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	<title>Arquivos Governo | Sindiprol / Aduel</title>
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	<title>Arquivos Governo | Sindiprol / Aduel</title>
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	<item>
		<title>Dados Financeiros do Estado do PR</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/dados-financeiros-do-estado-do-pr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2015 10:47:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um exame preliminar das contas do governo mostra que a falência do Estado não se deve aos gastos com o funcionalismo nem com os serviços públicos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Veja as planilhas apresentadas na Assembleia dos Docentes da UEL, com os dados do balanço orçamentário do Governo do Estado do Paraná, durante o primeiro mandato do Governo Beto Richa.</div>
<div></div>
<div>Estas tabelas são parte de um estudo preliminar da Comissão de Acompanhamento das Financias do Estado do Comando de Greve dos Docentes da UEL, com base nos dados do SIAF &#8211; Sistema Financeiro de Acompanhamento Integrado divulgados no site da Secretaria de Fazenda.</div>
<div></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: 14pt; color: #800000;"><a style="color: #800000;" href="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2015/02/Finanças-do-Paraná.ppt">Finanças do Paraná</a></span></div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo quer aprovar proposta de Sistema Estadual de Ensino</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/governo-quer-aprovar-proposta-de-sistema-estadual-de-ensino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2014 01:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletins]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O curto prazo para a discussão da proposta é uma tentativa do Governo de aplicar um verniz democrático à aprovação da Lei</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<figure id="attachment_3225" aria-describedby="caption-attachment-3225" style="width: 263px" class="wp-caption alignright"><a href="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2014/04/proposta1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-3225 " style="margin-left: 10px; margin-right: 0px;" src="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2014/04/proposta1-263x300.jpg" alt="Clique na imagem para ler a proposta feito pelo Governo do Sistema Estadual de Ensino" width="263" height="300" /></a><figcaption id="caption-attachment-3225" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ler a proposta elaborada pelo Governo que criará o novo Sistema Estadual de Ensino</figcaption></figure>
<p><span style="line-height: 1.5em;">No início deste mês o Governo enviou às reitorias das Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES) a proposta da lei que cria o novo Sistema Estadual de Ensino. A ideia do Executivo é reunir em um só documento todas as normas que regem o ensino primário, fundamental e médio ofertados pelo Estado, substituindo a </span><a style="line-height: 1.5em;" href="http://www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/pesquisarAto.do?action=exibir&amp;codAto=12350&amp;indice=1&amp;totalRegistros=1" target="_blank">lei 4978</a><span style="line-height: 1.5em;"> de 1964, que tinha a mesma função. </span></p>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">O texto estabelece as relações entre Estado e IEES, com impactos decisivos no exercício da Autonomia Universitária. Por isso é necessária a leitura minuciosa do documento por todo o corpo docente da UEL, seguida por uma discussão ampla.</span><a style="line-height: 1.5em;" href="http://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2014/04/Lei-Sistema-Educa%C3%A7%C3%A3o-consulta_publica.pdf" target="_blank"> Clique aqui </a><span style="line-height: 1.5em;">para ler a proposta de lei.</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O Governo tem pressa na aprovação desse documento. Com a redação finalizada no dia 13 de março, o Executivo enviou a proposta de lei às reitorias e demandou que &#8220;sugestões para o aperfeiçoamento&#8221; do texto fossem encaminhadas até o dia 10 de abril. O prazo, muito menos que suficiente para se debater a matéria de maneira qualificada, indica que a consulta às reitorias e o acolhimento de &#8220;sugestões&#8221; é uma tentativa de aplicar um verniz democrático ao processo.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O Sindiprol/Aduel fará contato com outros sindicatos docentes com o objetivo de pressionar o Governo a conceder tempo hábil para a participação da comunidade universitária na proposta de lei do sistema estadual. O Sindicato também enviará o texto à sua assessoria jurídica, que formulará um parecer sobre a constitucionalidade da proposta, no sentido de estabelecer se ela fere o artigo 207 da Constituição Federal que garante a Autonomia às universidades.</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Todo apoio à greve dos servidores estaduais da saúde</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/todo-apoio-a-greve-dos-servidores-estaduais-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2014 02:20:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A luta dos servidores contra a terceirização da saúde pública é justa e necessária</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindiprol/Aduel declara apoio à greve dos servidores estaduais do setor da saúde, que teve início no dia 18 de março. A luta dos servidores contra a terceirização da saúde pública é justa e necessária.</p>
<p>A criação da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas), representa, além da precarização do trabalho dos servidores, uma queda de qualidade no atendimento médico de todos os paranaenses.</p>
<p>O Projeto de Lei 726, que criou a Funeas, foi aprovado em tempo recorde pela Assembleia Legislativa, cuja presidência tentou, pela via da força, calar os manifestantes que estiveram presentes nas sessões. </p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Autonomia: Entidades querem debate ampliado</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/autonomia-entidades-querem-debate-ampliado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2013 15:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi protocolado ofício conjunto das entidades representativas da UEL ao Conselho Universitário solicitando amplo debate das recomendações antes de qualquer decisão</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi protocolado ofício conjunto das entidades representativas da UEL ao Conselho Universitário solicitando amplo debate das recomendações antes de qualquer decisão.</p>
<p>Veja o texto do ofício abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="right">Londrina, 9 de dezembro de 2013</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Magnifica Reitora,</p>
<p>O <b>Diretório Central dos Estudantes</b>, o <b>Sindiprol/Aduel</b> e a <b>Assuel Sindicato</b> vem respeitosamente, em nome das categorias que representam &#8211; estudantes, docentes e técnico-administrativos &#8211; requerer ao Conselho Universitário da Universidade Estadual de Londrina que o relatório final da Comissão especial criada para estudar os problemas da autonomia universitária seja submetido ao mais amplo debate por parte da comunidade universitária antes de qualquer decisão acerca de suas recomendações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="166">
<p align="center"><b>Hugo Bethsaida Leme</b></p>
<p align="center">Presidente do DCE</p>
</td>
<td valign="top" width="23">
<p align="center"><b> </b></p>
</td>
<td valign="top" width="198">
<p align="center"><b>Nilson Magagnin Filho</b></p>
<p align="center">Presidente do Sindiprol/Aduel</p>
</td>
<td valign="top" width="19">
<p align="center"><b> </b></p>
</td>
<td valign="top" width="179">
<p align="center"><b>Marcelo Alves Seabra</b></p>
<p align="center">Presidente da Assuel Sindicato</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Ao</b></p>
<p><b>Conselho Universitário da UEL</b></p>
<p><b>A/C da Presidente do Conselho Magnífica Reitora Professora Doutora Nádina Moreno</b></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sem repasse do governo do Paraná, Unicentro alega problema financeiro</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/sem-repasse-do-governo-do-parana-unicentro-alega-problema-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 21:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devido ao problema, pagamentos estão atrasados e obras paradas. Reitor afirma que instituição deixou de receber R$1,3 mi nos últimos meses.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), na região central do <a href="http://g1.globo.com/topico/parana.html">Paraná</a>, alega estar passando por dificuldades financeiras depois que o governo do estado deixou de repassar dinheiro para a universidade nos últimos meses. Em consequência disso, pagamentos estão atrasados e algumas obras que estavam sendo realizadas nos campi da universidade estão atrasadas.</p>
<p style="text-align: justify;">As últimas contas de água e luz da maioria das sedes não foram pagas e, agora, o conselho administrativo da instituição não sabe como pagará as despesas de novembro. De acordo com o reitor da Unicentro, Aldo Bona, a universidade deixou de receber mais de R$ 1,3 milhões nos últimos meses e não tem mais dinheiro em caixa.</p>
<p style="text-align: justify;">“Temos um risco iminente se o problema do custeio não for resolvido até a próxima semana. A universidade não terá dinheiro para pagar contratos de empresas terceirizadas, estagiários ebolsas de estudo, por exemplo”, afirma o reitor.</p>
<p style="text-align: justify;">A construção de um novo bloco para salas de aula no campus Cedeteg, em <a href="http://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/cidade/guarapuava.html">Guarapuava</a>, vai atrasar devido à falta de pagamento. Já as obras de um centro de convivência, no campus de <a href="http://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/cidade/irati-pr.html">Irati</a>, já está paralisada. Segundo o reitor da universidade, o governo do estado deve cerca de R$ 700 mil reais a fornecedores e empresas contratadas para prestar os serviços de reforma. Agora, cerca de 30 funcionários que trabalhavam nas obras da Unicentro estão sendo dispensados.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo do estado informou que vai convocar todos os fornecedores para estabelecer um novo cronograma de pagamentos e espera que em duas semanas as dívidas com as empresas e as universidades sejam pagas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nós estamos com dificuldades bastante grandes, estamos perdendo credibilidade junto as nossas comunidades, mas confiamos nas possibilidades de resolver essa situação”, finaliza Bona.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paraná</strong><br />O problema com obras paradas está afetando universidades estaduais de todo o Paraná, segundo a Associação das Universidades Estaduais. Em <a href="http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/cidade/maringa.html">Maringá</a>, na região norte do estado, treze obras estão paradas porque o governo deixou de pagar as construtoras. Dez trabalhadores que atuavam na obra do centro cirúrgico do Hospital Universitário da cidade já perderam o emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), disse que não sabia do problema. &#8220;Essa obra será retomada o mais rápido possível. Nós tivemos uma mudança no comando da secretaria da Fazenda, novas medidas, colocar a casa em ordem. Confesso que temos alguns problemas de ordem financeira e até a semana que vem, imagino que, se não todas, grande parte dessas obras, estarão sendo equalizadas&#8221;, alegou.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;A solução estava na cara&#8221;; Governo não pode mais usar a LRF como desculpa</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/a-solucao-estava-na-cara-governo-nao-pode-mais-usar-a-desculpa-da-lrf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 08:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sindiproladuel.org.br/?p=2867</guid>

					<description><![CDATA[<p>"Se, antes, o Paraná aparecia comprometendo 53,5% da receita líquida com o funcionalismo, agora nem sequer atinge o limite prudencial de 46%, muito menos os 49% que travavam os financiamentos"</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1424077&amp;tit=A-solucao-estava-na-cara">Gazeta do Povo</a></p>
<p style="text-align: justify;">Publicado em 10/11/13</p>
<p style="text-align: justify;">por Celso Nascimento</p>
<p style="text-align: justify;">Toda a saliva gasta durante pelo menos um ano em discursos contra a suposta discriminação política que o governo federal estaria impondo ao Paraná poderia ter sido economizada. E o estado já há mais tempo teria se habilitado a receber o aval da União para os empréstimos que tentava contrair de organismos financeiros desde 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora dita de maneira mais civilizada, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, expôs essa visão na sexta-feira, em contato com a coluna, logo após informar que a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) dera pareceres favoráveis aos empréstimos pleiteados pelo Paraná. As dificuldades, segundo ela, eram apenas de ordem técnica e legal, rapidamente superadas após o governo (há apenas dez dias) ter tomado medida muito simples e usual em outros estados.</p>
<p style="text-align: justify;">“Critérios políticos nunca foram o foco”, disse Gleisi, lembrando que sete estados também governados pelo PSDB nunca encontraram dificuldades. “Era o governo do Paraná que precisava fazer a lição de casa e ninguém mais”, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">A “mágica” que removeu o principal obstáculo à concessão do aval é velha conhecida, mesmo no Paraná. Consiste em transferir para um fundo previdenciário as despesas com pensionistas e inativos até então contabilizadas como gasto com a folha do funcionalismo. Retirada essa parcela do cálculo, o Paraná fica abaixo dos limites fatais da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). <strong>Se, antes, o Paraná aparecia comprometendo 53,5% da receita líquida com o funcionalismo, agora nem sequer atinge o limite prudencial de 46%, muito menos os 49% que travavam os financiamentos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A alegria do governo do Paraná não chega a ser ampla, geral e irrestrita. Primeiro, porque o parecer favorável da STN ainda depende de referendo da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, do Senado e de outros órgãos federais. Segundo, porque foram aprovadas apenas três das sete operações de crédito pleiteadas. Se todas as operações tivessem saído na mesma fornada, seriam R$ 3,3 bilhões, mas as acatadas pela STN somam bem menos: R$ 1,1 bilhão, apenas um terço do total.</p>
<p style="text-align: justify;">Os outros quatro processos ainda estão sob análise da STN, que promete dar resposta no impreciso prazo de algumas semanas. E, depois disso, seguirão os mesmos passos dos primeiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ação e reação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na terça-feira, quando a STN já analisava os subsídios que o governo do Paraná lhe enviara, os deputados estaduais resolveram meter sua colher. Com exceção da bancada do PT, todos assinaram ofício vazado na ideia da perseguição política e exigindo mais empenho dos três ministros paranaenses (Gleisi, Paulo Bernardo e Gilberto Carvalho) para demover a teimosia da STN.</p>
<p style="text-align: justify;">Único a responder (e bem ao seu estilo) foi Paulo Bernardo. Refutou a afirmação dos deputados de que o Paraná estava apto a contrair os empréstimos e fuzilou: “Não podemos enganar o povo paranaense: vossas excelências sabem muito bem que isso não corresponde aos fatos”. Aproveitou para incluir a própria Assembleia como inadimplente perante a LRF durante algum período.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Curiosidades históricas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A solução só agora adotada pelo governo estadual para se tornar apto à tomada dos empréstimos existia pelo menos desde 2003, primeiro ano do governo Requião. O então procurador-geral do Estado, Sergio Botto, autor de parecer que removia inativos e pensionistas para outra rubrica orçamentária, estava pronto para implantar a medida. Requião, no entanto, preferiu não ir aos “finalmentes” porque, mesmo que os gastos com pessoal não fossem empecilho, não poderia mesmo contrair empréstimos em razão da dívida resultante da venda do Banestado, que se recusava a pagar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos primeiros meses de 2013, assim que assumiu a Casa Civil, o secretário Reinhold Stephanes tentou ressuscitar o assunto e foi buscar no Rio Grande do Sul o modelo que deu certo lá – quase idêntico ao formulado dez anos antes. Com o apoio do então secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, Stephanes chegou a enviar uma caravana a Porto Alegre, chefiada pelo ex-pro­curador Julio Zem, para buscar subsídios. Assim que assumiu a Secretaria da Fazenda, em substituição a Hauly, em outubro último, Jozélia Nogueira achou nos arquivos da PGE o parecer de 2003 e, feitas as devidas atualizações, foi esse documento que acabou por viabilizar a regularização da situação fiscal do estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Merreca”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A propósito de socorros ao combalido Tesouro Estadual: só agora o governo descobriu que receberá uma “merreca” dos depósitos judiciais tributários a que tem direito. No total, eles somam cerca de R$ 500 milhões, mas descontado o fundo de reserva e outro montante contingenciado na Caixa Econômica, talvez lhe sobrem R$ 200 milhões. Para quem sonhava com R$ 2 bilhões&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://sindiproladuel.org.br/a-solucao-estava-na-cara-governo-nao-pode-mais-usar-a-desculpa-da-lrf/">&#8220;A solução estava na cara&#8221;; Governo não pode mais usar a LRF como desculpa</a> apareceu primeiro em <a href="https://sindiproladuel.org.br">Sindiprol / Aduel</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Servidores do IAPAR decretam greve em todo o estado</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/servidores-do-iapar-decretam-greve-em-todo-o-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2013 21:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Categoria reivindica plano de carreira e aumento salarial</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://catve.tv/noticia/6/71665/servidores-do-iapar-decretam-greve-em-todo-o-estado">Catve.tv</a></p>
<p style="text-align: justify;">Publicado em 12/11/2013</p>
<p style="text-align: justify;">Já na entrada da estação experimental em Santa Tereza do Oeste, o anúncio da insatisfação dos funcionários do IAPAR.</p>
<p>Foram mantidas apenas atividades essenciais. &#8220;A única atividade que está sendo mantida é a alimentação dos animais que é atividade emergencial. As outras atividades de pesquisa estão todas paradas&#8221;, conta Simone Grisa, administradora da unidade.</p>
<p>A categoria luta por melhorias salariais.</p>
<p>Não há reajustes com ganhos reais desde 2005. E as alterações no plano de cargos propostas pelo governo do estado dificultariam a progressão de carreira.</p>
<p>&#8220;Muitos funcionários estão com dificuldades, muitos até pensam em sair. Inclusive é um comentário que já vem há muito tempo. Há 7 meses que a gente vem debatendo essas coisas&#8221;, comenta Etiene Leite Júnior, técnico agropecuário.</p>
<p>A pauta de reivindicações da categoria foi apresentada ao governo do estado há 7 meses. De lá para cá, as negociações pouco avançaram.</p>
<p>Hoje em todo o Paraná, aproximadamente 700 servidores estão de braços cruzados.</p>
<p>Só aqui na região, cinco servidores pediram exoneração este ano por insatisfação salarial.</p>
<p>O sindicato da categoria vai divulgar uma carta aberta à sociedade e cobrar o apoio aos deputados.</p>
<p>O Iapar foi criado na década de 70 para desenvolver tecnologias para a agricultura.</p>
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		<title>Por falta de pagamento, professores da UEPG paralisam as atividades</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/por-falta-de-pagamento-professores-da-uepg-paralisam-as-atividades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2013 21:15:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sindicato pede que governo pague reajuste acordado após greve de 2012. Serviços à população de Odontologia e de Medicina estão funcionando.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" title="90% dos professores do campus Central da UEPG aderiram à paralisação (Foto: Flávio Bernardes/RPC TV)" alt="90% dos professores do campus Central da UEPG aderiram à paralisação (Foto: Flávio Bernardes/RPC TV)" src="http://s2.glbimg.com/R67I6kPFBTRmcN5y1jpbUgLPXFs=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/11/06/img_2497.jpg" width="620" height="465" /><figcaption class="wp-caption-text">90% dos professores do campus Central da UEPG aderiram à paralisação (Foto: Flávio Bernardes/RPC TV)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2013/11/por-falta-de-pagamento-professores-da-uepg-paralisam-atividades.html">G1-PR</a></p>
<p style="text-align: justify;">Publicado em 6/11/13</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Os professores da Universidade Estadual de </span><a style="font-size: 13px; line-height: 19px;" href="http://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/cidade/ponta-grossa.html">Ponta Grossa</a><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"> (</span><a style="font-size: 13px; line-height: 19px;" href="http://g1.globo.com/pr/parana/educacao/universidade/uepg.html">UEPG</a><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">), da região dos Campos Gerais, no Paraná, paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (6) e devem seguir em mobilização durante todo o dia. Segundo o Sindicato dos Docentes da UEPG (Sinduepg), 90% do campus Central e 80% da unidade de Uvaranas aderiram à mobilização. “Nós queremos que o governo pague a segunda parcela do reajuste salarial, que foi acordado na última greve, em 2012, e está previsto em lei”, explica a presidente do sindicato, Jeaneth Stefaniak.</span></p>
<p>Conforme a presidente, os docentes deveriam ter recebido o reajuste de 7,14% na folha de pagamento de outubro. “Na greve do ano passado, o governo definiu que este pagamento seria realizado em quatro parcelas, sempre no mês de outubro, sendo que a primeira foi paga logo após a paralisação. Já a parcela de 2013 ainda não veio”, comenta. Segundo ela, esta situação envolve todas as estaduais do Paraná. “As universidades de <a href="http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/cidade/londrina.html">Londrina</a>, <a href="http://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/cidade/guarapuava.html">Guarapuava</a> e <a href="http://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/cidade/cascavel.html">Cascavel</a> também fizeram ou devem fazer mobilizações exigindo o pagamento”, comenta. Segundo ela, cerca de 7,5 mil professores trabalham nas estaduais, sendo que 903 pertencem a UEPG.</p>
<div><img decoding="async" class="alignleft" style="margin-left: 9px; margin-right: 9px;" alt="" src="http://s2.glbimg.com/uRxyAA-GCHwIYiwmN8-FZ81UQXc=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/11/06/manoel.jpg" width="346" height="260" /></div>
<p style="text-align: justify;">Às 17h desta quarta-feira, uma assembleia será realizada entre os docentes para votar um indicativo de greve para o fim do mês de novembro. A presidente do sindicato ainda informa que está sendo enviado um pedido formal ao governo do estado para que pague a parcela devida. “Caso o governo não pague, devemos entrar em greve antes das férias, podendo se prolongar até o início do ano letivo de 2014”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Jeaneth, os serviços de atendimento à comunidade que envolvem os cursos de Medicina e Odontologia estão funcionando normalmente em Uvaranas. Já no campus Central, até a publicação desta reportagem, havia três salas de aula dos cursos de Administração e de Direito com professores que optaram por não aderir ao movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A assessoria da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) do <a href="http://g1.globo.com/topico/parana.html">Paraná</a> informou ao<strong>G1</strong> que o pagamento será efetuado no dia 30 de novembro retroativo a outubro. Segundo a Seti, devido ao limite prudencial que o governo está passando, foi necessário fazer uma reprogramação financeira. Com o pedido formal a ser elaborado pelos professores, o governo deve avaliar a possibilidade de fazer o pagamento em uma folha suplementar antes do novo prazo estabelecido.</p>
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		<title>Richa mente de novo ao usar LRF como desculpa para atraso dos 7,14%</title>
		<link>https://sindiproladuel.org.br/governo-mente-de-novo-ao-usar-lrf-como-desculpa-para-atraso-dos-714/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindiproladuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2013 08:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletins]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O assunto será debatido em assembleia nesta quinta-feira (31) com a pauta "indicativo de paralisação/greve". Participe!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desde o início de 2012, quando o Governo cancelou a equiparação salarial proposta por ele mesmo, vem fazendo declarações mentirosas para justificar calotes à categoria. De acordo com publicação no site do Sinteemar (<a href="http://www.sinteemar.com.br/?pg=news&amp;noti=743">clique aqui </a>para ver) o Governo justificou o atraso no reajuste de 7,14% <em>“informando tratar-se de uma readequação nas finanças do Estado, <strong>para que não fosse extrapolado o limite prudencial e colocasse em risco o cumprimento do que foi estabelecido com a categoria docente</strong>”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta uma consulta no texto da Lei de Responsabilidade Fiscal para comprovar que o limite de gastos com funcionalismo público é calculado anualmente e divulgado a cada quadrimestre seguindo o seguinte calendário: de maio do ano anterior a abril do ano seguinte e publicado até 31 de maio; de agosto do ano anterior a julho do ano seguinte e publicado até 31 de agosto; de janeiro a dezembro de um ano e publicado até 29 de janeiro do ano seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Assim, do ponto de vista da LRF, não faz diferença que o Governo aplique o reajuste de 7,14% em outubro ou em novembro</strong>, pois os dois procedimentos constariam do relatório publicado em 29 de fevereiro de 2014. A resposta ao Sinteemar mostra que o governador inventou uma desculpa esfarrapada para tentar a quebra da lei de equiparação salarial, sancionada há mais de um ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem não se lembra, Beto Richa deu a mesma desculpa quando propôs <a href="http://sindiproladuel.org.br/?p=1928">parcelar a reposição anual da inflação </a>em maio deste ano. O Sindiprol/Aduel denunciou esta mentira e os docentes do Estado arrancamos do governo o pagamento em parcela única.</p>
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