Entre os dias 26 de fevereiro e 1 de março, 457 delegadas e delegados de 86 seções sindicais estiveram reunidos, em Fortaleza-CE, para o 42º Congresso do Andes-SN, que teve como tema central “Reverter as contrarreformas, em defesa da educação, dos serviços públicos, das liberdades democráticas e direitos sociais”. No total, o evento, que é a instância máxima de deliberação da categoria organizada no sindicato, contou com 632 participantes, um dos maiores congressos da história do Andes-SN.
Lorena Portes, vice-presidente do Sindiprol/Aduel, e Rodrigo Belli, diretor da seção sindical, foram os delegados eleitos para representar as bases da UEL e da Uenp no evento
“(…) o Andes-SN e suas seções sindicais deverão continuar estimulando debates e continuar dando divulgação nacional à luta contra a Lei Geral das Universidades (LGU do Paraná) e similares, denunciando os inúmeros prejuízos que causam às universidades, em especial no que se refere à limitação do financiamento, da autonomia das universidades, bem como os ataques aos direitos da categoria docente. Neste ano, também será realizado o III Seminário Estadual sobre a LGU, através da Regional Sul do Andes-SN com as seções sindicais do Paraná.”
Representantes das seções sindicais docentes das universidades estaduais do Paraná (Adunicentro, Adunioeste, Sesduem, Sinduepg, Sindunespar e Sindiprol/Aduel) após a aprovação do texto de resolução contra a LGU
Ficou ainda decidido que o 43º Congresso do Andes-SN será realizado em Vitória-ES, sob organização da Adufes, seção sindical docente da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
Organização do Andes-SN e do nosso setor
O 42º Congresso do Andes-SN teve organização da ADUFC, seção sindical docente das universidades federais do estado do Ceará, que, neste evento, juntamente com a Adufscar, representante da categoria nas instituições federais de ensino superior de São Carlos, Araras, Sorocaba e Buri-SP, retornou à base do Sindicato Nacional.
No evento, também foi aprovada a homologação de duas novas seções sindicais: a Sindfames, de docentes da Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames), e a Sindundf, representante da categoria na Universidade do Distrito Federal (UnDF). Com a criação da última, houve mudança no setor do Andes-SN em que nós estamos, que deixou de ser apenas das Instituições Estaduais e Municipais (IEES/Imes) para ser também da Distrital (IEES/Imes/Ides). Como a homologação no Congresso é um passo necessário para a fundação de uma nova seção sindical, a futura representante da categoria na Uenp (Aduenp), que está em processo de fundação, terá também que ser posteriormente aprovada em Congresso do Andes-SN.
Mais informações e a cobertura completa do evento estão no site do Andes-SN.
Desde o início da militarização das escolas no estado do Paraná, em 2020, o Sindiprol/Aduel se posicionou contrariamente a essa medida, por entender que ela traz inúmeros prejuízos e vai na direção completamente oposta ao modelo de educação que defendemos e acreditamos: uma educação crítica, democrática e que promova o avanço, não o cerceamento, da liberdade.
Naquele ano, o tema foi tratado em nosso jornal publicado em dezembro, quando já destacamos a presença do saudosismo da ditadura militar. No final do ano passado, em meio ao processo de expansão da militarização das escolas paranaenses, promovido a despeito do encerramento do programa nacional de escolas cívico-militares, novamente nos manifestamos em repúdio à medida.
Considerando o início do ano letivo e, com ele, das denúncias de violência e repressão advindas de escolas militarizadas (veja a postagem da APP-Sindicato), o Sindiprol/Aduel, retomando o espírito do caderno sobre a PM no campus, publica mais uma análise de fôlego, agora sobre a expansão das escolas cívico-militares aqui no Paraná, com o objetivo de dar uma contribuição ao debate.
Em assembleia realizada na tarde desta quinta-feira (14/12), no Anfiteatro Maior do CLCH, as e os docentes da UEL deliberaram pelo encerramento da greve (que estava suspensa desde 10/11) e da campanha salarial 2023, nove meses depois do início do movimento, cuja primeira paralisação foi realizada no dia 15 de março.
Tomando como referência a nova tabela salarial, que entrará em vigência com a sanção do plano de carreira docente pelo governador Ratinho Jr., no caso das e dos doutores, seria preciso 17% de reajuste para sanar a defasagem salarial atual, que é de 22,24% em relação a janeiro de 2016. Assim, o percentual a ser reivindicado está próximo ao de 2019, ano anterior ao início da pandemia de Covid-19.
Ao final da assembleia, também foi eleita, como delegada, para o 42º Congresso do Andes-SN a professora Lorena Portes, vice-presidente do Sindiprol/Aduel, e, como delegado, o professor Rodrigo Belli, diretor da seção sindical. O evento será realizado em Fortaleza-CE, de 26 de fevereiro a 1º de março de 2024.
Numa luta, derrotas e vitórias devem ser identificadas e analisadas de modo contextual, não em abstrato; não conforme os desejos, mas na articulação destes com as possibilidades. No caso da campanha salarial deste ano das e dos docentes das universidades estaduais paranaenses, uma avaliação meramente quantitativa e apressada poderia qualificá-la como uma derrota, pois, grosso modo, ante uma defasagem de 42%, houve uma reposição de 5,79% (data-base geral) e elevação dos Adicionais de Titulação (ATT) nos seguintes percentuais: especialistas, 25% para 30%; mestres, 50% para 60%; doutores, 80% para 105%.
Assim, sem contar gratificações, anuênios e quinquênios, os dois reajustes somam um incremento salarial de 10,02% para especialistas, 12,84% para mestres e 20,48% para doutores (a grande maioria da categoria). Porém, vejamos alguns fatos.
Nos últimos sete anos, apesar da luta, não tivemos reposição da inflação anual na data-base. Na maioria deles, não tivemos reposição alguma. Neste ano, mesmo com o desmonte da luta unitária do funcionalismo pela política do governo de fazer “ajustes” em algumas carreiras, conquistamos um índice que recupera praticamente a metade das perdas salariais acumuladas.
No contexto de um governo estadual de feição ultraliberal, marcado pelas políticas de desmonte do serviço público, pelas generosas desonerações fiscais à alta burguesia e que faz de tudo para desqualificar as reivindicações, as lutas e as organizações sindicais, não se pode dizer que estamos ante uma derrota sindical. Renascemos na luta e, em meio a um ambiente de uma intensa tentativa de descrédito das universidades e seus profissionais por governos, grupos e indivíduos ligados à direita e à extrema direita, somos a única categoria do funcionalismo que teve força para fazer uma greve. Greve que, em conjunção com a pressão das direções sindicais sobre o governo e parlamentares, bem como com o auxílio de alguns destes, acabamos obtendo uma vitória parcial.
Por que uma vitória? Simples: em condições muito adversas, invertemos o curso da política de arrocho e começamos uma trajetória de recuperação salarial. Inclusive, sabendo da dificuldade da luta, inverter essa trajetória, passando de perdas para recomposição, foi um objetivo realista almejado – e assim exposto para a categoria – pelas seções sindicais em inúmeras reuniões e assembleias. E esse objetivo foi alcançado. Aliás, quantas categorias docentes do ensino superior tiveram reposição salarial semelhante no país? Eis o resultado da luta dos docentes do Paraná.
Seja como for, a luta não acabou; na verdade, ela nunca para. Tomando como referência a nova tabela salarial, no caso dos doutores, hoje precisaríamos de 17% de reajuste para sanar os 22,24% de defasagem salarial atual ante janeiro de 2016. A inflação está mais baixa, mas continua a corroer os nossos salários mensalmente. Precisamos reconquistar a política de reposição integral dos salários no mês da nossa data-base. Igualmente, corrigir distorções nas titulações, avançar na luta pela elevação do piso, exigir concursos públicos e enfrentar a LGU. Porém, esses e outros assuntos precisam ser amplamente discutidos e deliberados pela categoria em assembleias no início do próximo ano, quando daremos início à campanha salarial de 2024.
E, apesar das críticas – às vezes, válidas; outras, deletérias – e de alguns posicionamentos que pouco contribuem com a luta, sabemos que demos um passo importante na luta pela recomposição dos nossos salários. Mas, claro, essa história não acabou. Teremos novos capítulos duríssimos pela frente. E somente de modo organizado e coletivo, nós poderemos alcançar os nossos objetivos.
Nesse sentido, conclamamos a todas e todos os docentes a somarem forças na luta coletiva. Essa luta não acontece se não temos participação nas atividades e na manutenção do nosso sindicato. É importante reconhecer que a luta e as conquistas não acontecem sem um sindicato forte, cuja existência é um trunfo e resultado do esforço da categoria docente.
Manutenção do estado de greve até a aprovação do PL;
Transformação do Comando de Greve em Comando de Mobilização para acompanhar a tramitação do projeto de lei (PL) na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep);
Atuação junto à Alep para obtenção de índices de AT para especialistas e mestres com impacto salarial semelhante ao índice de AT para doutores;
Realização de nova assembleia após a aprovação do PL.
Com o estado de greve mantido até a aprovação da PL, docentes da Uenp se alinham aos de UEL, Unioeste, UEPG, UEM e Unespar (esta última ainda não realizou nova assembleia). A Unicentro encerrou a greve na segunda passada (6).
O caderno “Como reivindicamos nossos direitos?” foi produzido e publicado pelo Sindiprol/Aduel, em maio de 2023, durante um momento de intensa atividade da categoria em função da deflagração da greve docente da UEL e da Uenp pela reposição integral da defasagem salarial dos últimos sete anos.
O objetivo do caderno é tornar a nossa atuação mais familiar aos que têm pouco ou quase nenhum conhecimento da estrutura sindical e das suas formas de organização e mobilização. Desse modo, esperamos romper barreiras e promover o engajamento da nossa categoria.
Após o grande interesse de docentes e companheiros da luta sindical, a 2ª edição revisada e ampliada do caderno foi impressa, em agosto de 2023, no contexto da luta pela aprovação imediata do plano de carreira docente. Desde então, a versão física está sendo distribuída em todas as assembleias docentes e também está disponível no Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel. Agora, divulgamos também a versão digital do caderno.
Em assembleia realizada na tarde desta sexta-feira (10), no Anfiteatro Maior do CLCH, as e os docentes da UEL deliberaram, com 4 votos contrários e uma abstenção, pela suspensão da greve, com retorno às atividades na segunda (13). A categoria votou também pela manutenção do estado de greve até a aprovação do plano de carreira docente.
Integrar o Comando Estadual de Mobilização para acompanhar o envio e tramitação do projeto à Alep;
Atuar junto à Alep para obtenção de índices de AT para especialistas e mestres com impacto salarial equivalente ao índice de AT para doutores.
Docentes da UEL se juntam, assim, aos de Unioeste, UEPG, Uenp e Unespar (esta ainda não realizou nova assembleia) com o estado de greve mantido. Na UEM, que permanece em greve, a próxima assembleia deve ser convocada para a terça-feira (14/11). A Unicentro encerrou a greve na segunda (6/11).
– 19h – Bandeirantes, Cornélio Procópio e Jacarezinho (simultaneamente)
Quinta-feira (1/06)
Assembleia docente da UEL – ADIADA
A assembleia docente da UEL de amanhã (quinta, 1/06) foi adiada! Devido a reuniões importantes que serão realizadas no dia e na sexta-feira (2), o Comando de Greve e a diretoria do Sindiprol/Aduel decidiram pelo adiamento da assembleia que estava prevista para a data.
Em breve, anunciaremos e convocaremos a próxima assembleia docente da UEL.
Sexta-feira (2/06)
Reunião da diretoria e do Comando de Greve com a reitora da UEL
– 8h – Reitoria da UEL
Reunião do Comando Estadual de Greve
– 9h30 – Virtual
Reunião do Comando Estadual de Greve com a Apiesp
– 13h30 – Virtual
Reunião do Comando de Greve da UEL (aberta para a base)
– 14h – CCA – Anfiteatro do Prédio da Pós-Graduação
Reunião dos Comandos de Greve da UEL, da Uenp e da Unespar
– 17h – Virtual
Terça-feira (13/06)
Após reunião dos comandos de greve da UEL, Uenp e Unespar, realizada ontem (segunda, 12), acertou-se que as três universidades em greve farão assembleias docentes na quinta-feira (15), de modo a sincronizar as decisões das bases, uma vez que são as únicas paralisadas no momento.
Desse modo, as assembleias da UEL e da Uenp, anteriormente marcadas para amanhã (quarta, 14), estão automaticamente transferidas para quinta. A da UEL será às 14h e a da Uenp, às 15h. Em breve, faremos a convocação oficial.
Reunião nos Centros de Estudos da UEL
– 9h – Ceca – Sala 683
– 9h – CCS – Sala 518
– 9h – CCB – Sala 202
– 14h – CLCH – Sala 102
– 14h – Cesa – Sala 433
– 14h – CCE – Sala 1 (depto. de Matemática)
Reunião da diretoria
– 19h – Centro de Vivência
Quarta-feira (14/06)
Reunião do Comando de Greve da UEL
– 9h – Centro de Vivência
Quinta-feira (15/06)
Reunião dos Comandos de Greve da UEL, da Uenp e da Unespar
Liberada a realização de eventos que, por empenho de verba e prazo de conclusão, não podem ser adiados e foram previamente marcados para ocorrer até dia 13/11. Portanto, a comissão de ética só será constituída posteriormente a essa data;
Estado de assembleia permanente, com a próxima prevista, a princípio, para quarta-feira (1/11), às 13h30, no Anfiteatro Maior do CLCH;
Elaborar uma carta do comando de greve para ser lida nos eventos;
Realizar reuniões nos centros de estudo da UEL (confira os horários abaixo), entre terça e quarta de manhã;
A partir dessas reuniões, recompor o comando de greve da UEL, com a indicação de representantes dos centros de estudo, além das diretoras e dos diretores do Sindiprol/Aduel;
Criar um grupo de trabalho para organizar as atividades de mobilização, atos e intervenções na semana do dia 6/11 a 10/11;
Exigir da administração da UEL a manutenção do fluxo de contratação dos professores com contrato temporário.
Também foi informado que, em conjunto com as demais seções sindicais, está sendo construído um ato das e dos docentes universitários do estado para ser realizado aqui na UEL, no dia 8/11. Além disso, a organização do movimento grevista e das atividades terá sequência com uma reunião no Centro de Vivência, a partir das 14h.
A convocação completa da assembleia de quarta-feira (1) será feita posteriormente, assim como a divulgação das salas para as reuniões por centros de estudo.
Reuniões por centros de estudo da UEL
Terça (31/10) – manhã
9h – Cefe – Sala 933 (pós-graduação)
9h – CTU – Sala Multimeios 4
10h- Ceca – Sala 683
Terça (31/10) – tarde
14h – Cesa – Sala 433
14h – CCS – Sala 518
15h – CLCH – Sala 102
Quarta (1/11) – manhã
9h – CCE – Sala 1 (depto. de matemática)
9h – CCB – Sala da Psicologia Escolar (Sepe)
10 – CCA – Anfiteatro da Pós-Graduação
Aproveitamos para relembrar que os pedidos de camisetas “Somos universidade pública e gratuita” do Sindiprol/Aduel continuam abertos até o dia 5/11 (segunda-feira). Filiada/filiado, para você ela não tem custo, mas precisa ser encomendada com o preenchimento do formulário neste link. Se você já preencheu, não é preciso preencher o formulário novamente!
A decisão foi tomada após feitos os informes (veja abaixo sobre o almoço e a camiseta que estamos lançando), momento no qual foi relatada a reunião de ontem (terça, 24) entre governo, reitorias e Seti, na qual não foi apresentada a contraproposta e, ainda, as administrações foram cobradas da apresentação de cálculos a respeito do financiamento do plano de carreira docente e possíveis “mitigações”, ou seja, mais cortes (nos salários? nos já rebaixados orçamentos? na proposta de PCCS que apresentaram?).
Confira a nota do Comando Estadual de Greve:
Como não é papel dos sindicatos ser governo ou administrar o estado, a resposta da categoria docente da UEL foi a deliberação unânime pela greve a partir de segunda, quando será realizada, logo pela manhã, uma nova assembleia, para avaliar algum possível andamento do PCCS, organizar a greve e as atividades a serem realizadas nos próximos dias, inclusive na “Semana Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior”, marcada para os dias 6 a 10/11, aqui na UEL. A convocação completa da assembleia será feita posteriormente.
Almoço do Sindiprol/Aduel – Dia da Professora e do Professor
Na assembleia, também foi informado que o Almoço do Dia da Professora e do Professor, que seria realizado neste sábado (28/10), devido às previsões de forte chuva, foi transferido para o dia 18/11.
Os convites seguem disponíveis para compra/reserva com as diretoras e os diretores do Sindiprol/Aduel ou no Centro de Vivência, que fica no campus da UEL próximo ao Sebec. As reservas também podem ser feitas pelo telefone (43) 3328-4549.
Camiseta do Sindiprol/Aduel – filiada/filiado, para você ela não tem custo!
Neste ano de 2023, nós, docentes das universidades estaduais do Paraná, demonstramos nossa força e disposição para lutar em defesa de nossos direitos: fizemos a primeira greve de uma categoria do funcionalismo público estadual após a pandemia de Covid-19. Para parte de nossa base, essa pode, inclusive, ter sido a primeira experiência de engajamento na luta sindical. Esse momento não pode ser esquecido!
Como a luta pela valorização do trabalho docente ainda não terminou, o Sindiprol/Aduel está lançando uma camiseta como forma de marcar a retomada das lutas em defesa dos direitos e da universidade pública e gratuita. Precisamos nos organizar e defender aquilo que somos e construímos diariamente com nosso trabalho! Plano de carreira docente, já!
Se você é filiada/filiado, sua camiseta não terá custo algum! Você é fundamental para a existência do Sindiprol/Aduel! Por isso, basta preencher o formulário abaixo com seus dados e o tamanho dela (veja a tabela de medidas).
Se você não é filiado, na retirada da camiseta serão cobrados R$ 32, que poderão ser pagos no dinheiro ou no Pix.
Se você ainda não é, mas quer se filiar: marque a opção no formulário abaixo para que entremos em contato ou escreva para o e-mail sindicato@sindiproladuel.org.br.
Todas as camisetas serão de malha 100% algodão, com previsão de entrega para o final de novembro/começo de dezembro de 2023. Não garantimos a posterior disponibilidade de camisetas para compra no Centro de Vivência, por isso, preencha o formulário e garanta a sua. Os pedidos estarão abertos até dia 5/11/2023!