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Todas as estaduais pararam no dia 16 e UEL pode entrar em greve a partir de 3 de setembro

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O dia 16 de agosto foi marcado por universidades estaduais vazias em todo o Paraná. É a segunda vez neste ano que o movimento unificado de professores das Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES) paralisa as aulas para pressionar o governo a aprovar o projeto da equiparação salarial que agora tramita na Assembleia Legislativa.

Em todo o Estado professores realizaram assembleias e decidiram datas para início de greve geral por tempo indeterminado. A UEPG entrou em greve nesta sexta-feira e todas as estaduais, com exceção da UEL, estão com indicativo de greve aprovado para dia 21 de agosto.

UEL

Os cerca de 170 professores que participaram da assembleia da UEL definiram o dia 3 de setembro como a data de inicio da greve por tempo indeterminado, caso o projeto de equiparação do salário base dos docentes com o dos técnico-administrativos de nível superior enviado à Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) não tramite em regime de urgência e o governo não reabra a negociação do incremento no incentivo por titulação. A continuidade da negociação deste item havia sido acordada para no máximo quinze dias após o enviou da mensagem ao legislativo. A UENP também aprovou indicativo de greve para o mesmo dia.

A assembleia entendeu que o fato de o projeto ter sido enviado à ALEP não é garantia de que a primeira parcela anual do reajuste de 31,73% será concedida, pois o governo não determinou regime de urgência para sua tramitação e divulgou por meio da imprensa que estaria impedido de conceder reajustes devido às restrições da lei de Responsabilidade Fiscal.

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