CSD reúne-se com o secretário da Seti, Aldo Bona, e cobra resposta para as demandas pendentes da reunião de 15/12

Nesta segunda-feira (09.03.26), representantes do Comando Sindical Docente (CSD) se reuniram com o secretário da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Aldo Bona, para tratar da data-base e da carreira, dando continuidade à reunião de 15/12.  

Data-base e reposição salarial 

Sobre a data-base e a reposição salarial, o secretário reafirmou a informação que obtivemos na reunião do FES com a Casa Civil, Sefa e Seap: até o final de março, há previsão de anúncio do governo de reposição salarial, mas ainda sem definição de índice. De qualquer modo, é importante reforçar que a defasagem acumulada ao longo da última década já ultrapassa os 52%. 

Carreira docente 

O CSD reafirmou a defesa da implantação do piso salarial nacional do magistério e a regulamentação da ascensão para professor titular dentro da carreira. Do mesmo modo, solicitou informações sobre a proposta de alteração da carreira docente que lhe foi apresentada pela Apiesp. Lembrando que o CSD também solicitou uma cópia da proposta para a Apiesp, mas ainda não foi atendido.  

Sobre o conteúdo da proposta, o secretário informou alguns aspectos que estão contidos nela: 1) criação de mais um nível na classe dos associados (nível D); 2) incorporação da ascensão do titular na carreira; 3) alteração no piso salarial. Quanto aos itens 1 e 2, o secretário informou que há perspectiva de avanço em breve. Em relação ao item 3, embora ele não tenha a informação precisa do modo de alteração – elevação do valor ou criação do nível B do auxiliar, empurrando todos os outros níveis e classes para cima –, também é esperada alguma sinalização positiva na reunião com a Casa Civil, que será realizada na próxima sexta-feira (13/03).   

Outros assuntos 

Em relação à LGU, o secretário foi indagado sobre a distribuição das vagas da lei 14.269/2003, que ficaram ociosas com a aprovação da LGU, o secretário informou que elas estão sendo destinadas aos novos cursos com autorização governamental para funcionamento, como são os casos dos cursos de Ciência de Dados e Inteligência Artificial (UEL) e Medicina (Uenp). No entanto, o CSD continua a reafirmar a necessidade dessas vagas ociosas da lei retornarem integralmente ao sistema para atender às demandas das universidades, tanto para graduação quanto para pós-graduação.  

Outro tema abordado foi a questão da substituição de professores em licença médica, que, em algumas universidades estaduais, resulta não na contratação de CRESS, mas sim na obrigatoriedade de os docentes afastados reporem as aulas posteriormente. Sobre isso, o secretário salientou a necessidade de observância da legislação e da contratação de docentes pelas IEES para licenças a partir de 15 dias, evitando a sobrecarga do docente quando do retorno ao trabalho. 

Tratou-se, também, da cláusula abusiva do contrato dos docentes CRESS, o qual se mantém ainda vigente na Uenp, que busca restringir a participação desses docentes em movimentos reivindicatórios, manifestações e greves. 

Por fim, ficou indicada nova reunião para o início do mês de abril, com data exata a confirmar. 

Comando Sindical Docente  

Nota informativa sobre a visita do deputado Romanelli ao SindiprolAduel

Na manhã desta sexta-feira, 06/03, membros da diretoria do SindiprolAduel – Carlos Caldarelli e Ronaldo Gaspar – e o professor do CTU e ex-presidente da seção sindical, Nilson Magagnin, receberam o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli, líder do PSD na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Na reunião, foram tratadas questões de interesse da categoria, especialmente a defasagem salarial dos docentes das universidades estaduais.

Em suas considerações, o deputado reiterou que o governo tem a intenção de apresentar um índice de reposição salarial na data-base deste ano, embora ainda não haja definição sobre qual será esse percentual. Também demonstrou concordância com a existência de distorções na carreira docente, além de reconhecer a situação de defasagem salarial da categoria e a urgência de se resolver a ausência de uma lei que regulamente o reajuste para os servidores sem paridade.

Por fim, destacou a importância – e manifestou apoio à proposta – de constituição de uma mesa de negociação entre o governo e as seções sindicais, com o objetivo de discutir ajustes na carreira docente, como a elevação do piso e a progressão para a classe de professor titular.

INÍCIO DE ANO LETIVO COM MOBILIZAÇÃO CONTRA O ARROCHO SALARIAL: ORGANIZAÇÃO E PARALISAÇÃO DA CATEGORIA 

Nós, docentes da UEL, iniciamos mais um ano letivo reafirmando o compromisso com a formação acadêmica e a produção científica e artística nossa e dos nossos estudantes. No entanto, este retorno às aulas ocorre em meio ao aprofundamento do arrocho salarial imposto pelo governo estadual aos docentes. Conforme os dados mais recentes, entre 2017 e 2026 recebemos apenas 11,14% de reposição salarial, acumulando uma defasagem que já ultrapassa 52% do valor real dos nossos salários. A cada R$ 1.000 de salário recebido, estamos sendo roubados, no mínimo, em R$ 500. Portanto, estamos recebendo o equivalente a 8 salários anuais, não 12 como deveríamos. 

Enquanto algumas carreiras do serviço público estadual tiveram elevação das remunerações, mantêm recomposição salarial integral e têm previsão de reajuste em lei para este ano, o magistério superior acumula perdas em níveis alarmantes. Atualmente, a nossa é a única categoria para a qual exige-se a titulação de doutor para quase todas as contratações, seja de estatutário ou CRES, mas temos pisos salariais mais baixos do que quase todos os profissionais do estado – inclusive do que os agentes universitários. E, além disso, o nosso teto salarial, após quinze anos de carreira, é mais baixo do que o piso de algumas categorias, como Auditores fiscais, Procuradores e Juízes. Isso revela as escolhas políticas que movem a administração do estado: desvalorização do trabalho docente e rebaixamento do papel estratégico da universidade pública no desenvolvimento do Paraná. Situação em franca oposição ao discurso modernizante de Ratinho Jr. Por isso, o tal “Método Paraná” de governar significa, para os docentes, imenso arrocho salarial; para as universidades, supressão da autonomia e precarização. 

Diante desse cenário de insuportável arrocho, a categoria inicia o semestre em estado de mobilização. Na assembleia do dia 25/02, em repúdio ao arrocho salarial e à política de desvalorização do trabalho dos docentes do magistério superior, a categoria decidiu de modo unânime pela paralisação das atividades no dia 17 de março. Ao mesmo tempo, também deliberou pela necessidade de avançarmos na organização coletiva rumo à assembleia do dia 19 de março, quando será deliberada a deflagração ou não de greve. 

A defesa da universidade pública passa necessariamente pela valorização de quem a sustenta diariamente. Participar das mobilizações é fundamental para conquistar melhores salários e condições de trabalho, bem como garantir algum futuro à carreira docente e às universidades estaduais do Paraná. 

– Pela reposição salarial integral! Data-base já!! 

Panfletagem de volta às aulas – É hora de mobilização!

Com o início do ano letivo, é importante que alunos e professores sejam bem informados sobre o aprofundamento do arrocho salarial imposto aos docentes, bem como, sobre pautas como os ataques ao financiamento da educação superior, à autonomia universitária e às políticas de assistência e permanência estudantil.
Diante desse cenário, a categoria docente inicia o semestre em estado de mobilização. Na assembleia do dia 25/02, a categoria decidiu de modo unânime pela paralisação das atividades no dia 17 de março. Ao mesmo tempo, também deliberou pela necessidade de avançarmos na organização coletiva rumo à assembleia do dia 19 de março, quando será deliberada a deflagração ou não de greve.
Para que isso ocorra, precisamos da sua ajuda para a mobilização de todas e todos. Convidamos você a preencher o formulário confirmando sua participação na panfletagem que ocorrerá a partir do dia 2 de março (segunda-feira), dentro das programações de recepção, comprometendo-se, assim, a pegar material e distribuir a estudantes e professores do seu centro.

Clique aqui para ir para o formulário.

Assembleia Docente da UEL aprova paralisação no dia 17/03 e assembleia em 19/03 para deliberação de greve da categoria

Em assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (25/02), as e os docentes da UEL debateram a conjuntura da campanha salarial e os próximos passos da mobilização da categoria. Dentre eles, decidiram, em votação unânime, pela paralisação das atividades no dia 17 de março e realização de nova assembleia em 19 de março para deliberar sobre a deflagração de greve. A pauta da assembleia incluiu os seguintes pontos: campanha salarial; paralisação no dia 17/03; e indicativo de greve. 

Imagens: Rafaela Martins de Souza


Após amplo debate, foram aprovadas as seguintes resoluções: 

  1. Paralisação no dia 17/03, como parte do calendário de mobilização em defesa da recomposição salarial e da valorização da carreira docente; 
  2. Aprovação de indicativo de greve, com convocação de nova assembleia para o dia 19/03, quando a categoria avaliará o cenário político e as respostas do governo, deliberando sobre a deflagração ou não do movimento paredista; 
  3. Reiteração pública da reivindicação de reposição integral de 52,18%; 
  4. Protocolo na Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná – Seti de pedido formal de recomposição salarial integral (52,18%), percentual correspondente às perdas acumuladas na última década;
  5. Encaminhamento de campanha de mobilização e preparação de greve, com intensificação do diálogo com a comunidade universitária e ampliação das ações de esclarecimento à sociedade.

Data-base 

Nos últimos dez anos, os governos Beto Richa, Cida Borghetti e Ratinho Jr. não cumpriram com a sua obrigação constitucional de recomposição salarial anual das perdas inflacionárias. De janeiro de 2017 a abril de 2026, a previsão é que a defasagem salarial acumulada atinja 52,18%. São anos sem reposição ou reposição de percentuais ínfimos e, como resultado, uma enorme perda do poder de compra dos trabalhadores da nossa categoria, sem qualquer sinalização de efetiva reposição das perdas salariais e nem de uma mesa de negociação permanente para o diálogo com a categoria. Diante disso, os presentes na assembleia concluíram que a alternativa à intransigência do governo é a intensificação da mobilização e a organização de um movimento de greve.   

A assembleia reafirmou a unidade da categoria na defesa da recomposição salarial integral e da valorização do ensino superior público estadual. 

Diretoria do SindiprolAduel 
25 de fevereiro de 2026

Juntas e juntos somos mais fortes! Filie-se ao seu sindicato.
Para mais informações: (43) 99994-3995

ARROCHO SALARIAL DOS DOCENTES DO ENSINO SUPERIOR E A POLÍTICA DELIBERADA DE DESVALORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO 

A política salarial do governo do Estado do Paraná para a educação revela, de forma inequívoca, uma escolha política: a desvalorização sistemática da categoria docente, especialmente do ensino superior público. Entre 2017 e 2025, a somatória de reposição da inflação no nosso piso salarial foi de apenas 11,14%. No mesmo período, a inflação acumulada chegou a 61,95%. O resultado é um resíduo inflacionário de 45,72%. Quando somamos a ele o 1% previsto no acordo de 2015 – firmado para compensar a perda de massa salarial provocada pelo atraso na reposição daquele ano – a perda real acumulada do nosso piso alcança 47,18%. Considerando o IPCA estimado para a data-base de 2026, em 3,60%, a defasagem salarial chegará a 52,18% em maio. 

Isso significa que mais da metade do valor real do nosso piso foi corroída pela inflação ao longo dos últimos anos. 

Enquanto isso, a defasagem salarial dos servidores do Poder Judiciário e do Poder Legislativo do Paraná é zero. Sim, zero. Excetuando o que será objeto de reivindicação agora em maio, 3,60%, não há perdas acumuladas. Não há corrosão inflacionária. Há recomposição integral. E essa diferença de tratamento não decorre de impossibilidades fiscais, mas de prioridades políticas. 

A comparação entre pisos salariais evidencia ainda mais essa desigualdade. Um docente graduado em regime de 40 horas recebe R$ 3.607,51. Já um aluno soldado da Polícia Militar recebe R$ 3.795,18, valor superior ao piso do professor graduado. Um capitão recebe R$ 22.631,21. Delegados de polícia e peritos criminais têm piso de R$ 24.247,12 e teto de R$ 38.570,72, com aumento já definido em lei para agosto. Procuradores iniciam a carreira com R$ 32.350,31 e podem alcançar R$ 41.845,49 – todos graduados. No mesmo regime, mas com a exigência de doutorado, um docente recebe R$ 10.687,27. 

Não se trata de colocar categorias umas contra as outras. Trata-se de evidenciar que o governo do estado do Paraná estabelece uma hierarquia política no interior do serviço público. Enquanto há carreiras que recebem valorização contínua, têm reajustes programados e proteção integral contra perdas inflacionárias; outras, como o magistério superior, enfrentam achatamento salarial prolongado, corrosão do poder de compra e ausência de política permanente de recomposição.  

No caso dos aposentados, a situação é ainda mais alarmante, pois eles não têm auxílio-alimentação e, quanto aos sem paridade, só recebem qualquer reposição com a data-base ou elevação do piso da categoria, com repercussão sobre toda a tabela salarial. 

Essa imensa defasagem salarial dos docentes demonstra que o governo não apenas precariza as condições de trabalho, mas se orienta por uma política sistemática e deliberada de desvalorização dos docentes e, portanto, mesmo num contexto em que a educação se torna fator cada vez mais decisivo de desenvolvimento, o ensino superior público não ocupa posição prioritária em seu projeto de estado. Essa política produz desestímulo, evasão de profissionais e enfraquecimento institucional das universidades estaduais. 

O docente universitário é responsável pela formação de profissionais em todas as áreas estratégicas do estado, pela produção científica, pela pesquisa aplicada, pela extensão universitária e pela qualificação de mestres e doutores. A desvalorização dessa carreira compromete a formação de quadros qualificados para o setor público e privado e, assim, a própria capacidade de desenvolvimento regional. Valorizar o ensino superior não é despesa: é investimento estratégico.  

Diante disso, exigimos uma mesa de negociação visando à elaboração de uma proposta de reposição integral das perdas inflacionárias, ao respeito da data-base e à construção de uma política permanente de valorização da carreira docente. A universidade pública paranaense é patrimônio da sociedade. Sua defesa passa, necessariamente, pela valorização de quem a sustenta diariamente com trabalho intelectual, científico e formativo. 

– Data-base já! 

– Por uma mesa de negociação permanente! 

– Não há educação valorizada sem valorização da docência! 

Diretoria do SindiprolAduel 

Assembleia docente da UEL aprova mobilização no dia 2 de abril e paralisação no dia 29

Em assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (26), na sala 477 do Cesa (Centro de Estudos Sociais Aplicados), as e os docentes da UEL deliberaram, em votação unânime, pela mobilização da categoria (próxima quarta, 2/4) e paralisação das atividades no dia 29 de abril. As ações fazem parte da Campanha Salarial 2025, que tem como foco a data-base e a recuperação integral das perdas salariais, atualmente em 47%.

A decisão foi tomada após os relatos da reunião do Fórum das Entidades Sindicais (FES) em que foram definidas as prioridades para 2025, da reunião do FES com a Seti (ocorrida no dia 28 de fevereiro) e das reuniões do Comando Sindical Docente (CSD).

Os encaminhamentos aprovados foram:

  1. Mobilização no dia 2 de abril em defesa da data-base;
  2. Paralisação unificada no dia 29 de abril em defesa da data-base;
  3. Nova assembleia no dia 23 de abril, com intuito de organizar a paralisação do dia 29 de abril;
  4. Campanha rememorando o Massacre no Centro Cívico de Curitiba, ocorrido no dia 29 de abril de 2015.

A convocação completa da assembleia do dia 23/4 será feita posteriormente.

Reunião com docentes com contratos temporários

O Sindiprol/Aduel convoca as e os docentes com contratos temporários da UEL para uma reunião. Ela será realizada no dia 2 de abril (quarta-feira), às 17h, para deliberar sobre as demandas de docentes com contratos temporários, especialmente sobrecarga de trabalho e assédio moral. O local será divulgado em breve.

Docentes da UEL avaliam campanha salarial de 2024 e elegem delegados para o 43º Congresso do Andes-SN e comissão eleitoral para a eleição da nova diretoria do Sindiprol/Aduel

Campanha salarial 2024

Em assembleia realizada na tarde desta quinta-feira (12/12), no Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel, as e os docentes da UEL avaliaram a campanha salarial 2024. Por meio do Fórum das Entidades Sindicais (FES) e do Comando Sindical Docente (CSD), o Sindiprol/Aduel atuou durante todo o ano em busca da reposição salarial; porém, ela não ocorreu. Isso demonstra a necessidade de reforçar a campanha e a luta para o ano de 2025. Confira algumas ações de 2024:

  • Julgamento da data-base

Sobre a data-base, os integrantes do FES analisaram os desdobramentos do julgamento no STF, avaliando próximas ações de acordo com o atual cenário. O julgamento está com um voto favorável aos servidores, do ministro Edson Fachin, e um voto contrário ao interesse do funcionalismo público do Paraná, do ministro Gilmar Mendes. O ministro André Mendonça pediu vistas e o julgamento deve ser retomado apenas no próximo ano.

Ainda sobre a data-base e outros temas relacionadas à luta sindical, o FES marcou, para os dias 6 e 7 de fevereiro de 2025, o planejamento das ações para o próximo ano.

  • Lei Geral das Universidades (LGU)

No dia 2 de dezembro, o Sindiprol/Aduel esteve na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), em Curitiba, para acompanhar o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) relacionada à LGU. O julgamento, porém, foi cancelado sem justificativa. Na Alep, cópias do relatório da LGU foram entregues em todos os gabinetes parlamentares.

  • Auxílio-alimentação

A diretoria do Sindiprol/Aduel informa que continua na luta constante pela isonomia entre docentes estatutários e docentes com contrato de trabalho temporário e, portanto, também pela extensão do auxílio-alimentação a todas e todos os docentes, sejam estatutários, com contratos temporários de trabalho ou aposentados. Além das ações realizadas junto aos deputados na Alep, o CSD também solicitou para a assessoria jurídica da Regional Sul um estudo sobre a viabilidade de ação judicial para a extensão do auxílio-alimentação a todos. com contrato temporário diante da aprovação da lei.

  • Projeto de Lei (PL) que altera a forma de escolha dos diretores-gerais dos Hospitais Universitários (HU)

Entendemos que o PL que altera a forma de escolha dos diretores-gerais dos HU afronta diretamente a autonomia universitária garantida pela Constituição Federal. Reafirmamos o nosso compromisso intransigente com a defesa da autonomia universitária, da gestão democrática e da qualidade dos serviços prestados pelos Hospitais Universitários.

Leia a nota do CSD sobre o assunto aqui.

  • VII Congresso do Sindiprol/Aduel

Nos dias 6 e 7 de dezembro, o Sindiprol/Aduel realizou a VII edição de seu Congresso. Com o tema “Que sindicato para qual universidade?”, o evento foi aberto por uma palestra online realizada pela professora Patrícia Trópia, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Após a palestra, os delegados discutiram a teste do Congresso e, no dia seguinte (7), entre 9h e 12h, foi realizada uma plenária no Centro. As discussões giraram em torno dos problemas das universidades estaduais paranaenses, atuação sindical, campanha salarial e LGU…

Confira a tese do VII Congresso do Sindiprol/Aduel aqui.

43º Congresso Andes-SN

Durante a assembleia, também foram eleitas, como delegadas, para o 43º Congresso do Andes-SN, as professoras Lorena Portes – vice-presidente do Sindiprol/Aduel – e Fernanda Mendonça – primeira secretária da seção sindical – e, como delegado, o professor Fernando Pereira Cândido (Cefe). O evento será realizado em Vitória-ES, entre os dias 27 e 31 de janeiro.

Comissão eleitoral para a nova diretoria do Sindiprol/Aduel

Ao final da assembleia, as professoras Elaine Alves (aposentada), Sarah Beatriz Coceiro Meirelles Félix (Saúde Coletiva) e o professor Miguel Belinati (Direito Público) foram eleitos como membros da comissão eleitoral para a nova diretoria do Sindiprol/Aduel (2025-2027).

VII Congresso do Sindiprol/Aduel será nos dias 6 e 7 de dezembro; confira o tema e a programação completa

Nos dias 6 (sexta) e 7 (sábado) de dezembro, o Sindiprol/Aduel realizará a VII edição de seu Congresso. Com o tema “Que sindicato para qual universidade?”, o evento será aberto por uma palestra online realizada pela professora Patrícia Trópia, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Toda a comunidade está convidada para a atividade, que terá início às 14h, no Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel (campus da UEL próximo ao Sebec). O credenciamento para o Congresso será feito no local, a partir das 13h. Após a palestra, os participantes serão convidados para um café, também no Centro de Vivência. Entre as 16h e 19h do mesmo dia (6), serão formados os Grupos de Trabalho (GTs).

No segundo dia (7), entre as 9h e as 12h, a plenária no Centro de Vivência será sobre a tese escrita e apresentada pela atual diretoria da seção sindical.  

O Congresso 

De acordo com o Regimento Geral do Sindiprol/Aduel, o Congresso é uma das instâncias da seção sindical e tem como finalidade “analisar a situação específica da categoria, as condições de funcionamento e desenvolvimento da sociedade brasileira, conjuntura política, econômica e social e deliberar sobre os objetivos estratégicos da categoria dentro do contexto nacional e internacional, bem como definir as diretrizes de ação social e os programas de trabalho.” 

Para a composição do Congresso, professoras e professores filiados são eleitos em cada departamento, centro de estudo ou entre os aposentados, na proporção de um para cada 10 ou fração de 10 docentes (filiados ou não). Aos delegados eleitos, compete “encaminhar ao Congresso os anseios e demandas da base que representa”.  

O Sindiprol/Aduel já enviou ofícios para todos os departamentos e centros de estudo solicitando o encaminhamento da eleição de representantes para o Congresso (caso ainda não tenha sido feito em seu local de trabalho, procure a chefia ou nos informe pelo e-mail sindicato@sindiproladuel.org.br).