CAMPANHA EM DEFESA DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA – ANA LUCIA DA SILVA

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala a professora Ana Lucia da Silva, do departamento de Matemática do Centro de Ciências Exatas (CCE) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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CAMPANHA EM DEFESA DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA – MARSELLE NOBRE DE CARVALHO

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala a professora Marselle Nobre de Carvalho, do departamento de Saúde Coletiva do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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Campanha em Defesa da Ciência da Universidade Pública – Renata Perfeito Ribeiro

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala a professora Renata Perfeito Ribeiro, do departamento de Enfermagem do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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Campanha em Defesa da Ciência da Universidade Pública – Cristina Simon

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala a professora Cristina Simon, do departamento de Letras Vernáculas e Clássicas do Centro de Letras e Ciências Humanas (CLCH) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa: 
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Campanha em Defesa da Ciência da Universidade Pública

Na Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, o Sindiprol/Aduel quer dar a voz aos docentes para explicar aos cidadãos a importância das pesquisas e das atividades extensionistas desenvolvidas pela universidade na formulação de conhecimentos e respostas aos problemas da sociedade. Embora esta seja uma necessidade recorrente, com a crise sanitária provada pela pandemia da Covid-19, sabemos que só a ciência pode apresentar soluções para os problemas sociais e políticos contemporâneos. A necessidade também se reforça diante do sistemático desmonte do financiamento das pesquisas, da extensão e das universidades públicas como um todo, que redundou no rebaixamento da capacidade do país para enfrentar, por exemplo, o urgente e gravíssimo problema da pandemia.

Saiba mais sobre a campanha:

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João Zequi (departamento de Biologia Animal e Vegetal do CCB/UEL):

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Cristina Simon (departamento de Letras Clássicas e Vernáculas do CLCH/UEL):
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Renata Perfeito Ribeiro (departamento de Enfermagem do CCS/UEL):
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Moisés Alves de Oliveira (departamento de Química do CCE/UEL):
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Marselle Nobre de Carvalho (departamento de Saúde Coletiva do CCS/UEL):
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Reginaldo Moreira (departamento de Comunicação do CECA/UEL):
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Sérgio Dantas (colegiado de Matemática da Unespar/Apucarana):
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Ana Lucia da Silva (departamento de Matemática do CCE/UEL):
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Maria Nilza da Silva (departamento de Ciências Sociais do CLCH/UEL):
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Antonio Donizeti (colegiado de Pedagogia da Uenp/Jacarezinho):
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Deize Lopes (departamento de Construção Civil do CTU/UEL):
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Andréa Pires Rocha (departamento de Serviço Social do CESA/UEL):
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Wilma Aparecida Spinosa (departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos do CCA/UEL):
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Fernanda de Freitas Mendonça (departamento de Saúde Coletiva do CSS/UEL):
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Karina de Toledo Araújo (departamento de Estudo do Movimento Humano do CEFE/UEL):

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29 DE ABRIL: MAIS QUE RELEMBRAR, É PRECISO RESISTIR!

O dia 29 de abril de 2015 deve ser constantemente lembrado por nós, servidoras e servidores públicos do Paraná. Naquele dia, o arbítrio governamental materializou-se em violência física brutal contra servidores que se encontravam em Curitiba reivindicando a manutenção de nossos direitos trabalhistas. Tratava-se da defesa da Paraná Previdência, que o então governador, Beto Richa (PSDB), almejava sucatear por meio do uso do fundo previdenciário dos servidores.

Cerca de 10.000 pessoas manifestavam-se, pacificamente, em frente ao Palácio Iguaçu, na tentativa de serem ouvidas pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) composta por deputados que, em tese, tinham sido eleitos para trabalhar pelo interesse da maioria do povo. Porém, aquelas pessoas não foram ouvidas.

Num ato de puro autoritarismo, Beto Richa colocou os batalhões de choque da Polícia Militar contra os servidores. 29 de abril ficará na história como o dia em que, em pleno Centro Cívico, bombas, jatos de água e cacetetes machucaram física e psicologicamente milhares de trabalhadoras e trabalhadores que ali se reuniam. Ninguém foi poupado. Mais de 200 pessoas foram feridas enquanto deputados se escondiam, vergonhosamente, atrás das paredes de uma Alep cercada pela barreira policial.

Tal violência física constitui-se, também, em uma violência simbólica, uma violência que vai além dos corpos e mentes dos que a sofreram em frente à Assembleia Legislativa, fazendo ruir as já tênues noções de segurança e justiça supostamente atreladas aos deveres do Estado liberal e afetando toda a categoria.

Não bastasse isso, neste 29 de abril de 2020, o governo volta a tratar servidores e servidoras como danos colaterais de um sistema falido. Hoje, foi colocado na pauta da Alep, para iniciar a tramitação, o Projeto de Lei (PL) 189/2020, que extingue diversos cargos na educação básica, nas Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES), na saúde e na segurança pública. Isso ocorre justamente num momento em que toda a sociedade paranaense, e todo o país, se reconectam com os servidores, voltam a compreender a sua importância e contam largamente com o resultado de suas atividades para o bem-estar coletivo.

A verdade é que, em meio a uma pandemia que toma enormes proporções no Brasil, são os servidores públicos que cuidam dos serviços essenciais à população. Porém, no lugar de reconhecer sua fundamental importância, o governo do Paraná prepara mais um ataque. Ao invés de cortar subsídios e isenções fiscais dados aos grandes empresários, insiste em responsabilizar os servidores estaduais pelas mazelas no trato dos recursos públicos e eventuais problemas fiscais do Estado.

Em meio a este caos sanitário e político, é preciso relembrar o 29 de abril de 2015 e, mais ainda, resistir permanentemente às pressões governamentais.

Não à retirada de direitos!

A vida está acima do lucro!

Sindiprol/Aduel entrevista: Educação a Distância

No dia 13 de abril, o Sindiprol/Aduel realizou uma entrevista sobre a Educação a Distância. A entrevista foi transmitida na página do Sindiprol/Aduel no Facebook e estiveram presentes Eblin Farage, secretária-geral do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), e Márcio André Ribeiro, presidente da APP-Londrina. A mediação foi de Guilherme Bernardi, jornalista da seção sindical.

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PELA MANUTENÇÃO DA SUSPENSÃO DAS AULAS! NÃO À EaD!

Em conformidade com as recomendações da comunidade científica e da Organização Mundial da Saúde (OMS), muitos estados e prefeituras resolveram suspender por algumas semanas inúmeras atividades que envolvem circulação e aglomeração de pessoas. Essa medida visa diminuir a velocidade de propagação do Covid-19 e, assim, permitir aos sistemas de saúde se organizarem para enfrentar a pandemia.

Decerto, o isolamento social traz prejuízos – e não apenas econômicos. No entanto, ele é necessário, pois, diminuindo a curva de incidência de infecção pelo Covid-19, vidas são preservadas.

No sistema educacional, o prejuízo se manifesta na suspensão temporária das aulas, mas, nas escolas e universidades, essa suspensão é de fundamental importância para a eficácia do isolamento e, assim, para o auxílio na proteção de toda a sociedade.

Nas universidades, em razão do princípio e do fundamento legal da autonomia, a data de retorno às aulas e a utilização da modalidade Educação a Distância (EaD) são decisões de instâncias colegiadas compostas por docentes, servidores, técnicos e, no caso do Conselho Universitário, membros da comunidade externa. Por isso, essa decisão não precisa ser o resultado das pressões advindas do governo e/ou de outras instituições, mas podem ser balizadas pelos princípios que norteiam as atividades educacionais no ensino superior e, também, pelas discussões científicas acumuladas sobre o assunto.

Partindo dessas considerações, gostaríamos de lembrar que o assunto já é objeto de longa discussão. Porém, a rejeição a essa modalidade de ensino não significa o apego a uma postura passadista, incapaz de se adaptar às novas tecnologias. Significa, isto sim, compreender que as aulas em modalidade presencial ainda são uma forma muitíssimo melhor de desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem. Isto é ainda mais verdadeiro num contexto em que a maioria dos nossos estudantes chega sem a disciplina e, muitos, sem as condições habitacionais e materiais adequadas para o aprendizado em suas próprias residências.

Historicamente, a modalidade em EaD foi criada para atender às necessidades de fazer conteúdos educacionais chegarem a regiões remotas do país; regiões nas quais a educação presencial era praticamente inviável. Menos do que uma escolha, a EaD era tida como um recurso necessário em razão de circunstâncias muito específicas. De modo geral, quando não é alternativa única, a EaD é preterida pela presencial porque empobrece enormemente a experiência educacional, especialmente a fascinante e educativa experiência que é a frequência ao ambiente universitário e as ricas e necessárias interações entre docentes e estudantes e, claro, destes entre si.

Não bastasse isso, quando destinada àquele/as estudantes que têm autonomia e/ou não dispõem de alternativa, a regulamentação da EaD é complexa e possui uma série de normas relativas à formação do corpo docente, aos polos educacionais e plataformas próprias que demandam tempo e prática para serem adequadamente aprendidas e utilizadas por docentes e estudantes. Isso não pode ocorrer de modo açodado e sem as devidas orientações técnicas e pedagógicas qualificadas.

A tentativa de utilizar essa prática de modo a atender às contingências de uma situação de pandemia é uma medida desnecessária, a qual trará mais prejuízos do que benefícios àqueles que são os principais interessados no processo educacional: os estudantes.

Cabe lembrar ainda que uma pandemia tem consequências imensas sobre a população e é uma situação absolutamente única na história das gerações recentes. Nessas circunstâncias, há dúvida de que, devido à natureza da atividade educacional, docentes e estudantes estão em condições muito pouco propícias para as aulas? Isso porque, além de tudo o que já foi dito, elas demandam concentração, atenção e inequívoco envolvimento emocional. Como negligenciar isso? Por qual motivo? Em função de qual urgência que não possa ser adiada por algumas semanas?

Outrossim, mesmo nessas condições desfavoráveis, docentes têm executado as mais diversas atividades relacionadas à pesquisa, orientação de TCCs, monografias, dissertações, teses e a diversas funções burocráticas, além de muitos que estão diretamente envolvidos em atividades laboratoriais e da área da saúde, em sua maioria, em algum nível, relacionadas ao enfrentamento da pandemia e suas consequências.

Enfim, não podemos agir conforme o imediatismo de interesses estranhos aos da busca pela melhor educação possível aos nossos estudantes. Por isso, o Sindiprol/Aduel orienta os docentes a se posicionarem de modo contrário às aulas na modalidade EaD nos cursos de graduação e pós-graduação da universidade.

Semana de Cinema em Defesa da Educação e do Serviço Público

Para a semana de volta às aulas na Universidade Estadual de Londrina (UEL), o Sindiprol/Aduel, a Assuel Sindicato e o DCE da UEL organizaram uma Semana de Cinema em Defesa da Educação e do Serviço Público. Os filmes serão transmitidos no Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel, que fica no campus da UEL ao lado do Sebec, e todas as sessões são gratuitas e abertas à comunidade universitária. Haverá sorteio de brindes da campanha Todo Apoio UEL.

Confira a programação completa da Semana:

Segunda-feira (2)
 
12h30 – 14h – Democracia em Vertigem
15h30 – 17h – Snowden
19h30 – 21h – A batalha da Maria Antônia
 
Terça-feira (3)
 
10h – 11h45 – Doutrina de choque
12h30 – 14h – Bacurau
15h30 – 17h – A língua das mariposas
19h30 – 21h – Cairo 678 (egípcio)
 
Quarta-feira (4)
 
10h – 11h45 – Espero tua (re) volta
12h30 – 14h – Eu, Daniel Blake
15h30 – 17h – Chile acordou: Imagens dos protestos
19h30 – 21h – Torre de marfim
 
Quinta-feira (5)
 
10h – 11h45 – Não matarás
12h30 – 14h – Trabalho interno (inside job)
15h30 – 17h – As sufragistas
19h30 – 21h – Braços cruzados, máquinas paradas
 
Sexta-feira (6)
 
10h – 11h45 – Uma garrafa ao mar
12h30 – 14h – As neves do Kilimanjaro
15h30 – 17h – Privacidade hackeada