Sindiprol/Aduel em defesa da educação pública e da data-base

 em Boletins

Em um contexto de ataques do governo federal em todas as áreas e do governo estadual, que mais uma vez não parece disposto a pagar a data-base dos servidores ligados ao executivo, o Sindiprol/Aduel está participando das mobilizações e ações contra essas ofensivas.

Da parte do governo Bolsonaro (PSL), merecem destaques os cortes nos orçamentos das Universidades Federais e a Reforma da Previdência. Foi por causa do ataque à educação que estudantes, professores e trabalhadores em geral de praticamente todos os estados brasileiros se uniram nas marchas de 15 e 30 de maio (em ambas o Sindiprol/Aduel esteve presente). Entre as duas marchas, houve ato dos defensores do atual governo e, nela, uma faixa colocada no prédio da UFPR, em Curitiba, foi arrancada. A faixa dizia “EM DEFESA DA EDUCAÇÃO” e ainda #OrgulhoDeSerUFPR #UniversidadePública #EuDefendo. Ela foi recolocada posteriormente, mas, desta vez, não só na UFPR como também em outros locais. O Sindiprol/Aduel, por exemplo, confeccionou duas faixas similares e as colocou no Centro de Vivência no Campus da UEL.

                

Com relação à Reforma da Previdência, o Coletivo de Sindicatos de Londrina, do qual o Sindiprol/Aduel faz parte, está realizando diversas ações. Um panfleto (folheto-greve-geral-14-de-junho)foi produzido e está sendo distribuído pela cidade e pelas Universidades.

Além disso, o Coletivo produziu inserções para as rádios da cidade e região falando sobre a Greve Geral de 14 de junho e as perdas que as mudanças na Previdência causariam. Vídeos no mesmo sentido também serão feitos. Em Londrina, a concentração está marcada para começar às 9h na Avenida Leste-Oeste, em frente ao Terminal Central. Para organizar e convocar o protesto, há um evento no Facebook com mais informações.

Para a semana que vem, entre os dias 10, 11 e 12, o Sindiprol/Aduel convocou Assembleias Gerais Docentes em Londrina, Apucarana e Bandeirantes, respectivamente, para os professores da UEL, Unespar e UENP. Além da Greve Geral contra a Reforma da Previdência, elas discutirão a data-base, que já não é cumprida há três anos e meio e, por isso, os servidores públicos acumulam perdas salariais de mais de 17%, e a Lei Geral das Universidades, cuja minuta foi entregue por Aldo Nelson Bona, superintendente da Seti (Superintendência da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), aos reitores das IES (Instituições de Ensino Superior) paranaenses nesta segunda-feira (3).

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