As membras e os membros da chapa “Mobilizar e Intensificar a Luta”, eleita em fevereiro desse ano, tomaram posse da diretoria do Sindiprol/Aduel em cerimônia realizada na tarde desta terça-feira (15). O mandato dessa diretoria corresponderá aos anos 2025-2027.
A seção sindical agora é presidida pela professora de departamento de Serviço Social do Cesa (Centro de Estudos Sociais Aplicados) da UEL, Lorena Ferreira Portes. Como vice-presidenta, contamos com Fernanda de Freitas Mendonça. Sendo assim, a primeira diretoria do Sindiprol/Aduel com mulheres na presidência e na vice-presidência. Leia abaixo a lista completa das diretoras e dos diretores da seção sindical.
A chapa Mobilizar e Intensificar a Luta foi construída com base em um programa que prioriza a mobilização sindical e a articulação política como caminhos fundamentais para enfrentar o arrocho salarial, a precarização do trabalho docente, o desmonte das universidades públicas estaduais e os ataques à autonomia universitária. Seu compromisso central é com a valorização da carreira docente, a defesa intransigente da universidade pública e gratuita, e o fortalecimento da unidade entre trabalhadoras e trabalhadores da educação.
Composição da diretoria:
Comissão Executiva
Presidenta: Lorena Ferreira Portes
Vice-Presidenta: Fernanda de Freitas Mendonça
1º Secretário: Fernando Pereira Cândido
2ª Secretária: Carmen Sílvia Righetti Nóbile
1º Tesoureiro: Carlos Eduardo Caldarelli
2º Tesoureiro: Viníicius Antonio Hiroaki Sato
Diretor de Comunicação: Ronaldo Fabiano dos Santos Gaspar
O Sindiprol/Aduel convida a todas as e todos os docentes da UEL para a posse da nova diretoria da seção sindical. Ela será realizada às 14h de terça-feira (15/04). Em seguida, será realizada uma reunião com a nova diretoria.
Data e horário: terça-feira (15/04) às 14h Local: Sede Central do Sindiprol/Aduel, Praça La Salle, nº 83 (ao lado da Unifil campus Canadá)
O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.
Programa de 17 de abril de 2021:
Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.
Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.
Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).
Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)
6m03s – Música e Resistência: Lembranças (Maneva)
8m12s – MAP (Movimento Autônomo Popular) organiza protesto para lembrar a morte de Gabriel Sartori em 2017 e a impunidade de seu assassino, o policial militar Bruno Carnelos Zangirolami; ouça falas da mãe e de um amigo de Gabriel
20m – Diretor jurídico da APP-Londrina, Rogério Nunes da Silva, fala sobre a política educacional adotada pelo governo de Ratinho Júnior
23m21s – Música e Resistência: Polícia (Titãs)
25m54s – Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina (Sinttrol), José Faleiros, fala sobre a vitória dos trabalhadores da categoria, que, depois de greve e negociação, receberam seus salários atrasados
29m10s – Governo de Jair Bolsonaro é denunciado no Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas); Márcia Lopes, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, assistente social e professora aposentada da UEL, comenta a denúncia
33m45s – Campanha “Panela Cheia Salva”: saiba como e onde doar
37m31s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre as políticas neoliberais e seus impactos para a classe trabalhadora
46m34s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado volta a falar sobre a responsabilidade criminal das crianças em Israel e nos territórios palestinos
53m – Informativo “Central do Brasil” que trata, dentre outros temas, da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) instaurada para investigar o governo federal durante a pandemia
Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.
Nesta terça-feira (1), às 16h, no 10º Conad Extraordinário foi empossada a nova diretoria do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) – Biênio 2020/2022. O evento foi transmitido virtualmente para todo o Brasil, desde a sede do sindicato, em Brasília, e foi seguido de um momento cultural com show do cantor Chico César.
A composição completa da nova diretoria do sindicato nacional pode ser vista aqui. Destaque para Silvia Alapanian, diretora do Sindiprol/Aduel, que assumiu o cargo de 2ª Secretária da Regional Sul do ANDES-SN.
Confira a notícia completa da posse postada no site do ANDES-SN
O ANDES-SN realizou na tarde desta terça-feira, 1º de dezembro, o 10º Conad Extraordinário. Em virtude da pandemia de Covid-19, o encontro foi transmitido virtualmente para todo o Brasil, desde a sede do sindicato, em Brasília, e foi marcado pela posse da nova diretoria eleita no início do mês de novembro e que permanecerá à frente da instituição no biênio 2020-2022.
O encontro iniciou com a participação remota de membros de outras entidades representativas da classe estudantil e trabalhadora, como a União Nacional do Estudantes (UNE), Fasubra Sindical, Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), a CSP-Conlutas, entre outras. Eles salientaram a importância das lutas realizadas em parceria com o ANDES-SN ao longo dos últimos dois anos e se comprometeram em dar continuidade à criação de novas estratégias que possam intensificar e perpetuar as lutas e a resistência.
Em seu último discurso como presidente do ANDES-SN, Antonio Gonçalves analisou a missão delegada pela base há pouco mais de dois anos. Ele elencou os avanços alcançados pelo sindicato em meio ao governo de Jair Bolsonaro, ininterruptamente marcado por significativos retrocessos civilizatórios, e destacou a necessidade de continuar a enfrentar as reformas antidemocráticas que não modernizam, mas sim tornam as relações de trabalho mais precarizadas, eliminam direitos e implantam a barbárie no Brasil.
Antonio também lembrou das “inspiradoras” lutas da classe trabalhadora em países sul-americanos, como o Chile e a Bolívia, para reforçar que direitos são alcançados por meio da organização dos trabalhadores, da unidade e da capacidade de se defender de ataques. “A nossa luta deve continuar para derrotar o governo de Jair Bolsonaro. Vamos ocupar as ruas para ampliar as nossas lutas e consolidar ainda mais o ANDES como um sindicato independente e autônomo”, disse.
Antonio comentou ainda sobre o necessário isolamento imposto pela pandemia que, segundo ele, trouxe inúmeras dificuldades para o movimento docente em todo o país. “A diretoria estabeleceu como prioridade salvar vidas e nos adaptamos a essa nova realidade. Intensificamos os esforços para o fortalecimento do ANDES-SN, viabilizamos a criação de novas seções sindicais, a volta de antigas seções. Estivemos, mesmo de um modo diferente, em todas as lutas unitárias em defesa da nossa categoria”, completou, desejando à nova diretoria disposição e empenho para a manutenção da luta do sindicato.
A presidente eleita do ANDES-SN, Rivânia Moura, começou seu discurso parabenizando a diretoria anterior pelas lutas dos últimos dois anos, em meio a um cenário totalmente adverso, e citou o educador Paulo Freire para encorajar a base a lutar pelas causas já existentes e também aquelas que surgirão nos próximos meses e anos. “É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática”, afirmou.
Rivânia lembrou que há inúmeros desafios para o movimento sindical e destacou a necessidade de engajar esforços para lutar contra o racismo estrutural, a lgbttifobia e, sobretudo, contra a reforma administrativa, que tem o objetivo de precarizar direitos trabalhistas e desmontar as universidades públicas do país. “Vou usar uma frase do escritor João Guimarães Rosa: o que a vida quer da gente é coragem! É urgente a organização da luta contra a reforma administrativa e contra a conjuntura nacional de um governo de extrema direita que alia uma severa política de ajuste fiscal ultraliberal ao profundo conservadorismo”, garantiu.
A presidente também falou sobre ações que acontecerão ainda no mês de dezembro. No dia 8 de dezembro o ANDES-SN participará de uma plenária nacional com reitores e reitoras eleitos não empossados, na qual reforçará a necessidade de o presidente Jair Bolsonaro reconhecer os eleitos; no dia 10, a entidade participará de ato nacional em Brasília, que mostrará a resistência dos servidores municipais, estaduais e federais contra a Reforma Administrativa e junto aos movimentos sociais reforçarão a necessidade de permanência do auxílio emergencial. Rivânia também falou sobre intensificar a articulação com o movimento estudantil e dos técnicos, a fim de garantir a defesa da autonomia e da democracia nas universidades públicas, institutos federais e Cefet, e nesse sentido, já anunciou a primeira campanha da nova diretoria que na semana de 14 a 18 de dezembro estará empenhada na organização de uma frente contra as intervenções nas universidades.