Conforme deliberado na assembleia docente da UEL de terça-feira (11), quando as e os docentes, em luta pela reposição salarial integral de 42%, aprovaram o indicativo de greve para a primeira semana de maio, na próxima terça (18), às 13h30, será realizada uma nova assembleia para discutir a data-base e apreciar a proposta de minuta que altera a carreira docente. Baixe aqui a minuta completa e uma apresentação da proposta.
Pauta:
1) Data-base;
2) Apreciação da proposta de minuta que altera a carreira docente.
Data e horário: terça-feira (18/04) às 13h30 (2ª chamada às 14h)
Local: Anfiteatro Maior do CLCH
Em assembleia realizada no dia 11 de abril, segundo dia de paralisação docente das universidades estaduais do Paraná, as e os docentes da UEL aprovaram, com uma única abstenção e nenhum voto contrário, o indicativo de greve para a primeira semana de maio. O primeiro dia de paralisação foi em 15 de março e, dessa segunda vez, todas as categorias docentes cruzaram os braços (UEL, UEM, Unioeste, UEPG, Unicentro, Unespar e Uenp). Confira mais informaçoes sobre a assembleia abaixo.
No caso da Uenp, em assembleia virtual realizada no dia 20 de abril, as e os docentes também aprovaram, por unanimidade, o indicativo de greve para a primeira semana de maio. Assim, a categoria se soma aos docentes de UEL, Unioeste, Unicentro e Unespar, que já aprovaram o indicativo. Na UEM, a assembleia para deliberar sobre ele será na segunda-feira (24).
—————————
Assembleia docente da Uenp de 20/04/23
Em assembleia virtual realizada no dia 20 de abril, as e os docentes da Uenp aprovaram, por unanimidade, o indicativo de greve para a primeira semana de maio. Assim, a categoria se soma aos docentes de UEL, Unioeste, Unicentro e Unespar, que já aprovaram o mesmo indicativo. No caso da UEM, a assembleia para deliberar sobre ele será na segunda-feira (24).
Além do indicativo de greve pela reposição dos 42% de defasagem salarial acumulada nos últimos sete anos, docentes da Uenp apoiam a tramitação e aguardam a proposição oficial do projeto de lei que altera a carreira docente.
Uma próxima assembleia será convocada em breve para deliberar sobre o indicativo de greve aprovado no dia 20 de abril.
Data-base já!
Reposição salarial integral já!
—————————
Assembleia docente da UEL de 11/04/23
Sem nenhuma novidade em relação à data-base desde a última assembleia, realizada no dia 5 de abril (confira mais informações aqui), ou seja, permanecendo a pífia proposta de 5,79% para agosto, anunciada sem nenhum tipo de diálogo pelo governador Ratinho Jr., e sem nenhuma proposta de recomposição dos 42% de defasagem salarial acumulados nos últimos sete anos, a resposta enviada pela categoria docente da UEL foi a aprovação do indicativo de greve para a primeira semana do mês de nossa data-base.
Na assembleia, também foi constituído um comando de mobilização com representantes de todos os nove centros da UEL, de modo a fomentar a categoria docente de maneira mais próxima aos locais de trabalho.
Em relação à carreira docente, foi feito um breve informe sobre o estado da proposta do grupo de apoio da Seti (saiba mais no boletim de semana passada) e deliberado pela realização de uma outra assembleia, na próxima terça-feira (18), cujo ponto de pauta e deliberação será a alteração na carreira docente. A assembleia está marcada para as 14h, mas o local será confirmado e divulgado posteriormente. (Confira as informações sobre a assembleia aqui.)
Data-base já!
Reposição salarial integral já!
(Atualizado no dia 20/04/23 para incluir a deliberação da assembleia da Uenp)
Em assembleias docentes realizadas na tarde de quarta (5), as e os docentes aprovaram a paralisação das atividades na UEL e na Uenp no dia 11 de abril. Professores de UEM, Unioeste, UEPG, Unicentro e Unespar também realizaram assembleias nesta tarde e cruzarão os braços na terça-feira.
Na UEL, a assembleia foi realizada no Anfiteatro Maior do CLCH e a paralisação foi aprovada por unanimidade. Também foi aprovada a convocação de uma nova assembleia para o dia da paralisação, com um indicativo de greve para a primeira semana de maio (veja mais abaixo). Na Uenp, ela foi virtual e a paralisação foi aprovada com uma abstenção e um voto contrário.
A paralisação foi aprovada por unanimidade na UEL
Informe sobre a carreira docente
Como primeiro ponto de pauta, com transmissão para as assembleias das outras seções sindicais do estado, foi feito um breve informe sobre as discussões referentes à carreira docente. Em linhas gerais, explicou-se que o grupo de apoio à Seti foi puxado pelas pró-reitorias com o objetivo de alterar, prioritariamente, a carreira dos técnicos, que, tanto pelo piso quanto pelo fluxo de desenvolvimento, é pouco atrativa. Há representantes sindicais no grupo, mas eles atuam mais como observadores do que como proponentes. De qualquer modo, como pensada até o momento, a proposta parece que vai incorporar algumas das demandas que, historicamente, foram elaboradas e defendidas pelos sindicatos.
Com relação aos docentes, há uma discussão que envolve a elevação dos Adicionais de Titulação (ATs) para, respectivamente, 45%, 70% e 100%, bem como para a equiparação do piso dos docentes com o piso estadual da educação básica vigente até o momento, de R$ 3.903,00. Também se discute a incorporação na carreira do nível Associado D e, como desenvolvimento e não concurso, do Professor Titular.
De todo modo, foi reiterado que não é um grupo do governo como um todo (não inclui Seap, Sefa e Casa Civil, por exemplo) e tampouco já existe uma proposta oficial – ou seja, não podemos contar que essa proposta seja uma resposta à perda do nosso poder de compra.
Proposta do governo e paralisação no dia 11 de abril
Na sequência, foi apresentada a proposta de reposição salarial de 5,79% anunciada pelo governador Ratinho Jr. De maneira autoritária e sem negociação alguma, o governo, além de enviar um índice muito abaixo de nossas reivindicações, disse que enviará o projeto apenas em julho, sendo assim, o acréscimo nos salários está previsto para agosto. A data-base, para relembrar, é no dia 1º de maio. Ou seja, uma proposta ínfima, que não vai ao encontro de nossas necessidades, não é fruto ou abre qualquer negociação e ainda contraria a data para a qual está prevista a implantação do nosso direito.
Por isso, as e os docentes presentes aprovaram a paralisação e a continuidade da luta em favor da reposição dos 42%, que é o montante da defasagem salarial. Na UEL, também foi deliberada a realização de uma nova assembleia no dia da paralisação (11/04), a fim de votar um indicativo de greve para a primeira semana de maio. Confira a convocação completa:
No dia 11 de abril, também serão realizadas panfletagens. A concentração será às 8h, no Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel, que fica no campus da UEL próximo ao Sebec. Contamos com sua presença!
Ainda no dia 11, uma comissão de quatro ou cinco docentes de cada seção sindical levará uma carta do Comando Sindical Docente (CSD) a Curitiba. Na capital, ela será entregue aos deputados estaduais, de modo a expor a enorme defasagem salarial e reivindicar a recomposição de nossas perdas.
Em resposta à ínfima proposta de 5,79% de reposição salarial anunciada, sem diálogo algum, na última sexta-feira (31), pelo governo Ratinho Jr., os sindicatos de trabalhadoras e trabalhadores das universidades se organizaram e decidiram, no mesmo dia, pela convocação de assembleias para que as bases deliberem sobre a paralisação das atividades no dia 11 de abril (terça). Confira anota dos sindicatos de trabalhadores das IEESsobre a proposta anunciada.
Visando também a coesão na apresentação do informe sobre a carreira, o primeiro ponto de pauta de todas elas, este será feito por meio da apresentação de um vídeo gravado pelo presidente do Sindiprol/Aduel, Ronaldo Gaspar, que é observador no grupo da Seti.
Assim, o Sindiprol/Aduel convoca todas e todos os docentes da UEL para assembleia com a seguinte pauta:
1) Expediente:
Informes: carreira docente.
2) Ordem do dia:
Apreciação da proposta de reposição salarial de 5,79%;
Paralisação no dia 11 de abril.
3) Assuntos gerais.
Data e horário: quarta-feira (5/04) às 13h30 (2ª chamada às 14h)
Local: Anfiteatro Maior do CLCH
————————————–
Assembleia docente da Uenp
Na Uenp, a assembleia será no mesmo horário e terá a mesma pauta, mas será realizada virtualmente. O link do Meet foi enviado pelas listas de e-mails e de WhatsApps. Caso não tenha recebido, escreva para comunicacao@sindiproladuel.org.br.
Docentes e técnicos da UEL e de outras cinco universidades estaduais do Paraná (UEM, Unioeste, UEPG, Unespar e Unicentro) paralisaram as atividades ontem (quarta, 15), para reivindicar o direito que nós, servidores públicos, temos à reposição salarial integral, ou seja, dos 42% que o governo Ratinho Jr. deve ao funcionalismo público. Sem recomposição total das perdas inflacionárias desde 2016, a situação é como se nós fôssemos pagos por apenas sete meses do ano ou por jornadas de 23 horas, no caso de cargas de 40h/semana.
O dia de paralisação na UEL começou com panfletagens em conjunto com a Assuel, às 7h, nas entradas do campus universidade e do CCS. Atividade que também foi realizada à tarde, às 13h. Após as panfletagens da manhã, docentes e técnico-administrativos encheram o Anfiteatro do Cesa para o ato em defesa da data-base, que acabou por volta de 11h30.
Também foi realizada, na parte da tarde, uma atividade com as e os docentes com contrato temporário. E, fechando o dia de paralisação, à noite, dirigentes dos sindicatos de docentes e técnicos das universidades realizaram uma live com o tema “Reposição salarial e defesa das universidades públicas do Paraná”. Ela está disponível no YouTube.
Próximos passos na luta pela reposição salarial integral
Este primeiro dia de paralisação em 2023 surgiu como proposta dos dirigentes de sindicatos de servidoras e servidores de todas as sete universidades estaduais do Paraná e foi aprovado nas assembleias das categorias. A data marca o início da mobilização para reivindicar a reposição salarial integral.
Novas atividades de mobilização e dias de paralisação serão discutidos e organizados junto ao Comando Sindical Docente, aos outros sindicatos das universidades estaduais e ao Fórum das Entidades Sindicais (FES).