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Confirmado: governo deve anunciar equiparação até 20 de março

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Na reunião dos sindicatos que representam técnicos e docentes com os secretários Luiz Eduardo Sebastiani (SEAP) e Alípio Leal Neto (SETI), ontem em Curitiba, o governo confirmou o dia 20 de março como data limite para anunciar a forma de fazer a equiparação do piso dos docentes com o dos técnicos de nível superior das universidades estaduais. Hoje o piso dos docentes é 31,73% menor que o dos técnicos. A contraproposta inicial do Governo havia sido de dividi-la em três parcelas anuais de 9,62% de modo a completar a equiparação só em 2014. Os docentes aceitaram, mas o acordo foi rompido no dia 3 de fevereiro deste ano, quando teve inicio um forte movimento estadual com o objetivo de fazer com que o governo cumprisse sua palavra. A ratificação da equiparação e a determinação de uma data para anunciar a forma de fazê-lo foi o resultado da paralisação dos docentes de todas as universidades estaduais no dia 7 de março. Nesse dia, docentes de todo o Estado paralisaram as aulas enquanto dirigentes do Sindiprol/Aduel e das seções sindicais do ANDES se reuniam com o secretário Alípio Leal. O governo anunciou que estava mantida a proposta de equiparação e determinou-se a data limite para o anuncio oficial. No dia 11 de março o Sindiprol/Aduel se reuniu em Maringá com outras entidades que promoveram a paralisação do dia para avaliar a paralisação no Estado e planejar as ações futuras. De acordo com os relatos dos sindicatos presentes a paralisação foi geral atingindo inclusive universidades como a UENP e as unidades de Apucarana e Campo Mourão da UNESPAR, confirmando-se assim a mesma disposição de luta em todo o estado. Dia 20 de março Sindicato fará reunião aberta de diretoria No dia 20 de março a diretoria do Sindiprol/Aduel realizará uma reunião aberta da diretoria na sala 109 do CCH às 17h para avaliar a resposta do governo e marcar data de uma assembleia geral dos docentes para discutir a proposta. Convidamos todos os docentes a participar dessa reunião de modo a reforçar a coesão que estamos constituindo em torno à defesa dos nossos direitos.

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