VIRANDO DO AVESSO O INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DOCENTE: PELA MANUTENÇÃO DA AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA E DA LIBERDADE DE CÁTEDRA

Introdução 

Em assembleia realizada no último dia 24 de março, os docentes rechaçaram, por unanimidade, a proposta de instrumento de avaliação de desempenho docente elaborada por uma comissão do Conselho Universitário da UEL. (Confira mais informações clicando aqui.) 

Neste boletim, recuperamos alguns dos pontos levantados naquela assembleia e acrescentamos outros, que destacamos a seguir 

  1. Questiona-se a aceitação, por parte das administrações, da ingerência de organismos externos à universidade, como o Conselho Estadual de Educação. Tal ingerência viola a autonomia universitária e ignora a diversidade dos campos de conhecimento da universidade pública, que, por sua natureza, não comporta a adoção de “processos unificados” de avaliação; 
  2. A UEL já dispõe de mecanismos para avaliar o seu funcionamento acadêmico e administrativo e a avaliação de desempenho docente já se realiza cotidianamente no âmbito dos departamentos, respeitando-se sua autonomia, particularidades e áreas de ensino e do saber. Além disso, eventuais faltas disciplinares podem ser coibidas e punidas, inclusive com a exoneração do docente, nos termos do Regimento e Estatuto da UEL;  
  3. Uma avaliação de desempenho docente, nos moldes empresariais propostos, pode desmontar as maiores conquistas das universidades públicas brasileiras: a autonomia universitária conjugada com a liberdade de expressão e de cátedra, a pluralidade de pensamento e a forma democrática de gerir o seu cotidiano, com eleições livres para todos os cargos administrativos e acadêmicos. Ao garantir a coparticipação responsável de toda a comunidade universitária, a UEL cumpre a sua função social, amparada no tripé ensino/pesquisa/extensão, conforme definem a Constituição de 1988, o estatuto e os regimentos internos. É a partir dessa conduta e funcionamento que a UEL tem conquistado os maiores rankings nacionais e internacionais de avaliação acadêmica; 
  4. Considera-se incorreta a ideia, constante do relatório da Comissão, de que a UEL não aplica a legislação no que diz respeito à avaliação docente, o que tornaria necessária a construção de um instrumento de avalição específico. Todas as atividades dentro da universidade têm amparo legal, seja no ensino, na pesquisa, na extensão ou na administração. O funcionalismo público, de modo geral, e os docentes, em particular, são avaliados cotidianamente nas suas diversas esferas de atuação. Na verdade, o que se procura impor, agora, nada mais é do que uma métrica que, no limite, consistirá em um mecanismo de controle cerceador e punitivo; 
  5. O instrumento terá como efeito atingir a individualidade e a liberdade docentes. Seus mecanismos avaliativos e uniformizados afrontam os direitos individuais e fundamentais e constituem uma forma de controle social; 
  6. O instrumento poderá causar mais adoecimentos entre os docentes, pois, embora anuncie um caráter formativo, poderá facilmente deslizar para posturas punitivas e competitivas. Não será estranho, portanto, que venha a gerar mais estresse, depressão e até mesmo pânico, conforme indica a literatura acerca de instrumentos de avaliação em instituições públicas; 
  7. O instrumento poderá desarticular relações sociais construídas ao longo dos anos entre colegas de um mesmo departamento, que, até então, se baseavam em ações colaborativas; 
  8. Ao solicitar, no item produtividade, a comprovação documental do Currículo Lattes – algo que nem mesmo as agências de fomento solicitam em seus editais – o instrumento parte do pressuposto de que o docente falta com a verdade. Dessa forma, tem-se instalado, de saída, um julgamento pejorativo do docente e do funcionário público.  

A estes aspectosagregamos outras críticas sobre os itens de avaliação docente:  

  1. Em relação às relações interpessoais, trata-se de avaliação feita por pares de forma absolutamente subjetiva. Ao contrário do que se pretende, tal avaliação incorrerá em um sistema de vigilância constante entre os docentes, podendo levar, até mesmo, ao acirramento de disputas, competições e retaliações. Em última instância, criar-se-á uma atmosfera adversa à liberdade de expressão e de cátedra no âmbito da universidade, sobretudo quando houver divergências de natureza política e ideológica; 
  2. Sobre os critérios de assiduidade, disciplina e eficiência, sabe-se que os docentes já são exaustivamente avaliados, seja por meio das folha-ponto, da presença nas aulas de graduação e pós-graduação, das regras para publicação científica e elaboração de atividades públicas de pesquisa e extensão, do planejamento e a elaboração de aulas, das regras para avaliação discente, do controle de horários de aulas, da produção de relatórios de atividades, das regras do vínculo funcional estatutário e disposições regimentais, das normas de órgãos de fomento e pesquisa,  da participação em reuniões de departamento, da ocupação de cargos administrativos e, atualmente, das duplas jornadas de trabalho, uma vez que muitos departamentos sequer possuem secretário(a)s que possam auxiliar nas tarefas burocráticas; 
  3. O instrumento implicará a imposição de mais uma tarefa burocrática a já longa e exaustiva jornada de trabalho docente. 

O Avesso do Instrumento 

Após análise exaustiva do instrumento proposto, e levando-se em consideração as contribuições oriundas de diversos departamentos e centros de estudos da UEL, apresentamos alguns dos problemas encontrados em cada um dos seguintes tópicos: I. Relações interpessoais; II. Assiduidade; III. Disciplina; e, finalmente, IV. Eficiência.  

I) Relações interpessoais

a) O item possui um caráter naturalmente subjetivo, que depende das percepções de quem avalia, partindo de suas experiências, crenças e afetos; os conceitos e termos estabelecidos neste item dão margem a diferentes interpretações. Sabe-se, no entanto, que o serviço público possui natureza impessoal, devendo obedecer a parâmetros técnicos e legais em primeiro lugar; 

b) A avaliação por pares pode ser tendenciosa, já que, ao assumir o papel de “avaliador” de um colega de trabalho, o docente poderá ter um impacto desfavorável nas suas relações sociais, o que, por sua vez, poderá ser considerado quando ele próprio for avaliado; 

c) Esse caráter subjetivo da avaliação pode interferir, inclusive, na liberdade de cátedra do docente, uma vez que ele estará sujeito a julgamento pelos seus pares por ser quem é, e não por seu trabalho, tornando-o, ainda, refém de humores de chefes e colegas. Finalmente, sempre haverá o risco de o interesse do julgador estar presente no resultado da avaliação. 

II. Assiduidade

a) A assiduidade já é aspecto avaliado pela instituição através da folha-ponto, da presença nas aulas e reuniões e demais atividades acadêmicas;

b) As chefias de departamento e os colegiados de cursos têm trabalhado sem o suporte da secretaria, por falta de funcionários. Assim, além de sobreposição de instrumentos avaliativos sobre a assiduidade, ocorrerá, também, maior demanda de trabalho para os docentes com cargos administrativos e o consequente acúmulo de funções e atribuições.

III. Disciplina 

Este item indica duplicidade de controle e possível punição. O Regimento Geral da UEL já trata do assunto com o devido rigor e determina que o docente responderá perante a instituição, caso infrinja normas que regem a universidade e o serviço público. Vale enfatizar que, por um princípio jurídico fundamental, o docente jamais poderá ser punido duas vezes pelo mesmo erro. 

IV. Eficiência

a) Ao ser admitido – após aprovação em concurso público que atende às exigências de um processo avaliativo como prevê o Regulamento Geral da UEL – o docente está sujeito a um contrato que expressará sua carga horária de trabalho e as atividades a serem realizadas de acordo com o mesmo regimento e que serão organizadas e distribuídas pelas chefias de departamento. O devido cumprimento de tais atividades, que comporá o bom funcionamento da universidade como um todo, é, como já exposto, constantemente avaliado e observado pela comunidade universitária, não havendo necessidade de comprovação outra que os próprios resultados do trabalho realizado pelo docente;  

b) Pergunta-se: Quais são as prioridades dos formulários? O instrumento de avaliação faz jus às condições avaliativas para a seleção dos docentes? Quais atividades pesam mais nessa avaliação (ensino, pesquisa, extensão ou gestão)? O professor pode ter carga horária maior para ensino e menor para a pesquisa? Como ponderar estas particularidades?  

e) Cabe à universidade, junto com um corpo docente plural, complexo e diversificado, garantir o tripé ensino, pesquisa e extensão; 

f) O item baseia-se em um controle métrico das atividades realizadas pelo docente e não considera as especificidades de cada departamento; 

g) Sobre a produção intelectual, a UEL já conta com tabelas de pontuação específicas relativas à produção do docente. Tais tabelas são utilizadas para a aquisição de bolsas para estudantes – por exemplo, as bolsas de Iniciação Científica – e para as mudanças de nível. Pode-se dizer que, além de mais uma vez sobrepor-se a instrumentos de avaliação já existentes, a proposta ignora as dinâmicas de produção das diversas áreas do conhecimento, bem como as condições específicas da produção individualcomo, por exemplo, fato de o docente estar no início, meio ou fim da sua carreira, o perfil da área de pesquisa, a historicidade de programas de pós-graduação, as demandas contraditórias dos departamentos, entre outras;  

h) Sobre o item avaliação de unidades curriculares, o acompanhamento/monitoramento acadêmico/pedagógico já é realizado pelos colegiados dos cursos e pelos núcleos docentes estruturantes. A autonomia destas instâncias, bem como as especificidades de cada área/departamento, deve ser considerada; 

i) Em relação à avaliação discente, já existem mecanismos para a sua realização através dos colegiados dos cursos. Os discentes, por meio desses mecanismos, poderão participar de um processo avaliativo em relação ao currículo, ao processo de ensino-aprendizagem, às estratégias pedagógicas e ao cumprimento do programa da disciplina, contribuindo, dessa forma, para o aprimoramento acadêmico e curricular;  

j) Sobre a autoavaliação é de fundamental importância entender que qualquer reflexão do docente sobre seu trabalho deve englobar as condições materiais objetivas, ou seja, as reais condições de trabalho na UEL, paulatinamente deterioradas pelas indigentes políticas públicas no setor educacional. Não é demais lembrar do estrangulamento da verba de custeio promovido por diversos governos, da falta de concurso público para docentes e agentes universitários, da super exploração de docentes em contrato temporáriodas dificuldades que os centros de estudos têm para a manutenção das instalações prediais, do arrocho salarial que hoje beira 24%do congelamento das promoções e progressões etc.  

Como se não bastassem todos os ataques que as universidades públicas brasileiras, em geral, e as paranaenses, em particular, vêm sofrendo nos últimos anos, por parte de governos sem nenhum compromisso com os serviços públicos e seus servidores, ainda temos uma proposta de avaliação docente que, caso aprovada, significará um verdadeiro retrocesso nas relações sociais e acadêmicas historicamente construídas ao longo de décadas. A história e o comprometimento da universidade pública com a sociedade impedem que ela compactue com aparatos cuja lógica é a do mercado, sempre pronto a classificar e avaliar os trabalhadores em termos quantitativos e produtivistas. Nesse sentido, cabe ressaltar que a subjetividade de certos critérios elencados no documento serve a essa mesma lógica, pois cria, em última instância, condições para o acirramento de disputas e competitividade entre os docentes. Opomo-nos, portanto, à imposição do instrumento e reiteramos nosso compromisso com a autonomia da universidade pública, gratuita, laica e democrática.  

Aroeira – 1 de maio de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

Programa de 1 de maio de 2021:

3m25s – Com recorde de 14 milhões de desempregados, trabalhadores não têm nada a comemorar no 1º de maio; Cid Cordeiro, economista e assessor do Fórum das Entidades Sindicais (FES), garante que sindicatos resistem em meio à crise

9m07s – Servidores públicos protestam para relembrar massacre de 29 de abril de 2015, quando a categoria foi bombardeada a mando do governador Beto Richa; Luiz Paixão Rocha, professor e diretor da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), garante que massacre continua

11m48s – Na quinta-feira (29), Coletivo de Sindicatos de Londrina realizou a live “Covid-19 – Lockdown: O caso de Araraquara e kit covid 

25m15s – Música e Resistência: Trabalhador (Seu Jorge)

31m35s – As atividades do Sindiprol/Aduel para o 29 de abril e o 1º de maio

37m47s – Na coluna “Politizando a Economia”, Venâncio Oliveira fala sobre o 1º de maio, Dia das Trabalhadoras e dos Trabalhadores

43m – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado volta a falar sobre o conflito entre israelenses e palestinos

50m – Informativo “Central do Brasil” que trata, dentre outros temas, da pandemia e do desmatamento na Amazônia

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Na quarta-feira (5), Assembleia Geral Docente Virtual

Conforme divulgado no boletim do último dia 28 de abril, o Sindiprol/Aduel convoca todas e todos docentes da UEL, da Uenp e do campus de Apucarana da Unespar para assembleia virtual com a seguinte pauta:

Pauta:
1) Data-base;
2) Progressões e promoções.

Data e horário: 5/05 (quarta) às 16h

A sala virtual será divulgada no dia pela lista de transmissão (WhatsApp) e de e-mails. Caso não esteja em nenhuma delas, entre em contato pelo e-mail comunicacao@sindiproladuel.org.br ou envie uma mensagem para o WhatsApp (43) 3324-3995.

Atividades para o 29 de abril e o 1º de maio

Pelo segundo ano, passaremos o 29 de abril e o 1º de maio em meio à pandemia de covid-19. O Sindiprol/Aduel entende a importância destas datas e a necessidade da retomada das lutas sociais em defesa das condições de vida da população, dos empregos, dos serviços públicos, dos direitos trabalhistas e sociais, da vacinação para toda a população e, claro, da data-base, visto que as perdas acumuladas pelas servidoras e servidores públicos do Paraná já ultrapassam os 25%, o que corresponde a três meses sem receber salário (detalhes no final do boletim). Entretanto, acreditamos que, neste momento, não devemos convocar ou promover formas de aglomeração que possam resultar em disseminação e risco de contágio do coronavírus.

A situação está muito pior no Brasil, no Paraná e em Londrina, em comparação com o final de setembro de 2020, quando, respeitando os protocolos de saúde e o distanciamento social, nos manifestamos presencialmente na Concha Acústica, contra a Reforma Administrativa e em defesa dos serviços públicos, além de termos participado da carreata organizada pelo Coletivo de Sindicatos de Londrina.

Assim, para o ano de 2021, o Sindiprol/Aduel irá realizar ou participar de manifestações que evitem aglomerações e a possível disseminação do coronavírus. Além das atividades específicas para cada dia, entre 29 de abril (quinta-feira) e 1º de maio (sábado), um carro de som circulará em bairros com uma mensagem contra as políticas de Ratinho Jr. e Bolsonaro, contra o desemprego e a fome e por um auxílio emergencial digno, vacina, saúde e educação para toda a população. Também serão afixadas faixas de campanhas estaduais, junto ao Fórum das Entidades Sindicais (FES), e nacionais, junto ao Andes-Sindicato Nacional, com as frases “Não à carestia e ao desemprego!”, “Não ao arrocho salarial! Contra a fome!” e “Não à reforma administrativa e ao desmonte dos serviços públicos!”.

Faixa do Fórum das Entidades Sindicais

Confira outras atividades que serão realizadas

28 de abril (quarta)

Às 17h, Fórum das Entidades Sindicais lança segundo manifesto “A vida acima do lucro – Em defesa do emprego, dos serviços públicos e dos direitos sociais”. A live de lançamento pode ser vista na página do FES no Facebook. O manifesto pode ser baixado clicando aqui.

O primeiro manifesto do Fórum foi lançado em março de 2020 “Em defesa da vida, do SUS e dos serviços públicos” e pode ser acessado aqui.

29 de abril (quinta-feira)

Às 10h, APP-Londrina organizará uma carreata em defesa da educação e pela vacina já. A concentração será no estacionamento do Ginásio de Esportes Moringão. Mais informações estão no evento no Facebook.

Às 19h30, o Coletivo de Sindicatos de Londrina realizará uma live com o tema “Lockdown: exemplo de Araraquara e os riscos do kit covid”. A atividade será transmitida no canal do Coletivo no YouTube.

1º de maio (sábado)

Às 9h, serão colocadas faixas em frente ao Hospital Universitário (HU) da UEL. Será divulgada uma carta em solidariedade a trabalhadoras e trabalhadores da Vikstar e, por meio do Comitê Unificado de Londrina, que reúne movimentos sociais e sindicatos da cidade, será realizada uma atividade cultural.

No 1º de maio, Dia da Classe Trabalhadora, o Sindiprol/Aduel saúda todas e todos trabalhadores e segue na luta contra o arrocho salarial, pelos direitos, empregos, serviços públicos e gratuitos de qualidade e pala vacinação gratuita pelo SUS para toda população!

5 de maio (quarta-feira)

Às 16h da quarta-feira da semana que vem, será realizada uma assembleia docente do Sindiprol/Aduel sobre, entre outros temas, a data-base. Confira a convocação completa clicando aqui. Principalmente ao longo desta semana, por meio do FES, estamos fazendo uma campanha sobre a continuidade da violência desde o 29 de abril de 2015 (confira as imagens abaixo). Desde 2016, o funcionalismo público do Paraná já acumula perdas salariais de 25,58%, enquanto vê a inflação e os preços aumentarem. Ou seja, o poder de compra de quem é responsável pelos serviços públicos, os servidores, está sendo violentamente corroído.

Para o último programa Aroeira (24 de abril), Fabiano Camargo da Silva, técnico e economista do Dieese-PR, deu uma entrevista sobre as contas públicas do Paraná em 2020, a partir de um documento publicado em março, e a política econômica do governo do estado, que privilegia, por exemplo, renúncias fiscais bilionárias a repor o quadro do funcionalismo público e as perdas salariais ou, neste momento, garantir um auxílio emergencial para a população paranaense. Caso não tenha ouvido, a entrevista completa pode ser acessada aqui. O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido pelo Sindiprol/Aduel e pela Assuel e vai ao ar todos os sábados, às 12h, na Rádio UEL FM. Posteriormente, ele pode ser ouvido em agregadores de podcast, como o Spotify. Mais informações clicando aqui.

Campanha “Massacre de 29 de abril – A violência continua”:

Aroeira – 24 de abril de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

Programa de 24 de abril de 2021:

5m05s – Representantes da APP-Londrina repudiam pronunciamento de Ricardo Barros ao dizer que professores não querem trabalhar durante a pandemia

14m50s – Mais um 29 de abril se aproxima; ouça como tem sido a luta de servidoras e servidores públicos para fazer que o governo reponha os R$ 8 bilhões do fundo de previdência do funcionalismo público do Paraná

20m04s – Música e Resistência: Que país é esse? (Legião Urbana)

23m25s – Na mesma semana, Polícia Militar de Londrina mata rapaz de 23 anos no assentamento Flores do Campo e jovem de 20 anos no Jardim Califórnia; representante do Movimento de Direitos Humanos de Londrina, Carlos Henrique Santana, fala sobre a quantidade de mortes pela polícia na cidade

33m30s – Entrevista com Fabiano Camargo da Silva, economista e técnico do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), sobre a política econômica e as contas públicas do Paraná

Ouça a entrevista completa de Fabiano Camargo da Silva

45m15s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira comenta sobre a política econômica do governo de Ratinho Júnior

49m37s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre um acidente de trabalho em Bangladesh ocorrido no dia 24 de abril de 2013

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 17 de abril de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 17 de abril de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

6m03s – Música e Resistência: Lembranças (Maneva)

8m12s – MAP (Movimento Autônomo Popular) organiza protesto para lembrar a morte de Gabriel Sartori em 2017 e a impunidade de seu assassino, o policial militar Bruno Carnelos Zangirolami; ouça falas da mãe e de um amigo de Gabriel

20m – Diretor jurídico da APP-Londrina, Rogério Nunes da Silva, fala sobre a política educacional adotada pelo governo de Ratinho Júnior

23m21s – Música e Resistência: Polícia (Titãs)

25m54s – Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina (Sinttrol), José Faleiros, fala sobre a vitória dos trabalhadores da categoria, que, depois de greve e negociação, receberam seus salários atrasados

29m10s – Governo de Jair Bolsonaro é denunciado no Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas); Márcia Lopes, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, assistente social e professora aposentada da UEL, comenta a denúncia

33m45s – Campanha “Panela Cheia Salva”: saiba como e onde doar

37m31s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre as políticas neoliberais e seus impactos para a classe trabalhadora

43m18s – Na posse da nova diretoria do Sindiprol/Aduel, realizada na última quinta-feira (15), a professora Andréia Galvão (Unicamp) deu uma palestra sobre os sindicatos diante das contrarreformas neoliberais

46m34s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado volta a falar sobre a responsabilidade criminal das crianças em Israel e nos territórios palestinos

53m – Informativo “Central do Brasil” que trata, dentre outros temas, da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) instaurada para investigar o governo federal durante a pandemia

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Nova diretoria do Sindiprol/Aduel toma posse na quinta (15); Andréia Galvão (Unicamp) palestra sobre “Os sindicatos diante das contrarreformas neoliberais”

Na quinta-feira (15), toma posse a nova diretoria do Sindiprol/Aduel 2021-2023. Na data, a professora Andréia Galvão, do Departamento de Ciência Política da Unicamp, palestrará sobre “Os sindicatos diante das contrarreformas neoliberais”. A atividade será transmitida ao vivo no YouTube a partir das 18h.

O link do Meet para participar da atividade foi enviado por e-mail para todas e todos filiados ao Sindiprol/Aduel. Caso seja e não tenha recebido o link, entre em contato pelo comunicacao@sindiproladuel.org.br ou envie uma mensagem para o WhatsApp (43) 3324-3995.

O link para transmissão ao vivo no YouTube é o:

YouTube player

Aroeira – 10 de abril de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 10 de abril de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

3m29s – Motoristas do transporte coletivo da Grande Londrina e Londrisul paralisam atividades após falta de pagamento

9m53s – Confira o que Nelson Dantas, representante do sindicato de aeroportuários do Paraná, fala sobre o leilão de aeroportos realizado pelo Governo Federal

16m09s – “Panela Cheia Salva”: campanha realiza drive-thru para arrecadar doações nos finais de semana

20m20s – Música e Resistência: Panela Cheia Salva

22m27s – Presidente do Sintesu (Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Superior da Unicentro), Danny Jessé, fala sobre os impactos da Emenda Constitucional 109

27m22s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre como o aumento da fome está relacionado à política de remuneração de acionistas da Petrobrás

31m36s – Confira os principais encaminhamentos da reunião ampliada sobre a LGU, realizada pelo Comando Sindical Docente na última quarta-feira (7)

36m34s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado volta a falar sobre a responsabilidade criminal das crianças em Israel e nos territórios palestinos

42m47s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, sobre o contraste entre o crescimento da fome no Brasil e os 11 brasileiros que entraram para a lista de bilionários da Forbes

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 3 de abril de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 3 de abril de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

3m31s – Música e Resistência: Como Nossos Pais (Elis Regina)

4m06s – Ditadura nunca mais: 57 anos do golpe militar no Brasil

4m59s – Música e Resistência: Cálice (Chico Buarque)

13m15s – Depoimentos relembrando os anos da ditadura militar

19m39s – Música e Resistência: Apesar de Você (Chico Buarque)

24m19s – Campanha Todos Contra Fome: entrevista com Genilda da Silva, catadora de lixo que luta para conseguir sustentar os filhos

30m42s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre a economia e manipulação de dados no tempo da ditadura

35m26s – Comando Sindical Docente realizará reunião ampliada sobre a LGU (Lei Geral das Universidades) na quarta-feira (7)

41m10s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre o trabalho escravo em Wall Street

47m50s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, de campanhas contra Bolsonaro, do reconhecimento de parcialidade do juiz Sérgio Moro e do negacionismo brasileiro

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.