Está em curso, em diversas cidades brasileiras, o Plebiscito Popular por um Brasil mais Justo. A ação convida a população a se posicionar sobre temas urgentes para a classe trabalhadora: fim da escala de trabalho 6×1, redução da jornada de trabalho sem redução salarial e isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, com maior taxação para quem recebe acima de R$ 50 mil.
Organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, o Plebiscito é aberto e qualquer pessoa pode votar. A proposta é ampliar o debate sobre justiça fiscal, direitos trabalhistas e qualidade de vida da população brasileira. A votação, que já começou e segue até setembro, está sendo realizada de forma presencial, em centenas de pontos espalhados pelo país, e também online, por meio da plataforma Vota Bem.
As e os interessados devem responder às seguintes perguntas: você é a favor da redução da jornada de trabalho sem redução salarial, e pelo fim da escala 6×1? E você é a favor de que quem ganhe mais de R$50 mil pague mais imposto, para que quem recebe até R$5 mil não pague imposto de renda? Vote AQUI
68º Conad Para fortalecer essa mobilização popular, o Andes-SN aprovou no 68º Conad, realizado de 11 a 13 de julho na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), a resolução de integrar e apoiar ativamente o Plebiscito Popular 2025, convocando a categoria docente, suas seções sindicais e convidando entidades da Educação a se somarem à campanha.
Durante os debates, delegadas e delegados destacaram a importância do plebiscito como instrumento de escuta e mobilização da sociedade em torno de pautas que dialogam diretamente com as condições de vida da classe trabalhadora. Aprovou-se, ainda, que o Sindicato Nacional incentive a realização de atividades de divulgação e debates nos locais de trabalho, nas instituições de ensino e nas comunidades acadêmicas, por meio das secretarias regionais e das seções sindicais do Andes-SN.
O Sindiprol/Aduel convoca as e os docentes da UEL para, em assembleia, às 14h de quinta-feira (24/07), deliberar sobre um ponto de pauta único: prorrogação do prazo para votação de transferência de valores financeiros para Aduenp e Sindunespar.
Data e horário: quinta-feira (24/07) às 14h Local: Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel, ao lado do Sebec (UEL)
Na última quarta-feira (2), diversas organizações sociais, sindicais e políticas lançaram oficialmente o Plebiscito Popular 2025. Trata-se de uma mobilização nacional com o objetivo de pressionar o Estado brasileiro a adotar medidas que promovam mudanças tributárias necessárias e garantam melhores condições de trabalho para as trabalhadoras e os trabalhadores.
O Plebiscito propõe escutar a opinião popular sobre dois temas centrais que afetam milhões de brasileiras e brasileiros: a redução da jornada de trabalho sem diminuição de salário — com o fim da escala 6×1 — e a reformulação do Imposto de Renda, para que pessoas com salários maiores que R$ 50 mil contribuam mais, permitindo isenção para quem recebe até R$ 5 mil mensais.
A escala 6×1, ainda comum em setores como comércio e serviços, exige que o trabalhador atue por seis dias consecutivos e descanse apenas um. Em resposta a essa realidade, tramita no Congresso a PEC 8/25, que propõe uma jornada semanal de quatro dias de trabalho e três dias de descanso, limitando o expediente a 36 horas semanais. Em novembro do ano passado, publicamos uma nota pelo fim da escala 6×1, que pode ser lida aqui.
No campo da tributação, o governo federal já encaminhou ao Congresso uma proposta para ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda, beneficiando quem ganha até R$ 5 mil por mês. A medida pode alcançar 20 milhões de brasileiras e brasileiros, aliviando a carga sobre os que menos ganham e aumentando a contribuição de quem recebe acima de R$ 50 mil. Também publicamos uma nota nessa segunda-feira sobre a isenção fiscal para os mais pobres e pela taxação dos milionários, leia aqui.
Apesar do impacto positivo para a maioria da população, tanto a proposta de reforma tributária quanto a da jornada de trabalho enfrentam forte resistência de setores mais ricos e do empresariado. Por isso, o engajamento popular é fundamental para que essas mudanças avancem.
Com a reorganização da base do Sindiprol/Aduel, após a adesão da base da Unespar-Apucarana à Sindunespar e à criação da seção sindical dos docentes da Uenp (Aduenp), foi aberta uma votação para deliberar sobre a transferência proporcional do patrimônio do sindicato para essas novas entidades.
A votação teve início no dia 4 de junho, com duração inicial de 30 dias, prorrogável por mais 30. Encerrado o primeiro período, informamos que a votação foi prorrogada por mais 30 dias.
A votação é presencial, com uma urna localizada no Centro de Vivência (campus da UEL, ao lado do Sebec) e outra urna itinerante.
Não deixe de votar! Contamos com sua participação!
Segundo cálculos atualizados, os valores correspondentes às seções sindicais são:
Para fortalecer nossas lutas e estreitar nossos laços, vem aí o Samba da Data-Base!
Nosso samba acontecerá no dia 5 de julho, às 17h, na sede do Sindiprol/Aduel (Praça La Salle, 83). O evento conta com a apresentação da banda Batucada Boa e com um cardápio de festa julina, com muito quentão!
O valor para filiados é de R$ 15 e, para os não filiados, de R$ 30. O pagamento deve ser realizado por pix ou em dinheiro.
Venha comemorar e somar forças às nossas lutas! 🎊🎉
Filie-se ao Sindiprol/Aduel aqui ou pelo QR Code abaixo!
Em resposta à mobilização de 10/06 e às falas das lideranças sindicais, que destacaram o arrocho salarial e o não pagamento da data-base, o governo MENTIU descaradamente. Pela resposta, deu a entender que “concedeu reajuste nos últimos anos”. MENTIRA! Houve alguns míseros reajustes, mas quase somente para cumprir a lei de 2015 e pagar a dívida do governo Beto Richa. A inflação dos mandatos de Ratinho Jr. está praticamente toda sem reposição. Se, uma ou outra categoria teve “ganhos salariais mais consistentes”, isso não corresponde à imensa maioria dos funcionários públicos, que está amargando imensa defasagem salarial. No nosso caso, docentes do ensino superior, a defasagem, em maio/25, chegou a 47%. Sobre a pequena alteração no Adicional de Titulação de 2023, ela foi decrescente: mísera para doutores e nula para graduados. E mais, alteração de carreira não é reposição linear, não é data-base. Por fim, o auxílio-alimentação é um auxílio, não salário, não abrangendo aposentados e nem os docentes CRES. Portanto, os argumentos do governo são MENTIRAS!
Precisamos fortalecer a organização, a mobilização e a luta.
Nota explicativa sobre a assembleia de deliberação da transferência de um percentual do patrimônio do SindiprolAduel para a Sindunespar e para a Aduenp
Com a entrada do SindiprolAduel no Andes-SN, cuja estrutura assenta-se na organização das seções sindicais por universidade, teve início um processo de reorganização da nossa base, que, por sua vez, exige que tomemos uma decisão sobre o patrimônio do nosso sindicato.
Por algumas décadas, docentes da Unespar-Apucarana e da Uenp integraram as bases do Sindiprol (depois, SindiprolAduel), contribuindo significativamente para a formação do patrimônio da entidade. Mas, em 2022, as e os docentes da Unespar-Apucarana decidiram, em assembleia, integrar-se à base da Sindunespar – Seção Sindical dos Docentes da Unespar. Em 2024, foram as e os docentes da Uenp que formaram a sua própria seção sindical: Aduenp – Seção Sindical dos Docentes da Uenp. Para avaliar a implicação patrimonial dessas decisões, consultamos, em 2022, o escritório de contabilidade Oswaldo Lima. Segundo cálculos efetuados em agosto de 2022, o percentual correspondente à contribuição ao patrimônio das e dos docentes daquela universidade era de 4,2% do nosso patrimônio total – em valores atualizados para abril de 2025, R$ 126.513,02. No caso das eods docentes da Uenp, o percentual era de 4,7% – também em valores atualizados, R$ 141.574,09.
Em virtude disso, na última assembleia, realizada em 25/05, foi decidido estabelecer uma “assembleia aberta”, com duração de 30 dias, podendo ser prorrogada por mais 30 dias, se necessário (procedimento idêntico ao utilizado quando houve a deliberação pela fusão do Sindiprol com a Aduel). O objetivo é deliberar, por meio de votação presencial, sobre a transferência dos valores mencionados para as respectivas seções sindicais das e dos docentes que não fazem mais parte da nossa base sindical. A votação terá início nesta quarta-feira (4), com uma urna no Centro de Vivência e outras duas serão itinerantes
Com fundamento nos princípios de autonomia sindical e transparência, acreditamos que a contribuição histórica dos docentes da Unespar-Apucarana e da Uenp ao patrimônio do SindiprolAduel deve ser devidamente reconhecida. Portanto, é essencial assegurar que as seções sindicais recebam a parte proporcional do patrimônio a que têm direito, permitindo-lhes continuar as atividades de representação e defesa dos direitos dos docentes de suas respectivas bases.
Solicitamos, então, a participação das filiadas e filiados do SindiprolAduel na votação para contribuir na decisão sobre esta importante questão. Participe!
Mobilização cobra reposição da inflação e o fim do confisco previdenciário no Paraná
O Fórum das Entidades Sindicais do Paraná (FES) realiza nesta segunda-feira, 3 de junho, às 10h, um ato público em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), em Curitiba, para denunciar o abandono do Governo do Estado com relação às servidoras e aos servidores aposentados. A mobilização reúne diversas categorias do funcionalismo e cobra do governo medidas concretas para corrigir injustiças históricas.
O foco da manifestação é a reposição da inflação – a chamada data-base – e o fim do confisco previdenciário. Atualmente, a única forma de reajuste nos proventos dos(as) aposentados(as) é por meio da aplicação da data-base, prevista na Constituição Estadual. No entanto, o governo Ratinho Junior segue sem conceder esse direito, que está com vários anos de defasagem acumulada.
“Enquanto o governo concede reestruturações de carreira e benefícios que atendem apenas aos servidores da ativa, os aposentados continuam invisíveis para a gestão estadual. Essa é uma política de exclusão institucionalizada, que precisa acabar”, afirma a coordenação do FES.
Além da negação da data-base, os aposentados ainda são penalizados com descontos previdenciários mesmo quando recebem abaixo do teto do INSS – uma medida considerada inconstitucional e injusta pelas entidades sindicais.
O FES denuncia que o Estado do Paraná opta por políticas que aprofundam a desigualdade entre ativos e aposentados, ignorando a trajetória de quem construiu o serviço público. “Estamos diante de um governo que trata o servidor inativo de forma desrespeitosa, quando deveria reconhecer sua contribuição histórica. É preciso romper com essa lógica perversa e promover justiça”, acrescenta a coordenação do Fórum.
O ato desta terça-feira marca a intensificação da mobilização do FES, que seguirá cobrando o cumprimento da Constituição, respeito aos direitos adquiridos e diálogo efetivo com as entidades representativas dos trabalhadores e trabalhadoras do Estado.
Serviço: 📍 Ato em defesa das e dos aposentados 🗓 Terça-feira, 3 de junho de 2025 🕙 10h 📍 Em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), Centro Cívico – Curitiba
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Em assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (28), no Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel, as e os docentes da UEL encaminharam que o próximo passo da campanha salarial de 2025 será um ato unificado no dia 10 de junho.
A mobilização foi deliberada pelo Fórum das Entidades Sindicais (FES) e, em Londrina, está sendo organizada pelo Sindiprol/Aduel, APP-Sindicato Londrina, Assuel, Sindpar e SindSaúde. Confira mais informações abaixo.
Foi deliberada também, em votação unânime, a abertura de uma assembleia aberta para votação itinerante sobre a transferência de valores financeiros destinados à Aduenp e à Sindunespar (em breve, publicaremos uma nota explicativa sobre o assunto). A assembleia aberta terá início junto com a votação na segunda-feira (02 de junho), com duração de 30 dias, podendo ser prorrogada por mais 30 dias.
Sendo assim, os encaminhamentos aprovados foram:
Continuidade na campanha salarial de 2025, com ato unificado no dia 10 de junho;
Abertura de uma assembleia aberta para votação itinerante sobre a transferência de valores financeiros destinados à Aduenp e à Sindunespar;
Eleição da professora Lorena Portes como delegada para o 68º Conad, que ocorrerá de 11 a 13 de julho em Manaus (AM).
Ato pela data-base dia 10 de junho
Há sete anos sem reposição salarial, as e os docentes estaduais acumulam uma defasagem de mais de 47%. A ausência de diálogo e de proposta por parte do governo escancara o descaso com quem sustenta os serviços públicos que atendem à população paranaense.
Diante desse cenário de desvalorização e desrespeito, que impõe uma superexploração ao trabalho, o Sindiprol/Aduel convoca todas as e todos os funcionários públicos estaduais de Londrina e região para um grande ato unificado no dia 10 de junho, às 10h, no Calçadão de Londrina – em frente ao Banco do Brasil.
O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Paraná julgou, no dia 19 de maio, parcialmente procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a Lei Geral das Universidades (LGU), sancionada pelo governo Ratinho Junior em 2021. A conclusão, que segue o voto do relator, desembargador Francisco Cardoso Oliveira, é que alguns artigos da lei são inconstitucionais e ferem a autonomia universitária.
O Tribunal impôs limites ao artigo 58 da LGU, que autorizava o fechamento de cursos superiores por critérios meramente administrativos. Também reforçou que o governo estadual não pode impedir a contratação de docentes aprovados em concursos públicos realizados pelas universidades, desde que respeitado o limite legal de 80% do quadro. Além disso, considerou inconstitucionais dispositivos que restringem a dedicação exclusiva e impõe carga horária mínima de aulas a professores com contrato de trabalho temporário.
Reunião com a reitoria para tratar das demandas de docentes com contrato temporário
Na manhã do dia 8 de maio, integrantes da diretoria do Sindiprol/Aduel participaram de uma reunião com a reitoria para tratar das demandas de docentes com contrato temporário. Cinco pontos de pauta foram tratados. Foram eles, com as devidas respostas vindas da reitoria:
Férias no recesso:
Sobre a solicitação de revisão da Ordem de Serviço que estipula o regramento sobre a fruição de férias pelas ou pelos docentes com contratos temporários no período do recesso acadêmico, retomou-se o encaminhamento dados na reunião com a reitoria em dezembro de 2024. A reitora e o pró-reitor de RH informaram que estão levantando a situação em outras Universidades Estaduais do Paraná e estudando possibilidade de rever o atual regramento. Comprometeram-se que, até o final do primeiro semestre letivo de 2025, apresentarão uma proposta de regulação para proporcionar isonomia entre as e os docentes no que concerne às férias.
Sobrecarga de trabalho:
A reitora reconhece a necessidade de intervir na sobrecarga de docentes temporários e afirma que já orienta direções de centros e chefias sobre o uso de bom senso na distribuição da carga horária. Destaca a falta de um sistema unificado de informações como obstáculo ao mapeamento completo, embora desde 2022 a administração esteja realizando levantamentos. Ressalta que a responsabilidade pela distribuição cabe às chefias e direções e defende a revisão das resoluções CA 180 e 163/2009 para ajustes necessários. Por fim, prometeu um chamamento mais assertivo às unidades para cumprimento das normas vigentes.
Mudança de titulação durante o contrato:
O pró-reitor informou que a questão em pauta já vem sendo reiteradamente apresentada pelo Sindiprol/Aduel, tendo sido respondida pela administração universitária. Esclareceu que, conforme dispõe a Lei Complementar nº 108/2005, o direito à promoção funcional é restrito às e aos docentes pertencentes à carreira do magistério do ensino superior, o que inviabiliza legalmente o atendimento à referida demanda. Ressaltou ainda que, caso houvesse respaldo jurídico para tal medida, a administração não apresentaria objeções à sua implementação. O sindicato ainda avalia a possibilidade de ação jurídica contra essa determinação.
Contratação antecipada:
No que se refere às contratações realizadas com pouca antecedência ao início do ano letivo, reconhece-se a necessidade de que estas ocorram, no mínimo, duas semanas antes do início das atividades docentes. Contudo, o pró-reitor de Recursos Humanos aponta dificuldades, especialmente por se tratar de contratações durante o recesso, período em que não há carga horária descoberta. Ainda assim, a ProRH admite a possibilidade de se organizar para antecipar as contratações dentro desse prazo sempre que viável.
Cláusula dos contratos que proíbe a participação de docentes temporários em greves ou ações sindicais:
Como último ponto abordado, as e os representantes do Sindiprol/Aduel questionaram a reitora acerca da ausência de manifestação de interesse por parte da UEL em participar do processo de mediação junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), referente à cláusula contratual que trata da vedação ao direito de greve nos contratos das e dos docentes com contratos temporários. Em resposta, a reitora informou não ter conhecimento prévio da solicitação do MPT, comprometendo-se a buscar esclarecimentos sobre o assunto e a fornecer um retorno oportuno.
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