Na quarta-feira (29), o Sindiprol/Aduel realiza Assembleias Gerais Docentes na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e na Universidade Estadual do Paraná (Unespar) – Campus Apucarana. A pauta das duas assembleias é: data-base; dia nacional de lutas em defesa da educação pública e outros assuntos.
Para as assembleias, estão convocados todos os docentes, associados ou não ao Sindiprol/Aduel. Na UEL, ela será realizada na Sala de Eventos do CLCH a partir das 14h. No caso da Unespar, o palco será o Auditório José Berton (Unespar/Apucarana), às 17h30.
Em assembleia realizada hoje (13/05) à tarde, os docentes da UEL, por unanimidade, deliberaram pela paralisação das atividades no dia 15 de maio. Com isso, juntam-se aos professores e estudantes de todo o país na Greve Nacional contra o desmonte da educação básica e superior promovido pelos governos federal e estadual. Aqui em Londrina, a concentração será no Calçadão, centro da cidade, em frente ao Banco do Brasil, a partir das 9h.
O governo de Ratinho Jr. tem dado continuidade à política de arrocho salarial dos seus antecessores imediatos: Beto Richa e Cida Borghetti. Embora queira transparecer modernidade e disposição para o diálogo, o governador age de modo intransigente: tem se negado não apenas a abrir uma mesa de negociação ou sinalizar algum reajuste aos servidores, mas até mesmo a receber os dirigentes sindicais para tratar do assunto.
Por conta dessa intransigência e da defasagem salarial acumulada (cerca de 17% em 3 anos e meio; ou seja, o equivalente a 2 salários por ano), os docentes da UEL, em decisão tomada na assembleia de 25.04, reiteraram a paralisação indicada pela assembleia anterior (17.04). Com isso, neste 29 de abril, os docentes paralisarão as atividades e se somarão à luta dos técnicos-administrativos e dos outros servidores do estado.
Não podemos ser omissos na luta pelos nossos direitos. Lutar é difícil, mas todos perdem com a política de arrocho salarial mantida pelo governo – inclusive, também perde quem sabota a luta. Portanto, lutar pelo reajuste e respeitar a decisão da assembleia da categoria é um dever de todos. Sem luta não há vitória!