Todo apoio à greve dos petroleiros!

Fazendo jus ao compromisso histórico de se solidarizar com todos os trabalhadores que lutam por melhores salários e condições de trabalho, direitos sociais e trabalhistas e contra o desemprego, bem como à perspectiva de construção da unidade de toda a classe trabalhadora contra os desmandos patronais e/ou governamentais, a diretoria do Sindiprol/Aduel se solidariza com os petroleiros que estão em greve há 19 dias contra o fechamento da Fafen-PR e a demissão de mais de mil trabalhadores.

Nesse momento, o nosso apoio à greve e à bravura dos petroleiros é uma pequena parte do apoio que lhes é devido por todos os trabalhadores e suas organizações sindicais, pois a vitória da luta desses companheiros é importante para eles e suas famílias e, claro, pelos importantes desdobramentos sobre as lutas de toda a classe trabalhadora brasileira.

Não às demissões!
Não ao fechamento da Fafen-PR!
Todo apoio à greve dos petroleiros!
Não à entrega da Petrobrás!

Assuel e Sindiprol/Aduel firmam parceria na produção do programa Aroeira

Visando a unidade na luta e o fortalecimento da Assuel e do Sindiprol/Aduel, em 2020, o programa Aroeira terá cara e formato novos. Os dois sindicatos juntarão forças na produção e apresentação do programa, que vai ao ar todos os sábados, às 12h, na Rádio UEL FM (107,9).

Na foto (da esquerda para a direita): Marcelo Seabra, diretor da Assuel; Elsa Caldeira, jornalista da Assuel; César Bessa, diretor do Sindiprol/Aduel; Guilherme Bernardi, jornalista do Sindiprol/Aduel; Edyr Pedro, diretor da Rádio UEL FM; Arnaldo Mello, presidente da Assuel

Em cerca de uma hora, o programa fala sobre o dia a dia da luta sindical. A produção e a apresentação são de responsabilidade dos jornalistas Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi e os trabalhos técnicos estão a cargo de Ricardo Lima.

A primeira edição, que foi ao ar no último sábado (15), abordou temas como o decreto antissindical do governo Ratinho Jr (PSD), a análise de Tadeu Veneri (PT) do ano de 2019 e as previsões para 2020 e o planejamento do Fórum das Entidades Sindicais (FES) para o semestre.

Caso tenha perdido a primeira edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify

 

Confira o que aconteceu no 39º Congresso do Andes-SN

O 39º Congresso do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) foi realizado entre os dias 4 e 8 de fevereiro, na cidade de São Paulo-SP. O evento, instância máxima de deliberação da categoria filiada ao sindicato, teve como tema central “Por liberdades democráticas, autonomia universitária e em defesa da educação pública e gratuita” e foi sediado pela Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp – Seção Sindical do Andes-SN).

O Sindiprol/Aduel, uma das seções sindicais do Andes-SN, esteve representado no evento por sete delegados, eleitos na Assembleia Docente do dia 4 de dezembro de 2019. O ano de 2020 foi o primeiro no qual delegados representaram o Sindiprol/Aduel no Congresso. Anteriormente, a Aduel já havia participado com delegados e o Sindiprol/Aduel, com observadores.

No total, foram 654 os participantes dessa edição do Congresso, sendo 452 delegados e 202 observadores. Durante o Congresso, a diretoria do Andes-SN lançou uma série de materiais que resgatam a história da entidade, além de explicar seu funcionamento e estrutura. Além desses materiais, foram apresentadas duas novas publicações que tratam sobre a educação pública e a previdência nos estados e foi lançada uma linha do tempo com a história do Andes-SN, que foi fundado em 1981.

Após o Congresso, foi publicada a Carta de São Paulo, documento que sintetiza as deliberações do evento. O documento pode ser baixado em PDF no: carta-de-sao-paulo. Também foi publicado o Relatório Final do 39º Congresso do Andes-SN, que está disponível em PDF no: relatorio-final-39-congresso-do-andes-sn.

No último dia, foram apresentadas as duas chapas que disputarão a eleição para a diretoria do Andes-SN no biênio 2020/2021 e foi definida Porto Alegre-RS como sede do próximo Congresso.

 

Confira o dia a dia do 39º Congresso do Andes-SN:

Terça-feira (4)

O Auditório do Centro de Difusão Internacional (CDI) da Universidade de São Paulo (USP) foi palco da abertura dos trabalhos do 39º Congresso do Andes-SN. Na parte da tarde, houve uma plenária para discussão da conjuntura e do movimento docente.

Mais fotos podem ser acessadas na página do Andes-SN no Facebook.

Quarta-feira (5)

Na quarta, no prédio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, foram feitas discussões em grupos temáticos.

Delegação do Paraná no Congresso do Andes-SN (Foto: Andréa Lysik/Adunioeste)

Quinta-feira (6)

Na quinta, entre as 9h e as 14h, na FFLCH-USP, grupos mistos se reuniram para discutir questões organizativas e financeiras. Na parte da tarde, das 15h às 19h, o Auditório do CDI foi palco da plenária para discussão do tema II – “Plano de luta dos setores”.

Atividade cultural na abertura da plenária

Mais informações sobre as plenárias deliberativas estão no site do Andes-SN.

Sexta-feira (7)

Na sexta, a plenária do 39º Congresso do Andes-SN discutiu e aprovou o calendário de lutas do ano de 2020 para as Instituições de Ensino Superior (IES) do país. O Brasil tem IES federais, estaduais e municipais.

Mais informações sobre luta por carreira, dedicação exclusiva e orçamento estão no site do Andes-SN.

Sábado (8)

No sábado, após a aprovação de algumas alterações no estatuto e do novo regimento eleitoral, duas chapas se inscreveram na eleição para a diretoria do Andes-SN no biênio 2020/2021. Essa será a primeira eleição do sindicato na qual o fator paridade de gênero contará para a composição das chapas.

A chapa 1 indicou os nomes das professoras Rivânia Assis (Universidade Estadual do Rio Grande do Norte –  UERN), Maria Regina Moreira (Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC) e o professor Amauri Fragoso (Universidade Federal de Campina Grande – UFCG) para a presidência, secretaria-geral e tesouraria, respectivamente.

A chapa 2, por outro lado, indicou a professora Celi Taffarel (Universidade Federal da Bahia – UFBA) como presidente, e os professores Luis Antônio Pasquetti (Universidade de Brasília – UnB) e Paulo Opuszka (Universidade Federal do Paraná – UFPR) como secretário-geral e 1º Tesoureiro, respectivamente.

A composição completa das chapas tem que ser apresentada até o dia 9 de março. A eleição será realizada entre os dias 12 e 13 de maio de 2020, em todo o território nacional. Mais informações sobre o processo eleitoral e as chapas estão no site do Andes-SN.

No mesmo dia ainda foram aprovadas moções diversas, o Plano de lutas e a realização de um Conad Extraordinário, no segundo semestre de 2020. O evento será a oportunidade para que os docentes possam debater sobre a relevância da CSP-Conlutas, sua atuação nos últimos dez anos e o seu papel na resistência contra os recentes ataques contra a classe trabalhadora.

40º Congresso do Andes-SN

Candidata única, a cidade de Porto Alegre-RS foi escolhida como sede do próximo congresso do Andes-SN. A 40ª edição do evento marcará também o aniversário de 40 anos do sindicato.

Na apresentação da candidatura, Rúbia Vogt, delegada da seção sindical do Andes-SN na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pontuou as facilidades de acesso à capital gaúcha e destacou as lutas empenhadas pelos docentes, estudantes e técnicos da universidade, que ocuparam a instituição contra o programa Future-se. A docente lembrou que a UFRGS já sediou o 17º Congresso do Sindicato Nacional, em 1998, e ainda mencionou o fato da seção sindical completar, assim como o Andes-SN, 40 anos em 2021.

Diretores do Sindiprol/Aduel se reúnem com deputado estadual Tadeu Veneri (PT)

Na tarde da última sexta-feira (31), diretores do Sindiprol/Aduel se reuniram com o deputado estadual Tadeu Veneri (PT). A reunião, realizada na sede do sindicato no centro de Londrina, teve como tema a análise do primeiro ano do governo Ratinho Jr (PSD), as estratégias que podem ser traçadas para o ano de 2020 e o que esperar do ano que está apenas começando.

Na reunião, os diretores e o deputado concordaram que o governo do Paraná e o federal de Jair Bolsonaro (sem partido) estão alinhados ideológica e programaticamente e que as expectativas para o ano são ruins para servidores públicos, por isso, é preciso de luta e de organização.

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) retorna do recesso na segunda-feira (3).

Sindiprol/Aduel na luta contra prática antissindical do governo Ratinho Jr.

Audiência no MPT (Foto: APP-Sindicato)

Em 21 de janeiro, houve uma audiência de mediação, entre os sindicatos dos servidores e o governo (representado pela Procuradoria Geral do Estado – PGE), proposta e coordenada pelo Ministério Público do Trabalho em Curitiba. Dela participou também um membro da diretoria do Sindiprol/Aduel. Nessa audiência, o promotor Alberto Emiliano de Oliveira Neto perguntou aos representantes da Procuradoria do Estado do Paraná (PGE) se eram portadores de alguma proposta de conciliação, pois, na última reunião com o governo, estes ficaram de estudar uma possível alternativa ao recadastramento.

Em resposta, os advogados do governo manifestaram que, além de não apresentar nenhuma proposta, tampouco eram obrigados a nada, porque a Justiça do Trabalho não tem jurisdição sobre os servidores públicos. Insistiram que o decreto que obriga ao recadastramento é uma adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (Lei Federal n° 13709/2018), que, na opinião unilateral deles, obriga as entidades sindicais e associativas, mas exclui as instituições financeiras, pois, diferentemente destas, as demais entidades associativas que recorrem ao desconto em folha não detêm autorização específica e por prazo determinado.

Os representantes dos sindicatos expuseram que não se tratava de nenhum “recadastramento”, pois, na tela do sistema para operá-lo, não há que informar nenhum dado dos servidores, apenas confirmar a autorização do desconto em folha da contribuição associativa, e que, indicando a intenção do governo, o sistema já preenche automaticamente a opção de NÃO autorizar o desconto, induzindo servidores pouco experientes com recursos informáticos a confirmar desavisadamente a NÃO autorização. Enfatizaram também os representantes sindicais que o efeito do decreto só podia ser a desfiliação em massa dos associados promovida pelo governo (o patrão), em aberta oposição à liberdade de organização sindical garantida pela Constituição Federal e pelas convenções internacionais.

O procurador do trabalho ainda insistiu na tese dos impactos sociais da desfiliação em massa para tentar arrancar dos representantes do governo algum compromisso de revisão ou cancelamento do decreto, porém, os procuradores da PGE se mantiveram intransigentes no pretexto de que se tratava apenas de uma adequação à lei.

Na sequência, realizou-se uma audiência pública da qual participaram representantes de quase todos os sindicatos e associações que compõem o Fórum das Entidades Sindicais (FES). Nessa audiência, os representantes do governo voltaram a manifestar a mesma posição da audiência de mediação. Todos os representantes sindicais, de modo contundente, denunciaram que o decreto era um ataque à liberdade de organização sindical e aos sindicatos; que era uma retaliação do governador ao combate protagonizado pelos servidores durante todo o ano de 2019 contra as medidas do governo e expuseram também a inconsistência jurídica dos argumentos do governo. Todos insistiram na necessidade de revogação do decreto sem prejuízo de outras medidas de denúncia do governo nas cortes nacionais e, inclusive, na Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Organização dos Estados Americanos (OEA).

O Ministério Público do Trabalho, entretanto, interpretou que a possibilidade de “diálogo” entre governo e servidores não estava esgotada e marcou outra audiência de mediação para o dia 27 deste mês.

O que se observa, no entanto, é que o governo está intransigente e pretende impor o decreto de modo a provocar a desfiliação em massa dos servidores dos seus sindicatos. Esta situação exigirá uma resposta dos funcionários públicos do Paraná de denúncia das nefastas intenções do governador, mas, principalmente de fortalecer os seus sindicatos, que são os instrumentos legais e legítimos de organização e representação.

(Veja mais em: Sindiprol/Aduel participa de reuniões sobre o decreto antissindical do governo Ratinho Jr..)

Sindiprol/Aduel participa de reuniões sobre o decreto antissindical do governo Ratinho Jr.

No apagar das luzes do ano de 2019, além da Reforma da Previdência Estadual aprovada a toque de caixa, o governo Ratinho Jr (PSD) assinou um decreto (então com o nº 3793 e agora com o 3808 – a diferença entre ambos diz respeito aos prazos e não ao conteúdo) que obriga, sem qualquer motivação, a revalidação da filiação dos servidores a sindicatos ou associações, mas não bancos, seguradoras e tantas outras empresas e instituições que também têm desconto em folha de pagamento.

A medida do governo configura abertamente uma prática arbitrária, autoritária e antissindical, que atenta duramente contra o direito de associação garantido pela Constituição Federal. Portanto, o governo não pode, sob a forma de um recadastramento, infringir esse direito e nem o ato jurídico perfeito que, sob a anuência de cada servidor filiado, autorizou o desconto. Por isso, a exigência é que o decreto seja revogado. Uma resposta do governo é esperada para a semana que vem.

(Confira a nota com a posição do FES sobre o decreto: nota-posicao-do-fes-sobre-o-decreto.)

(Veja mais em: Sindiprol/Aduel na luta contra prática antissindical do governo Ratinho Jr..)

Para debater o decreto e articular iniciativas para combatê-lo, foram realizadas reuniões sobre o tema nas primeiras semanas do ano.

Reuniões sobre o decreto antissindical

No dia 8 (terça-feira), dirigentes de sindicatos e assessores jurídicos foram convocados, pelo Fórum das Entidades Sindicais (FES), para debater o decreto do governo Ratinho Jr (PSD). A reunião foi realizada na sede da APP-Sindicato, em Curitiba.

Na quarta-feira da semana seguinte (15), foram realizadas duas reuniões sobre o tema. A primeira reunião, iniciada às 10h na sede da APP-Sindicato, foi convocada também pelo FES e teve por objetivo avaliar o decreto antissindical e estabelecer as linhas de unidade e ação de sindicatos e associações.

(Foto: Ismael de Freitas)

A segunda foi com a Procuradora-Chefe do Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR), Margaret Matos de Carvalho. Nela, representantes do FES e alguns advogados foram solicitar apoio do MPT na luta para exigir a revogação do referido decreto.

(Foto: Ismael de Freitas)

No outro dia (quinta-feira, 16), representantes de sindicatos e associações se reuniram com membros da Procuradoria Geral do Estado, da Controladoria Geral do Estado e da Casa Civil, para debater o decreto do governo Ratinho Jr (PSD).

A reunião, realizada na Casa Civil, teve início com o governo apresentando suas justificativas para a elaboração do decreto. Os representantes das entidades e sindicatos consideram que elas não têm fundamento e expuseram suas objeções na sequência. A exigência é que o decreto seja revogado. Uma resposta do governo é esperada para o começo da semana que vem.

(Foto: Ismael de Freitas)
(Foto: Ismael de Freitas)

Reunião do FES e audiência de mediação

Na manhã do dia 21 (terça-feira), representantes de sindicatos e associações se reuniram, na sede da APP-Sindicato, em Curitiba, para debater o decreto antissindical do governo Ratinho Jr. Convocada pelo Fórum das Entidades Sindicais (FES), a reunião teve como objetivo alinhar posições para a audiência de mediação com o governo que seria realizada naquele dia. Marcada para a Procuradoria Regional do Trabalho, em Curitiba, a audiência foi convocada e mediada por Alberto Emiliano de Oliveira Neto, procurador do trabalho.

Reunião do FES (Foto: Ismael de Freitas)

Mais fotos sobre as reuniões estão no Instagram e no Facebook do Sindiprol/Aduel.

[Atualizada em 23 de janeiro para incluir informações de novas reuniões.]

Boletim do FES sobre o ano de 2019 e a luta em 2020

Nesta quarta-feira (18), o Fórum das Entidades Sindicais (FES) publicou o Boletim de dezembro de 2019. A publicação é sobre o ano que está chegando ao fim e sobre a necessidade de organização, mobilização e luta para 2020.

O Boletim completo pode ser lido abaixo ou acessado em PDF clicando aqui.

BOLETIM DO SINDIPROL/ADUEL – 14 DE DEZEMBRO DE 2019

A sexta edição (e última do ano de 2019) do Boletim do Sindiprol/Aduel, que foi ao ar no sábado (14), já está disponível no Spotify. A pauta dessa edição foi o ano de 2019, os ataques dos governos federal e estadual e o que esperar e fazer para 2020. Os trabalhos técnicos são de Ricardo Lima.

O Boletim é mais um momento de parceria e aliança entre o Sindiprol/Aduel e a Assuel, na luta contra o desmonte do Estado, os ataques ao funcionalismo e à universidade. O Aroeira fica disponível no site da rádio e pode ser acessado e ouvido através dele.

Além do Boletim poder ser ouvido ao vivo na Rádio UEL FM e no site, o programa está disponível no anchor.fm/sindiproladuel, de onde os episódios são distribuídos para outros serviços como o Spotify. Dessa forma, você pode acompanhar o Boletim do Sindiprol/Aduel em diferentes locais e no momento em que achar mais adequado.

Sindiprol/Aduel organiza almoço para docentes em Londrina

Neste sábado (14), o Sindiprol/Aduel organizou um almoço para docentes e acompanhantes em sua sede na cidade de Londrina (Praça La Salle, 83). O cardápio foi composto por entrada, buffet de saladas, arroz, miolo de alcatra com mostarda e sobremesa.

Confira algumas fotos do almoço:

Mais fotos estão no álbum no Facebook do Sindiprol/Aduel.

Boletim do Sindiprol/Aduel – 7 de dezembro de 2019

A quinta edição do Boletim do Sindiprol/Aduel, que foi ao ar no sábado (7), já está disponível no Spotify. A pauta dessa edição foi o início e o encerramento da greve dos docentes da UEL, a ida a Curitiba e ocupação da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e a Reforma da Previdência Estadual. Os trabalhos técnicos são de Elson Ferreira.

O Boletim é mais um momento de parceria e aliança entre o Sindiprol/Aduel e a Assuel, na luta contra o desmonte do Estado, os ataques ao funcionalismo e à universidade. O Aroeira fica disponível no site da rádio e pode ser acessado e ouvido através dele.

Além do Boletim poder ser ouvido ao vivo na Rádio UEL FM e no site, o programa está disponível no anchor.fm/sindiproladuel, de onde os episódios são distribuídos para outros serviços como o Spotify. Dessa forma, você pode acompanhar o Boletim do Sindiprol/Aduel em diferentes locais e no momento em que achar mais adequado.