Novas manifestações nacionais são convocadas para o próximo sábado (19/06)

Com avaliação positiva das mobilizações de 29 de maio (saiba mais sobre a realizada em Londrina aqui), o próximo sábado, dia 19 de junho, foi definido como data para uma nova manifestação contra o governo Bolsonaro/Mourao e por emprego, vacina no braço e comida no prato.  

Para o dia 29, sindicatos, centrais sindicais, movimentos populares e o próprio Andes-SN convocaram suas bases para protestar contra um governo que, pelas ações e omissões próprias e de seus aliados estaduais (como é o caso de Ratinho Jr.), tem intensificado imensamente a grave pandemia de Covid-19. E, além disso, tem executado e apoiado o desmonte dos serviços públicos, atacado diretamente o funcionalismo – arrochando salários e cortando direitos (confira nossa campanha pela recomposição salarial) – e negado o amparo necessário às famílias pobres. Por isso, para nós, servidores públicos, tanto o 29 de maio como o 19 de junho são também dias de luta em prol do fortalecimento dos serviços públicos e em defesa de nossos direitos. Em Londrina, a concentração será realizada em frente ao Teatro Ouro Verde, a partir das 16h.  

Sindiprol/Aduel, como já havíamos reconhecido na convocação para a manifestação passada, sabe que o momento da pandemia é crítico. Uma terceira onda parece estar se configurando, com a possibilidade de muitas vidas serem ceifadas nos próximos meses, tanto pelo vírus quanto pelo desemprego e pelo desamparo a que milhões de brasileiros estão submetidos. Precisamos lutar para alterar o rumo das coisas. Conforme o lema que inspirou os colombianos a saírem às ruas em protesto contra o governo de seu país, podemos dizer que não há como não protestar quando o governo – e não só – é pior do que o vírus.  

É importante esclarecer que, como já foi feito da última vez, visando minimizar os riscos de contaminação, esta também será realizada em plena conformidade com protocolos de biossegurança preconizados pelas autoridades sanitárias. E mais, com outros sindicatos, vamos contribuir para disponibilizar máscaras (se possível, use as pff2/n95) e álcool gel e dar orientações a todos os manifestantes.

Por isso, novamente convidamos a participar quem estiver imunizado com a vacina e/ou se sentir seguro e ciente da necessidade de respeito estrito aos referidos protocolos. Caso não sinta segurança, esteja com sintomas de Covid-19 ou tenha tido contato com alguém com a doença, fique em casa e ajude a divulgar os atos pelas redes sociais. As redes sociais do Sindiprol/Aduel estão todas reunidas neste link.  O evento da manifestação no Facebook pode ser acessado aqui. 

No Aroeira do último sábado (12), foi ao ar uma matéria sobre a organização do Comitê Unificado de Londrina para o ato de 19 de junho em Londrina. Ela começa no minuto 32 e o programa completo pode ser ouvido aqui

– Fora Bolsonaro/Mourão! 

– Pelo fim do arrocho salarial e pela valorização dos serviços públicos! 

– Contra a reforma administrativa (PEC 32/2020)! 

– Contra o desemprego e a fome! 

– Por vacina para todos e todas! 

– Pelo auxílio emergencial de 600 reais para todos os necessitados! 

– Pela manutenção das liberdades democráticas! 

Convocação do Fórum das Entidades Sindicais (FES) 

Em 2020, 19 milhões de pessoas viviam em situação de fome no país, segundo o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da covid-19 no Brasil. Em 2018, eram 10,3 milhões. Ou seja, em dois anos houve um aumento de 27,6% (ou quase 9 milhões de pessoas a mais). Para piorar a inflação corroeu o poder de compra da população, principalmente de alimentos pela parcela mais pobre. Fonte: BBC News – Brasil. 

No Paraná, os dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2018, 22,48% da população vivia com algum nível de insegurança alimentar, sendo 17,63% com insegurança alimentar leve, 2,67% com insegurança moderada e 2,17% com insegurança grave. 

De acordo com levantamento realizado pelo Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), a renda média domiciliar per capita (por pessoa) dos brasileiros foi de R$ 1.065 no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 10% em relação à média de R$ 1.185 de igual período de 2020.  

Bolsonaro não cuida nem de combater a pandemia, nem de promover a economia. Embora o PIB tenha conseguido uma leve recuperação, isso não se reflete na vida dos brasileiros. Ou seja, quem está ganhando dinheiro no país continua sendo quem já é rico. Mesmo assim, o governo federal diminuiu drasticamente o valor do auxílio emergencial. No Paraná, os mais pobres não tiveram praticamente nenhuma ajuda do governo Ratinho Jr. Nos últimos cinco anos, o feijão teve aumento de 300% e o arroz de 200%. Não dá mais!

Em plena pandemia, em fevereiro de 2021 o governo Bolsonaro reduziu pela metade as verbas para custear os leitos de UTI. Em 2019, o corte de recursos para a saúde já havia diminuído mais de 20 bilhões de reais. Com a pandemia, Bolsonaro resolveu editar medidas de cortes de salários dos servidores, mas foi barrado pelo Congresso. Mesmo assim, a PEC emergencial causou estragos e muitos direitos ficaram congelados, como promoções e progressões de carreira.

Mas a tropa de choque de Bolsonaro não descansa. Tramita na Câmara Federal projeto de lei de autoria do deputado Luiz Lima (PSL-RJ) que pretende diminuir salários de servidores federais, estaduais e municipais com a desculpa de arranjar dinheiro para combater a pandemia. Bolsonaro só não mexe no lucro dos bancos, tampouco dos milionários e bilionários do Brasil. No Paraná, Ratinho Jr. congelou todos os direitos dos servidores públicos e se recusa a discutir o reajuste dos salários pela inflação, que já está atrasado há cinco anos, com déficit superior a 25%.

Governo quer sonegar R$ 15 bilhões ao Paranaprevidência

O governador Ratinho Jr. pretende, mais uma vez, punir servidoras e servidores públicos se apropriando de recursos que seriam destinados aos fundos da Paranaprevidência. Os cálculos da assessoria econômica do Fórum das Entidades Sindicais (FES) mostram que o governo pretende deixar de pagar mais de 15 bilhões de reais. Hoje (sexta, 18), o tema será abordado em uma live no Facebook do FES, a partir das 17h.

Documento elaborado pelo FES aponta que “O novo Plano de Custeio apresentado no Projeto de Lei 189/2021 traz duas alterações importantes” que redundam em retirada de aportes do governo para os fundos da Paranaprevidência. Na primeira, o governo economiza R$ 1,4 bilhão, ao alterar a contribuição progressiva e na segunda deve deixar de pagar R$ 13,7 bilhões ao reduzir a contribuição suplementar. Confira o documento completo aqui. Outras informações estão no site do FES.

Comando Sindical Docente se reúne com Secretário da Administração e da Previdência

Na terça-feira (15), o Comando Sindical Docente (CSD) se reuniu com o Secretário da Administração e da Previdência do Paraná, Marcel Henrique Micheletto. Na reunião, ele se comprometeu a apresentar uma proposta em relação às perdas salariais e em relação às promoções e progressões durante o mês de julho. Confira todos os detalhes da reunião aqui.

Reiteramos as nossas reivindicações:

Reposição salarial já!

Plano de recomposição salarial e respeito aos reajustes na data-base!

Imediato descongelamento das progressões e promoções!

Convocação e materiais do Andes-SN 

Precisamos intensificar a mobilização contra esse governo genocida, que é mais perigoso que o vírus e o grande responsável pela morte de mais de 470 mil brasileiros e brasileiras e pelo aumento da pobreza e fome em nosso país. 

Por isso, dia 19 de junho voltaremos às ruas em defesa da vida, por “Vacina, Pão, Saúde e Educação” e pelo Fora Bolsonaro e Mourão! Vacina no braço e comida no prato! 

Lembramos a importância de que todas e todos que forem aos atos respeitem as regras de distanciamento, usem máscara pff2/n95, higienizem as mãos frequentemente com álcool em gel. Caso não sinta segurança, esteja com sintomas de Covid-19 ou tenha tido contato com alguém com a doença, fique em casa e ajude a divulgar os atos pelas redes sociais. 

Na quinta-feira (17), o Andes-SN discutiu a importância de, mesmo diante de uma pandemia, ocuparmos as ruas. A live “POR QUE IR ÀS RUAS? Por um 19J maior” foi transmitida no Facebook e no YouTube do Sindicato Nacional.  

Link para assistir no YouTube aqui. Caso prefira pelo Facebook, acesse o endereço clicando neste link.

No site do Andes-SN, há uma lista de 180 cidades nas quais atos já foram confirmados para o 19 de junho. Confira a lista completa aqui.

#19J em defesa da vida! | Andes-SN transmitirá atos ao vivo

A partir das 9h do dia 19 de junho, o Andes-SN vai acompanhar atos em defesa da vida por todo o Brasil. Acompanhem o canal no YouTube e a tag #19J. A transmissão vai contar com a análise política de Virgínia Fontes (UFF), Maria Lucia Fatorelli (Auditoria Cidadã da Dívida), Sara Granemann (UFRJ), Sofia Manzano (UESB), Luiz Henrique Schuch (UFPEL) e Mauro Iasi (UFRJ).

Para acompanhar a live pelo YouTube, o link é este. Se preferir, pelo Facebook ela será transmitida aqui.

Para organização, agitação, divulgação e cobertura de todos os atos nacionais e internacionais de maneira ampla e inclusiva, foram criados perfis no Instagram (@forabolsonaronacional)e no Twitter (@forabolsonarona). 

Caso não tenha visto o guia da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares sobre como realizar atos de rua com proteção, ele pode ser acessado em nosso Instagram (@sindiproladuel).

Em 2021, o Andes-SN faz 40 anos; confira uma entrevista sobre o sindicato e as participação de Aduel e de Sindiprol/Aduel nele

Nesta sexta-feira (19), o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) completa 40 anos. Como parte das comemorações, desde a primeira sexta de fevereiro (5) e em todas as sextas-feiras até o final do ano, estão sendo postados conteúdos de resgate histórico de toda a luta do Sindicato Nacional (confira no final do texto os conteúdos postados até agora). 

(Foto: Acervo pessoal)

Durante o ano passado e nas postagens desse ano, falamos que o Sindiprol/Aduel é, desde 2019, uma das seções sindicais do Andes-SN. De fato, o Sindiprol/Aduel, associação resultante da união entre Sindiprol e Aduel, em 2009, faz parte do Sindicato Nacional desde 2019 (mais informações aqui), mas é importante lembrar que, anteriormente, as e os docentes da Universidade Estadual de Londrina (UEL), organizados na  Associação dos Docentes da UEL (Aduel), integraram o Andes-SN durante décadas desde sua fundação. Para resgatar um pouco dessa história e falar sobre as lutas do passado, do presente e do futuro, conversamos com Silvia Alapanian (foto), que atualmente compõe a diretoria da Regional Sul (Paraná e Santa Catarina) do sindicato. 

Silvia, primeiramente, você poderia se apresentar e falar um pouco sobre sua carreira como professora da UEL e também sobre sua atuação no movimento sindical como um todo? 

SA: Meu nome é Silvia Alapanian, entrei na UEL em 1995 como professora do departamento de Serviço Social, do Centro de Estudos Sociais Aplicados (Cesa), onde atuei até minha aposentadoria em dezembro de 2018. Fui membro da diretoria da Associação dos Docentes da UEL (Aduel) em algumas gestões, tendo sido a presidente da última gestão, a que conduziu o processo de unificação entre a Aduel e o Sindiprol, em 2009. Desde então tenho participado das várias diretorias do Sindiprol/Aduel. Atualmente componho a diretoria da Regional Sul (Paraná e Santa Catarina) do Andes-Sindicato Nacional.

O Andes-SN completa 40 anos agora no dia 19 de fevereiro. O Sindiprol/Aduel faz parte do Sindicato Nacional desde 2019, mas, antes disso, a Aduel já havia sido uma das seções sindicais durante anos, até a saída para o processo que levou à fusão com o Sindiprol, em 2009, certo?  Como foi o processo de fundação do Andes-SN? Qual a importância de ter um sindicato para organizar nacionalmente a luta e a pauta docente? E como foi a participação da Aduel dentro dele?  

SA: Certo. O Andes foi fundado em 1981, em plena ditadura militar, como Associação Nacional do Docentes do Ensino Superior. O objetivo era organizar os docentes a partir da base, dos locais de trabalho, através de seções sindicais com autonomia de decisão e de organização, em confronto com o tradicional modelo de sindicalismo vigente no país.

Suas bandeiras foram, desde o início, a defesa da Universidade pública e gratuita, da autonomia universitária como garantia da livre manifestação do pensamento e produção de ciência, e das condições do trabalho docente.

A partir de 1988, quando a Constituição passou a permitir a sindicalização dos servidores públicos, o Andes se torna um sindicato mas mantém sua estrutura e vocação originais de organização autônoma por local de trabalho e de luta em defesa da Universidade.

Já a Aduel nasceu como Adhuel, de uma luta local contra demissões de docentes no Hospital Universitário. Em 1981, no mesmo ano de fundação do Andes, se transformou em Aduel. Esse processo era parte de um grande movimento de reorganização dos trabalhadores no início da década de 1980, e, nessa condição, docentes da UEL estiveram presentes na fundação do Andes e nas primeiras décadas de sua organização. Até o início dos anos 2000 a Aduel era a única seção sindical do Andes nas Universidades Estaduais do Paraná e formava, junto à APUFPR, as duas seções sindicais do Andes no Paraná.

As greves de 2000/2001 marcaram toda uma geração de docentes, estudantes e servidores que vivenciaram aquele grande movimento deixando como legado uma transformação na organização sindical das Universidades Estaduais paranaenses. Pudemos constatar aqui a importância de uma direção sindical unificada dos dois entes representativos dos docentes na região: a Aduel, com seu histórico de lutas pela Universidade, e o Sindiprol, que desde a década de 1970 estava presente na região levando a cabo as questões corporativas dos docentes.

Os anos seguintes foram de várias tentativas de conciliar os dois modelos de organização sindical e os projetos políticos envolvidos nas duas entidades, o que só foi possível com o Congresso de Unificação realizado em 2009. A unificação do movimento docente da UEL e região acabou impondo a saída da Aduel do Andes, no entanto, a perspectiva de participar do movimento docente nacional nunca ficou fora do radar da maior parte dos docentes

Depois da saída do Andes-SN, em 2009, a Aduel se fundiu ao Sindiprol para formar o Sindiprol/Aduel. Cerca de uma década depois, foi a vez de ser organizado e realizado o processo de reaproximação e, posteriormente, adesão ao Andes-SN, em 2019. Quais foram as motivações e qual a importância de voltar a fazer parte do Sindicato Nacional? 

SA: Foram mais alguns anos tentando romper as barreiras que impediam a nossa participação no movimento docente nacional. Mais uma vez, foram as lutas que impuseram essa necessidade: as greves de 2015/2016 mostraram para uma nova geração de docentes a importância da organização nacional para fazer frente aos constantes e cada vez maiores ataques contra as Universidades em nosso país.

O projeto do Andes-SN é mais do que um projeto de defesa de salários e condições de trabalho, embora isto esteja sempre em pauta (não nos esqueçamos que a carreira que nós temos, que foi implantada em 1997 aqui no Paraná, foi gestada no interior do Andes), trata-se de uma proposta de organização sindical única no país e de uma luta em defesa da Universidade.

Nos vários congressos que realizamos no sindicato a questão foi sendo amadurecida e, em 2018, em votação, os docentes deliberaram pelo retorno ao Andes.

Em 2020, foi realizado, de maneira telepresencial, devido à pandemia de covid-19, o processo de eleição da nova diretoria do Andes-SN (2020-2022), da qual você faz parte como 2ª Secretária da Regional Sul. Seguimos em 2021 com a pandemia fora de controle e com uma série de ataques aos serviços públicos e ao funcionalismo público como um todo. Nesse cenário, agora como diretora do Sindicato Nacional, quais você diria que são os desafios e as lutas para organizar e defender a categoria não só nesse ano, mas durante os próximos anos? 

SA: Em pauta está a luta contra os ataques à Universidade pública e contra o desmonte do financiamento da pesquisa científica. Além disto temos a luta contra a reforma administrativa, cujo objetivo é a destruição do serviço público em nosso país. Trata-se, hoje, de uma luta conjunta de toda a classe trabalhadora em defesa da educação e da saúde pública e gratuita e da vacinação de toda a população brasileira como forma de enfrentamento da pandemia.

 

Postagens do Andes-SN em comemoração aos 40 anos 

Como dito acima, o Andes-SN está postando às sextas-feiras conteúdos em suas redes sociais como parte das comemorações pelos 40 anos. Além das postagens, a próxima edição da revista “Universidade & Sociedade” terá como tema central “40 anos do Andes-SN: luta e resistência”. Os artigos podem ser enviados até o dia 12 de abril (confira mais informações sobre a chamada aqui).

Também em comemoração pelos 40 anos, nesta sexta (19), a partir das 18h, haverá uma live especial para celebrar a história de quatro décadas de luta, com a presença de entidades sindicais, movimentos sociais, estudantis, além do Teatro Popular de Ilhéus e da cantora Nina Rosa. A live será transmitida no canal do Andes-SN no YouTube e na página no Facebook

Abaixo estão os conteúdos já postados pelo Sindicato Nacional, que seguirão sendo atualizados aqui no site do Sindiprol/Aduel até o final do ano. Para baixar o material na íntegra e compartilhá-lo em suas redes, se inscreva no canal do Andes-SN no Telegram.

5 de fevereiro 

Na primeira divulgação oficial, é possível conferir um pouco do que está sendo preparado para os próximos meses. A mensagem apresentada é assinada por Rivânia Moura, Amauri Fragoso e Regina Avila, da Executiva Nacional. 

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12 de fevereiro 

 

A história do Andes-SN é formada por diversos momentos de lutas, conquistas, desafios e vitórias. Logo, selecionar alguns poucos acontecimentos emblemáticos é tarefa muito difícil. Por isso, durante todas as sextas-feiras do ano, tentaremos mostrar a história da instituição de uma maneira acessível e dinâmica a fim de divulgar a trajetória de lutas desta entidade durante 40 anos. Em 4 décadas, o país enfrentou profundas mudanças e o Andes-SN soube acompanhar esse processo e permanecer firme em seus ideais ao longo do tempo, com ações na defesa dos direitos dos docentes e da educação pública de qualidade em todo o país.  

Após a promulgação da atual Constituição Federal, de 1988, durante II Congresso Extraordinário, realizado na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, foi aprovada a transformação da Andes em Andes-Sindicato Nacional. Destaca-se que, durante a ditadura empresarial-militar, as servidoras e os servidores públicos eram proibidos de se sindicalizarem. Apesar da transformação em sindicato ter ocorrido em 26 de novembro de 1988, o registro sindical ocorreu apenas em 01 de março de 1990. 

19 de fevereiro 

Nos dias 16 e 17 de fevereiro foi realizado, em Campinas (SP), o III Encontro Nacional das Associações de Docentes (Enad). Na pauta, estava a criação de uma entidade nacional para defender e representar os e as docentes de todo o país.

Em plena ditadura empresarial-militar, surge em 19 de fevereiro de 1981, a Andes, a Associação Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior. Sete anos depois, a Associação é transformada em Sindicato Nacional. Hoje, comemoramos 40 anos dessa história. 

26 de fevereiro

Como dito anteriormente, durante todas as sextas-feiras traremos alguma lembrança da história do Andes-SN. Hoje, vemos um registro histórico de divulgação da instância máxima de deliberação do Sindicato.

Todas as decisões do Andes-SN são deliberadas pela base e, por isso, anualmente, desde sua fundação, o Andes-SN realiza Congressos Nacionais, que reúnem representantes de suas Seções Sindicais para que possam, de forma democrática, realizar votações e definição das pautas do Sindicato. O 1º Congresso Nacional do Andes aconteceu na cidade de Florianópolis entre os dias 1 e 5 de fevereiro de 1982, com as principais pautas: Avaliação do movimento; programa de luta; estatuto definitivo; eleição da 1ª diretoria.

5 de março

O Governo Federal tem tentado silenciar as brasileiras e os brasileiros de diversas formas. Na semana que se encerra, pudemos acompanhar números recordes de mortes por covid-19, mais ações que derrubam direitos conquistados, como a aprovação da PEC 186, e atitudes arbitrárias que pretendem desrespeitar a livre manifestação do pensamento.

Os e as docentes estão em luta! #nãovãonoscalar

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19 de março

Depois de 20 anos de uma ditadura empresarial-militar, marcada pela tortura, repressão e censura, a classe trabalhadora saía às ruas e soltava um grito longamente reprimido nas gargantas: Diretas Já!

Após o III Congresso da Andes, em 1984, assim o Andes-SN se posicionou em um manifesto ao povo brasileiro: (…) “Como cidadãos integramo-nos à campanha das diretas já, entendendo não ser mais possível ao povo brasileiro deixar de intervir nos destinos do governo da nação. Basta de arbítrio, de opressão, de miséria, de desemprego, de fome, de lei de segurança nacional, de intervenção nos sindicatos. Como professores integramo-nos à campanha das diretas já, entendendo ser nossa obrigação educar para a liberdade e para democracia. Basta de analfabetismo, de escassez de verbas para a educação, de política privatizante para o ensino superior”.

26 de março

Tanto a professora Zelma Torres como o professor João Carlos Thomson foram docentes da UEL e presidiram a Aduel

Em 1991, é lançada a 1ª Revista Universidade e Sociedade. A publicação, trata dos mais variados assuntos sobre o movimento docente e a educação no país, e que tem periodicidade semestral até hoje.

Em seu primeiro exemplar, a revista U & S abordou temas como a história do Sindicato e do movimento docente, a LDB, e trouxe uma entrevista com o pedagogo Paulo Freire.

2 de abril

DITADURA NUNCA MAIS!

Na semana em que o golpe empresarial-militar completa 57 anos, o Andes-SN recorda a prisão ilegal do professor Reynaldo Antônio Cúe pelo DOPS em São Paulo, em 1982.

Na ocasião, o Andes-SN acompanhou o caso e logo que foi informado da prisão ilegal, encaminhou ofício ao então Ministro Abi – Ackel denunciando a prisão. Cué ficou 40 dias preso no DOPS e depois foi liberto.

21 de maio

Uma campanha popular tomou as ruas para pedir o afastamento do presidente eleito, Fernando Collor de Mello, acusado de corrupção e envolvimento em esquemas ilegais. O Andes-SN participou ativamente do movimento.

No 24º Conad, em 1992, dentre os encaminhamentos destacou-se que: (…) “Participar ativamente, com o conjunto do movimento sindical, dos partidos políticos e demais setores da sociedade civil, de uma campanha de massa pelo impeachment. O impeachment não pode ser entendido como mera ‘restauração da normalidade’, mas como uma luta efetiva pela conquista da democracia e pela defesa das conquistas democráticas e sociais inscritas da Constituição”.

Memória Viva do Andes-SN

O Memória Viva nasce com a proposta de prestigiar quem construiu o Andes-SN ao longo dos últimos 40 anos. Será um programa de entrevistas conduzido por diretoras e diretores do Sindicato Nacional e que vão conversar com diversas pessoas que marcaram as (quatro) décadas da entidade. O projeto será exibido quinzenalmente em nosso canal no YouTube, sempre às 19h.

A novidade começa com uma entrevista super especial. Conversamos com a Fátima Alves, que foi secretária administrativa do Sindicato Nacional por 34 anos e se aposentou em 2018. Fátima ingressou no Andes-SN como funcionária, no auge da luta pela redemocratização, em 84. Foram três décadas e meia de uma trajetória que se mistura com a história do Sindicato Nacional.

O programa pode ser visto no YouTube.

Memória Viva #002 do Andes-SN

Na edição #002, conversamos com Elizabete Vale, professora da UEPB, Universidade Estadual da Paraíba. Elizabete é natural de uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Norte, próxima a Mossoró. Se graduou na UERN e é doutora em Educação pela UERJ, professora do departamento de Educação da Universidade Estadual da Paraíba, foi também diretora e secretária da ADUEPB em duas gestões e atualmente é membro do conselho de representantes da ADUEPB e contribui com o grupo de trabalho de políticas educacionais.

O programa pode ser visto no Youtube do Andes-SN.

Memória Viva #003 do Andes-SN

Na edição #003, conversamos com Luiz Henrique Schuch – Presidente do Andes-SN no biênio 94/95. Luiz Henrique Schuch é professor da Universidade Federal de Pelotas e possui uma longa trajetória na política sindical. No Andes-SN, passou por diversas gestões, entre elas no biênio 1994-1996, como presidente, e entre 2010 e 2012, como 1º vice-presidente. Nesta gestão, participou ativamente da condução das lutas dos professores durante a greve nas instituições federais de 2012, considerada a mais longa da história. Schuch também foi vice-reitor da UFPel de 1988 a 1992 e coordenador do processo nacional de debate sobre a carreira do professor federal após 2010.

O programa pode ser visto no Youtube do Andes-SN.

Podcast “Andes em Luta”

No dia 28 de maio (sexta-feira), o Sindicato Nacional estreou o “ANDES em Luta”, um podcast que pretende ser uma referência para diversos assuntos do momento. Mensalmente, pela manhã, todas e todos vão poder ouvir informações e análises importantes sobre educação, política, conjuntura e muito mais.

O primeiro episódio fez uma análise do que foi o dia Nacional de Luta – A educação precisa resistir – e um convite para que todas e todos ocupassem as ruas no 29 de maio (mais informações sobre o 29 de maio estão no site do Sindicato Nacional; para ver sobre a manifestação realizada em Londrina, clique aqui). Ele contou com a participação de Rivânia Moura, Regina Ávila, Sâmbara Paula e Joselene Mota – todas da diretoria nacional do sindicato.

O podcast está disponível em agregadores de podcast como o Spotify.

Nova diretoria do ANDES-Sindicato Nacional tomou posse na terça-feira (1)

Foto: ANDES-SN

Nesta terça-feira (1), às 16h, no 10º Conad Extraordinário foi empossada a nova diretoria do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) – Biênio 2020/2022. O evento foi transmitido virtualmente para todo o Brasil, desde a sede do sindicato, em Brasília, e foi seguido de um momento cultural com show do cantor Chico César.

A eleição da nova diretoria foi realizada entre 3 e 6 de novembro deste ano, de maneira telepresencial, e foi a primeira eleição na qual a base do Sindiprol/Aduel participou desde a unificação do Sindiprol e da Aduel, em 2009.

A composição completa da nova diretoria do sindicato nacional pode ser vista aqui. Destaque para Silvia Alapanian, diretora do Sindiprol/Aduel, que assumiu o cargo de 2ª Secretária da Regional Sul do ANDES-SN.

Confira a notícia completa da posse postada no site do ANDES-SN

O ANDES-SN realizou na tarde desta terça-feira, 1º de dezembro, o 10º Conad Extraordinário. Em virtude da pandemia de Covid-19, o encontro foi transmitido virtualmente para todo o Brasil, desde a sede do sindicato, em Brasília, e foi marcado pela posse da nova diretoria eleita no início do mês de novembro e que permanecerá à frente da instituição no biênio 2020-2022.

O encontro iniciou com a participação remota de membros de outras entidades representativas da classe estudantil e trabalhadora, como a União Nacional do Estudantes (UNE), Fasubra Sindical, Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), a CSP-Conlutas, entre outras. Eles salientaram a importância das lutas realizadas em parceria com o ANDES-SN ao longo dos últimos dois anos e se comprometeram em dar continuidade à criação de novas estratégias que possam intensificar e perpetuar as lutas e a resistência.

Em seu último discurso como presidente do ANDES-SN, Antonio Gonçalves analisou a missão delegada pela base há pouco mais de dois anos. Ele elencou os avanços alcançados pelo sindicato em meio ao governo de Jair Bolsonaro, ininterruptamente marcado por significativos retrocessos civilizatórios, e destacou a necessidade de continuar a enfrentar as reformas antidemocráticas que não modernizam, mas sim tornam as relações de trabalho mais precarizadas, eliminam direitos e implantam a barbárie no Brasil.

Antonio também lembrou das “inspiradoras” lutas da classe trabalhadora em países sul-americanos, como o Chile e a Bolívia, para reforçar que direitos são alcançados por meio da organização dos trabalhadores, da unidade e da capacidade de se defender de ataques. “A nossa luta deve continuar para derrotar o governo de Jair Bolsonaro. Vamos ocupar as ruas para ampliar as nossas lutas e consolidar ainda mais o ANDES como um sindicato independente e autônomo”, disse.

Antonio comentou ainda sobre o necessário isolamento imposto pela pandemia que, segundo ele, trouxe inúmeras dificuldades para o movimento docente em todo o país. “A diretoria estabeleceu como prioridade salvar vidas e nos adaptamos a essa nova realidade. Intensificamos os esforços para o fortalecimento do ANDES-SN, viabilizamos a criação de novas seções sindicais, a volta de antigas seções. Estivemos, mesmo de um modo diferente, em todas as lutas unitárias em defesa da nossa categoria”, completou, desejando à nova diretoria disposição e empenho para a manutenção da luta do sindicato.

A presidente eleita do ANDES-SN, Rivânia Moura, começou seu discurso parabenizando a diretoria anterior pelas lutas dos últimos dois anos, em meio a um cenário totalmente adverso, e citou o educador Paulo Freire para encorajar a base a lutar pelas causas já existentes e também aquelas que surgirão nos próximos meses e anos. “É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática”, afirmou.

Rivânia lembrou que há inúmeros desafios para o movimento sindical e destacou a necessidade de engajar esforços para lutar contra o racismo estrutural, a lgbttifobia e, sobretudo, contra a reforma administrativa, que tem o objetivo de precarizar direitos trabalhistas e desmontar as universidades públicas do país. “Vou usar uma frase do escritor João Guimarães Rosa: o que a vida quer da gente é coragem! É urgente a organização da luta contra a reforma administrativa e contra a conjuntura nacional de um governo de extrema direita que alia uma severa política de ajuste fiscal ultraliberal ao profundo conservadorismo”, garantiu.

A presidente também falou sobre ações que acontecerão ainda no mês de dezembro. No dia 8 de dezembro o ANDES-SN participará de uma plenária nacional com reitores e reitoras eleitos  não empossados, na qual reforçará a necessidade de o presidente Jair Bolsonaro reconhecer os eleitos; no dia 10, a entidade participará de ato nacional em Brasília, que mostrará a resistência dos servidores municipais, estaduais e federais contra a Reforma Administrativa e junto aos movimentos sociais reforçarão a necessidade de permanência do auxílio emergencial. Rivânia também falou sobre intensificar a articulação com o movimento estudantil e dos técnicos, a fim de garantir a defesa da autonomia e da democracia nas universidades públicas, institutos federais e Cefet, e nesse sentido, já anunciou a primeira campanha da nova diretoria que na semana de 14 a 18 de dezembro estará empenhada na organização de uma frente contra as intervenções nas universidades.

O evento foi encerrado com uma emocionante live show do compositor e cantor Chico César, disponível nas redes sociais do ANDES-SN.

Em novembro tem eleições para o Andes-Sindicato Nacional; Sindiprol/Aduel orienta docentes sobre o processo eleitoral  

As eleições para a diretoria do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) – Biênio 2020/2022 serão realizadas de maneira telepresencial, de 3 a 6 de novembro de 2020. A decisão foi tomada pelas delegadas e pelos delegados reunidos virtualmente, entre os dias 28 e 30 de setembro, para o 9º Conselho do Andes-SN (Conad) extraordinário. (Mais informações sobre o 9º Conad podem ser acessadas aqui.)

Duas chapas foram homologadas pela Comissão Eleitoral Central (CEC) no dia 12 de março e concorrem ao pleito: “Chapa 1 – Unidade para Lutar” e “Chapa 2 – Renova ANDES”. Um debate entre elas será realizado na próxima sexta-feira, dia 30 de outubro (veja mais informações abaixo). Informações sobre a composição das duas chapas podem ser vistas aqui. Instruções para votação estão aqui.

Confira o material das chapas referente à segunda semana de campanha: Chapa 1 – texto-chapa-1 e Chapa 2 – texto-chapa-2.

Confira o material das chapas referente à terceira semana de campanha: Chapa 1 – texto-chapa-1 e Chapa 2 – texto-chapa-2.

O processo eleitoral, entretanto, ficou suspenso durantes alguns meses por causa da pandemia da Covid-19. Em julho, o 8º Conad extraordinário prorrogou, em acordo com as duas chapas, o mandato da atual diretoria do Andes-SN por até 90 dias e aprovou a realização de um segundo Conad, em setembro, para deliberar sobre regimento e calendário eleitorais. (Mais informações sobre o 8º Conad podem ser acessadas aqui.)

A partir da deliberação do 9º Conad extraordinário, para as eleições telepresenciais desse ano, serão montadas salas virtuais nas quais o sindicalizado se apresenta, via câmera, com um documento de identidade e recebe, então, um link com limite de tempo para acesso e registro do voto. As salas virtuais contarão com a presença de fiscais de ambas as chapas.

O Andes-SN é formado por seções sindicais de todo o país. Desde 2019, o Sindiprol/Aduel é uma delas (veja mais informações abaixo). Por isso, como no 39º Congresso do Andes-SN, realizado no começo do ano de 2020, as eleições desse ano serão as primeiras que contarão com a participação de filiados ao Sindiprol/Aduel, que representa docentes da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e do campus de Apucarana da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

O 9º Conad extraordinário aprovou também o novo calendário eleitoral com a retomada do processo eleitoral e da campanha das chapas, que será realizada de 1 de outubro a 2 de novembro. O processo eleitoral será realizado na primeira semana de novembro, antes das eleições municipais, e a posse da diretoria eleita está prevista para dezembro, na Plenária de Abertura do 10º Conad extraordinário.

A campanha será realizada toda de forma virtual e irá incluir debates entre as chapas com ampla divulgação pelo Andes-SN (links para página no Facebook, canal no YouTube e site do Andes-SN) e pelas seções sindicais.

Debate Nacional entre as chapas que concorrem à diretoria do Andes-SN

Considerando as deliberações da 15ª reunião extraordinária da Comissão Eleitoral Central (CEC), que contou com a participação do(a)s representantes das duas chapas, realizada no dia 22 de outubro de 2020, sobre a organização do Debate Nacional entre as Chapas, a ser realizado no dia 30 de outubro de 2020, seguem as informações do evento:

1. Data: 30/10/2020 (sexta-feira);

2. Horário: 17h;

3. Duração: 1h30min;

4. Metodologia: o debate terá três blocos divididos assim:

a) Apresentação das chapas (10 minutos para cada uma, totalizando 20 minutos para o bloco 1);

b) Perguntas entre as chapas (cada chapa fará 3 perguntas de 2 minutos para a outra, as quais terão 5 minutos para a resposta e 3 minutos para a réplica, totalizando 60 minutos para o bloco 2);

c) Encerramento (cada chapa terá 5 minutos para saudação final, totalizando 10 minutos para o bloco 3). Assim, o debate terá 1h30min de duração;

5. Plataforma de transmissão: a transmissão será feita pelo Andes-SN por meio do Stream Yard, e outras entidades poderão veicular a partir da transmissão original;

6. Mediação: Raquel Dias Araújo – presidente da CEC, com suporte de Lucas Santos Cerqueira e Deborah Fontenelle, membros da CEC;

7. Haverá intérprete de libras.

O debate pode ser visto na página do Andes-SN no Facebook  ou no canal do Andes-SN no YouTube.

Adesão do Sindiprol/Aduel ao Andes-SN

Como parte da necessidade de se integrar ao movimento nacional docente, o Sindiprol/Aduel se tornou uma das seções sindicais do Andes-SN em 2019. Para deliberar sobre a adesão ao Sindicato Nacional, foram realizadas reuniões, debates, assembleias e uma consulta aos docentes da UEL, da Uenp e do campus de Apucarana da Unespar associados ao Sindiprol/Aduel. 564 associados participaram do pleito.

Naquela votação, encerrada no dia 19 de outubro de 2018, 87,8% dos votos foram favoráveis à adesão e 10,6% foram contrários a ela. Além disso, foram registrados 1,2% de votos em branco e 0,4% de votos nulos. Após a aprovação pela base, representantes do Sindiprol/Aduel participaram do 38º Congresso do Andes-SN, realizado em 2019, em Belém-PA, e a adesão foi aprovada pelos delegados reunidos no evento.