V Congresso do Sindiprol/Aduel será realizado nos dias 6 e 7 de dezembro

Nos dias 6 e 7 de dezembro (sexta e sábado), será realizado o V Congresso do Sindiprol/Aduel, com o tema “O Futuro da Universidade Pública”. Os congressos do sindicato são realizados a cada dois anos, intercalando-se com a eleição para a diretoria, e têm o objetivo de debater assuntos relevantes para a categoria e deliberar ações a serem tomadas no ano seguinte. A programação completa e o local do evento serão divulgados em breve.

Para o Congresso, serão eleitos delegados nos departamentos da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) – Campus Apucarana – e da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). Cada departamento pode eleger um delegado para cada 10 filiados ao sindicato – 11 filiados dão direito a dois delegados e assim por diante – e todos os professores podem participar da eleição dos delegados e acompanhar os trabalhos, mas somente sindicalizados poderão ser eleitos.

O IV Congresso do Sindiprol/Aduel foi realizado no ano de 2017

Relembre, clicando nos links abaixo, alguns congressos já realizados:

II Congresso;

III Congresso;

IV Congresso.

 

 

 

Sindiprol/Aduel participa de Encontro Nacional de Saúde do(a) Trabalhador(a) Docente e de reunião do Comando Sindical Docente

Na sexta-feira (25) e no sábado (26), o Sindiprol/Aduel esteve presente no VII Encontro Nacional do Andes-SN de Saúde do(a) Trabalhador(a) Docente, que foi realizado em Campina Grande-PB. O encontro teve o objetivo de refletir e construir estratégias de enfrentamento do adoecimento do(a) professor(a) em um contexto crescente de ataques ao ensino superior no Brasil. Destacou-se o quanto questões relativas ao trabalho interferem no processo de adoecimento.

Também no sábado (26), o Sindiprol/Aduel esteve presente na reunião do Comando Sindical Docente (CSD) em Maringá. Na reunião, foi deliberado que se organizem atividades de debate nas diversas Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES) sobre a Lei Geral das Universidades (LGU). Além dos debates nas universidades do Paraná, reuniões com Guto Silva, chefe da Casa Civil, e com a Apiesp (Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público), que reúne os reitores das IEES, serão agendadas para tratar do mesmo tema.

Além de temas referentes à LGU, foram discutidas formas de se manter os aposentados filiados e a confecção de um jornal sobre as insurgências nas universidades públicas latino-americanas. A próxima reunião do Comando será realizada em Londrina no dia 23 de novembro.

Sindiprol/Aduel organiza almoço para associados em Apucarana

Neste sábado (19), o Sindiprol/Aduel organizou um almoço para docentes associados e convidados na cidade de Apucarana, onde fica o Campus da Unespar que é representado pelo sindicato. O cardápio foi a tradicional costela do Ferra Mula.

Confira algumas fotos do almoço:

Nesta terça, Sindiprol/Aduel realiza assembleia para alteração estatutária e regimental

Nesta terça-feira (22), será realizada uma assembleia com os docentes, filiados, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) – Campus Apucarana – e da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) que tem como pauta a alteração estatutária e regimental do Sindiprol/Aduel.

A mudança é para se adequar ao estatuto do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN). Após a aprovação da mudança, o Sindiprol/Aduel passará a fazer, oficialmente, parte do Andes-SN. Por isso, todos os filiados estão convocados à assembleia que será realizada no Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel (campus da UEL próximo ao Sebec) a partir das 9h30.

15 de outubro, dia do professor! Devemos ser lembrados por nossas lutas!

Só a luta muda a vida. Não fosse assim, os trabalhadores não teriam conquistado a redução da jornada de trabalho, férias remuneradas, previdência social universal, educação pública e gratuita, sistema universal de saúde, salário mínimo, direito à greve e à organização sindical etc. Para isso, a classe trabalhadora fez greves, passeatas e derramou seu próprio sangue.

De 2015 para cá, fizemos greves e tivemos as ocupações das escolas em São Paulo e, ano seguinte, no Paraná, nas quais os estudantes secundaristas protestaram contra a proposta de “reformulação” do ensino médio. Estas ocupações foram seguidas por estudantes de outros estados.

Em 2019, as lutas em defesa da educação pública e gratuita ganharam novos contornos, com as greves pela educação nos dias 15 e 30 de maio, chamadas inicialmente pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e assumidas também por organizações sindicais, como o Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes-SN). Elas foram motivadas principalmente pelos ataques promovidos pelo governo Bolsonaro e, adensadas pelo governo Ratinho Jr., também ganharam a adesão dos servidores das universidades públicas do Paraná. Ambos seguem o mesmo receituário de desmonte dos serviços públicos, especialmente da educação básica e superior. No plano federal, o presidente e seus ministros utilizam discursos obscurantistas e anticientíficos para deslegitimar as pesquisas e a produção de conhecimento realizadas nas universidades.

Se os professores, técnicos e estudantes das universidades federais estão rechaçando o “Future-se”, localmente estamos fazendo a mesma coisa em relação à Lei Geral das Universidades (LGU), pois ela afronta a autonomia universitária, desmonta a universidade pública e gratuita e precariza as relações de trabalho, além de se omitir em relação a políticas de permanência estudantil.

Neste momento, a LGU está na Casa Civil e deve ser enviada em breve para a Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Alep), numa atitude totalmente desrespeitosa do sr. Aldo Bona, pois contraria a decisão de cinco universidades que a rejeitaram (apenas duas a aprovaram com modificações). Mais uma vez não podemos faltar ao encontro das lutas, afinal, caso seja aprovada, a LGU comprometerá tanto as gerações atuais como as futuras.

Juntos somos mais fortes!

Dia 15 de outubro, devemos ser lembrados por nossas lutas!

Em nota, Comando Sindical Docente reafirma rejeição pública à LGU

Após reunião em Cascavel, no último dia 28, o Comando Sindical Docente (CSD), constituído pelas seções sindicais
Sindiprol/Aduel, Sesduem, Adunioeste, Sinduepg, Adunicentro e Sindunespar, publicou uma nota na qual reafirma a rejeição pública à Lei Geral das Universidades (LGU).

Na nota, o CSD destaca que cinco dos sete Conselhos Universitários das Universidades Estaduais do Paraná indicam, após intensos estudos e debates sobre o impacto da minuta, que devem ser respeitadas a legislação nacional, a estadual e os regimentos e estatutos das próprias universidades. Por isso, em respeito à posição da comunidade universitária do Paraná, a proposta deve ser arquivada.

Nota completa:

Nesta quinta, Sindiprol/Aduel faz reunião sobre projeto que extingue a licença especial

Parte do acordo para o encerramento da greve estadual foi a retirada do Projeto de Lei (PLC) 04/2019, que congelava os direitos dos servidores por 20 anos. Pouco tempo depois, entretanto, Ratinho Jr. fatiou o projeto e apresentou na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) o PLC 09/2019 que, caso aprovado, extingue a licença especial.

(Confira o informativo do Fórum das Entidades Sindicais FES sobre o PL 09/2019 clicando aqui.)

Na última terça-feira (24), o projeto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), podendo dar prosseguimento ao trâmite – que inclui a apresentação de emendas, votação em outras comissões e ida ao plenário da Alep. Apesar de terem sido feitos alguns questionamentos ao mérito, o projeto foi aprovado com apenas Tadeu Veneri (PT) votando de maneira contrária a ele (no total, a CCJ é composta por 13 parlamentares). A expectativa, segundo Hussein Bakri (PSD), líder do governo na Alep, é de que a matéria vá a plenário nesta semana.

Nesta segunda-feira (30), o projeto esteve em pauta na sessão da Comissão de Finanças da Alep, que foi realizada entre 13h30 e 14h. Nela, o deputado Arilson Chiorato (PT) pediu vistas e a tramitação do projeto foi interrompida. Dependendo da atuação do governo (aprovação do regime de urgência, por exemplo), o projeto poderá retornar ao trâmite nesta semana e até mesmo ser apresentado no plenário para votação.

Por isso, o Sindiprol/Aduel fará duas reuniões sobre o tema na quinta-feira (3). A primeira será realizada no Centro de Vivência do sindicato, que fica no campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL), a partir das 14h30. Todos os docentes estão convidados.

Na sequência, será realizada outra reunião, a partir das 18h, no campus da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) de Apucarana. O local será o Auditório José Berton.

Visando o fortalecimento do sindicato, diretoria do Sindiprol/Aduel começa visita aos departamentos da UEL

Diretoria do Sindiprol/Aduel – 1/08/19

Neste final de setembro e durante o mês de outubro, os diretores do Sindiprol/Aduel começarão a ir a reuniões dos 59 departamentos que compõem a Universidade Estadual de Londrina (UEL). A ideia é aproximar a diretoria dos professores da UEL e abrir espaço para diálogos, sugestões, críticas, novas filiações e o fortalecimento do sindicato.

O momento não é fácil para o funcionalismo público. Seja de Ratinho Jr. (PSD) ou de Jair Bolsonardo (PSL), os ataques ao serviço público e, em especial, às universidades públicas não cessam de aparecer. O primeiro semestre de 2019 foi marcado pela campanha salarial visando a recomposição das perdas de 17,04%, referentes aos últimos três anos e meio, e pela introdução da minuta de Lei Geral das Universidades (LGU) no debate das universidades estaduais do Paraná – isso sem contar temas como a Greve Geral de 14 de junho contra a Reforma da Previdência e as manifestações contra os cortes na educação nos dias 15 e 30 de maio e 13 de agosto.

Todo esse cenário resultou na deflagração de uma greve estadual pela data-base e contra a LGU. Na UEL, a paralisação começou no dia 2 de julho e foi suspensa no dia 5 de agosto. Neste período, foram realizadas assembleias, reuniões por Centros de Estudos e outras com professores de departamentos da universidade às quais o Sindiprol/Aduel foi convidado e compareceu. Após toda a movimentação e a pressão das categorias da UEL e demais Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES) do Paraná, a grande maioria dos Conselhos Universitários votou pela rejeição da minuta de LGU. Mais informações estão no jornal do Sindiprol/Aduel do mês de setembro, que pode ser acessado em PDF clicando aqui.

Sabendo que os ataques não cessarão (prova disso é o projeto do governo Ratinho Jr. para a extinção da licença especial), a diretoria do Sindiprol/Aduel começará a ir aos departamentos e dialogar com os professores para melhorar a organização e a estruturação do sindicato, visando fortalecer a categoria para resistir aos ataques que estão postos e os que ainda deverão ser desferidos pelos atuais governos do Paraná e do Brasil.

Somente com a mobilização de toda a categoria é que poderemos barrar os ataques, tanto do governo federal como do estadual. O fortalecimento do sindicato e das categorias é um desses passos; por isso, filie-se ao sindicato, participe de reuniões e assembleias e ajude a construir um Sindiprol/Aduel mais forte!

Diretoria do Sindiprol/Aduel – 1/08/19

Sindiprol/Aduel participa de sessões da Alep, da CCJ e de reunião do FES

Entre segunda (16) e terça-feira (17), o Sindiprol/Aduel participou de sessões da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e de uma reunião do Fórum das Entidades Sindicais (FES), todas realizadas em Curitiba.

A sessão da Alep de segunda-feira teve como pauta a discussão do Projeto de Lei 606/2016, de autoria de dois deputados do PSL (missionário Ricardo Arruda e Felipe Francischini), que pretendia instituir uma mordaça no sistema estadual de ensino com o nome de “Escola sem Partido” (o projeto pode ser baixado em PDF na íntegra no: proj_606_dep_missionrio_ricardo_arruda2).

Painel da votação da Alep sobre o “Escola sem Partido”

O projeto, ao qual em outros momentos o Sindiprol/Aduel já havia se posicionado contrariamente, acabou derrotado por 27 votos contrários e 21 favoráveis.

Na terça-feira (17), a CCJ se reuniu para tratar da licença especial. Após pressão dos servidores públicos, o governo recuou da extinção da licença e, segundo o deputado londrinense Tiago Amaral (PSB), vice-líder da situação na Alep, vai enviar um substituto ao Projeto de Lei Complementar (PLC) 09/2019.  A sessão terminou e a tramitação do projeto foi suspensa por pedidos de vista feitos pelos deputados da comissão.

Registro da CCJ durante a fala de Tiago Amaral

Na última sexta-feira (13), o Sindiprol/Aduel já havia se posicionado sobre a situação de rompimento do acordo com o funcionalismo público por parte do governo estadual e o ataque aos direitos dos servidores. A nota pode ser acessada aqui. O informativo do FES sobre o PL 09/2019 pode ser acessado aqui.

Também na terça-feira, após a CCJ, o FES se reuniu para tratar da licença especial e discutir estratégias sindicais em defesa deste direito dos servidores públicos estaduais.

Ratinho Jr. rompe acordo e ataca direitos dos servidores

Como seu antecessor, Ratinho Jr. (PSD) está se mostrando um descumpridor de acordos: nem bem foi encerrada a greve dos servidores públicos, o governador age de forma ardilosa ao fatiar o Projeto de Lei Complementar (PLC) 04/2019 – aquele que congelava os direitos dos servidores por 20 anos –, e apresenta na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), de um lado, o PLC 09/2019 que, caso não fosse retirado da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e viesse a ser aprovado pelos deputados, extinguiria a nossa licença especial, direito arduamente conquistado pelos servidores públicos; de outro, por meio do Ofício 228/2019, de 30 de agosto, a Secretaria da Fazenda (Sefa) orientou secretarias, autarquias e fundações do estado a não colocarem na previsão orçamentária de 2020 “quaisquer aumentos referentes a promoções, progressões ou contratações”.

Trecho do PLC 09/2019 que foi enviado à CCJ

 

Na justificativa, o governador argumenta que seja entendido como um privilégio o direito à Licença Especial por parte dos servidores públicos

(O PLC 09/2019 pode ser baixado na íntegra em PDF no: plc 09 poderexecutivo.)

Trecho do ofício da Sefa

(O ofício completo pode ser baixado em PDF no: oficio-228-doe-sefa.)

Ou seja, mal começou o seu governo, ele rompe sorrateira e unilateralmente acordos e não cansa de atacar os nossos direitos. A retirada do PLC 09/2019 da CCJ se deveu à pressão dos servidores, mas, como já percebemos desde que assumiu o mandato, Ratinho Jr. tem se demonstrado bastante propenso a romper acordos. Portanto, nada garante que não venha a apresentá-lo novamente. Por isso, temos que nos manter atentos, retomar as atividades de mobilização e, se necessário, buscar ações contundentes contra mais esse ataque aos direitos dos servidores públicos.

Na próxima terça-feira (17), haverá uma reunião do Fórum das Entidades Sindicais (FES), em Curitiba, com representantes sindicais de todo o estado. Nós, do Sindiprol/Aduel, estaremos presentes e daremos a nossa contribuição para a organização de mais essa luta em defesa dos nossos direitos.