CSD – Alep aprova diretrizes orçamentárias de Ratinho Jr. sem reposição salarial para 2023 – 8/09/22
Ratinho Jr. enrola, engana e mantém o arrocho salarial para o funcionalismo público
Apesar da promessa eleitoral, durante a campanha de 2018, de apresentação de um plano de recomposição das perdas já acumuladas no governo Beto Richa, Ratinho Jr. não só manteve como aprofundou o arrocho salarial. Seis anos sem reposição prevista em lei e chegamos a 37% de defasagem salarial. Esta é a situação do funcionalismo público do poder executivo do Paraná. É preciso de organização e mobilização para exigir do governador o respeito ao nosso direito à reposição inflacionária anual!
Desde que assumiu, o governo só autorizou a instalação de mesas de negociação salarial com o Fórum das Entidades Sindicais (FES) depois de grandes manifestações ou greves. Essa foi a situação tanto em 2019 quanto agora em 2022. Neste ano, foi assim após o 29 de abril (inicialmente prometeu e, posteriormente, descumpriu), como também após a recente paralisação de 21 de junho.
No entanto, desta vez, o governo pediu mais tempo para responder sobre a data-base e, ao final, não apresentou proposta alguma de reposição, mantendo, assim, o arrocho salarial que rói mais de 1/3 dos salários do funcionalismo. Mais ainda, o governo Ratinho Jr. segue recusando até mesmo o pagamento dos 3,39%, que corresponde ao resíduo do acordo de greve de 2015, em relação ao qual já existe decisão judicial indicando a obrigação de pagamento pelo estado.

Em reunião na última terça-feira (28/06), quando não apresentou qualquer resposta em relação à data-base, o governo prometeu destravar as promoções e progressões de 2021 e 2022 e os quinquênios e anuênios para as categorias que sofreram com o congelamento das carreiras na pandemia.
Confira a live especial de quarta-feira (29/06) sobre data-base, luta e negociação
Mudança nas carreiras e incremento no adicional de titulação
O governo Ratinho Jr. tem usado a estratégia de dividir as categorias para desmobilizar e impor derrotas a elas. Isso ficou explícito em março deste ano, quando ele concedeu um auxílio-alimentação para alguns segmentos do funcionalismo, dentre os quais não estavam os servidores das universidades estaduais. Como reação, sindicatos que os representam solicitaram reuniões com o Superintendente da Seti (Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), prof. Aldo Bona, e outra com o Chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega, para tratar da data-base e do tratamento isonômico das categorias.
Na reunião com a Seti, os representantes sindicais foram surpreendidos com a proposta do superintendente de criação de um grupo de trabalho para reestruturação das carreiras de agentes universitários e docentes. Com ampla maioria governista e a presença de apenas dois representantes das categorias, a participação no grupo se restringiu a evitar alterações nefastas na carreira docente. Apesar de algumas mudanças na carreira dos agentes universitários, deste grupo, para nós, docentes, resultou um parco incremento de 5% nos adicionais de titulação, que, sobre o salário global, representa algo em torno de 2,5%. Parco pois nossa reivindicação era de uma valorização muito maior, com incrementos de 25% nesses percentuais.
E mais, esse mísero incremento só saiu após o compromisso da superintendência em reduzir os orçamentos das IEES em valor equivalente ao montante do incremento salarial. Portanto, Ratinho quer lançar sobre as costas do funcionalismo não apenas todo o ônus da crise econômica, mas também a precarização das condições materiais e de funcionamento das universidades. Não devemos depositar nenhuma confiança neste governo e suas manobras sorrateiras.
No fundo, o que o governo fez foi uma manobra para não pagar o que nos deve de fato e de direito. Por isso mesmo, esta migalha não deve tirar de nosso foco a pauta que unificada todo o funcionalismo estadual: a data-base. Como esse governo já provou que só dialoga e recebe os sindicatos com mobilizações e greves, esta é nossa tarefa. Trata-se, então, de discutir o melhor momento. O certo é que este governo só entende a linguagem da força, da pressão das lutas e das ruas.
Sem lutas, não há conquistas!
Data-base Já!
Ratinho mente!! Servidores das universidades acumulam mais de 37% de defasagem salarial e estão há seis anos sem reposição da inflação – 24/06/22
21 de junho – Saiba como foi o ato pela reposição salarial e as panfletagens no campus da UEL

Neste 21 de junho, dia de paralisação estadual pela data-base, milhares de servidoras e servidores estiveram em Curitiba para exigir do governo Ratinho Jr. a reposição integral das perdas salariais. Após a marcha até o Palácio Iguaçu, dirigentes do Fórum das Entidades Sindicais (FES) tiveram uma reunião com representantes do governo. Foi feita uma transmissão ao vivo na sequência com as informações sobre ela: https://fb.watch/dNOTUmenDY/.
22 de junho – Confira como foi a reunião do FES com a Casa Civil


Enquanto isso, a partir das 7h30, foram realizadas panfletagens em dois pontos da UEL, para denunciar a política de Ratinho Jr. de arrocho salarial, que já provocou a perda de 37% do poder de compra do funcionalismo público, e de desmonte do serviço público. O panfleto distribuído pode ser visto aqui.
Data-base já! Pela reposição salarial integral!
Na próxima quinta-feira (9), serão realizadas assembleias docentes da UEL e da Uenp
Conforme deliberação da reunião do Comando Sindical Docente (CSD) da última segunda-feira (30/05), na próxima quinta-feira (9/06), o Sindiprol/Aduel realizará duas assembleias docentes para deliberar sobre a paralisação unificada dos servidores estaduais no dia 21/06.
A primeira, presencial, será realizada no Anfiteatro Maior do CLCH, na UEL, a partir das 14h. Todas e todos os docentes da universidade estão convocados. Na sequência, a partir das 17h, será realizada uma assembleia virtual com todas e todos os docentes da Uenp. A sala virtual será divulgada no dia pela lista de e-mails e pelo WhatsApp. Caso não esteja em nenhuma delas, entre em contato pelo e-mail comunicacao@sindiproladuel.org.br ou envie uma mensagem para o WhatsApp (43) 3324-3995.
Contamos com a sua presença! Juntos somos mais fortes!
Data-base já!
Reposição salarial integral já!


CSD – Assembleias Sindicais – 1/06/22
Panfleto – Em defesa dos servidores e dos serviços públicos – 25/05/22
Por unanimidade, docentes da UEL aprovam paralisação para o 29 de abril; confira o boletim completo

Na assembleia do Sindiprol/Aduel desta quarta-feira (27), realizada no Anfiteatro Maior do CLCH, as e os docentes presentes aprovaram, por unanimidade, a paralisação para o dia 29 de abril (sexta-feira), data do massacre de 2015 no Centro Cívico. Nos trinta minutos entre a primeira e a segunda chamada, foi exibido o documentário “Luto pela Educação – Greve Geral dos(as) educadores(as) do Paraná 2015”, da APP-Sindicato, para relembrar o episódio. Ele está disponível no YouTube.
O foco do dia 29 de abril é a participação no ato que será realizado em Curitiba, para reivindicar a reposição salarial integral. 35,5% já! A organização é do Fórum das Entidades Sindicais (FES), que reúne sindicatos de servidoras e servidores públicos de todo o Paraná. Caso tenha interesse e disponibilidade para ir ao ato, preencha o formulário a seguir: https://forms.gle/JBhVsTf9R5nYnVE26
Foram também aprovadas atividades para conscientizar e mobilizar a categoria nos próximos dias, dentre elas:
- Hoje (quinta, 28), um carro de som circulará pela UEL, para informar sobre a deliberação da assembleia e a paralisação de todas as atividades amanhã (sexta, 29);
- Também hoje (quinta, 28), docentes vão passar pelos centros da UEL, para falar com a comunidade universitária sobre a importância do 29 de abril e da paralisação na data;
- Divulgar a tabela que foi apresentada na assembleia sobre o impacto da Lei Geral das Universidades (LGU), a partir do decreto nº 10.824 (confira ele aqui: decreto-10.824), na quantidade de vagas às quais a UEL tem direito;
- Orientar para que a categoria não participe das reuniões, tanto presenciais quanto onlines, e atividades convocadas/programadas para o dia da paralisação.
Se puder participar da mobilização na UEL ou quiser colaborar de alguma forma para a paralisação no 29 de abril, entre em contato com o Sindiprol/Aduel por um de nossos canais (eles estão todos aqui). Juntos somos mais fortes!
Tabela apresentada na assembleia:

Baixe ela em PDF aqui: quadro-de-vagas-docentes-da-uel-com-a-lgu
Todas e todos ao ato em Curitiba no dia 29 de abril!
Pela reposição salarial integral! Data-base já!
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1º de maio – Dia da Classe Trabalhadora
Para o dia 1º de maio (domingo), Dia da Classe Trabalhadora, há duas atividades programadas. Uma delas será em Londrina, na feira da avenida Saul Elkind, às 9h, com organização do Coletivo de Sindicatos da cidade e do Comitê Unificado.

A outra será em Foz do Iguaçu, com organização do Fórum das Entidades Sindicais (FES) em conjunto com dirigentes sindicais da Argentina e do Paraguai. Além de um ato de rua no domingo (1), no sábado (30), haverá um seminário internacional sobre a “Situação da Classe Trabalhadora na América Latina”. Mais informações e o link para inscrições no seminário estão no site do FES.

Assembleia geral docente e ida a Curitiba no 29 de abril para manifestação pela data-base
Na próxima quarta-feira (27), a partir das 14h, o Sindiprol/Aduel convoca todas e todos os docentes, filiados ou não, para assembleia geral com a seguinte pauta:
1) Informes;
2) Deflagração da paralisação no dia 29 de abril.
Data e horário: quarta-feira (27/04) às 14h (2ª chamada às 14h30)
Local: Anfiteatro Maior do CLCH
Pedimos a todos para que estejam atentos à biossegurança na assembleia: usem máscara e álcool em gel.

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29 de abril – Ida a Curitiba para manifestação pela data-base
No dia 29 de abril de 2022, data na qual se completam sete anos do episódio que ficou conhecido como o “Massacre do Centro Cívico”, quando cerca de 200 educadores ficaram feridos durante um protesto contra o então governador Beto Richa (PSDB), servidoras e servidores públicos do Paraná irão a Curitiba se manifestar pela reposição integral das perdas salariais, que, desde 2017, já ultrapassam os 35%.
Em assembleias realizadas no dia 13/04, docentes das universidades estaduais do Paraná deliberaram pela paralisação das atividades no dia 29 de abril, dando um passo importante na luta e na construção da greve unificada dos servidores públicos estaduais.
Todas e todos ao ato em Curitiba no dia 29 de abril!
Pela reposição salarial integral! Data-base já!
Caso tenha interesse e disponibilidade para ir ao ato, preencha o formulário a seguir: https://forms.gle/JBhVsTf9R5nYnVE26






