ESCLARECIMENTOS JURÍDICOS SOBRE A DECISÃO DO STF E A GREVE NO PARANÁ

Na sessão do plenário do Supremo Tribunal Federal de quinta-feira, dia 27 de outubro, foi fixada a seguinte tese de repercussão geral: “A administração pública deve proceder ao desconto dos dias de paralisação decorrentes do exercício do direito de greve pelos servidores públicos, em virtude da suspensão do vínculo funcional que dela decorre, permitida a compensação em caso de acordo. O desconto será, contudo, incabível se ficar demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público”.

 

Em linhas gerais, significa dizer que o Supremo estabeleceu o entendimento que deve orientar as decisões do poder judiciário a partir de agora: os órgãos públicos poderão abster-se do pagamento de salários dos funcionários, ressalvando, contudo, os casos em que se reconhecer que a greve ocorreu por uma conduta ilegal da Administração Pública, ocasião em que não poderá haver descontos. A decisão, por outro lado, não exclui a possibilidade da realização de acordo para compensação dos dias parados, o que hoje ocorre no desfecho da maioria dos movimentos grevistas.

 

No caso da atual greve deflagrada pela categoria dos docentes no Estado do Paraná, é evidente a ilicitude da conduta do Poder Público.

 

Em 2015, com o intuito de encerrar a greve, o Governo do Estado comprometeu-se a realizar o pagamento de reajuste salarial a ser repassado aos servidores em janeiro de 2017, na forma consolidada pela Lei Estadual 18.493. Comprometeu-se também a manter uma mesa de negociação coletiva permanente.

 

Ocorre que, de forma surpreendente, desleal e com evidente má-fé, o governo encaminhou à Assembleia emenda à lei de diretrizes orçamentárias (PL 153/2016), procurando suspender o pagamento do reajuste acordado e previsto em lei, assim descumprindo, sem qualquer diálogo e de maneira unilateral, os compromissos assumidos com os trabalhadores em 2015.

 

Assim agindo, o Governo do Estado incorreu em afronta à Convenção nº 151 da OIT, que possui força de lei no ordenamento jurídico nacional. A apresentação da emenda também não observou o princípio administrativo da motivação. Por fim, caso aprovada, a legislação afronta ao princípio constitucional da irredutibilidade salarial.

 

Considerando o comportamento ilícito por parte do governo do estado do Paraná, é descabido qualquer desconto de salários dos servidores em greve.

 

RETROCESSO

 

A decisão do STF impõe grave ônus ao servidor público no que tange a seu direito constitucional de greve e, nitidamente, teve como intuito desestimular paralisações legitimas, o principal meio de reivindicações do trabalhador à Administração Pública.

 

Para sustentar a decisão, os ministros consideraram que o risco de greve geral ameaça o governo, resultando em evidente desequilíbrio nas relações de trabalho administrativas, uma vez que os prejuízos serão impostos somente a trabalhadores e trabalhadores.

 

O entendimento do STF, além de contrária à Constituição que deveria defender, constitui grave obstáculo à principal função da greve: construir o acesso à negociação entre servidores públicos e Administração, permitindo a paridade de forças no processo, sem submissão dos trabalhadores a abusos e arbitrariedades do Poder Público, evidenciando uma escalada conservadora do Supremo em relação aos Direitos Sociais.

 

Mesmo diante do notório retrocesso que caracteriza a decisão do STF, aos servidores, mais do que nunca, incumbe apostar na organização da categoria, sem deixar de confiar na mobilização maciça e na utilização da greve como instrumento legítimo para consolidação de garantias e conquistas, repudiando e denunciando os ataques contra o funcionalismo público e contra a desvalorização dos servidores públicos.

 

 

COMISSÃO JURÍDICA DO COMANDO DE GREVE

RESPOSTA DOS PROFESSORES AO GOVERNO

Em resposta ao “Termo de Acordo” divulgado pelo governo, a assembleia dos docentes do Sindiprol|Aduel declara publicamente à população do Paraná e ao Governo Beto Richa, que sempre está aberta ao diálogo, mas, não pode aceitar a chantagem implícita naquele “Termo” que ameaça se, “até o final de novembro e não havendo uma proposta substitutiva – que atenda requisitos e limitações legais e financeiras”, tomará medidas “necessárias para manter o equilíbrio financeiro do Estado”, ou seja, não pagar a reposição da inflação de 2016.

Os professores da UENP, UNESPAR-Apucarana e UEL exigem que o governo primeiro cumpra a Lei, o que significa pagar a reposição da inflação de 2016 acrescido de 1%. Por isso, o fim da greve fica condicionada à completa e definitiva retirada pelo governo da emenda 43 à LDO.

25 de outubro de 2016

Esclarecimento sobre “Termo de Acordo” do Governo

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”0″ padding_bottom=”0″ sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]Esclarecimento sobre “Termo de Acordo” do Governo[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]O governo do Paraná, acuado pela convergência da greve do funcionalismo público com o movimento de ocupação das escolas, divulgou na quinta-feira, 20 de outubro, um “TERMO DE ACORDO – GOVERNO DO ESTADO E FÓRUM DAS ENTIDADES SINDICAIS” em que se propõe a retirar o “item 33 da emenda no 43 da LDO”, que veta o nosso direito constitucional à reposição anual da inflação, condicionando-a à disponibilidade financeira por parte do governo.

Ao adotar esta medida, o governo inverte de forma arrogante a ordem das coisas, pois a Lei que garante a reposição da inflação de 2016 foi resultado da greve do ano passado e da proposta do governo para encerrá-la. Porém, ao invés de cumpri-la, como deve ser, o governo agora unilateralmente se recusa a fazê-lo, colocando nas costas do funcionalismo a responsabilidade pela sua incompetência. Lembremos: a reposição das perdas inflacionárias é um direito inegociável.

Esta postura se demonstra mais odiosa quando se considera que, desde o ano passado, o governo já se apropriou de 3 bilhões de reais do nosso fundo previdenciário. Lembrando que, na justificativa que apresentou à ALEP para aprovar, em 29 de abril de 2015, a expropriação da PARANAPREVIDÊNCIA, o governo afirmou que isto era necessário para conseguir pagar a folha de salários.
Além disso, não podemos esquecer que o funcionalismo já teve bastante prejuízo em decorrência do adiamento da reposição da inflação de 2014 e 2015 e, também, devido à alteração da data-base, que só em maio de 2017 voltaria a se normalizar.

No “Termo de Acordo”, de modo falacioso, o governo ameaça não pagar a reposição salarial alegando a LRF. Esta ameaça não tem fundamento, pois a própria LRF exclui explicitamente a revisão anual de vencimentos de que trata o inciso X do Artigo 37 da CF.

O governo finalmente condiciona a “retirada” de sua proposta ao fim da greve do funcionalismo, mas, caso não se chegue a nenhum acordo até o final de novembro, afirma que “tomará as medidas necessárias para manter o equilíbrio financeiro do Estado”. Quer dizer, ele diz que recolocará a mesma proposta que hoje tramita. Na prática, isso significa que o governo não retirará nada, mantém o calote, mas terá acabado com a greve.[/vc_column_text][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section][vc_column][mk_image src=”https://sindiproladuel.org.br/wp-content/uploads/2016/10/comando-de-greve.png” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section]

À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”0″ padding_bottom=”0″ sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]Os Docentes da Universidade Estadual de Londrina, da UENP e da UNESPAR- Campus Apucarana, reunidos em assembleias, no ultimo dia 11 de outubro, deliberaram por uma greve de três dias (17, 18 e 19 de outubro).
A greve é contra a decisão do governo do Paraná que enviou à Assembleia Legislativa a mensagem n. 43/2016 que revoga a Lei de reposição das perdas salariais dos servidores públicos decorrentes da inflação.
Ao alegar que não possui recursos para pagar essa reposição aos servidores, o governo esconde que a arrecadação do Estado do Paraná continua aumentando e omite que vem retirando recursos bilionários do fundo de previdência dos servidores públicos, a ParanáPrevidência, formado pela contribuição dos próprios servidores. Em 2015 ele retirou 1,6 bilhão e em 2016 já retirou até agora quantia igual.
No ano de 2015, quando não deu a reposição aos servidores e provocou uma longa greve, o governo alegou que precisaria dos recursos da previdência para dar a reposição salarial, e mesmo sob os protestos que geraram o massacre de 29 de abril, manteve o saque desse fundo, elaborando ele próprio um calendário de reposição de perdas salariais dos servidores através da Lei que tenta revogar agora.
O governador Beto Richa, que se elegeu mentindo à população paranaense sobre a situação das contas públicas, envolvido em escândalos de desvios de verbas da receita estadual e de reformas em escolas, tem tentado passar através da imprensa uma imagem de governador responsável, que se antecipou à crise, fez cortes nos gastos públicos, e, graças a isso, teria agora suas contas em dia.
É bom lembrar que boa parte dessa economia tem sido feita à custa dos servidores devido o não pagamento da reposição, à cobrança dos servidores aposentados, ao assalto ao fundo de previdência, ao não pagamento das promoções dos professores da rede estadual e ao sucateamento dos serviços públicos.
Agora, Beto Richa continua mentindo sobre as finanças do Estado, uma hora afirma que o Paraná é um paraíso, depois que está quebrado; sanciona uma lei para repor as perdas salariais dos servidores públicos e tenta revogar essa mesma lei. Como pode querer que os professores acreditem nele depois de tantas mentiras?
Beto Richa trata os diversos segmentos do funcionalismo e os movimentos sociais, com descaso e arrogância. Está destruindo a educação no estado, o sistema universitário e os institutos de pesquisa, que são a base para o desenvolvimento do Paraná.[/vc_column_text][/vc_column][/mk_page_section]

ORIENTAÇÕES SOBRE ATIVIDADES DURANTE A GREVE

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”30″ padding_bottom=”20″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]ORIENTAÇÕES SOBRE ATIVIDADES DURANTE A GREVE[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]Considerando as deliberações das assembleias ocorridas no dia 11 de outubro, a diretoria do Sindiprol/Aduel informa que nos dias de 17, 18 e 19 de outubro, somente devem funcionar as atividades docentes consideradas essenciais como os atendimentos da área de saúde, as pesquisas que envolvem experimentos laboratoriais cuja suspensão possa causar prejuízos irreparáveis, e os eventos já agendados como estágios, simpósios, semanas acadêmicas e bancas de qualificação e defesa de dissertação e tese.

Na próxima segunda-feira, em assembleia a ser realizada no Auditório do CESA com início às 09:00 horas, devem ser discutidas em detalhes tais orientações.

Informamos que reuniões dos sindicatos em greve com o governo estão agendadas para os dias 17 e 19 e que na próxima quinta-feira, dia 20, nova assembleia deve discutir a continuidade do movimento.

CONTRA O CALOTE DO GOVERNO BETO RICHA

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DOCENTES DA UENP E DA UNESPAR-Apucarana DECIDIRAM POR TRES DIAS DE GREVE

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”30″ padding_bottom=”20″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]DOCENTES DA UENP E DA UNESPAR-Apucarana DECIDIRAM POR TRES DIAS DE GREVE[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]Assembleias ocorridas ontem (11 de outubro) na UENP realizada em Bandeirantes com docentes dos três campus, e na UNESPAR, com docentes do campus de Apucarana, deliberaram por paralisar as atividades nos dias 17, 18 e 19 de outubro em resposta a proposta do governo de não pagamento da reposição salarial dos servidores. Assembleias na próxima quinta-feira (20 de outubro) devem avaliar o movimento.

CONTRA O CALOTE DO GOVERNO BETO RICHA

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DOCENTES DELIBERARAM POR GREVE

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”30″ padding_bottom=”20″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]DOCENTES DELIBERARAM POR GREVE[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]Em Assembleia na UEL, docentes da Universidade deliberaram por greve nos dias 17, 18 e 19 de outubro. Uma assembleia na próxima segunda-feira (17) deve dar inicio a mobilização na UEL e outra na quinta-feira (20), deve avaliar pela continuidade ou não do movimento.
Mais de 280 docentes assinaram a lista de presença, sendo que no momento da votação, que só ocorreu após longo debate, 115 deliberaram por greve por três dias e outros 81 por greve por tempo indeterminado, sendo vencedora a primeira proposta.

Ainda devem ser realizadas no dia de hoje (11) assembleias na UNESPAR- Apucarana, as 17:30 hrs, e na UENP, as 19:30 hrs, quando os docentes dessas unidades de ensino devem apreciar e deliberar sobre a mesma pauta.

CONTRA O CALOTE DO GOVERNO BETO RICHA

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ASSEMBLEIAS DE DOCENTES VÃO DISCUTIR INDICATIVO DE GREVE

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”30″ padding_bottom=”20″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]ASSEMBLEIAS DE DOCENTES VÃO DISCUTIR INDICATIVO DE GREVE[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]Reuniu-se neste sábado (08/10) o Conselho de Representantes de Base dos Docentes da UEL, UENP e UNESPAR- Apucarana que, em reunião aberta, avaliou os informes feitos pela diretoria do Sindiprol/Aduel com relação à mensagem 43/2016 que revoga a Lei de reposição salarial dos servidores públicos estaduais, avaliou a conjuntura de ataques sistemáticos do governo Beto Richa às Universidades, à educação, e ao funcionalismo em geral, e discutiu o calendário de mobilizações.

Decidiu-se por convocar Assembleia Geral de Docentes para a próxima terça-feira, 11 de outubro, no Auditório do CESA, em primeira chamada às 09:30 e segunda chamada, com qualquer numero de participantes, às 10:00 horas. Na pauta, além dos informes gerais, a apreciação de Indicativo de Greve.

Nesse mesmo dia serão realizadas assembleias na UENP e na UNESPAR- Campus Apucarana com a mesma pauta:

UENP – Campus Bandeirantes – às 19:30 horas, no Anfiteatro Thomaz Nicoletti
UNESPAR – Campus Apucarana – as 17:30 horas, no Auditório José Berton

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PASSADAS AS ELEIÇÕES, GOVERNO ATACA NOVAMENTE O FUNCIONALISMO

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”30″ padding_bottom=”20″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]PASSADAS AS ELEIÇÕES, GOVERNO ATACA NOVAMENTE O FUNCIONALISMO[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]Diretores do Sindiprol/Aduel estiveram durante todo o dia de ontem (04 /10) em Curitiba acompanhando os desdobramentos do envio à ALEP, por parte do governo, da mensagem 43/2016 que revoga a Lei de reposição salarial dos servidores públicos estaduais. Também foram feitas reuniões no Tribunal de Contas do Estado (TCE) e em outras instâncias do governo, com relação ao TIDE.

Ao discutir com as demais categorias do funcionalismo o calendário de mobilizações contra a medida, concluiu-se que a reação a mais esta agressão do governo Beto Richa é a mobilização unificada e organizada de todo o funcionalismo.

O Sindiprol/Aduel lembra aos docentes que nossa categoria se encontra em Estado de Greve, conforme deliberado em assembleia do dia 05 de julho de 2016, quando o governo anunciou pela primeira vez a medida, posteriormente retirada da pauta da Assembleia Legislativa a pedido dos deputados que se preparavam para as eleições municipais.

Conselho de Base prepara a mobilização

No próximo sábado (08 de outubro), a partir das 09:00 horas, se reúne na sede do sindicato (Praça La Salle, 83) o Conselho de Representantes de Base dos Docentes da UEL, UENP e UNESPAR-Apucarana para avaliar a conjuntura, discutir o calendário de mobilizações, greve, e definir a data das assembleias.
Solicitamos a todos que se mantenham em estado de atenção

CONTRA O CALOTE DO GOVERNO BETO RICHA

[/vc_column_text][/vc_column][/mk_page_section]

TIDE É REGIME DE TRABALHO

[mk_page_section min_height=”0″ padding_top=”0″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_image src=”http://200.155.33.83/~sindiproladuel/wp-content/uploads/2016/10/cabecalho-padrao-boletins.jpg” image_size=”full” align=”center”][/vc_column][/mk_page_section][mk_page_section padding_top=”30″ padding_bottom=”20″ top_shape_color=”#ffffff” bottom_shape_color=”#ffffff” sidebar=”sidebar-1″][vc_column][mk_fancy_title size=”30″ font_weight=”bold” txt_transform=”uppercase” margin_bottom=”10″ font_family=”none” align=”center”]TIDE É REGIME DE TRABALHO[/mk_fancy_title][/vc_column][vc_column][vc_column_text]No ultimo dia 19 de setembro, os sindicatos de docentes e servidores das IEES se reuniram com o Secretário de Ciência e Tecnologia, João Carlos Gomes, para tratar da questão do TIDE e outros temas que afetam as universidades.
Na ocasião o Secretário se comprometeu com a defesa do TIDE docente como Regime de Trabalho, informando, ademais, que estaria acompanhando os reitores da IEES em reunião com o TCE no dia seguinte (20).

Além do TIDE, foram abordadas as questões relacionadas com a não implantação de progressões, que vem ocorrendo na UENP e UNICENTRO, e os compromissos do governo no final da greve de retirar as IEES que ainda se encontram no sistema Meta4, e a mesa permanente de negociação, com encontros mensais com o conjunto dos sindicatos.

Foram cobradas as nomeações de docentes e demais servidores aprovados nos concursos públicos e ficaram agendadas as próximas reuniões da mesa permanente.[/vc_column_text][/vc_column][/mk_page_section]