Docentes da UEL e da UENP realizam Assembleia nesta quarta (31); na Unespar/Apucarana, os docentes se reunirão na quinta (1)

Nesta quarta-feira (31), os Docentes da Universidade Estadual de Londrina realizam sua Assembleia Geral, a partir das 14h, no Anfiteatro Cyro Grossi “Pinicão” do CCB.

No caso da Universidade Estadual do Norte do Paraná, a Assembleia Geral Unificada (docentes e estudantes) também será realizada nesta quarta-feira (31), mas ela terá seu início às 15h e será realizada no Auditório da Fitotecnia, que fica no Campus de Bandeirantes.

Fechando a semana, em Apucarana, no Campus da Universidade Estadual do Paraná na cidade, os Docentes se reunirão às 16h30 da quinta-feira (1), no Auditório José Berton.

UEL sedia Seminário Estadual sobre a LGU nesta sexta-feira (2)

Nesta sexta-feira (2), será realizado, no CLCH (Centro de Letras e Ciências Humandas) da UEL (Universidade Estadual de Londrina), um Seminário Estadual sobre a LGU (Lei Geral das Universidades). O evento é voltado à organização dos docentes e técnicos em greve contra os ataques do governo estadual às Universidades Públicas do Paraná.

Os documentos que serão utilizados no Seminário estão no: https://bit.ly/2YanPfx.

As inscrições estão abertas até as 8h de quinta-feira (1) e podem ser feitas no formulário: https://docs.google.com/…/14ixioHW_h98xP6pflmZBgPiq2RJRNJn…/

5º Boletim de Greve da UEL

Em Assembleia realizada nesta quarta-feira (24), no Anfiteatro Cyro Grossi “Pinicão” do CCB, os Docentes da Universidade Estadual de Londrina (UEL) deliberaram pela suspensão da Assembleia e sua manutenção aberta até que uma nova data para a continuidade dos trabalhos seja marcada. Não houve uma deliberação sobre a greve; a greve continua. Por isso e para cumprir questões legais de tempo de convocação de uma Assembleia, a desta quarta-feira (24) permanecerá aberta e continuará em uma nova data, para deliberar sobre a mesma pauta. O Comando Docente de Greve se reunirá no sábado (27), às 9h, no Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel (campus próximo ao Sebec), para avaliar os últimos encaminhamentos e deliberar sobre a data para a continuidade dos trabalhos da Assembleia iniciada nesta quarta (24). A data dele deverá ser obrigatoriamente entre segunda-feira (29) e quinta-feira (1).

Neste período de Assembleia suspensa, haverá uma reunião, na quinta-feira (25), da Comissão de Política Salarial do governo com as reitorias das universidades e uma reunião do Comando Sindical Docente junto com os sindicatos mistos que ainda permanecem em greve (Sinteoeste e Sinteemar), na sexta-feira (26), em Maringá. Em Londrina, na quinta-feira (25), será feita uma reunião entre os docentes temporários da UEL e a assessoria jurídica do Sindiprol/Aduel, às 15h, na sala 201 do CCB, o “Piniquinho”.

Atos de esclarecimento, panfletagem e intervenção junto à comunidade externa, principalmente em locais como o Hospital Universitário (HU), o Hospital Central (HC) e o Escritório de Aplicação de Assuntos Jurídicos (EAAJ), todos da UEL, foram aprovados como forma de envolver a comunidade à causa da greve e da universidade como um todo.

Também foi aprovado que a reitoria da UEL seja instada a convocar uma Assembleia Geral Unificada, para discutir a Lei Geral das Universidades (LGU) e a precarização da universidade. Caso ela não faça a convocação, as categorias da universidade (docentes, técnicos e estudantes) se organizarão para fazer o chamamento dela e o reitor deverá ser convocado para participar. O objetivo da Assembleia é discutir a LGU e a precarização da universidade e, portanto, não terá caráter deliberativo sobre a greve de cada categoria. O fechamento das portas da UEL, sugerido na Assembleia desta quarta-feira (24), também será discutido na Assembleia Geral Unificada, que foi encaminhada para acontecer em algum dia até a próxima quarta-feira (31).

Como a renovação e contratação de professores temporários não foi autorizada pela Comissão de Política Salarial, a pauta da greve permanece reivindicando novos concursos e nomeação de servidores já concursados, mas incorpora a situação da necessidade de imediata contratação de professores temporários. Esta medida é emergencial para o início do segundo semestre e continuidade do ano letivo.

Além dos encaminhamentos citados acima, foi deliberado pela elaboração de faixas e panfletos para serem distribuídos em locais públicos e que os chefes de departamentos e colegiados da UEL sejam chamados para prestar depoimento sobre a situação nos cursos que coordenam e a quantidade de temporários neles. Também foi aprovado o envio de uma solicitação para que seja compartilhada com os sindicatos a última minuta da LGU que a Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) tenha desenvolvido.

O Boletim completo pode ser baixado em pdf no:5-boletim-de-greve-da-uel.

EM REUNIÃO COM O COMANDO SINDICAL DOCENTE, SUPERINTENDENTE DA SETI AFIRMA QUE NÃO ARQUIVARÁ A LGU

Nesta segunda-feira (22) pela manhã, representantes do Comando Sindical Docente das IEES (Instituições Estaduais de Ensino Superior) do Paraná estiveram em reunião com o superintendente da Seti (Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), Aldo Bona, em Curitiba. Por cerca de uma hora, os presentes debateram questões referentes à LGU (Lei Geral das Universidades) e os problemas de sua possível aprovação.

A reunião, marcada para 8h30, contou com a presença de dez membros do Comando Sindical Docente, composto pelo Sindiprol/Aduel, Sesduem, Sinduepg, Adunioeste, Adunicentro e representantes da Unespar, e mais cinco da Seti. A reunião começou com uma apresentação feita por Bona da necessidade de um projeto de “parametrização” das universidades estaduais, assim como do contexto no qual ela surgiu.

O superintendente foi questionado, na reunião, sobre a real necessidade de uma lei que regulasse as IEES, visto que já há uma legislação referente às universidades enquanto autarquias de caráter especial e que trata da autonomia universitária, mas que não é cumprida. Para os docentes, a LGU irá rebaixar as universidades com os melhores coeficientes de qualidade do estado ao nível daquelas com piores coeficientes, sem qualquer garantia de elevação destas. Bona disse apenas que as mudanças são necessárias e que é preciso corrigir distorções no sistema.

O superintendente se manteve irredutível sobre a retirada da LGU e defendeu sua importância como forma de garantir simetria ao sistema, mesmo que, segundo os docentes, isso implique em manutenção do “bolo” orçamentário e aumento da cobrança por produção, piora das condições de trabalho, extinção dos cargos de agentes universitários e abertura para se institucionalizar a terceirização de servidores, além de disputas entre as IEES por mais recursos e dentro de cada universidade pela distribuição do orçamento. Para os docentes, o problema é que, com essa lei, cada universidade teria, em teoria, “autonomia plena” para decidir onde ou de que forma utilizar o recurso que vier do Estado, mas, na prática, o resultado seria uma disputa interna ao sistema de ensino superior e às IEES pelos escassos recursos disponíveis.

Como Bona avisou que teria outra reunião, às 10h na Casa Civil, os outros pontos da pauta da greve não foram devidamente abordados. Foi apenas feito um pedido para que dados e projeções feitas pelo governo em conjunto com as administrações sejam compartilhados também com os sindicatos.

Pouco antes da reunião terminar, o superintendente disse que levaria a pauta da greve (protocolada na reunião do dia 9 deste mês) para o governo, mas que a Seti não arquivaria a LGU, como é cobrado pelas categorias em greve. Arquivar completamente o projeto, segundo ele, caberia apenas a outras instâncias do estado. Reiterando que ainda quer entender como a LGU fere a autonomia e o porquê do rechaço da proposta como um todo, o superintendente se retirou e propôs que o debate continuasse com outros membros da gestão, mas que a proposta de lei seria mantida.

Lembrete

Os docentes da UEL farão a próxima Assembleia Geral nesta quarta-feira (24), como aprovado na última quinta-feira (18). As reuniões ampliadas por Centros de Estudos da UEL, outro encaminhamento tirado no dia, serão realizadas em alguns deles nesta terça-feira (23). Às 14h, o CEFE se reunirá na sala 901 e o CECA, na 683. No mesmo horário dos outros dois, o CCB terá sua reunião na sala 201, enquanto o CLCH fará a sua na Sala de Reuniões.

COMANDO DE GREVE DA UEL SE REÚNE COM DOCENTES TEMPORÁRIOS

Nesta segunda-feira (22), os docentes temporários da UEL tiveram duas reuniões sobre a decisão da Comissão de Política Salarial do governo estadual de não autorizar a renovação e a contratação de professores temporários para o segundo semestre. A primeira das duas reuniões foi convocada pela reitoria da universidade e foi realizada no Anfiteatro Cyro Grossi, o “Pinicão” do CCB, às 14h. Mais informações estão na matéria da TV UEL.

Na sequência, a partir das 16h, quem se reuniu com os temporários foi o Comando de Greve da UEL. A reunião foi realizada no mesmo local e tirou alguns encaminhamentos:

  1. Que a questão dos temporários  componha a pauta de reivindicações da categoria docente;
  2. Reunião dos temporários com a assessoria jurídica do Sindiprol/Aduel na quinta-feira (25) à tarde (local e horário a definir);
  3. Escolha de um representante dos temporários por Centro de Estudos da UEL para compor o Comando Docente de Greve.
Comando de Greve da UEL em reunião com os temporários

Lembrete: A próxima Assembleia Geral Docente é nesta quarta-feira (24) e as informações estão em outro post no site do Sindiprol/Aduel.

DOCENTES DA UEL REALIZAM ASSEMBLEIA GERAL NESTA QUARTA-FEIRA (24)

Os docentes da UEL farão a próxima Assembleia Geral nesta quarta-feira (24), como aprovado na última quinta-feira (18). As reuniões ampliadas por Centros de Estudo da UEL, outro encaminhamento tirado no dia, serão realizadas em alguns deles nesta terça-feira (23). Às 14h, o CEFE se reunirá na sala 901 e o CECA, na 683. No mesmo horário dos outros dois, o CCB terá sua reunião na sala 201, enquanto o CLCH fará a sua na Sala de Reuniões.

4º Boletim de Greve da UEL

Em Assembleia realizada nesta quinta-feira (18), no Anfiteatro Cyro Grossi “Pinicão” do CCB da UEL, os Docentes da Universidade Estadual de Londrina deliberaram, por ampla maioria, pela rejeição da proposta salarial feita pelo governo estadual. A proposta prevê o pagamento de 5,08% de forma parcelada. A primeira parcela, de 2%, seria paga em janeiro de 2020. As outras duas, de 1,5%, ficariam para os meses de janeiro de 2021 e de 2022, mas que somente serão pagas se houver disponibilidade financeira do estado. Uma das diferenças para a proposta anterior, que também foi rejeitada, é que, na primeira, haveria pagamento de 0,5% em outubro deste ano e 1,5% em janeiro do ano que vem.

A suspensão da greve, especificamente, não foi deliberada, por não ter sido encaminhada para votação por nenhum dos presentes. A deliberação da Assembleia foi pela rejeição da proposta salarial do governo e manutenção de negociações referentes à pauta da greve: reposição salarial de 17,04% (referentes aos últimos três anos e meio sem data-base), novos concursos, nomeação dos servidores já concursados e a retirada da Lei Geral das Universidades e do PLC 04/2019.

Como próximas atividades de greve, a Assembleia encaminhou uma reunião do Comando de Greve nesta sexta-feira (19), no Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel (campus próximo ao Sebec), às 15h. A segunda-feira (22) e terça-feira (23) serão utilizadas para debates por Centros de Estudo sobre a LGU. As reuniões serão marcadas e divulgadas posteriormente. Uma nova Assembleia está previamente convocada para a próxima quarta-feira (24), no período da tarde. Horário e local ainda serão confirmados.

Outra proposta aprovada na Assembleia foi a de encaminhar um pedido para que o reitor convoque uma Assembleia Geral Unificada (docentes, técnicos e estudantes), com o objetivo de discutir, junto à toda a comunidade universitária, a LGU e os impactos dela na universidade.

Calendário fora da UEL

Em virtude de uma reunião da APIESP (Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público), nesta sexta-feira (19), na UEM (Universidade Estadual de Maringá), o Comando Sindical Docente (CSD) está se mobilizando para ter um espaço nela e apresentar sua avaliação da LGU aos reitores presentes. Este mesmo Comando irá se reunir no domingo (21) em preparação para a reunião de segunda-feira (22) com o superintendente da Seti (Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), Aldo Bona, também na capital paranaense. De tarde, após a reunião com Bona, o Comando Sindical Docente irá se reunir novamente para avaliar a situação.

 

Seminário sobre o PLC 04/2019 e a Lei Geral das Universidades movimenta o CLCH na terça-feira (16)

Nesta terça-feira (16), das 9h às 17h, o CLCH da UEL foi palco do Seminário sobre o Projeto de Lei Complementar 04/2019 e a Lei Geral das Universidades. O evento foi organizado pelo Comando de Mobilização Unificado, que reúne as três categorias grevistas da universidades (docentes, técnicos e estudantes).

O PLC 04/2019 propõe congelar o orçamento do estado do Paraná por 20 anos, de forma similar ao que foi feito com o Teto de Gastos aprovado na gestão Michel Temer, do MDB, em 2016. A LGU se propõe a reorganizar as universidades estaduais do Paraná como se elas tivessem estruturas iguais e fossem iguais. Na prática, ela ataca a autonomia universitária, precariza as condições de trabalho de docentes e técnicos, inviabiliza as universidades como instituições de pesquisa e ainda não garante recursos para a permanência estudantil.

O seminário foi organizado com quatro Grupos de Trabalho pela manhã. Após a abertura do evento, às 9h, os GTs se reuniram e debateram aspectos dessas leis. Os temas de cada um foram: o PLC 04/2019; a Autonomia Universitária; o Financiamento e tendências privatistas nas IEES do Paraná e a Precarização do trabalho docente nas IEES do Paraná. IEES são as Instituições Estaduais de Ensino Superior.

Depois das discussões feitas separadamente, uma plenária foi realizada no Anfiteatro-Maior do CLCH. Nela, representantes dos quatro grupos de trabalho apresentaram pontos discutidos dentro de cada GT. Na sequência, foi aberto espaço de fala e debate para os presentes.

A mesa da plenária foi composta por Ronaldo Gaspar, presidente do Sindiprol/Aduel, e Fernanda Amorim dos Santos, estudante de pedagogia e representante do movimento estudantil. Nela, foi constituída uma comissão para redigir um documento final que vai ser apresentado às categorias e à comunidade com as discussões levantadas no seminário.

A plenária completa está no Facebook do Sindiprol/Aduel, assim como fotos dos GTs.

UEL, Unespar/Apucarana e UENP realizam Assembleias nesta quinta-feira (18)

Nesta quinta-feira (18), a Universidade Estadual de Londrina (UEL) e a Universidade Estadual do Paraná (Unespar) – Campus Apucarana – realizam Assembleias Gerais Docentes para debater a proposta salarial do governo e os encaminhamentos da greve. No caso da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), a Assembleia será Geral Unificada e tem também um calendário de atividades e de mobilização em pauta.

Na UEL, a partir das 14h, os professores estão convocados para a Assembleia Geral no Anfiteatro Cyro Grossi, o “Pinicão” do CCB.

No caso da Unespar/Apucarana, a Assembleia Docente será realizada a partir das 17h, no Auditório José Berton.

Já na UENP, a Assembleia Geral Unificada será realizada no Auditório CCHE, em Jacarezinho, a partir das 19h. No caso dela, estão convocados todos os docentes, servidores técnico-administrativos e estudantes.

3º Boletim de Greve da UEL

O Comando de Greve da UEL se reuniu, na manhã desta segunda-feira (15), no Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel (campus próximo ao Sebec) e avaliou a nova proposta de reposição salarial do governo do estado. A proposta prevê o pagamento de 5,08% de forma parcelada. A primeira parcela, de 2%, seria paga em janeiro de 2020. As outras duas, de 1,5%, ficariam para os meses de janeiro de 2021 e de 2022, mas que somente serão pagas se houver disponibilidade financeira do estado. Uma das diferenças para a proposta anterior é que, na primeira, haveria pagamento de 0,5% em outubro deste ano e 1,5% em janeiro do ano que vem.

A defasagem que as categorias do executivo têm é de 17,04%, referentes aos últimos 3 anos e meio de não reposição salarial, considerando que são 4,94% referentes apenas aos últimos 12 meses. Considerando essas questões, a proposta do governo não contempla a reivindicação da categoria. Além da reposição salarial, a pauta da greve reivindica novos concursos, nomeação dos já concursados e a retirada da Lei Geral das Universidades. Quanto ao PLC 04/2019, a proposta do governo indica a sua retirada.

É preciso, entretanto, marcar uma nova Assembleia dos Docentes da UEL para avaliar a proposta de reposição salarial e a continuidade da greve. Levando em consideração que:

  1. Nesta segunda-feira (15), haverá uma reunião do Comando Estadual de Greve do FES (Fórum das Entidades Sindicais), às 14h, e outra, às 16h, do Comando Sindical Docente, ambas em Curitiba-PR;
  2. Nesta terça-feira (16), será realizado, ao longo de todo o dia, um seminário sobre o PLC 04/2019 e a LGU, no Anfiteatro-Maior do CLCH da UEL;
  3. Nesta quarta-feira (17), serão feitas reuniões nos Centros de Estudo da UEL para debater a pauta da greve;
  4. E que nesta quinta-feira (18), pela manhã, haverá reunião do Comando Sindical Docente com o superintendente da Seti, Aldo Bona.

A Assembleia Geral Docente da UEL, para deliberar sobre a continuidade ou não da greve, será realiza na quinta-feira (18), às 14h, no Anfiteatro Cyro Grossi “Pinicão” do CCB da UEL. A pauta é: 1) Informes; 2) Proposta do governo; 3) Encaminhamentos da greve e 4) Outros assuntos.