Nova diretoria do Sindiprol/Aduel toma posse na quinta (15); Andréia Galvão (Unicamp) palestra sobre “Os sindicatos diante das contrarreformas neoliberais”

Na quinta-feira (15), toma posse a nova diretoria do Sindiprol/Aduel 2021-2023. Na data, a professora Andréia Galvão, do Departamento de Ciência Política da Unicamp, palestrará sobre “Os sindicatos diante das contrarreformas neoliberais”. A atividade será transmitida ao vivo no YouTube a partir das 18h.

O link do Meet para participar da atividade foi enviado por e-mail para todas e todos filiados ao Sindiprol/Aduel. Caso seja e não tenha recebido o link, entre em contato pelo comunicacao@sindiproladuel.org.br ou envie uma mensagem para o WhatsApp (43) 3324-3995.

O link para transmissão ao vivo no YouTube é o:

YouTube player

Aroeira – 10 de abril de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 10 de abril de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

3m29s – Motoristas do transporte coletivo da Grande Londrina e Londrisul paralisam atividades após falta de pagamento

9m53s – Confira o que Nelson Dantas, representante do sindicato de aeroportuários do Paraná, fala sobre o leilão de aeroportos realizado pelo Governo Federal

16m09s – “Panela Cheia Salva”: campanha realiza drive-thru para arrecadar doações nos finais de semana

20m20s – Música e Resistência: Panela Cheia Salva

22m27s – Presidente do Sintesu (Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Superior da Unicentro), Danny Jessé, fala sobre os impactos da Emenda Constitucional 109

27m22s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre como o aumento da fome está relacionado à política de remuneração de acionistas da Petrobrás

31m36s – Confira os principais encaminhamentos da reunião ampliada sobre a LGU, realizada pelo Comando Sindical Docente na última quarta-feira (7)

36m34s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado volta a falar sobre a responsabilidade criminal das crianças em Israel e nos territórios palestinos

42m47s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, sobre o contraste entre o crescimento da fome no Brasil e os 11 brasileiros que entraram para a lista de bilionários da Forbes

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 3 de abril de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 3 de abril de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

3m31s – Música e Resistência: Como Nossos Pais (Elis Regina)

4m06s – Ditadura nunca mais: 57 anos do golpe militar no Brasil

4m59s – Música e Resistência: Cálice (Chico Buarque)

13m15s – Depoimentos relembrando os anos da ditadura militar

19m39s – Música e Resistência: Apesar de Você (Chico Buarque)

24m19s – Campanha Todos Contra Fome: entrevista com Genilda da Silva, catadora de lixo que luta para conseguir sustentar os filhos

30m42s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre a economia e manipulação de dados no tempo da ditadura

35m26s – Comando Sindical Docente realizará reunião ampliada sobre a LGU (Lei Geral das Universidades) na quarta-feira (7)

41m10s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre o trabalho escravo em Wall Street

47m50s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, de campanhas contra Bolsonaro, do reconhecimento de parcialidade do juiz Sérgio Moro e do negacionismo brasileiro

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 27 de março de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 27 de março de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

3m48s – Homenagem a sindicalistas que perderam a vida, nesta semana, para a covid-19: João Batista da Silva, presidente do Sinttrol, Francisco Carlos Ferreira e Geraldo Dias Rosa, presidente e diretor financeiro do Stial, respectivamente

13m59s – Repercussão do debate sobre a situação do sistema de saúde realizado pelo Ministério Público de Londrina

23m41s – Falas sobre a campanha Todos Contra a Fome

32m30s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre a relação entre a vacinação e a economia

37m54s – Por unanimidade, docentes, em assembleia realizada na última quarta-feira (24), rechaçam proposta de avaliação docente da UEL

42m40s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado comenta sobre as eleições em Israel e o estado de apartheid na região

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Por unanimidade, docentes em assembleia rechaçam proposta de avaliação docente

Em assembleia virtual do Sindiprol/Aduel realizada na tarde desta quarta-feira (24), todas e todos docentes presentes rejeitaram, de maneira unânime, a minuta de avaliação docente proposta pelo Conselho Universitário (CU) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) em agosto de 2020.

A decisão esteve embasada no histórico de resistência da categoria contrária a esses instrumentos de avaliação/controle e foi fundamentada numa análise, mesmo preliminar, apresentada pela diretoria do Sindiprol/Aduel. A assembleia também deliberou pela sua ampla divulgação, incluindo todas as instâncias da UEL, a fim de não só se posicionar contra essa minuta e o momento no qual se discute a sua implementação, mas também de subsidiar os docentes em futuros debates.

Texto apresentado e discutido na assembleia:

A avaliação docente e a ocultação dos mecanismos de controle 

Apresentação 

Desde meados de 2013, as diversas administrações da UEL têm insistido em aprovar uma proposta de avaliação de desempenho docente, tanto para os efetivos quanto para os que estão em estágio probatório. Desde lá até hoje, as justificativas praticamente não se alteraram, no entanto, a categoria, junto com o seu sindicato, tem recebido o intento com muitas críticas e resistências, fazendo com que, em diversas ocasiões, o Sindiprol/Aduel convocasse a sua base para discutir o tema em reuniões e/ou assembleias. Em todas aquelas oportunidades, rejeitamos proposta de avaliação pelos motivos que exporemos adiante. Por ora, é importante frisar que esta insistência das administrações atende, direta ou indiretamente, a interesses alheios ao exercício da autonomia universitária, como previsto no art. 207 da Constituição Federal.   

Antes de fazermos uma crítica mais contundente à avaliação proposta e, consequentemente, ao instrumento inerente, que agora circula nos departamentos e centros de estudos para avaliação e sugestões, defendemos que ela precisa ser analisada dentro de uma conjuntura política extremamente desfavorável aos servidores públicos, especialmente os que trabalham nas universidades. Sem desprezar que fazemos esta discussão em meio a maior crise sanitária que o país já passou nos últimos tempos, com mortes diárias por Covid-19 batendo na casa das três mil pessoas, os ataques ao funcionalismo público, em geral, não cessam um só instante, tanto oriundos do governo federal como do estadual. Eles trabalham ardilosamente para desmontar os serviços públicos e não descansam enquanto não conseguirem. Para não irmos muito longe, a mais recente é a aprovação da PEC 186, a famigerada PEC “emergencial” (agora Emenda Constitucional 109), que, de modo geral, faz com que os servidores públicos arquem com uma crise que não é sua, por meio do congelamento de seus salários até 2036. Como se não bastasse, encontra-se na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), da Câmara Federal, a PEC 32 da “reforma administrativa”, que, entre outras maldades, caso aprovada, relativiza a estabilidade de emprego para os atuais servidores, ao criar a figura da “demissão por insuficiência de desempenho”. Como seremos capazes de aprovar um instrumento de avaliação docente tendo uma faca no nosso pescoço que preconiza, se aprovada, a “demissão por insuficiência de desempenho”?  

Se no plano federal se planeja o desmonte dos serviços públicos e torna o servidor público uma peça acessória, descartável, podendo ser substituído por apadrinhados dos governos de plantão, o que dizer, no estado do Paraná, quando Aldo Bona (Seti – Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) chantageia reitores e comunidades universitárias a aceitarem a versão desconhecida da LGU (Lei Geral das Universidades), em troca de uma suposta realização de concurso público? A questão, entretanto, é ainda mais profunda: a LGU, que está prestes a ser enviada à Alep, é mais um instrumento de ataque às universidades públicas paranaenses, concebida por uma lógica mercantil da educação superior, como, de resto, tem seguido a posição do seu chefe, o governador Ratinho Jr. O que a LGU provocaráindependentemente da versão que será enviada à Alepé o rebaixamento da qualidade do ensino público superior, orientado por uma lógica privatista. Diante deste quadro, como discutir e aprovar qualquer instrumento de avaliação docente, a não ser para atender a estes interesses privatistas?  

Às questões acima, é preciso agregar outra igualmente importante: a aceitação, por parte das administrações, da ingerência de organismos externos à universidade, como o Conselho Estadual de Educação que, como consta em seu relatório, “recomenda” que seja normatizado um processo unificado de avaliação de desempenho docente, numa flagrante violação da autonomia universitária e, além disso, ignorando completamente a diversidade dos campos de conhecimento de uma universidade pública que, por sua natureza, inviabiliza qualquer “processo unificado”.  

É preciso reforçar que a universidade já possui mecanismos para avaliar o seu funcionamento acadêmico e administrativo e que, respeitada a autonomia dos departamentos, considerando suas particularidades e áreas de ensino/saber, a avaliação de desempenho docente já se realiza cotidianamente. Outro elemento a enfatizar é que existe um arcabouço estatutário/regimental para coibir as eventuais faltas disciplinares, prevendo inclusive a demissão.  

A estes aspectos mais gerais, acrescentamos, por fim, que uma avaliação de desempenho docente, nos moldes empresariais propostos, pode ferir de morte uma das maiores conquistas das universidades públicas brasileiras: a autonomia universitária conjugada com a liberdade de expressão e de cátedra, a pluralidade de pensamento e a forma democrática de gerir o seu cotidiano, com eleições livres para todos os cargos administrativos e acadêmicos. Dessa forma, ao garantir a coparticipação responsável de toda a comunidade universitária, a universidade vem cumprindo com a sua função social, amparada no tripé do ensino, pesquisa e extensão, conforme define não só a Constituição de 1988, como também seu estatuto e seus regimentos internos, o que lhe tem permitido conquistar os maiores rankings nacionais e internacionais de avaliação acadêmica.  

Análise preliminar do instrumento de avaliação docente 

Um aspecto particularmente problemático deste instrumento de avaliação são os critérios pelos quais o docente deverá ser avaliado, ou seja, relações interpessoais, assiduidade, disciplina e eficiência.  

No que diz respeito ao primeiro item, cabe enfatizar que se trata de avaliação feita por pares de forma absolutamente subjetiva. Afinal, de que maneira se pode avaliar, precisar e pontuar a capacidade do docente de se “comunicar de forma clara e objetiva”, de ser “[assertivo] ao expressar seu ponto de vista”, ou de ser “autêntico mantendo-se coerente em seu comportamento”, como consta do Anexo II? Ao contrário do que se pretende, tal avaliação incorrerá em um sistema de vigilância constante entre os docentes, podendo levar, até mesmo, ao acirramento de disputas, competições e retaliações. Em última instância, criar-se-á uma atmosfera adversa à liberdade de expressão e de cátedra no âmbito da universidade, sobretudo quando houver divergências de natureza política e ideológica. É inegável que as dificuldades inerentes às relações humanas aparecem no cotidiano da universidade pública, posto que, aqui, estão em jogo diferentes visões de mundo e diferentes projetos de Universidade. Esse dinamismo das relações leva a encontros e desencontros constantes que precisam ser revolvidos a partir desse mesmo contexto dinâmico e plural propiciado pelas universidades públicas. No momento em que se pensa um instrumento que cerceia as liberdades dos docentes, perdem-se as condições de possibilidade do fazer político, da construção do conhecimento e da criação, que têm na divergência sua maior aliada. Cabe salientar, por fim, que os processos de sindicância e a execução de atos administrativos existem com o intuito de coibir ou mesmo punir atitudes e comportamentos inadequados por parte dos docentes.  

No que diz respeito aos demais critérios, os docentes já são extensiva e continuamente avaliados por meio da assinatura da folha-ponto, da presença nas aulas de graduação e pós-graduação, da produção acadêmica rigorosamente avaliada pela CAPES, da coordenação e participação em projetos de pesquisa, ensino e extensão, das orientações de estudantes de graduação e pós-graduação, da ocupação de cargos administrativos, e, atualmente, das duplas jornadas de trabalho, uma vez que muitos departamentos sequer possuem secretário(a)s que possam auxiliar nas tarefas burocráticas. Este último ponto merece destaque especial, posto que a proposta pressupõe a imposição de mais uma tarefa burocrática a já longa jornada de trabalho do docente, como estabelece o Art. 5: “Para a avaliação será eleita uma Comissão de Avaliação de Desempenho Docente a cada gestão departamental constituída por três membros titulares”.  

Conclui-se, portanto, que a Universidade Estadual de Londrina já possui instrumentos suficientes para reger e orientar a conduta dos docentes, o que torna a proposta de avaliação, por um lado, redundante, e, por outro, essencialmente punitiva e privatista. O caráter punitivo aparece de forma subliminar a partir dos diversos itens que compõem cada critério, mas, em especial, no fato de que o docente deverá atingir pontuação mínima (70 pontos) a fim de ser aprovado. Para além do fato de ser avaliado pelos próprios pares, a todo momento, o docente verá o conjunto do seu trabalho se perder, em suas especificidades e potencialidades, ao ser incorporado a uma lógica fundamentalmente produtivista. Em outras palavras, toda a complexidade do trabalho docente na universidade pública será reduzida a um número, que pode ou não resultar em punição efetiva. 

Análise minuciosa do instrumento de avaliação docente

A comissão que está analisando a minuta apresentará, em breve, uma análise minuciosa do instrumento proposto, destrinchando-o por inteiro. Assim que estiver pronta, a diretoria do Sindiprol/Aduel divulgará para que todos os docentes utilizem-na em debates e encaminhamentos.

Aroeira – 20 de março de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 20 de março de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

4m39s – “Trabalhadores unidos contra a fome”: Coletivo de Sindicatos de Londrina promove campanha para arrecadação de alimentos em parceria com a Cufa (Central Única das Favelas)

13m28s – Olga Estefânia, coordenadora geral do SindiSaúde-PR, conversa sobre a atuação dos profissionais de saúde contra o novo coronavírus

27m07s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre o auxílio emergencial e a distribuição de renda no país

32m44s – Aprovação da PEC 186 Emergencial é o assunto da primeira live do Fórum das Entidades Sindicais, disponível no Facebook do FES; ela é ponto de pauta na Assembleia Docente do Sindiprol/Aduel, que será realizada na quarta-feira (24), a partir das 16h

37m10s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade de Bolsonaro contra os decretos de governadores, que estabeleceram restrições às atividades econômicas

44m01s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, da falta de políticas públicas, que faz pobres, negros e indígenas serem as principais vítimas de covid-19

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 13 de março de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 13 de março de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

4m48s – Podcast com programação intensa na “semana da mulher”

14m20s – Presidente da APP-Londrina, professor Márcio André Ribeiro, comenta sobre o adiamento das aulas presenciais nas escolas públicas

21m04s – Governo Federal quer privatizar o Banco do Brasil; confira entrevista com um diretor do sindicato dos bancários de Londrina

32m40s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio de Oliveira fala sobre o aumento dos preços de gás de cozinha, óleo diesel e gasolina (confira a nota técnica do Dieese sobre o tema: https://www.dieese.org.br/notatecnica/2018/notaTec195gas.html)

38m02s – Chapa “Unidade na Luta” é eleita para dirigir o Sindiprol/Aduel entre 2021 e 2023

43m34s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado comenta as decisões do Supremo Tribunal Federal sobre a Lava Jato e os processos criminais que envolvem o ex-presidente Lula

51m06s – Informativo “Central do Brasil” que trata, dentre outros temas, dos três anos sem Marielle, da luta dos médicos intensivistas no combate à covid-19 e da PEC Emergencial

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 6 de março de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 6 de março de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

7m11s – Maurício Toledo, diretor jurídico da Assuel, fala sobre as principais ações impetradas pelo sindicato para garantir os direitos dos servidores da UEL

10m21s – Assuel questiona vacinação contra covid-19 em alunos de odontologia

13m17s – Podcast em homenagem às mulheres na “semana da mulher”

13m36s – Música e Resistência: Mulher Sem Razão (Adriana Calcanhoto)

14m36s – Música e Resistência: Maria, Maria (Elis Regina)

15m13s – Diretoria da APP-Sindicato prepara atividades para o 8M pandêmico

17m49s – Violência contra mulher é a principal pauta desse 8 de março

20m03s – Música e Resistência: Não Precisa Ser Amélia (Bia Ferreira)

20m23s – Pesquisas comprovam que mulheres negras são as maiores vítimas de feminicídio no Brasil, além de serem as que mais perdem a vida na linha de frente contra a Covid-19

25m41s – Qual a importância dos servidores públicos da UEL? Sindiprol/Aduel e Assuel encomendam estudo do economista Venâncio Oliveira para responder à pergunta

40m33s – Eleições do Sindiprol/Aduel acontecem nesta terça (9) e quarta-feira (10)

45m36s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre a Copa do Mundo do Catar e acidentes de trabalho

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Está aberta a votação para eleição da nova diretoria do Sindiprol/Aduel; confira as orientações para votação

Nesta terça e quarta-feira (9 e 10), serão realizadas as eleições para a diretoria do Sindiprol/Aduel referente ao mandato 2021/2023 (confira a chapa abaixo). A votação será feita de maneira virtual e todas e todos docentes filiados poderão votar entre as 8h da manhã de terça-feira (9) e as 23h59 da quarta-feira (10). A empresa contratada para fornecer o sistema para votação online é a Eleja Online, que tem sede em Porto Alegre-RS e ampla experiência em eleições desse tipo. 

Na manhã do dia anterior ao início da eleição (segunda, 8), os filiados receberão um e-mail e/ou SMS, nos endereços e/ou números fornecidos pelo Sindiprol/Aduel, a partir do cadastro docente existente nas listas próprias da seção sindical, com o login, a senha e o site para efetuar a votação. Esta poderá ser feita pelo celular, notebook ou tablet. 

Nos dias da votação, portanto, o docente deverá acessar de algum dispositivo o site https://sindiproladuel.elejaonline.com/, entrar com os dados fornecidos pela empresa (login e senha enviados no dia anterior) e votar na eleição para a nova diretoria do Sindiprol/Aduel 

Lembrando que as informações para login serão válidas para um único acesso. Em caso de problemas técnicos, haverá um chat de ajuda no site para votação. Caso o problema persista, contate o Sindiprol/Aduel no sindicato@sindiproladuel.org.br e/ou a Comissão Eleitoral no eleicaosindiproladuel@gmail.com. Entre as 9h e as 18h, também poderá ser feito contato pelo telefone (WhatsApp) (43) 99994-3995. 

A apuração será feita no dia seguinte (11) e o resultado será divulgado aos filiados pelos meios de comunicação do Sindiprol/Aduel. 

Confira um passo a passo de como votar: 

Calendário eleitoral 

A fim de se ter tempo para votação e também contribuir para que se alcance o quórum necessário para eleição da nova diretoria (50% + 1 dos docentes filiados), o período de votação foi definido entre os dias 9 e 10. Dessa forma, a votação poderá ser efetuada em qualquer momento entre as 8h do dia 9 e as 23h59 do dia 10. 

Confira o calendário eleitoral completo: 

Conheça a chapa  

Entre os dias 16 de dezembro de 2020 e 29 de janeiro de 2021, esteve aberto o período de inscrição de chapas para a eleição da diretoria do Sindiprol/Aduel referente ao mandato 2021/2023. Finalizado o prazo e feita a homologação pela Comissão Eleitoral, a chapa inscrita tem a seguinte composição:

Diretoria – Efetivos 

Presidente: Ronaldo Fabiano dos Santos Gaspar – UEL/CLCH 

Vice-Presidente: César Bessa – UEL/Cesa 

1º Secretária: Fernanda de Freitas Mendonça – UEL/CCS

2º Secretário: Mauro Januário – Uenp/Bandeirantes 

1º Tesoureira: Lorena Ferreira Portes – UEL/Cesa 

 2º Tesoureiro: Carlos Eduardo Caldarelli – UEL/Cesa 

 Diretor de Comunicação: Cristiano Medri – UEL/CCB 

  

Diretoria – Suplentes 

1º Suplente: Eliel Ribeiro Machado – UEL/CLCH 

2º Suplente: Renato Lima Barbosa – UEL/Cesa 

3º Suplente: Moisés Alves de Oliveira – UEL/CCE

4ª Suplente: Taíse Ferreira da Conceição Nishikawa – Uenp/Jacarezinho 

5ª Suplente: Valdir Anhucci – Unespar/Apucarana 

6ª Suplente: Bruno Miguel Nogueira De Souza – Uenp/Bandeirantes 

7º Suplente: Luíz Carlos Sollberger Jeolás – UEL/Ceca 

  

Conselho Fiscal – Efetivos 

1º Conselheira: Marselle Nobre de Carvalho – UEL/CCS

2ª Conselheiro: Antônio Carlos de Souza – Uenp/Jacarezinho 

3º Conselheira: Fernanda Forte de Carvalho – UEL/CLCH 

  

Conselho Fiscal – Suplentes 

1 º Suplente: Maria Inês Nobre Ota – UEL/Aposentada 

2 º Suplente: Celso Davi Aoki – Uenp/Cornélio Procópio 

3 º Suplente: Ângela Lamas Rodrigues – UEL/CLCH 

Sobre o processo eleitoral 

O mandato da atual diretoria foi prorrogado, em assembleia realizada no dia 29 de outubro do ano passado, até o dia 15 de abril de 2021 (mais informações aqui). Naquele momento, também foi eleita a Comissão Eleitoral, composta pelos docentes Marcio Luiz Carreri (coordenador), Eduardo Di Mauro e Miguel Belinati Piccirillo. Ela é a responsável pelo calendário eleitoral e pelos encaminhamentos referentes ao processo. 

Regimento Eleitoral com mais informações está disponível no: https://sindiproladuel.org.br/regime-eleitoral/. 

Qual a importância dos servidores públicos da UEL? Confira a pesquisa de Venâncio de Oliveira

Qual a importância dos servidores públicos da Universidade Estadual de Londrina? Com objetivo de responder essa pergunta, o Sindiprol/Aduel e a Assuel (Sindicato dos Servidores Tecno-Administrativos da UEL) encomendaram um estudo ao economista Venâncio de Oliveira. Formado na UEL e com doutorado em economia pela Unam (Universidade Nacional Autônoma do México), Venâncio publicou um primeiro relatório sobre o tema e, por pouco mais de uma hora, fez uma apresentação dos principais achados em um vídeo que está disponível no canal do Sindiprol/Aduel no YouTube. Ambos estão disponíveis abaixo. 

(Foto: Letícia Araújo)

 A tese da qual Venâncio parte é a de que o governo de plantão, por meio do Estado, usa o discurso de fatalidade econômica para justificar sua passividade frente à economia, ou seja, para, em meio a uma crise que atinge o Brasil desde 2015, diminuir ainda mais o investimento público e sua atuação como agente econômico. Dessa forma, em vez de, em um momento recessivo, aumentar os investimentos, garantir direitos do funcionalismo público, realizar concursos etc.faz com que o Estado diminua sua participação e piora, com isso, a crise. O argumento usado é o de que finanças públicas sadias aumentariam os investimentos privados. De acordo com o relatório, entretanto, esse aumento não aconteceu e houve uma deterioração ainda maior da situação econômica. 

Nesse contexto, os serviços públicos e, em particular, as universidades públicas, são os mais penalizados, mesmo sendo responsáveis por atender as necessidades da grande maioria da população, que depende de saúde, educação e assistência social públicas. Sem concursos públicos e sem reposição salarial desde 2016, a situação na UEL, foco da pesquisa desenvolvida por Venâncio, nos últimos anos é de forte precarização e desmonte das condições para a oferta de ensino, pesquisa e extensão de qualidade. Entre 2015 e 2019, houve diminuição de 18% no número de técnicos e um crescimento frágil de 1,15% no número de professores. Somando esses dados ao crescimento do total de alunos, o resultado visto é o aumento da carga horária e da intensidade de trabalho, que resultam, por sua vez, em maior cansaço mental e físico, por exemplo. 

Com relação ao investimento público, há uma tendência, desde 2016, de queda de gastos com ensino superior, queda dos investimentos com pessoal e encargos sociais – sendo ela ainda mais forte nas contratações por tempo determinado – e aumento do uso de recursos próprios da UEL. Ao mesmo tempo em que há esse desmonte, a UEL continua sendo bem avaliada em índices e rankings nacionais e internacionais. Dessa forma, o governo destaca e valoriza os méritos, mas, na prática, atua para desmontar o ensino público e os serviços públicos como um todo. Vale lembrar, como faz o relatório de Venâncio, que há interesse na privatização e/ou na aplicação de lógicas totalmente mercadológicas dentro da universidade, como é o caso da LGU (Lei Geral das Universidades). 

No final desse primeiro relatório, Venâncio de Oliveira recupera estudos sobre o impacto positivo (social e economicamente) das universidades públicas. Eles relacionam a presença delas com a melhora em indicadores de emprego, renda, educação, saúde e desenvolvimento humano nas cidades em que elas estão instaladas e no estado como um todo. Por isso, conclui Venâncio de Oliveira: “(…) podemos avaliar que o investimento público é benéfico à sociedade e tem a capacidade de recompor emprego e renda no curto prazo. Pois, cada real investido na contratação de professor e/ou recomposição salarial gera resultados indiretos na economia como um todo. Até agora as políticas de desinvestimento e de precarização da universidade, tendo como referência apenas a desoneração de impostos e o descaso com a cobrança da dívida ativa, não surtiram efeito na economia. Como percebemos, o desemprego aumentou no estado. Nesse sentido, a valorização do servidor público é um fator benéfico para a sociedade como um todo.” 

Confira o relatório completo clicando .

Assista também à apresentação de Venâncio de Oliveira:

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