Aroeira – 12 de junho de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

Programa de 12 de junho de 2021:

4m27s – Privatização da Eletrobras vai causar desemprego para milhares de trabalhadoras e trabalhadores do país; sindicatos preparam greve de 72h, caso pauta entre no Senado

11m49s – APP-Sindicato denuncia incompetência da Seed (Secretaria de Educação e do Esporte) em não conseguir aplicar a “Prova Paraná” na última quinta-feira (10); governo Ratinho Jr. gastou, sem licitação, R$ 13 milhões e o sistema da empresa contratada não funcionou

23m05s – Diretoria do SindSaúde-PR esteve em Londrina visitando os hospitais das zonas norte e sul da cidade; na pauta, a preocupação com o excesso de trabalho dos servidores, a falta de funcionários e o risco de terceirização dos serviços deles pela Fundação Estatal de Atenção em Saúde (Funeas)

31m57s – No próximo sábado (19/06), serão realizadas novas manifestações nacionais contra o governo Bolsonaro/Mourão e por emprego, vacina no braço e comida no prato; em Londrina, concentração será às 16h, em frente ao Teatro Ouro Verde

37m47s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio de Oliveira fala sobre a situação do Brasil e do Paraná e a importância de se combater o projeto político dos governos Bolsonaro/Guedes e Ratinho Jr. nas ruas

43m56s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, da violência contra as mulheres e do assassinato de Kathlen Romeu, vítima de um tiroteio com a participação da Polícia Militar do Rio de Janeiro na terça-feira (8)

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 5 de junho de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

Programa de 5 de maio de 2021:

4m22s – Londrina se despede de Amadeu Felipe, ex-guerrilheiro e militante do PCB (Partido Comunista Brasileiro), que faleceu na quinta-feira (3)

Música: Pra não dizer que não falei das flores (Geraldo Vandré)

19m59s – Trabalhadores do transporte público de Londrina aprovam indicativo de greve para a segunda-feira (7); confira entrevista com José Faleiros, presidente do Sinttrol (Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina)

25m – Canção da América (Milton Nascimento)

29m10s – Confira avaliação do ato realizado no último sábado (29) contra o governo Bolsonaro/Mourão e por vida, pão, vacina e educação

32m35s – Sindiprol/Aduel lança campanha pela recomposição salarial de servidoras e servidores; defasagem já ultrapassa os 25% 

37m20s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio de Oliveira fala sobre a alta de 1,2% do PIB do Brasil e quem ganha e quem perde com o pequeno crescimento do primeiro trimestre de 2021

44m38s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, do dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, e do papel do ministro Ricardo Salles como representante da política ambiental do governo Bolsonaro

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 29 de maio de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

Programa de 29 de maio de 2021:

4m18s – Mobilização nacional contra o governo Bolsonaro/Mourão e por vida, pão, vacina e educação marca o sábado (29)

12m43s – SindSaúde-PR alerta para o processo de terceirização dos serviços nos hospitais das zonas norte e sul de Londrina pela Fundação Estatal de Atenção em Saúde (Funeas)

17m15s – Música e Resistência: Samba, agoniza mas não morre (Nelson Sargento)

21m24s – Ratinho Júnior publica novo decreto com medidas restritivas contra a covid-19, mas mantém escolas estaduais abertas; APP-Sindicato denuncia o desprezo do governo e alerta para os riscos de vida da comunidade escolar

24m55s – Sindiprol/Aduel também participa das manifestações nacionais deste sábado (29)

30m07s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio de Oliveira fala sobre a atual situação do Brasil e o porquê de ir às ruas neste momento

35m36s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre o resultado das eleições no Chile e sua inovadora Assembleia Constituinte

44m52s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, da mobilização contra o governo Bolsonaro/Mourão

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 22 de maio de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

Programa de 22 de maio de 2021:

4m48s – Representantes de organizações populares e sociais se reúnem com o prefeito Marcelo Belinatti para sugerir novas ações contra a covid-19; ouça o que o arcebispo Dom Jeremias tem a dizer sobre a reunião

12m14s – Pesquisa recomenda lockdown imediato em Londrina para evitar recorde de casos e mortes; Lucas Ferrante, um dos autores do estudo, fala sobre dados coletados (confira mais informações aqui)

16m58s – Câmara de Vereadores de Londrina aprova requerimento que envia congratulações para polícia do Rio de Janeiro pela chacina ocorrida na favela de Jacarezinho; confira a entrevista com o representante da Comissão dos Direitos Humanos de Londrina, Carlos Santana, sobre o ocorrido

22m22s – Música e Resistência: Vossa Excelência (Titãs)

25m39s – Ouça falas sobre a importância da negociação coletiva, direito que os trabalhadores estão prestes a perder

30m31s – Na última quarta-feira (19), o Comando Sindical Docente e a Regional Sul do Andes-Sindicato Nacional realizaram o seminário “Aulas Presenciais: A Roleta Russa do Retorno Inseguro”

35m26s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio de Oliveira fala sobre os protestos na América Latina contra as políticas neoliberais, com enfoque no Chile e na Colômbia

41m41s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre o resultado das eleições no Chile e sua inovadora Assembleia Constituinte

47m31s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, do depoimento do ex-ministro Pazuello na CPI da covid-19 e da crise do Oriente Médio

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Estudo aponta que investimentos públicos na UEL poderiam gerar R$ 263 milhões na economia e 2.433 empregos

Depois do estudo sobre a importância de servidoras e servidores públicos da Universidade Estadual de Londrina (UEL) (confira a pesquisa aqui), Venâncio de Oliveira, economista formado na UEL e doutor em economia pela Unam (Universidade Nacional Autônoma do México), publicou um novo relatório de pesquisa, este sobre o impacto econômico da universidade na economia paranaense.  

Nesta pesquisa encomendada pelo Sindiprol/Aduel, além de ressaltar a importância da universidade na garantia de direitos (educação, saúde, cultura etc.) e na consecução de melhores índices de desenvolvimento humano, Venâncio de Oliveira desmonta os argumentos que advogam a tese de que investimentos em universidades seriam gastos improdutivos e que a solução mais adequada seria a privatização, argumentando que eles geram uma cadeia de oferta de bens e serviços capazes de gerar excedente retornável.  

Para isso, através da metodologia insumo-produto, que leva em consideração a cadeia de serviços movimentada pela UEL, seja nos empregos diretos e indiretos gerados, nos gastos no comércio ou na compra de produtos para o desenvolvimento de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, foi mensurada a perda em renda, emprego e produção devido à política de desmonte dos serviços públicos, em geral, e das universidades, em particular; uma política implementada principalmente pelos governos Beto Richa e Ratinho Junior. Assim, uma saída possível para a crise econômica vivida desde 2015, ao invés da política de desinvestimento, de superávit orçamentário e de renúncias fiscais bilionárias, como apresentado no primeiro relatório, seriam os investimentos públicos para financiamento de serviços, reposição do quadro de servidores (no caso da UEL, foram calculadas 606 perdas entre 2015 e 2019) e das perdas salariais (19% até 2019, valor utilizado neste estudo, mas já ultrapassando os 25% agora em 2021). 

(O FES – Fórum das Entidades Sindicais – e o Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – disponibilizaram uma calculadora para estimar as perdas salariais de servidoras e servidores do poder executivo do Paraná no período de jan/2017 a abr/2021. Para usar é simples, basta digitar o valor do salário e o aplicativo calcula as perdas estimadas no período. Estime suas perdas clicando aqui.) 

Em um primeiro momento, estimando as relações da universidade com outros setores econômicos do estado e, em particular, Londrina, onde, por hipótese, se concentra grande parte da cadeia movimentada pela Universidade Estadual de Londrina, foi calculado que cada R$ 1 real investido na UEL resulta em R$ 1,57 em renda do trabalho no Paraná, assim como R$ 2,13 em valor agregado na economia do estado. Se comparado o ano de 2015, quando foram gerados R$ 764 milhões em renda do trabalho e mais de R$ 1 bilhão em valor agregado, ao de 2019, as perdas pelo desinvestimento público e a falta de reposição de pessoal e salarial foram de R$ 82 milhões em renda do trabalho e R$ 238 milhões em valor agregado, dos quais grande parte teria movimentado a economia londrinense. 

Na sequência, seguindo a pesquisa, foi calculado o impacto econômico de alguns cenários, como a reposição dos 606 servidores e das perdas salariais de 19%, mencionados anteriormente. Se fosse recomposto o quadro de pessoal da UEL, o adicional gerado em 2019 teria sido de R$ 72 milhões em renda do trabalho e R$ 101 milhões em valor agregado. Caso, além disso, fosse feita a reposição salarial de 19%, em 2019, o valor agregado seria aumentado em R$ 263 milhões. Essa injeção na economia paranaense e, em particular, londrinense também representaria 2.433 empregos agregados no estado como um todo, ou seja, além dos 606 servidores, seriam criadas outras 1.827 vagas. 

Por isso, muito diferente de ser um gasto improdutivo, a Universidade Estadual de Londrina, estudada neste caso, é um patrimônio da cidade e do estado e contribui para a oferta de direitos e de serviços, além de, como demonstrado, representar um ator econômico fundamental, que pode ser um agente no auxílio para a saída da crise e a melhora dos índices sociais e das condições de vida da população londrinense e paranaense.  

Neste momento em que Londrina acumula mais de 1.300 mortes pela covid-19 pela insuficiência de políticas públicas adequadas, o peso dos anos de desinvestimento e de precarização dos serviços públicos (falta de financiamento, diminuição do quadro de pessoal, falta de reposição salarial etc.) se torna ainda mais evidente. O caso do Hospital Universitário (HU) da UEL é um bom exemplo. Referência do Sistema Único de Saúde (SUS) na região e no combate e tratamento de infectados pelo coronavírus – resultado do enorme esforço de seus profissionais -, o HU-UEL teve sua estrutura diminuída entre 2009, quando contava com 317 leitos, e 2012, quando realizou 209.395 atendimentos, e 2016, ano de referência utilizado no estudo, quando esses números foram de 300 e 186.281, respectivamente.

Baixe o relatório “Impacto econômico da UEL na economia paranaense” completo aqui.

Mais informações sobre o primeiro relatório “A importância dos servidores públicos da UEL” aqui.

No programa Aroeira do dia 15 de maio, Venâncio de Oliveira deu uma entrevista sobre o estudo e os principais resultados dele. A entrevista começa no minuto 29 e pode ser ouvida aqui. O programa Aroeira, produzido pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel, vai ao ar todos os sábados, às 12h, na Rádio UEL FM. Caso não consiga ouvir ao vivo, posteriormente ele estará disponível em agregadores de podcast, como o Spotify, e nos sites do Sindiprol/Aduel e da Rádio UEL FM 

Qual a importância dos servidores públicos da UEL? Confira a pesquisa de Venâncio de Oliveira

Qual a importância dos servidores públicos da Universidade Estadual de Londrina? Com objetivo de responder essa pergunta, o Sindiprol/Aduel e a Assuel (Sindicato dos Servidores Tecno-Administrativos da UEL) encomendaram um estudo ao economista Venâncio de Oliveira. Formado na UEL e com doutorado em economia pela Unam (Universidade Nacional Autônoma do México), Venâncio publicou um primeiro relatório sobre o tema e, por pouco mais de uma hora, fez uma apresentação dos principais achados em um vídeo que está disponível no canal do Sindiprol/Aduel no YouTube. Ambos estão disponíveis abaixo. 

(Foto: Letícia Araújo)

 A tese da qual Venâncio parte é a de que o governo de plantão, por meio do Estado, usa o discurso de fatalidade econômica para justificar sua passividade frente à economia, ou seja, para, em meio a uma crise que atinge o Brasil desde 2015, diminuir ainda mais o investimento público e sua atuação como agente econômico. Dessa forma, em vez de, em um momento recessivo, aumentar os investimentos, garantir direitos do funcionalismo público, realizar concursos etc.faz com que o Estado diminua sua participação e piora, com isso, a crise. O argumento usado é o de que finanças públicas sadias aumentariam os investimentos privados. De acordo com o relatório, entretanto, esse aumento não aconteceu e houve uma deterioração ainda maior da situação econômica. 

Nesse contexto, os serviços públicos e, em particular, as universidades públicas, são os mais penalizados, mesmo sendo responsáveis por atender as necessidades da grande maioria da população, que depende de saúde, educação e assistência social públicas. Sem concursos públicos e sem reposição salarial desde 2016, a situação na UEL, foco da pesquisa desenvolvida por Venâncio, nos últimos anos é de forte precarização e desmonte das condições para a oferta de ensino, pesquisa e extensão de qualidade. Entre 2015 e 2019, houve diminuição de 18% no número de técnicos e um crescimento frágil de 1,15% no número de professores. Somando esses dados ao crescimento do total de alunos, o resultado visto é o aumento da carga horária e da intensidade de trabalho, que resultam, por sua vez, em maior cansaço mental e físico, por exemplo. 

Com relação ao investimento público, há uma tendência, desde 2016, de queda de gastos com ensino superior, queda dos investimentos com pessoal e encargos sociais – sendo ela ainda mais forte nas contratações por tempo determinado – e aumento do uso de recursos próprios da UEL. Ao mesmo tempo em que há esse desmonte, a UEL continua sendo bem avaliada em índices e rankings nacionais e internacionais. Dessa forma, o governo destaca e valoriza os méritos, mas, na prática, atua para desmontar o ensino público e os serviços públicos como um todo. Vale lembrar, como faz o relatório de Venâncio, que há interesse na privatização e/ou na aplicação de lógicas totalmente mercadológicas dentro da universidade, como é o caso da LGU (Lei Geral das Universidades). 

No final desse primeiro relatório, Venâncio de Oliveira recupera estudos sobre o impacto positivo (social e economicamente) das universidades públicas. Eles relacionam a presença delas com a melhora em indicadores de emprego, renda, educação, saúde e desenvolvimento humano nas cidades em que elas estão instaladas e no estado como um todo. Por isso, conclui Venâncio de Oliveira: “(…) podemos avaliar que o investimento público é benéfico à sociedade e tem a capacidade de recompor emprego e renda no curto prazo. Pois, cada real investido na contratação de professor e/ou recomposição salarial gera resultados indiretos na economia como um todo. Até agora as políticas de desinvestimento e de precarização da universidade, tendo como referência apenas a desoneração de impostos e o descaso com a cobrança da dívida ativa, não surtiram efeito na economia. Como percebemos, o desemprego aumentou no estado. Nesse sentido, a valorização do servidor público é um fator benéfico para a sociedade como um todo.” 

Confira o relatório completo clicando .

Assista também à apresentação de Venâncio de Oliveira:

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