Comunicado do Comando de Greve Docente sobre nota da reitoria da UEL

A resposta da reitoria sobre as ocupações, veiculada nesta terça-feira (08) no site da UEL, é bem-vinda como o primeiro pronunciamento público dos dirigentes da instituição diante do quadro de crise nacional que vivemos nestes dias.

O Comando de Greve dos Docentes, reunido nesta data, lamenta, no entanto, o tom evasivo da resposta dada aos estudantes e o tratamento dado ao movimento de ocupações, justificando a judicialização, chegando mesmo a sugerir equivocadamente que docentes participam das mesmas.

A intenção de diálogo contida no documento precisa se concretizar em atitudes objetivas no sentido da democratização da universidade, tendo como premissa, ao contrário do que diz o título da mensagem (UEL se posiciona sobre as ocupações) que a UEL somos todos nós, estudantes, docentes e servidores técnico-administrativos.

Londrina, 8 de novembro de 2016

Comando de Greve dos Docentes

 

Comunicado do Comando de Greve Docente sobre a greve estudantil e as ocupações na UEL

O Comando de Greve dos Docentes, reunido em 7 de novembro, avaliou as dificuldades que o movimento de greve dos estudantes enfrenta para que a reitora da UEL atenda suas demandas.

Em face dessas dificuldades, o Comando Docente defende que a Reitoria negocie franca e sinceramente com os estudantes as suas reivindicações, pois estas são orientadas à defesa de universidade pública e gratuita e à garantia de direitos.

Considera também imprescindível que qualquer mediação ou discussão sobre a manifestação estudantil a que forem convidados os docentes, seu sindicato ou seu comando de greve, deve necessariamente contar com a presença dos estudantes que são os sujeitos da ação política.

O Comando de Greve Docente também defende – como já foi colocado à Reitora e esta havia se comprometido no dia 4 de novembro ao final da assembleia –  a imediata convocação do CEPE e das Câmaras para reorganizar o calendário escolar, de modo a não causar nenhum prejuízo aos estudantes nem aos docentes.

Reafirmamos as deliberações de nossa assembleia do dia 4 de novembro que deliberou pela defesa da “autonomia do movimento estudantil e suas formas de organização” e, ao mesmo tempo, “rejeita a criminalização do movimento, qualquer repressão e punição dos estudantes”.

Londrina, 7 de novembro de 2016

Comando de Greve dos Docentes

Comunicado do Comando de Greve Docente sobre a greve estudantil e as ocupações na UEL

O Comando de Greve dos Docentes, reunido em 7 de novembro, avaliou as dificuldades que o movimento de greve dos estudantes enfrenta para que a reitora da UEL atenda suas demandas.

Em face dessas dificuldades, o Comando Docente defende que a Reitoria negocie franca e sinceramente com os estudantes as suas reivindicações, pois estas são orientadas à defesa de universidade pública e gratuita e à garantia de direitos.

Considera também imprescindível que qualquer mediação ou discussão sobre a manifestação estudantil a que forem convidados os docentes, seu sindicato ou seu comando de greve, deve necessariamente contar com a presença dos estudantes que são os sujeitos da ação política.

O Comando de Greve Docente também defende – como já foi colocado à Reitora e esta havia se comprometido no dia 4 de novembro ao final da assembleia –  a imediata convocação do CEPE e das Câmaras para reorganizar o calendário escolar, de modo a não causar nenhum prejuízo aos estudantes nem aos docentes.

Reafirmamos as deliberações de nossa assembleia do dia 4 de novembro que deliberou pela defesa da “autonomia do movimento estudantil e suas formas de organização” e, ao mesmo tempo, “rejeita a criminalização do movimento, qualquer repressão e punição dos estudantes”.

Londrina, 7 de novembro de 2016

Comando de Greve dos Docentes

Assembleia do Sindiprol|Aduel suspende a greve

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Em assembleia realizada na tarde desta sexta-feira dia 4 de novembro, no auditório Cyro Grossi no CCB da UEL, os professores deliberaram por ampla maioria, alguns votos contrários e poucas abstenções:

  1. Suspensão do movimento de greve com retomada das atividades na terça-feira, com tempo para organizar os espaços de aula, a realização de uma reunião com a reitora exigindo a não criminalização do movimento dos estudantes;
  2. Para essa decisão, o comando baseou-se na retirada temporária da emenda número 43, fato que torna novamente válida a lei que garante o reajuste salarial – inflação de 2016 – em janeiro de 2017;
  3. Caso o governo não se comprometa pública e rapidamente a garantir o reajuste integral e/ou reapresente nova alteração/revogação da lei que o garante, o Comando deve chamar imediatamente uma assembleia para avaliação e deliberação;
  4. Orienta ainda a manutenção da organização docente (Comando de greve e reuniões nos centros) e o estabelecimento de um calendário de mobilização;
  5. Por fim, como a conjuntura local e nacional está marcada pelo profundo ataque aos trabalhadores em geral e, em particular, aos servidores públicos, o Comando indica o fortalecimento das discussões, esclarecimentos e ações entre as três categorias constitutivas da universidade em favor do ensino superior público e gratuito.
  • Aprovaram-se também os seguintes posicionamentos:
    • A Assembleia de docentes defende a autonomia do movimento estudantil e suas formas de organização.
    • Ao mesmo tempo, rejeita a criminalização do movimento, qualquer repressão e punição dos estudantes.
    • A Assembleia docente repudia a postura da reitoria de judicializar a ocupação da rádio.
    • Que o Conselho Universitário seja convocado para se manifestar contra os ataques que a universidade vem sofrendo.
  • Deliberou-se que nas reuniões por centros sejam debatidos a PEC 241 e a MP 746, a lei da mordaça e a escola sem partido.
  • Investigar a petição da reitoria de “reintegração de posse” da reitoria que estaria acusando os estudantes de consumir drogas e praticar sexo na ocupação.
  • Divulgar informações para subsidiar aos professores com matérias para debater em sala de aulas acerca dos problemas da universidade e dos ataques do governo (arrecadação e despesas, roubo da ParanaPrevidência, etc.)

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ESCLARECIMENTOS JURÍDICOS SOBRE A DECISÃO DO STF E A GREVE NO PARANÁ

Na sessão do plenário do Supremo Tribunal Federal de quinta-feira, dia 27 de outubro, foi fixada a seguinte tese de repercussão geral: “A administração pública deve proceder ao desconto dos dias de paralisação decorrentes do exercício do direito de greve pelos servidores públicos, em virtude da suspensão do vínculo funcional que dela decorre, permitida a compensação em caso de acordo. O desconto será, contudo, incabível se ficar demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público”.

 

Em linhas gerais, significa dizer que o Supremo estabeleceu o entendimento que deve orientar as decisões do poder judiciário a partir de agora: os órgãos públicos poderão abster-se do pagamento de salários dos funcionários, ressalvando, contudo, os casos em que se reconhecer que a greve ocorreu por uma conduta ilegal da Administração Pública, ocasião em que não poderá haver descontos. A decisão, por outro lado, não exclui a possibilidade da realização de acordo para compensação dos dias parados, o que hoje ocorre no desfecho da maioria dos movimentos grevistas.

 

No caso da atual greve deflagrada pela categoria dos docentes no Estado do Paraná, é evidente a ilicitude da conduta do Poder Público.

 

Em 2015, com o intuito de encerrar a greve, o Governo do Estado comprometeu-se a realizar o pagamento de reajuste salarial a ser repassado aos servidores em janeiro de 2017, na forma consolidada pela Lei Estadual 18.493. Comprometeu-se também a manter uma mesa de negociação coletiva permanente.

 

Ocorre que, de forma surpreendente, desleal e com evidente má-fé, o governo encaminhou à Assembleia emenda à lei de diretrizes orçamentárias (PL 153/2016), procurando suspender o pagamento do reajuste acordado e previsto em lei, assim descumprindo, sem qualquer diálogo e de maneira unilateral, os compromissos assumidos com os trabalhadores em 2015.

 

Assim agindo, o Governo do Estado incorreu em afronta à Convenção nº 151 da OIT, que possui força de lei no ordenamento jurídico nacional. A apresentação da emenda também não observou o princípio administrativo da motivação. Por fim, caso aprovada, a legislação afronta ao princípio constitucional da irredutibilidade salarial.

 

Considerando o comportamento ilícito por parte do governo do estado do Paraná, é descabido qualquer desconto de salários dos servidores em greve.

 

RETROCESSO

 

A decisão do STF impõe grave ônus ao servidor público no que tange a seu direito constitucional de greve e, nitidamente, teve como intuito desestimular paralisações legitimas, o principal meio de reivindicações do trabalhador à Administração Pública.

 

Para sustentar a decisão, os ministros consideraram que o risco de greve geral ameaça o governo, resultando em evidente desequilíbrio nas relações de trabalho administrativas, uma vez que os prejuízos serão impostos somente a trabalhadores e trabalhadores.

 

O entendimento do STF, além de contrária à Constituição que deveria defender, constitui grave obstáculo à principal função da greve: construir o acesso à negociação entre servidores públicos e Administração, permitindo a paridade de forças no processo, sem submissão dos trabalhadores a abusos e arbitrariedades do Poder Público, evidenciando uma escalada conservadora do Supremo em relação aos Direitos Sociais.

 

Mesmo diante do notório retrocesso que caracteriza a decisão do STF, aos servidores, mais do que nunca, incumbe apostar na organização da categoria, sem deixar de confiar na mobilização maciça e na utilização da greve como instrumento legítimo para consolidação de garantias e conquistas, repudiando e denunciando os ataques contra o funcionalismo público e contra a desvalorização dos servidores públicos.

 

 

COMISSÃO JURÍDICA DO COMANDO DE GREVE

RESPOSTA DOS PROFESSORES AO GOVERNO

Em resposta ao “Termo de Acordo” divulgado pelo governo, a assembleia dos docentes do Sindiprol|Aduel declara publicamente à população do Paraná e ao Governo Beto Richa, que sempre está aberta ao diálogo, mas, não pode aceitar a chantagem implícita naquele “Termo” que ameaça se, “até o final de novembro e não havendo uma proposta substitutiva – que atenda requisitos e limitações legais e financeiras”, tomará medidas “necessárias para manter o equilíbrio financeiro do Estado”, ou seja, não pagar a reposição da inflação de 2016.

Os professores da UENP, UNESPAR-Apucarana e UEL exigem que o governo primeiro cumpra a Lei, o que significa pagar a reposição da inflação de 2016 acrescido de 1%. Por isso, o fim da greve fica condicionada à completa e definitiva retirada pelo governo da emenda 43 à LDO.

25 de outubro de 2016

Esclarecimento sobre “Termo de Acordo” do Governo

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”0″ padding_bottom=”0″ sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]Esclarecimento sobre “Termo de Acordo” do Governo[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]O governo do Paraná, acuado pela convergência da greve do funcionalismo público com o movimento de ocupação das escolas, divulgou na quinta-feira, 20 de outubro, um “TERMO DE ACORDO – GOVERNO DO ESTADO E FÓRUM DAS ENTIDADES SINDICAIS” em que se propõe a retirar o “item 33 da emenda no 43 da LDO”, que veta o nosso direito constitucional à reposição anual da inflação, condicionando-a à disponibilidade financeira por parte do governo.

Ao adotar esta medida, o governo inverte de forma arrogante a ordem das coisas, pois a Lei que garante a reposição da inflação de 2016 foi resultado da greve do ano passado e da proposta do governo para encerrá-la. Porém, ao invés de cumpri-la, como deve ser, o governo agora unilateralmente se recusa a fazê-lo, colocando nas costas do funcionalismo a responsabilidade pela sua incompetência. Lembremos: a reposição das perdas inflacionárias é um direito inegociável.

Esta postura se demonstra mais odiosa quando se considera que, desde o ano passado, o governo já se apropriou de 3 bilhões de reais do nosso fundo previdenciário. Lembrando que, na justificativa que apresentou à ALEP para aprovar, em 29 de abril de 2015, a expropriação da PARANAPREVIDÊNCIA, o governo afirmou que isto era necessário para conseguir pagar a folha de salários.
Além disso, não podemos esquecer que o funcionalismo já teve bastante prejuízo em decorrência do adiamento da reposição da inflação de 2014 e 2015 e, também, devido à alteração da data-base, que só em maio de 2017 voltaria a se normalizar.

No “Termo de Acordo”, de modo falacioso, o governo ameaça não pagar a reposição salarial alegando a LRF. Esta ameaça não tem fundamento, pois a própria LRF exclui explicitamente a revisão anual de vencimentos de que trata o inciso X do Artigo 37 da CF.

O governo finalmente condiciona a “retirada” de sua proposta ao fim da greve do funcionalismo, mas, caso não se chegue a nenhum acordo até o final de novembro, afirma que “tomará as medidas necessárias para manter o equilíbrio financeiro do Estado”. Quer dizer, ele diz que recolocará a mesma proposta que hoje tramita. Na prática, isso significa que o governo não retirará nada, mantém o calote, mas terá acabado com a greve.[/vc_column_text][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section][vc_column][mk_image src=”https://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2016/10/comando-de-greve.png” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section]

À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”0″ padding_bottom=”0″ sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]Os Docentes da Universidade Estadual de Londrina, da UENP e da UNESPAR- Campus Apucarana, reunidos em assembleias, no ultimo dia 11 de outubro, deliberaram por uma greve de três dias (17, 18 e 19 de outubro).
A greve é contra a decisão do governo do Paraná que enviou à Assembleia Legislativa a mensagem n. 43/2016 que revoga a Lei de reposição das perdas salariais dos servidores públicos decorrentes da inflação.
Ao alegar que não possui recursos para pagar essa reposição aos servidores, o governo esconde que a arrecadação do Estado do Paraná continua aumentando e omite que vem retirando recursos bilionários do fundo de previdência dos servidores públicos, a ParanáPrevidência, formado pela contribuição dos próprios servidores. Em 2015 ele retirou 1,6 bilhão e em 2016 já retirou até agora quantia igual.
No ano de 2015, quando não deu a reposição aos servidores e provocou uma longa greve, o governo alegou que precisaria dos recursos da previdência para dar a reposição salarial, e mesmo sob os protestos que geraram o massacre de 29 de abril, manteve o saque desse fundo, elaborando ele próprio um calendário de reposição de perdas salariais dos servidores através da Lei que tenta revogar agora.
O governador Beto Richa, que se elegeu mentindo à população paranaense sobre a situação das contas públicas, envolvido em escândalos de desvios de verbas da receita estadual e de reformas em escolas, tem tentado passar através da imprensa uma imagem de governador responsável, que se antecipou à crise, fez cortes nos gastos públicos, e, graças a isso, teria agora suas contas em dia.
É bom lembrar que boa parte dessa economia tem sido feita à custa dos servidores devido o não pagamento da reposição, à cobrança dos servidores aposentados, ao assalto ao fundo de previdência, ao não pagamento das promoções dos professores da rede estadual e ao sucateamento dos serviços públicos.
Agora, Beto Richa continua mentindo sobre as finanças do Estado, uma hora afirma que o Paraná é um paraíso, depois que está quebrado; sanciona uma lei para repor as perdas salariais dos servidores públicos e tenta revogar essa mesma lei. Como pode querer que os professores acreditem nele depois de tantas mentiras?
Beto Richa trata os diversos segmentos do funcionalismo e os movimentos sociais, com descaso e arrogância. Está destruindo a educação no estado, o sistema universitário e os institutos de pesquisa, que são a base para o desenvolvimento do Paraná.[/vc_column_text][/vc_column][/mk_page_section]

ORIENTAÇÕES SOBRE ATIVIDADES DURANTE A GREVE

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”30″ padding_bottom=”20″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]ORIENTAÇÕES SOBRE ATIVIDADES DURANTE A GREVE[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]Considerando as deliberações das assembleias ocorridas no dia 11 de outubro, a diretoria do Sindiprol/Aduel informa que nos dias de 17, 18 e 19 de outubro, somente devem funcionar as atividades docentes consideradas essenciais como os atendimentos da área de saúde, as pesquisas que envolvem experimentos laboratoriais cuja suspensão possa causar prejuízos irreparáveis, e os eventos já agendados como estágios, simpósios, semanas acadêmicas e bancas de qualificação e defesa de dissertação e tese.

Na próxima segunda-feira, em assembleia a ser realizada no Auditório do CESA com início às 09:00 horas, devem ser discutidas em detalhes tais orientações.

Informamos que reuniões dos sindicatos em greve com o governo estão agendadas para os dias 17 e 19 e que na próxima quinta-feira, dia 20, nova assembleia deve discutir a continuidade do movimento.

CONTRA O CALOTE DO GOVERNO BETO RICHA

[/vc_column_text][/vc_column][/mk_page_section]

DOCENTES DA UENP E DA UNESPAR-Apucarana DECIDIRAM POR TRES DIAS DE GREVE

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”30″ padding_bottom=”20″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]DOCENTES DA UENP E DA UNESPAR-Apucarana DECIDIRAM POR TRES DIAS DE GREVE[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]Assembleias ocorridas ontem (11 de outubro) na UENP realizada em Bandeirantes com docentes dos três campus, e na UNESPAR, com docentes do campus de Apucarana, deliberaram por paralisar as atividades nos dias 17, 18 e 19 de outubro em resposta a proposta do governo de não pagamento da reposição salarial dos servidores. Assembleias na próxima quinta-feira (20 de outubro) devem avaliar o movimento.

CONTRA O CALOTE DO GOVERNO BETO RICHA

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