Nota informativa sobre a visita do deputado Romanelli ao SindiprolAduel

Na manhã desta sexta-feira, 06/03, membros da diretoria do SindiprolAduel – Carlos Caldarelli e Ronaldo Gaspar – e o professor do CTU e ex-presidente da seção sindical, Nilson Magagnin, receberam o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli, líder do PSD na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Na reunião, foram tratadas questões de interesse da categoria, especialmente a defasagem salarial dos docentes das universidades estaduais.

Em suas considerações, o deputado reiterou que o governo tem a intenção de apresentar um índice de reposição salarial na data-base deste ano, embora ainda não haja definição sobre qual será esse percentual. Também demonstrou concordância com a existência de distorções na carreira docente, além de reconhecer a situação de defasagem salarial da categoria e a urgência de se resolver a ausência de uma lei que regulamente o reajuste para os servidores sem paridade.

Por fim, destacou a importância – e manifestou apoio à proposta – de constituição de uma mesa de negociação entre o governo e as seções sindicais, com o objetivo de discutir ajustes na carreira docente, como a elevação do piso e a progressão para a classe de professor titular.

CSD protocolou ofício na Seti reiterando a defasagem salarial de 52,18% e a necessidade de negociação com o governo

Na última sexta-feira (27/02), o Comando Sindical Docente (CSD) protocolou ofício junto à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) reafirmando a defasagem salarial de 52,18% da categoria. O documento solicita uma intervenção imediata do secretário para a abertura de uma mesa de negociação com o Governo do Estado.

Próximos passos

Na próxima segunda-feira (09/03), o CSD se reunirá com o secretário da Seti, Aldo Nelson Bona. Além dos itens da pauta, o Comando reafirma que a reposição salarial é prioridade e espera uma sinalização concreta de mediação da secretaria para solucionar esse grande impasse financeiro que afeta toda a categoria.

Comando Sindical Docente (CSD)

Reunião do FES com o Governo do Estado 

Na sexta-feira, 27 de fevereiro, representantes do Fórum das Entidades Sindicais (FES) participaram de reunião com o Governo do Estado do Paraná, com a presença de integrantes da Casa Civil, da Secretaria da Fazenda (Sefa) e da Secretaria da Administração e da Previdência (Seap). A reunião tinha dois pontos na pauta: data-base do funcionalismo e recomposição da tabela dos agentes de apoio. 

O governo sinalizou que haverá pagamento da data-base em 2026, embora ainda não tenha sido definido o índice de reposição salarial. A data-base é uma reivindicação central das entidades sindicais para recompor as perdas inflacionárias acumuladas pelos servidores públicos estaduais ao longo dos últimos dez anos. De acordo com os cálculos apresentados pelas entidades, a defasagem salarial deverá atingir 52,18% até abril de 2026. Diante desse cenário, é fundamental que a categoria permaneça atenta ao índice que será apresentado pelo governo, pois a nossa luta é pela reposição integral das perdas e abertura de uma mesa permanente de negociações. Portanto, é fundamental manter a organização e a mobilização. 

Em relação à tabela dos agentes de apoio, a avaliação apresentada na reunião é de que há grande possibilidade de aprovação da proposta, o que representaria um avanço para esse segmento do funcionalismo público estadual. 

Além desses pontos da pauta, também foram tratados a chamada lei do descongela (Lei Complementar nº 226/2026) e a situação dos aposentados sem paridade. 

Sobre a lei do descongela, o governo informou que ainda estuda como regulamentá-la no âmbito do funcionalismo público estadual e de que forma será realizado o pagamento retroativo dos respectivos anuênios e quinquênios, que, no período de 28 de maio de 2020 a 31 de dezembro de 2021, tiveram sua contagem suspensa pela Lei Complementar nº 173/2020. As entidades sindicais ressaltaram a importância de que essa regulamentação ocorra com celeridade, garantindo o reconhecimento integral dos direitos represados durante o período de congelamento. 

Outro ponto tratado foi a situação dos aposentados sem paridade. O governo informou que se comprometeu a analisar alternativas jurídicas e administrativas que permitam a concessão de reajustes às aposentadorias. Trata-se de uma demanda antiga e urgente, diante das perdas acumuladas que atingem especialmente esse segmento do funcionalismo. 

O Sindiprol/Aduel seguirá acompanhando as negociações conduzidas pelo FES e manterá a categoria informada sobre os desdobramentos relativos à data-base e aos direitos dos aposentados. 

– Data-base já! 

– Paralisação dia 17 de março! Todos rumo à manifestação em Curitiba! 

Diretoria do SindiprolAduel 

Londrina, 04 de março de 2026 

BOLETIM À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA E À SOCIEDADE 

Em defesa da UEL, da verdade e da universidade pública 

No dia 26/02, o apresentador Cid Ribeiro, utilizou o seu programa de televisão para atacar os docentes da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e a própria universidade, difundindo acusações completamente desprovidas de fundamento acerca da paralisação docente agendada para o dia 17/03 e do indicativo de greve, que será debatido em assembleia no dia 19/03. Igualmente, disseminou informações falsas e opiniões preconceituosas sobre a universidade e a sua comunidade acadêmica. 

Diante da gravidade das declarações, é necessário esclarecer os fatos. 

1. Dos fatos à incompetência jornalística 

A assembleia foi apenas de professores, não de “professores e servidores [deveria ter dito agentes universitários, pois professores também são servidores]”, como erroneamente está na notícia divulgada. Do mesmo modo, quem convocou a assembleia não foi a “seção sindical da UEL” (que não existe), mas o SindiprolAduel, seção sindical dos docentes da UEL. Ou seja, como um jornalismo que não consegue acertar naquilo que é simples, elementar, pode tratar com correção temas complexos? 

2. A paralisação docente não é imotivada ou orientada por interesses políticos, ela é consequência do descaso do governo com os docentes do magistério superior 

A mobilização dos docentes não ocorre por interesse político ou corporativismo, como foi insinuado. Ela é resultado direto de anos de perdas salariais acumuladas, ausência de recomposição inflacionária e crescente precarização das universidades estaduais. 

Entre 2016 e 2025, a defasagem salarial da remuneração básica acumulada ultrapassou os 52%. Diante da ausência de negociação do governo com a categoria, a paralisação é um instrumento legítimo de luta e de defesa do serviço público e da própria universidade. 

Devido à política de contratação temporária, há professores doutores na UEL que não recebem nem o piso do magistério da educação básica. Para um professor graduado contratado em 40 h, o salário é inferior ao de um aluno-soldado operacional de 2ª classe da PM. Depois de mais de duas décadas de carreira, um docente doutor tem salário inferior ao piso de um capitão da PM (apenas graduado) em início de carreira. 

Portanto, a greve não é causa dos problemas da universidade, mas sintoma do abandono estatal. 

3. A afirmação de que os cursos da UEL demorariam mais para serem concluídos por causa de greves não encontra respaldo na realidade 

Nas poucas greves que ocorreram na última década (30 dias em 2019; 15 dias em 2023), a UEL reorganizou calendários acadêmicos após os movimentos paredistas para garantir com celeridade a integralização curricular dos estudantes. Mais recentemente, o atraso no calendário deveu-se basicamente à suspensão das aulas durante alguns meses da pandemia.  

Portanto, o argumento do apresentador é pura falácia retórica com a finalidade de incrementar audiência – pois, parafraseando Umberto Eco, se o amor é egoísta, o ódio é generoso e une as pessoas por um sentimento comum. Em outras palavras, ele dissemina o ódio para ganhar telespectadores – e dinheiro. 

4. Ataques à qualidade da UEL ignoram a realidade 

Ainda mais grave foi a afirmação de que a universidade teria se tornado um “antro de perdição” e perdido qualidade nos últimos anos. Qual o fundamento dessas afirmações? Desde quando jornalismo que se pretende profissional se informa por correntes de WhatsApp ou reverbera como fato o mais rebaixado e deturpado senso comum? O jornalismo televisivo deveria se apoiar em fatos, apurar informações fidedignas para informar a população (princípio básico do jornalismo desde o Século das Luzes); porém, no caso desse jornalista, os fatos não importam, pois o seu objetivo é vociferar factoides e mentiras pela tela para ganhar audiência. 

Primeiramente, é importante salientar que a UEL é uma instituição democrática, laica e diversa, com presença cada vez maior de estudantes oriundos de famílias da classe trabalhadora. 

E quanto às supostas “informações” sobre perda de qualidade dos seus cursos, os fatos (e dados) demonstram exatamente o contrário. 

Nas últimas décadas, a UEL: 

  • ampliou significativamente sua produção científica; 
  • ampliou e consolidou programas de pós-graduação: em 2005, a UEL tinha 25 cursos de mestrado e 8 de doutorado; em 2026, tem 47 de mestrado e 33 de doutorado; 
  • aumentou sua inserção em rankings acadêmicos: de acordo com o Times Higher Education: World University Rankings (2026), dentre as 204 universidades públicas e privadas do país, a UEL ocupa a 13ª posição; 
  • formou milhares de profissionais altamente qualificados que atuam em todo o país; 
  • mantém cursos reconhecidos entre os melhores do Brasil em diversas áreas, com 6 programas de pós-graduação com excelência internacional – notas 6 e 7, sendo que 7 é a nota máxima. 

Portanto, apesar dos sucessivos ataques dos governos à autonomia universitária e do subfinanciamento, a UEL não perdeu qualidade; ao contrário, pelo esforço do seu quadro de docentes e agentes universitários, ela resistiu e avançou. 

5. Desqualificar a universidade pública é atacar a sociedade 

Quando um comunicador afirma que não colocaria seus filhos na UEL, ele não está apenas expressando uma opinião pessoal, mas se utilizando de uma concessão pública para contribuir com a desinformação da população e para a tentativa recorrente de deslegitimar instituições que são patrimônio coletivo da sociedade. 

A realidade, porém, é inequívoca: em praticamente todas as áreas do conhecimento, os cursos da UEL apresentam desempenho acadêmico superior ao de instituições privadas do estado, tanto em avaliação de ensino quanto de pesquisa e extensão. 

De acordo com o Ranking Universitário da Folha 2025, dentre as 10 melhores universidades do estado do Paraná, 8 são públicas. Dentre estas, a UEL ocupa o 3º lugar geral (UFPR, 1º, UEM, 2º) e o 2º em inovação.  

Conforme publicação do Perobal, segundo o QS World University Rankings: América Latina e Caribe 2026, “das 492 IES avaliadas, apenas 32 possuem uma proporção de doutores no corpo docente maior que o da UEL”. Portanto, com um corpo docente altamente qualificado, a UEL é a principal instituição responsável pela formação de médicos, professores, engenheiros, pesquisadores, juristas e profissionais que sustentam o desenvolvimento de Londrina e região há mais de cinco décadas. 

6. O verdadeiro debate que precisa acontecer 

O que deveria estar na boca do apresentador não é a desqualificação irresponsável da universidade, mas sim a cobrança por: 

  • financiamento adequado do ensino superior público; 
  • valorização dos profissionais que garantem ensino, pesquisa e extensão; 
  • uma universidade pública e gratuita. 

Nos últimos anos, tornou-se muito usual o ataque midiático baseado em opinião sem evidência visando desviar o debate dos problemas reais da sociedade. Infelizmente, o supracitado jornalista aderiu a essa prática perversa.  

7. Em defesa da UEL 

A Universidade Estadual de Londrina pertence à sociedade paranaense. Seus docentes, estudantes e agentes universitários constroem diariamente uma instituição reconhecida nacionalmente pela qualidade acadêmica e pelo impacto social. 

Em uma democracia, a crítica pública é legítima e necessária, mas deve ser responsavelmente exercitada. Porém, a disseminação de informações falsas não é crítica, é desinformação – portanto, é prática antidemocrática. 

Seguiremos defendendo: 

  • a universidade pública, 
  • a valorização do trabalho docente, 
  • e o direito da sociedade ao acesso a informações verdadeiras. 

Defender a UEL é defender a educação pública paranaense e brasileira. 

Diretoria do Sindiprol/Aduel – Seção Sindical dos Docentes da UEL – Andes-SN 

INÍCIO DE ANO LETIVO COM MOBILIZAÇÃO CONTRA O ARROCHO SALARIAL: ORGANIZAÇÃO E PARALISAÇÃO DA CATEGORIA 

Nós, docentes da UEL, iniciamos mais um ano letivo reafirmando o compromisso com a formação acadêmica e a produção científica e artística nossa e dos nossos estudantes. No entanto, este retorno às aulas ocorre em meio ao aprofundamento do arrocho salarial imposto pelo governo estadual aos docentes. Conforme os dados mais recentes, entre 2017 e 2026 recebemos apenas 11,14% de reposição salarial, acumulando uma defasagem que já ultrapassa 52% do valor real dos nossos salários. A cada R$ 1.000 de salário recebido, estamos sendo roubados, no mínimo, em R$ 500. Portanto, estamos recebendo o equivalente a 8 salários anuais, não 12 como deveríamos. 

Enquanto algumas carreiras do serviço público estadual tiveram elevação das remunerações, mantêm recomposição salarial integral e têm previsão de reajuste em lei para este ano, o magistério superior acumula perdas em níveis alarmantes. Atualmente, a nossa é a única categoria para a qual exige-se a titulação de doutor para quase todas as contratações, seja de estatutário ou CRES, mas temos pisos salariais mais baixos do que quase todos os profissionais do estado – inclusive do que os agentes universitários. E, além disso, o nosso teto salarial, após quinze anos de carreira, é mais baixo do que o piso de algumas categorias, como Auditores fiscais, Procuradores e Juízes. Isso revela as escolhas políticas que movem a administração do estado: desvalorização do trabalho docente e rebaixamento do papel estratégico da universidade pública no desenvolvimento do Paraná. Situação em franca oposição ao discurso modernizante de Ratinho Jr. Por isso, o tal “Método Paraná” de governar significa, para os docentes, imenso arrocho salarial; para as universidades, supressão da autonomia e precarização. 

Diante desse cenário de insuportável arrocho, a categoria inicia o semestre em estado de mobilização. Na assembleia do dia 25/02, em repúdio ao arrocho salarial e à política de desvalorização do trabalho dos docentes do magistério superior, a categoria decidiu de modo unânime pela paralisação das atividades no dia 17 de março. Ao mesmo tempo, também deliberou pela necessidade de avançarmos na organização coletiva rumo à assembleia do dia 19 de março, quando será deliberada a deflagração ou não de greve. 

A defesa da universidade pública passa necessariamente pela valorização de quem a sustenta diariamente. Participar das mobilizações é fundamental para conquistar melhores salários e condições de trabalho, bem como garantir algum futuro à carreira docente e às universidades estaduais do Paraná. 

– Pela reposição salarial integral! Data-base já!! 

Panfletagem de volta às aulas – É hora de mobilização!

Com o início do ano letivo, é importante que alunos e professores sejam bem informados sobre o aprofundamento do arrocho salarial imposto aos docentes, bem como, sobre pautas como os ataques ao financiamento da educação superior, à autonomia universitária e às políticas de assistência e permanência estudantil.
Diante desse cenário, a categoria docente inicia o semestre em estado de mobilização. Na assembleia do dia 25/02, a categoria decidiu de modo unânime pela paralisação das atividades no dia 17 de março. Ao mesmo tempo, também deliberou pela necessidade de avançarmos na organização coletiva rumo à assembleia do dia 19 de março, quando será deliberada a deflagração ou não de greve.
Para que isso ocorra, precisamos da sua ajuda para a mobilização de todas e todos. Convidamos você a preencher o formulário confirmando sua participação na panfletagem que ocorrerá a partir do dia 2 de março (segunda-feira), dentro das programações de recepção, comprometendo-se, assim, a pegar material e distribuir a estudantes e professores do seu centro.

Clique aqui para ir para o formulário.

Assembleia Docente da UEL aprova paralisação no dia 17/03 e assembleia em 19/03 para deliberação de greve da categoria

Em assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (25/02), as e os docentes da UEL debateram a conjuntura da campanha salarial e os próximos passos da mobilização da categoria. Dentre eles, decidiram, em votação unânime, pela paralisação das atividades no dia 17 de março e realização de nova assembleia em 19 de março para deliberar sobre a deflagração de greve. A pauta da assembleia incluiu os seguintes pontos: campanha salarial; paralisação no dia 17/03; e indicativo de greve. 

Imagens: Rafaela Martins de Souza


Após amplo debate, foram aprovadas as seguintes resoluções: 

  1. Paralisação no dia 17/03, como parte do calendário de mobilização em defesa da recomposição salarial e da valorização da carreira docente; 
  2. Aprovação de indicativo de greve, com convocação de nova assembleia para o dia 19/03, quando a categoria avaliará o cenário político e as respostas do governo, deliberando sobre a deflagração ou não do movimento paredista; 
  3. Reiteração pública da reivindicação de reposição integral de 52,18%; 
  4. Protocolo na Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná – Seti de pedido formal de recomposição salarial integral (52,18%), percentual correspondente às perdas acumuladas na última década;
  5. Encaminhamento de campanha de mobilização e preparação de greve, com intensificação do diálogo com a comunidade universitária e ampliação das ações de esclarecimento à sociedade.

Data-base 

Nos últimos dez anos, os governos Beto Richa, Cida Borghetti e Ratinho Jr. não cumpriram com a sua obrigação constitucional de recomposição salarial anual das perdas inflacionárias. De janeiro de 2017 a abril de 2026, a previsão é que a defasagem salarial acumulada atinja 52,18%. São anos sem reposição ou reposição de percentuais ínfimos e, como resultado, uma enorme perda do poder de compra dos trabalhadores da nossa categoria, sem qualquer sinalização de efetiva reposição das perdas salariais e nem de uma mesa de negociação permanente para o diálogo com a categoria. Diante disso, os presentes na assembleia concluíram que a alternativa à intransigência do governo é a intensificação da mobilização e a organização de um movimento de greve.   

A assembleia reafirmou a unidade da categoria na defesa da recomposição salarial integral e da valorização do ensino superior público estadual. 

Diretoria do SindiprolAduel 
25 de fevereiro de 2026

Juntas e juntos somos mais fortes! Filie-se ao seu sindicato.
Para mais informações: (43) 99994-3995

Em assembleia, docentes aprovam prorrogação do prazo para votação de transferência de valores para Aduenp e Sindunespar

Em assembleia realizada nesta quinta-feira (24), as e os docentes da UEL aprovaram por unanimidade a prorrogação, por até 90 dias, do prazo para a votação sobre a transferência de valores financeiros para Aduenp e Sindunespar. Com isso, o novo prazo limite para a realização da votação passa a ser o dia 3 de novembro.

Confira a nota explicativa sobre esta transferência aqui.

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Votação do Plebiscito Popular mobiliza população pelo fim da escala 6×1

Está em curso, em diversas cidades brasileiras, o Plebiscito Popular por um Brasil mais Justo. A ação convida a população a se posicionar sobre temas urgentes para a classe trabalhadora: fim da escala de trabalho 6×1, redução da jornada de trabalho sem redução salarial e isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, com maior taxação para quem recebe acima de R$ 50 mil.

Organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, o Plebiscito é aberto e qualquer pessoa pode votar. A proposta é ampliar o debate sobre justiça fiscal, direitos trabalhistas e qualidade de vida da população brasileira. A votação, que já começou e segue até setembro, está sendo realizada de forma presencial, em centenas de pontos espalhados pelo país, e também online, por meio da plataforma Vota Bem.

As e os interessados devem responder às seguintes perguntas: você é a favor da redução da jornada de trabalho sem redução salarial, e pelo fim da escala 6×1? E você é a favor de que quem ganhe mais de R$50 mil pague mais imposto, para que quem recebe até R$5 mil não pague imposto de renda? Vote AQUI

68º Conad
Para fortalecer essa mobilização popular, o Andes-SN aprovou no 68º Conad, realizado de 11 a 13 de julho na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), a resolução de integrar e apoiar ativamente o Plebiscito Popular 2025, convocando a categoria docente, suas seções sindicais e convidando entidades da Educação a se somarem à campanha.

Durante os debates, delegadas e delegados destacaram a importância do plebiscito como instrumento de escuta e mobilização da sociedade em torno de pautas que dialogam diretamente com as condições de vida da classe trabalhadora. Aprovou-se, ainda, que o Sindicato Nacional incentive a realização de atividades de divulgação e debates nos locais de trabalho, nas instituições de ensino e nas comunidades acadêmicas, por meio das secretarias regionais e das seções sindicais do Andes-SN.

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