CAMPANHA EM DEFESA DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA – SÉRGIO DANTAS

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala o professor Sérgio Dantas, do colegiado de Matemática do campus de Apucarana da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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CAMPANHA EM DEFESA DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA – REGINALDO MOREIRA

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala o professor Reginaldo Moreira, do departamento de Comunicação do Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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CAMPANHA EM DEFESA DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA – Moisés Alves de Oliveira

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala o professor Moisés Alves de Oliveira, do departamento de Química do Centro de Ciências Exatas (CCE) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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Campanha em Defesa da Ciência da Universidade Pública – Renata Perfeito Ribeiro

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala a professora Renata Perfeito Ribeiro, do departamento de Enfermagem do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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Repúdio ao pronunciamento de Jair Bolsonaro

Repúdio ao pronunciamento de Jair Bolsonaro
A vida na frente do lucro!

A diretoria do Sindiprol/Aduel – Seção Sindical do Andes-SN repudia veementemente o pronunciamento do presidente Bolsonaro, em cadeia nacional de rádio e TV, na noite de ontem (24), no qual menospreza e ridiculariza as recomendações sanitárias mundiais e do seu próprio Ministério da Saúde para que todos permaneçam em suas casas como forma de evitar a propagação do Covid-19. Trata-se de um pronunciamento irresponsável e criminoso que coloca em risco a vida de milhões de trabalhadores com o objetivo de proteger apenas o grande capital.

A vida na frente do lucro!
Em defesa do SUS!
Em defesa dos serviços públicos gratuitos!

Contra a retirada de direitos! Os trabalhadores não devem pagar pela crise!

Ontem (domingo, 22), na calada da noite, com a edição da Medida Provisória (MP) 927, Bolsonaro tentou mais um violento ataque aos trabalhadores. Desta vez, com efeitos imediatos sobre os trabalhadores das empresas privadas.
Como houve pressão de todos os lados, inclusive da sua base de apoio nas redes sociais, Bolsonaro retirou um dos artigos da MP. Isso, porém, não significa que os ataques contra os trabalhadores terminaram. Virão outros, pois há um claro alinhamento deste governo com banqueiros e mega empresários.

Não podemos nos iludir! Com uma medida aqui e outra ali, os trabalhadores estão tendo os seus direitos retirados (lei da terceirização, reforma trabalhista, reforma da previdência, lei da liberdade econômica etc.). Nunca houve tantos trabalhadores informais como agora. Bolsonaro continua firme na intenção de retirar renda e direitos das classes trabalhadoras para manter os lucros do grande capital.

Quarentena não é escolha, é necessidade!
Estabilidade no emprego para todos os trabalhadores!

O agravamento da crise com a precarização do serviço público e o decreto antissindical do governo Ratinho Jr.

Nesta sexta-feira (20), publicamos dois textos sobre medidas tomadas pelo governo Ratinho Jr. (PSD) que são prejudiciais para o serviço público, para os servidores e, consequentemente, para a maioria das pessoas. O primeiro deles fala sobre o ato do governo do Paraná que manda suspender a contratação de docentes em regime de trabalho temporário com processos seletivos já realizados e convoca estudantes da área da saúde e profissionais recém-formados para atuarem como bolsistas, sem direitos trabalhistas, no enfrentamento ao coronavírus. O segundo texto, por outro lado, trata do decreto antissindical do governo Ratinho Jr., que exige, de maneira arbitrária, ilegal e sem necessidade, o recadastramento de todos os servidores sindicalizados do Paraná.

Confira os textos completos:

A precarização do serviço público só vai agravar a crise

Neste momento de crise, o governador do Paraná, Ratinho Jr., mostra sem máscara a sua cara e usa a crise sanitária para aprofundar a precarização do trabalho dos servidores públicos, esses mesmos que serão os responsáveis diretos por enfrentar a crise.

Com perdas salarias que passam dos 18%, serão os servidores públicos, em especial os da saúde, da assistência social, dos hospitais universitários, que estarão na linha de frente do combate à pandemia do coronavírus. Isto num sistema de saúde já fragilizado pelos recorrentes cortes de recursos e sobrecarregado pela epidemia de dengue que assola o Paraná.

Os hospitais das universidades públicas, aquelas mesmas em que o governo tem efetuado uma política de desmonte, com cortes de verbas e não reposição de pessoal, estão atendendo à população. Enquanto seus pesquisadores buscam medicamentos eficazes, os laboratórios universitários estão produzindo álcool em gel.

Sem qualquer respeito aos trabalhadores e à população, Ratinho Jr. não contrata docentes em regime de trabalho temporário com processos seletivos já realizados, mas convoca estudantes da área da saúde e profissionais recém formados para atuarem como bolsistas, sem direitos trabalhistas, no enfrentamento ao coronavírus.

Por que não profissionais desempregados? Por que colocar em risco a vida de jovens que ainda não terminaram os seus estudos?  Simples, porque numa crise com estas proporções, o governo pretende aprofundar a política de sucateamento dos serviços públicos e de precarização das condições de trabalho.

Senhor Governador, seja responsável: assine a contratação dos professores temporários que convocou, pois eles não podem pagar pela suspensão das aulas. Seja mais responsável ainda e não exponha nossos estudantes e jovens, de forma precária, sem garantias trabalhistas, a uma doença que pode matar.

O momento de crise sanitária não deve ser utilizado pelo governo para precarizar ainda mais as condições de trabalho.

Pela reposição das perdas salarias!

Pela valorização do serviço público!

Pela valorização e respeito aos profissionais da saúde e da educação!

Pelo respeito aos trabalhadores!

O governo Ratinho Jr. e o ataque aos sindicatos

O Sindiprol/Aduel repudia com veemência a perseguição que o governador Ratinho Jr. tem feito aos sindicatos. Sob o argumento falacioso de respeito à Lei Geral de Proteção de Dados, a Controladoria Geral do Estado (CGE) tem exigido o recadastramento de todos os sindicalizados – isto é, a renovação da anuência da cobrança das mensalidades sindicais.

Essa postura é um abuso de poder do estado. Isso porque, no ato de filiação à entidade sindical da sua categoria, cada servidor assina um formulário que dá permissão para que o desconto em folha seja efetuado.

O decreto, porém, não é exigido em relação aos bancos e seus empréstimos consignados. Por isso, há arbitrariedade, seletividade e ilegalidade na ação do governo estadual.

Exigimos, portanto, a revogação do decreto antissindical e o imediato reestabelecimento da plenitude dos direitos individuais e coletivos dos servidores públicos do Estado do Paraná.

Contra o decreto antissindical de Ratinho Jr. e seu governo!

Pelo respeito aos servidores públicos e seus direitos!