do Rio Grande do Sul], que tem em torno de 30. Todas essas têm uma proporção de 40% dos cursos com conceito 6 e 7. Depois despenca. Se considerarmos apenas o conceito 7, a situação é ainda mais dramática”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao comentar os desafios que terão de ser enfrentados pelas instituições no caminho para desenvolver pesquisa de classe mundial, Guimarães destacou a necessidade de maior autonomia e sistemas eficientes de governança, internacionalização das operações de ensino e pesquisa (o que inclui aumentar o número de colaborações internacionais efetivas, maior mobilidade de alunos e pesquisadores, aumentar o número de cursos regulares oferecidos em outras línguas, atrair estudantes e pesquisadores estrangeiros e aumentar o número de publicações com parceiros internacionais), redução no número de horas que o estudante passa em sala de aula, investimentos em residências estudantis dentro do campus.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os alunos do Ciência Sem Fronteiras estão nos mostrando a necessidade de não passar mais do que 14 horas em sala de aula por semana, desenvolver muitos trabalhos experimentais, ter tempo para estudar sozinho e convivência com colegas do mundo inteiro nas moradias do campus”, afirmou o presidente da Capes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao falar sobre os desafios para alcançar a excelência em pesquisa, o diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, comentou que, embora a produção científica brasileira tenha crescido significativamente nos últimos anos, o impacto dos artigos publicados continua abaixo da média mundial – atrás de países como Argentina, Espanha, China e Coreia do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">“O que estamos fazendo de errado? Em algum momento o sistema parece ter entrado em um desvio buscando multiplicar a quantidade e não a qualidade”, avaliou Brito Cruz.</p>
<p>O post <a href="https://sindiproladuel.org.br/especialistas-defendem-salto-de-qualidade-em-universidades/">Especialistas defendem salto de qualidade em universidades</a> apareceu primeiro em <a href="https://sindiproladuel.org.br">Sindiprol / Aduel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma na estrutura curricular</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/reforma-na-estrutura-curricular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2014 12:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sindiproladuel.org.br/?p=3045</guid>

					<description><![CDATA[<p>"As universidades brasileiras devem repensar a estrutura curricular, tendo em vista as crescentes transformações da sociedade, da economia e da cultura atual"</p>
<p>O post <a href="https://sindiproladuel.org.br/reforma-na-estrutura-curricular/">Reforma na estrutura curricular</a> apareceu primeiro em <a href="https://sindiproladuel.org.br">Sindiprol / Aduel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.sbpcnet.org.br/site/noticias/materias/detalhe.php?id=2374">SBPC</a></div>
<div style="text-align: justify;">Publicado em: 27/01/2014</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Entre tantos pontos para se alcançar a excelência de ensino superior, as universidades brasileiras devem repensar a estrutura curricular, tendo em vista as crescentes transformações da sociedade, da economia e da cultura atual. Conceitos como flexibilidade, interconectividade, interdisciplinaridade não podem ser ignorados. O primeiro passo é reduzir a carga horária, dando condições para que os alunos estudem mais e passem menos tempo dentro dasala de aula. Durante o segundo dia do simpósio Excellence in Higher Education, especialistas disseram que a grade curricular das universidades brasileiras está defasada e precisa mudar para se adequar as necessidades atuais. O evento, que aconteceu entre os dias 23 e 24 de janeiro, foi promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp)  em parceria com a Academia Brasileira de Ciências (ABC). O objetivo, segundo os especialistas, é facilitar o trânsito dos alunos pelas diversas modalidades do curso, formando assim profissionais mais generalistas. </div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Para Luiz Davidovich, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para alcançar a excelência é preciso inovar, mas para isso, a universidade precisa ser autocritica. Entre os desafios para que isso aconteça está o enfrentamento do conservadorismo das corporações, o conservadorismo dos colegas professores, além da baixa qualidade na educação básica, principalmente, em ciências. “Harvard adotou novas linhas de currículo, por exemplo. Em outros países, as universidades tradicionais estão liderando as mudanças. Ao contrário daqui, que quem inova são as mais novas”, lamentou.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Luiz Bevilacqua, do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), também concorda que as universidades precisam mudar. “O aluno não aprende indo para a sala de aula. Só aprende quem estuda. Por isso, é preciso reduzir o número de hora/aula para dar oportunidade ao aluno estudar”, comentou. </div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">José Roberto Cardoso, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), também concorda que a reformulação da grade curricular é importante. “As universidades precisam ser flexíveis para permitir que o aluno faça escolha curricular que se adapte ao seu perfil. E não ao contrário”, disse.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">“Todos os profissionais precisam de base para enfrentar o futuro. “Há coisas que podemos superar facilmente”, disse ao citar que a faculdade de engenharia da Poli fez uma reforma no currículo de seus cursos e reduziu a carga horária. “O novo engenheiro precisa de uma formação mais abrangente e menos focada para ser capaz de se adaptar rapidamente aos novos conceitos e tecnologia”, disse. </div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">A Federal do ABC foi citada como exemplo, já que conta com uma formação curricular mais ampla desde a criação dos cursos, em 2006. A diferenciação começa pelo modo de ingresso. Alunos entram em bacharelados interdisciplinares, com currículo de três anos. No segundo quadrimestre, podem escolher disciplinas além das obrigatórias. Quem se matricula em Ciência &amp; Tecnologia pode seguir para uma das oito Engenharias que a UFABC oferece.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Ingresso</div>
<div style="text-align: justify;">Para Luiz Davidovich, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Brasil fez alguns progressos no ingresso de alunos no ensino superior, mas precisa melhorar. “O Brasil gasta mais com estudantes do ensino superior do que com os de ensino básico, quando comparamos com alguns países”, disse. “Mas, por outro lado, há mais alunos matriculados na rede privada do que na pública no ensino superior”, lamentou.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Para facilitar o ingresso em universidade pública, Marcelo Knobel, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), exemplificou o sucesso do Programa de Formação Interdisciplinar Superior (Profis), que utiliza apenas o Enem para ingresso em um de seus programas de graduação. </div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Ele lembrou o programa tem cumprido um papel importantíssimo de desfazer a ideia desses alunos da rede pública de que uma universidade de qualidade e de renome como a Unicamp é inatingível para eles. “Os estudantes, que geralmente desconhecem como funciona uma instituição de pesquisa, por causa do programa tem contato com experiências e com um universo desconhecido.”</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Pesquisas</div>
<div style="text-align: justify;">Ao citar os desafios para alcançar a excelência em pesquisa, Davidovich disse que embora a produção científica brasileira tenha crescido nos últimos anos, o impacto dos artigos publicados continua abaixo da média mundial. “Tivemos uma época de crescimento, enquanto a China estava se aproximando. Hoje estagnamos e a China nos passou”, comentou.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Davidovich explicou que durante a crise em 2012, o Brasil cortou gastos com pesquisa. Enquanto a China informou que iria aumentar os investimentos em pesquisa, mesmo com a redução de seu PIB (Produto Interno Bruto). “Isto explica o crescimento da China.” </div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">(Vivian Costa)</div>
<p>O post <a href="https://sindiproladuel.org.br/reforma-na-estrutura-curricular/">Reforma na estrutura curricular</a> apareceu primeiro em <a href="https://sindiproladuel.org.br">Sindiprol / Aduel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
