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Professores da UEL aprovam paralisação das aulas no dia 7 de março

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Uma assembleia com mais de 50 professores aprovou a proposta do Sindiprol/Aduel de paralisação das atividades dos docentes universitários da UEL no dia 7 de março. O objetivo da paralisação é obrigar o governo a cumprir sua promessa, anunciada no dia 11 de novembro, de encaminhar à assembleia legislativa a equiparação do piso dos professores com o dos técnicos de nível superior das Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES). Esta proposta foi o resultado do grupo de trabalho instituído pelo próprio governo, durante o ano de 2011. (leia mais: Papelão: Richa não tem palavra e volta atrás em proposta salarial). Paralisação unificada No dia 7 de março, os docentes de todas as universidades estaduais deverão paralisar suas atividades pela mesma reivindicação. Durante esta semana ocorrerão assembleias de docentes em todas as outras IEES para encaminhar o movimento unificadamente. Nos dias anteriores à paralisação, estão programadas na UEL atividades com o objetivo de mobilizar os professores, funcionários e alunos sobre a necessidade de articulação diante do descaso do governo Beto Richa/PSBD com o ensino superior. As atividades começam no primeiro dia de aula, 27 de fevereiro, e vão até 3 de março. Estão previstas aulas coletivas para os estudantes, um ato no Restaurante Universitário (RU) e uma assembleia no dia 1º de março. Foi aprovada a criação de comissões de mobilização responsáveis por articular os professores de cada centro da Universidade. Construção da subsede no campus A assembleia também aprovou a construção de uma subsede do Sindiprol/Aduel no campus da UEL e autorizou o sindicato a fazer campanhas de arrecadação de fundos para as obras. A construção foi recentemente autorizada pelo Conselho de Administração (CA) da UEL em regime de comodato

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