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Assembleia Docente da UEL aprova paralisação no dia 17/03 e assembleia em 19/03 para deliberação de greve da categoria

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Em assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (25/02), as e os docentes da UEL debateram a conjuntura da campanha salarial e os próximos passos da mobilização da categoria. Dentre eles, decidiram, em votação unânime, pela paralisação das atividades no dia 17 de março e realização de nova assembleia em 19 de março para deliberar sobre a deflagração de greve. A pauta da assembleia incluiu os seguintes pontos: campanha salarial; paralisação no dia 17/03; e indicativo de greve. 

Imagens: Rafaela Martins de Souza


Após amplo debate, foram aprovadas as seguintes resoluções: 

  1. Paralisação no dia 17/03, como parte do calendário de mobilização em defesa da recomposição salarial e da valorização da carreira docente; 
  2. Aprovação de indicativo de greve, com convocação de nova assembleia para o dia 19/03, quando a categoria avaliará o cenário político e as respostas do governo, deliberando sobre a deflagração ou não do movimento paredista; 
  3. Reiteração pública da reivindicação de reposição integral de 52,18%; 
  4. Protocolo na Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná – Seti de pedido formal de recomposição salarial integral (52,18%), percentual correspondente às perdas acumuladas na última década;
  5. Encaminhamento de campanha de mobilização e preparação de greve, com intensificação do diálogo com a comunidade universitária e ampliação das ações de esclarecimento à sociedade.

Data-base 

Nos últimos dez anos, os governos Beto Richa, Cida Borghetti e Ratinho Jr. não cumpriram com a sua obrigação constitucional de recomposição salarial anual das perdas inflacionárias. De janeiro de 2017 a abril de 2026, a previsão é que a defasagem salarial acumulada atinja 52,18%. São anos sem reposição ou reposição de percentuais ínfimos e, como resultado, uma enorme perda do poder de compra dos trabalhadores da nossa categoria, sem qualquer sinalização de efetiva reposição das perdas salariais e nem de uma mesa de negociação permanente para o diálogo com a categoria. Diante disso, os presentes na assembleia concluíram que a alternativa à intransigência do governo é a intensificação da mobilização e a organização de um movimento de greve.   

A assembleia reafirmou a unidade da categoria na defesa da recomposição salarial integral e da valorização do ensino superior público estadual. 

Diretoria do SindiprolAduel 
25 de fevereiro de 2026

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