Aroeira – 17 de abril de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 17 de abril de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

6m03s – Música e Resistência: Lembranças (Maneva)

8m12s – MAP (Movimento Autônomo Popular) organiza protesto para lembrar a morte de Gabriel Sartori em 2017 e a impunidade de seu assassino, o policial militar Bruno Carnelos Zangirolami; ouça falas da mãe e de um amigo de Gabriel

20m – Diretor jurídico da APP-Londrina, Rogério Nunes da Silva, fala sobre a política educacional adotada pelo governo de Ratinho Júnior

23m21s – Música e Resistência: Polícia (Titãs)

25m54s – Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina (Sinttrol), José Faleiros, fala sobre a vitória dos trabalhadores da categoria, que, depois de greve e negociação, receberam seus salários atrasados

29m10s – Governo de Jair Bolsonaro é denunciado no Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas); Márcia Lopes, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, assistente social e professora aposentada da UEL, comenta a denúncia

33m45s – Campanha “Panela Cheia Salva”: saiba como e onde doar

37m31s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre as políticas neoliberais e seus impactos para a classe trabalhadora

43m18s – Na posse da nova diretoria do Sindiprol/Aduel, realizada na última quinta-feira (15), a professora Andréia Galvão (Unicamp) deu uma palestra sobre os sindicatos diante das contrarreformas neoliberais

46m34s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado volta a falar sobre a responsabilidade criminal das crianças em Israel e nos territórios palestinos

53m – Informativo “Central do Brasil” que trata, dentre outros temas, da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) instaurada para investigar o governo federal durante a pandemia

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Nova diretoria do Sindiprol/Aduel toma posse na quinta (15); Andréia Galvão (Unicamp) palestra sobre “Os sindicatos diante das contrarreformas neoliberais”

Na quinta-feira (15), toma posse a nova diretoria do Sindiprol/Aduel 2021-2023. Na data, a professora Andréia Galvão, do Departamento de Ciência Política da Unicamp, palestrará sobre “Os sindicatos diante das contrarreformas neoliberais”. A atividade será transmitida ao vivo no YouTube a partir das 18h.

O link do Meet para participar da atividade foi enviado por e-mail para todas e todos filiados ao Sindiprol/Aduel. Caso seja e não tenha recebido o link, entre em contato pelo comunicacao@sindiproladuel.org.br ou envie uma mensagem para o WhatsApp (43) 3324-3995.

O link para transmissão ao vivo no YouTube é o:

YouTube player

Aroeira – 10 de abril de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 10 de abril de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

3m29s – Motoristas do transporte coletivo da Grande Londrina e Londrisul paralisam atividades após falta de pagamento

9m53s – Confira o que Nelson Dantas, representante do sindicato de aeroportuários do Paraná, fala sobre o leilão de aeroportos realizado pelo Governo Federal

16m09s – “Panela Cheia Salva”: campanha realiza drive-thru para arrecadar doações nos finais de semana

20m20s – Música e Resistência: Panela Cheia Salva

22m27s – Presidente do Sintesu (Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Superior da Unicentro), Danny Jessé, fala sobre os impactos da Emenda Constitucional 109

27m22s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre como o aumento da fome está relacionado à política de remuneração de acionistas da Petrobrás

31m36s – Confira os principais encaminhamentos da reunião ampliada sobre a LGU, realizada pelo Comando Sindical Docente na última quarta-feira (7)

36m34s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado volta a falar sobre a responsabilidade criminal das crianças em Israel e nos territórios palestinos

42m47s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, sobre o contraste entre o crescimento da fome no Brasil e os 11 brasileiros que entraram para a lista de bilionários da Forbes

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 3 de abril de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 3 de abril de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

3m31s – Música e Resistência: Como Nossos Pais (Elis Regina)

4m06s – Ditadura nunca mais: 57 anos do golpe militar no Brasil

4m59s – Música e Resistência: Cálice (Chico Buarque)

13m15s – Depoimentos relembrando os anos da ditadura militar

19m39s – Música e Resistência: Apesar de Você (Chico Buarque)

24m19s – Campanha Todos Contra Fome: entrevista com Genilda da Silva, catadora de lixo que luta para conseguir sustentar os filhos

30m42s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre a economia e manipulação de dados no tempo da ditadura

35m26s – Comando Sindical Docente realizará reunião ampliada sobre a LGU (Lei Geral das Universidades) na quarta-feira (7)

41m10s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre o trabalho escravo em Wall Street

47m50s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, de campanhas contra Bolsonaro, do reconhecimento de parcialidade do juiz Sérgio Moro e do negacionismo brasileiro

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Comando Sindical Docente realiza Reunião Ampliada sobre a LGU

Na próxima quarta-feira (7), a partir das 15h, o Comando Sindical Docente (CSD) realizará uma Reunião Ampliada sobre a Lei Geral das Universidades (LGU).

Data e horário: quarta (7) às 15h

Link para acompanhar a transmissão no YouTube: https://youtu.be/L1e7t1I3sBQ 

A sala virtual da reunião será divulgada no dia pela lista de transmissão (WhatsApp) e de e-mails. Caso não esteja em nenhuma delas, entre em contato pelo e-mail comunicacao@sindiproladuel.org.br ou envie uma mensagem para o WhatsApp (43) 3324-3995.

Sobre o assunto, o CSD publicou uma nota, na quarta-feira (31), sobre “A LGU e a cumplicidade da SETI contra a autonomia universitária”. Ela está disponível no: .

Não à LGU!

Aroeira – 27 de março de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 27 de março de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

3m48s – Homenagem a sindicalistas que perderam a vida, nesta semana, para a covid-19: João Batista da Silva, presidente do Sinttrol, Francisco Carlos Ferreira e Geraldo Dias Rosa, presidente e diretor financeiro do Stial, respectivamente

13m59s – Repercussão do debate sobre a situação do sistema de saúde realizado pelo Ministério Público de Londrina

23m41s – Falas sobre a campanha Todos Contra a Fome

32m30s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre a relação entre a vacinação e a economia

37m54s – Por unanimidade, docentes, em assembleia realizada na última quarta-feira (24), rechaçam proposta de avaliação docente da UEL

42m40s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado comenta sobre as eleições em Israel e o estado de apartheid na região

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Por unanimidade, docentes em assembleia rechaçam proposta de avaliação docente

Em assembleia virtual do Sindiprol/Aduel realizada na tarde desta quarta-feira (24), todas e todos docentes presentes rejeitaram, de maneira unânime, a minuta de avaliação docente proposta pelo Conselho Universitário (CU) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) em agosto de 2020.

A decisão esteve embasada no histórico de resistência da categoria contrária a esses instrumentos de avaliação/controle e foi fundamentada numa análise, mesmo preliminar, apresentada pela diretoria do Sindiprol/Aduel. A assembleia também deliberou pela sua ampla divulgação, incluindo todas as instâncias da UEL, a fim de não só se posicionar contra essa minuta e o momento no qual se discute a sua implementação, mas também de subsidiar os docentes em futuros debates.

Texto apresentado e discutido na assembleia:

A avaliação docente e a ocultação dos mecanismos de controle 

Apresentação 

Desde meados de 2013, as diversas administrações da UEL têm insistido em aprovar uma proposta de avaliação de desempenho docente, tanto para os efetivos quanto para os que estão em estágio probatório. Desde lá até hoje, as justificativas praticamente não se alteraram, no entanto, a categoria, junto com o seu sindicato, tem recebido o intento com muitas críticas e resistências, fazendo com que, em diversas ocasiões, o Sindiprol/Aduel convocasse a sua base para discutir o tema em reuniões e/ou assembleias. Em todas aquelas oportunidades, rejeitamos proposta de avaliação pelos motivos que exporemos adiante. Por ora, é importante frisar que esta insistência das administrações atende, direta ou indiretamente, a interesses alheios ao exercício da autonomia universitária, como previsto no art. 207 da Constituição Federal.   

Antes de fazermos uma crítica mais contundente à avaliação proposta e, consequentemente, ao instrumento inerente, que agora circula nos departamentos e centros de estudos para avaliação e sugestões, defendemos que ela precisa ser analisada dentro de uma conjuntura política extremamente desfavorável aos servidores públicos, especialmente os que trabalham nas universidades. Sem desprezar que fazemos esta discussão em meio a maior crise sanitária que o país já passou nos últimos tempos, com mortes diárias por Covid-19 batendo na casa das três mil pessoas, os ataques ao funcionalismo público, em geral, não cessam um só instante, tanto oriundos do governo federal como do estadual. Eles trabalham ardilosamente para desmontar os serviços públicos e não descansam enquanto não conseguirem. Para não irmos muito longe, a mais recente é a aprovação da PEC 186, a famigerada PEC “emergencial” (agora Emenda Constitucional 109), que, de modo geral, faz com que os servidores públicos arquem com uma crise que não é sua, por meio do congelamento de seus salários até 2036. Como se não bastasse, encontra-se na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), da Câmara Federal, a PEC 32 da “reforma administrativa”, que, entre outras maldades, caso aprovada, relativiza a estabilidade de emprego para os atuais servidores, ao criar a figura da “demissão por insuficiência de desempenho”. Como seremos capazes de aprovar um instrumento de avaliação docente tendo uma faca no nosso pescoço que preconiza, se aprovada, a “demissão por insuficiência de desempenho”?  

Se no plano federal se planeja o desmonte dos serviços públicos e torna o servidor público uma peça acessória, descartável, podendo ser substituído por apadrinhados dos governos de plantão, o que dizer, no estado do Paraná, quando Aldo Bona (Seti – Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) chantageia reitores e comunidades universitárias a aceitarem a versão desconhecida da LGU (Lei Geral das Universidades), em troca de uma suposta realização de concurso público? A questão, entretanto, é ainda mais profunda: a LGU, que está prestes a ser enviada à Alep, é mais um instrumento de ataque às universidades públicas paranaenses, concebida por uma lógica mercantil da educação superior, como, de resto, tem seguido a posição do seu chefe, o governador Ratinho Jr. O que a LGU provocaráindependentemente da versão que será enviada à Alepé o rebaixamento da qualidade do ensino público superior, orientado por uma lógica privatista. Diante deste quadro, como discutir e aprovar qualquer instrumento de avaliação docente, a não ser para atender a estes interesses privatistas?  

Às questões acima, é preciso agregar outra igualmente importante: a aceitação, por parte das administrações, da ingerência de organismos externos à universidade, como o Conselho Estadual de Educação que, como consta em seu relatório, “recomenda” que seja normatizado um processo unificado de avaliação de desempenho docente, numa flagrante violação da autonomia universitária e, além disso, ignorando completamente a diversidade dos campos de conhecimento de uma universidade pública que, por sua natureza, inviabiliza qualquer “processo unificado”.  

É preciso reforçar que a universidade já possui mecanismos para avaliar o seu funcionamento acadêmico e administrativo e que, respeitada a autonomia dos departamentos, considerando suas particularidades e áreas de ensino/saber, a avaliação de desempenho docente já se realiza cotidianamente. Outro elemento a enfatizar é que existe um arcabouço estatutário/regimental para coibir as eventuais faltas disciplinares, prevendo inclusive a demissão.  

A estes aspectos mais gerais, acrescentamos, por fim, que uma avaliação de desempenho docente, nos moldes empresariais propostos, pode ferir de morte uma das maiores conquistas das universidades públicas brasileiras: a autonomia universitária conjugada com a liberdade de expressão e de cátedra, a pluralidade de pensamento e a forma democrática de gerir o seu cotidiano, com eleições livres para todos os cargos administrativos e acadêmicos. Dessa forma, ao garantir a coparticipação responsável de toda a comunidade universitária, a universidade vem cumprindo com a sua função social, amparada no tripé do ensino, pesquisa e extensão, conforme define não só a Constituição de 1988, como também seu estatuto e seus regimentos internos, o que lhe tem permitido conquistar os maiores rankings nacionais e internacionais de avaliação acadêmica.  

Análise preliminar do instrumento de avaliação docente 

Um aspecto particularmente problemático deste instrumento de avaliação são os critérios pelos quais o docente deverá ser avaliado, ou seja, relações interpessoais, assiduidade, disciplina e eficiência.  

No que diz respeito ao primeiro item, cabe enfatizar que se trata de avaliação feita por pares de forma absolutamente subjetiva. Afinal, de que maneira se pode avaliar, precisar e pontuar a capacidade do docente de se “comunicar de forma clara e objetiva”, de ser “[assertivo] ao expressar seu ponto de vista”, ou de ser “autêntico mantendo-se coerente em seu comportamento”, como consta do Anexo II? Ao contrário do que se pretende, tal avaliação incorrerá em um sistema de vigilância constante entre os docentes, podendo levar, até mesmo, ao acirramento de disputas, competições e retaliações. Em última instância, criar-se-á uma atmosfera adversa à liberdade de expressão e de cátedra no âmbito da universidade, sobretudo quando houver divergências de natureza política e ideológica. É inegável que as dificuldades inerentes às relações humanas aparecem no cotidiano da universidade pública, posto que, aqui, estão em jogo diferentes visões de mundo e diferentes projetos de Universidade. Esse dinamismo das relações leva a encontros e desencontros constantes que precisam ser revolvidos a partir desse mesmo contexto dinâmico e plural propiciado pelas universidades públicas. No momento em que se pensa um instrumento que cerceia as liberdades dos docentes, perdem-se as condições de possibilidade do fazer político, da construção do conhecimento e da criação, que têm na divergência sua maior aliada. Cabe salientar, por fim, que os processos de sindicância e a execução de atos administrativos existem com o intuito de coibir ou mesmo punir atitudes e comportamentos inadequados por parte dos docentes.  

No que diz respeito aos demais critérios, os docentes já são extensiva e continuamente avaliados por meio da assinatura da folha-ponto, da presença nas aulas de graduação e pós-graduação, da produção acadêmica rigorosamente avaliada pela CAPES, da coordenação e participação em projetos de pesquisa, ensino e extensão, das orientações de estudantes de graduação e pós-graduação, da ocupação de cargos administrativos, e, atualmente, das duplas jornadas de trabalho, uma vez que muitos departamentos sequer possuem secretário(a)s que possam auxiliar nas tarefas burocráticas. Este último ponto merece destaque especial, posto que a proposta pressupõe a imposição de mais uma tarefa burocrática a já longa jornada de trabalho do docente, como estabelece o Art. 5: “Para a avaliação será eleita uma Comissão de Avaliação de Desempenho Docente a cada gestão departamental constituída por três membros titulares”.  

Conclui-se, portanto, que a Universidade Estadual de Londrina já possui instrumentos suficientes para reger e orientar a conduta dos docentes, o que torna a proposta de avaliação, por um lado, redundante, e, por outro, essencialmente punitiva e privatista. O caráter punitivo aparece de forma subliminar a partir dos diversos itens que compõem cada critério, mas, em especial, no fato de que o docente deverá atingir pontuação mínima (70 pontos) a fim de ser aprovado. Para além do fato de ser avaliado pelos próprios pares, a todo momento, o docente verá o conjunto do seu trabalho se perder, em suas especificidades e potencialidades, ao ser incorporado a uma lógica fundamentalmente produtivista. Em outras palavras, toda a complexidade do trabalho docente na universidade pública será reduzida a um número, que pode ou não resultar em punição efetiva. 

Análise minuciosa do instrumento de avaliação docente

A comissão que está analisando a minuta apresentará, em breve, uma análise minuciosa do instrumento proposto, destrinchando-o por inteiro. Assim que estiver pronta, a diretoria do Sindiprol/Aduel divulgará para que todos os docentes utilizem-na em debates e encaminhamentos.

Aroeira – 20 de março de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 20 de março de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

4m39s – “Trabalhadores unidos contra a fome”: Coletivo de Sindicatos de Londrina promove campanha para arrecadação de alimentos em parceria com a Cufa (Central Única das Favelas)

13m28s – Olga Estefânia, coordenadora geral do SindiSaúde-PR, conversa sobre a atuação dos profissionais de saúde contra o novo coronavírus

27m07s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio Oliveira fala sobre o auxílio emergencial e a distribuição de renda no país

32m44s – Aprovação da PEC 186 Emergencial é o assunto da primeira live do Fórum das Entidades Sindicais, disponível no Facebook do FES; ela é ponto de pauta na Assembleia Docente do Sindiprol/Aduel, que será realizada na quarta-feira (24), a partir das 16h

37m10s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade de Bolsonaro contra os decretos de governadores, que estabeleceram restrições às atividades econômicas

44m01s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, da falta de políticas públicas, que faz pobres, negros e indígenas serem as principais vítimas de covid-19

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Assembleia Geral Docente Virtual

O Sindiprol/Aduel convoca todas e todos docentes da UEL, da Uenp e do campus de Apucarana da Unespar para assembleia virtual com a seguinte pauta:

Pauta:
1) Data-base;
2) Lei das progressões e promoções;
3) Emenda Constitucional 109 (PEC 186 Emergencial);
4) Lei Geral das Universidades;
5) Instrumento de avaliação docente;
6) Jornada de Lutas de Servidoras e Servidores Públicos;
7) Eleição de delegado para o 11º Conad Extraordinário (confira o caderno de textos aqui).

Data e horário: 24/03 (quarta) às 16h

A sala virtual será divulgada no dia pela lista de transmissão (WhatsApp) e de e-mails. Caso não esteja em nenhuma delas, entre em contato pelo e-mail comunicacao@sindiproladuel.org.br ou envie uma mensagem para o WhatsApp (43) 3324-3995. 

Aroeira – 13 de março de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Programa de 13 de março de 2021:

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Atualização de site e distribuição em tocadores: Gabriela Fernandes Silva (estagiária sob supervisão de Guilherme Bernardi).

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

4m48s – Podcast com programação intensa na “semana da mulher”

14m20s – Presidente da APP-Londrina, professor Márcio André Ribeiro, comenta sobre o adiamento das aulas presenciais nas escolas públicas

21m04s – Governo Federal quer privatizar o Banco do Brasil; confira entrevista com um diretor do sindicato dos bancários de Londrina

32m40s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio de Oliveira fala sobre o aumento dos preços de gás de cozinha, óleo diesel e gasolina (confira a nota técnica do Dieese sobre o tema: https://www.dieese.org.br/notatecnica/2018/notaTec195gas.html)

38m02s – Chapa “Unidade na Luta” é eleita para dirigir o Sindiprol/Aduel entre 2021 e 2023

43m34s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado comenta as decisões do Supremo Tribunal Federal sobre a Lava Jato e os processos criminais que envolvem o ex-presidente Lula

51m06s – Informativo “Central do Brasil” que trata, dentre outros temas, dos três anos sem Marielle, da luta dos médicos intensivistas no combate à covid-19 e da PEC Emergencial

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.