Reposição salarial não é aumento, é direito!

Confira o vídeo do Comando Sindical Docente (CSD), composto por Sesduem, Sinduepg, Sindunespar, Adunioeste, Adunicentro e Sindiprol/Aduel, sobre o direito à reposição salarial dos servidores do executivo do Paraná, que estão com perdas acumuladas em cerca de 17,5%.
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Texto do vídeo:
“Mesmo diante da pandemia, quando o trabalho dos servidores é mais necessário, o governo continua nos atacando e agredindo. A simples pretensão de nossa reposição anual da inflação é caracterizada como atitude antipatriótica. Para o governo, somos assaltantes do erário!
Ele quer convencer a todos de que o Estado está quebrado e por isso não pode pagar nossa reposição salarial e nem repor o quadro de pessoal, que está defasado, deixando de atender às necessidades urgentes da população. De tudo o que o Estado arrecada, a maior a parte vai para os bancos. Quanto mais cresce a ajuda aos bancos mais diminuem os gastos destinados aos serviços públicos como saúde, educação, previdência e assistência social.
Para garantir os lucros dos bancos, os governos – inclusive o do Paraná – têm que reduzir os gastos com o funcionalismo. Esta é a razão pela qual os professores das universidades estaduais, assim como os demais servidores do executivo paranaense, têm seus salários praticamente congelados há quatro anos. Não podemos aceitar isso!
Em abril de 2020, as perdas acumuladas totalizavam 17,5%, e teriam sido maiores se não tivéssemos lutado contra o governo. Os sindicatos que representam os professores das universidades estaduais do Paraná calculam que cada professor e demais servidores do executivo já perderam o equivalente a aproximadamente seis meses de salários. E, caso não arranquemos a reposição de nossas perdas, e os salários continuem congelados, até abril do próximo ano serão oito salários!
O embuste do governo consiste em embaralhar os termos para chamar de ‘aumento’ o que é na realidade apenas a reposição das perdas devidas pela inflação. Para isso, usa como pretexto a Lei de Responsabilidade Fiscal. Essa lei restringe a concessão de aumento de salários quando as despesas com pessoal do governo superam certos limites. Contudo, não é isto que está na lei. E a Constituição, em seu artigo 37, garante a reposição das perdas salariais.”

CAMPANHA EM DEFESA DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA – ANDRÉA PIRES ROCHA

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala a professora Andréa Pires Rocha, do departamento de Serviço Social do Centro de Estudos Sociais Aplicados (CESA) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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Aroeira – 6 de junho de 2020

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

A edição do dia 6 de junho trouxe informações sobre a eleição para a diretoria da Assuel, que será realizada na terça-feira (9). No mesmo programa, foi abordada a chantagem feita pela Seti para que as reitorias adiram às atividades remotas e também o levantamento realizado pelo Sindiprol/Aduel e que mostra os docentes trabalhando durante a pandemia.

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

CAMPANHA EM DEFESA DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA – DEIZE LOPES

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala a professora Deize Lopes, do departamento de Construção Civil do Centro de Tecnologia e Urbanismo (CTU) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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“EaD e o Futuro da Educação Pública” com Gaudêncio Frigotto

Na próxima quarta-feira (10), a partir das 17h, o Comando Sindical Docente (CSD) realizará uma live sobre o tema “EaD e o Futuro da Educação Pública”, com o professor doutor Gaudêncio Frigotto (UERJ). O moderador será o professor doutor Ronaldo Gaspar (UEL). A live será transmitida na página do Sindiprol/Aduel no Facebook e posteriormente estará disponível também no canal do Sindiprol/Aduel no YouTube.

Além de professor Associado da UERJ, Frigotto também é aposentado na UFF como professor Titular em Economia Política da Educação e foi membro dos Comitês científicos da área de educação no CNPq, CAPES e FAPERJ, onde continua como consultor ad hoc até o presente. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Fundamentos da Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: educação e trabalho, educação básica e educação técnica e profissional na perspectiva da politecnia, educação e a especificidade das relações de classe do capitalismo no Brasil.

Ao longo de mais de 30 anos, atuou e atua na graduação e, especialmente, na pós-graduação. Orientou mais de 100 teses e dissertações e participou em mais de 250 bancas de teses, dissertações e de concursos públicos. Publicou sessenta e um artigos completos em periódicos nacionais e internacionais, é autor ou coautor de mais de 20 livros e publicou 70 capítulos de livros.

Frigotto é sócio fundador da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Educação (ANPED). Foi membro representante do Brasil no Conselho Latino Americano de Ciências Sociais (CLACSO), com sede em Buenos Aires e fundador e coordenador do GT Trabalho e Exclusão Social do mesmo Conselho. Atualmente é membro do Comitê Acadêmico do Instituto de Pensamiento y Cultura de America Latina (IPECAL) com sede na cidade do México. Membro do Comitê Científico de duas revistas internacionais e oito nacionais. Foi eleito como personalidade educacional no Estado do Rio de Janeiro no ano de 2011, uma iniciativa da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Jornal Folha Dirigida e Associação Brasileira de Educação (ABE).

Levantamento mostra docentes trabalhando durante pandemia

Pesquisa realizada pelo Sindiprol/Aduel avaliando o primeiro mês de isolamento social mostra que 92% dos docentes que responderam ao questionário estão realizando atividades não presenciais desde os primeiros dias da suspensão das aulas nas universidades e que cerca de um quarto deles está trabalhando mais de oito horas diárias.

O levantamento, realizado por meio do Google Formulários, teve por objetivo conhecer as condições do trabalho dos docentes neste primeiro momento da pandemia. Um total de 316 docentes responderam às perguntas entre os dias 14 e 28 de abril: 239 da UEL, 65 da Unespar/Apucarana e 11 da Uenp.

Os principais dados

Dentre os docentes que responderam à pesquisa, 162 são mulheres, 152 são homens e dois se declararam não binários. Com relação à faixa etária, a maior parte possui de 51 a 60 anos e 15% têm mais de 60 anos.

Ao todo, 95% dos docentes informaram que estão realizando atividades de trabalho durante a pandemia, considerando aqueles que realizam atividades presenciais, remotas ou a combinação de ambas.

A grande maioria (em torno de 90%) realiza atividades remotas como orientações de estudantes, emissão de pareceres e participação em bancas e reuniões por meio de aplicativos como Zoom, Skype, entre outros, ou via mensagens de e-mail e WhatsApp.

Pouco mais de 9% dos docentes estão realizando atividades presenciais, tais como supervisão de residentes e estagiários, pesquisa em laboratórios e atendimento em unidades de prestação de serviços Os principais dados das universidades. Entre esses, 12 docentes consideram que as condições de trabalho presenciais não são adequadas para sua proteção.

Com relação ao tempo de trabalho, 69% estão trabalhando até oito horas diárias, 22% mais de oito horas e 9% não responderam.

Quando perguntados sobre como qualificam as demandas de trabalho diante das condições impostas pela pandemia, 17% dos docentes qualificam como exaustivo e outros 12% como totalmente incompatível ou raramente compatível com a situação de isolamento social. Ainda assim, 66% consideram que a demanda de trabalho atual é compatível, total ou parcialmente, com o isolamento social, e que, portanto, as atividades profissionais não estão tendo impacto danoso sobre suas vidas. Por fim, constatou-se que 85% encontram-se acompanhados em suas casas durante o período de isolamento social.

Nossas considerações

Preocupa o indicativo de que uma parcela dos docentes, mesmo que pequena, possa estar correndo risco maior ao realizar atividades presenciais sem as devidas condições de trabalho.

Preocupa também o fato de que, neste primeiro momento, marcado pela surpresa e pela necessidade de adaptação, um percentual significativo dos docentes esteja sendo demandado a trabalhar mais que oito horas diárias e, ainda, que uma parcela destes considere essa demanda incompatível com a situação de isolamento social.

A condição de isolamento social, de incertezas e medo diante da pandemia que se espalha pelo mundo e pelo país, não pode ser encarada como coisa menor. Esse cenário produz diferentes graus de ansiedade e suas repercussões interferem em nossa vida, nossa saúde e em nossa capacidade de trabalho. A isso tudo se somam as condições adversas causadas pelo confinamento de crianças em casa, de idosos que necessitam de atenção especial e toda sorte de situações decorrentes do isolamento.

Estudos têm demonstrado que as atividades não presenciais, como reuniões por videoconferência, por exemplo, exigem dos participantes mais atenção para se expressar e para se fazer entender devido à ausência de um dos elementos essenciais à comunicação entre os indivíduos, ou seja, a comunicação não verbal, limitada nessa forma de comunicação intermediada pela tecnologia. Quer seja pela ansiedade natural à situação do isolamento social, pelas incertezas, ou pelas dificuldades objetivas da vida em isolamento, as sensações de exaustão e de esgotamento são cada vez mais comuns.

A considerar as respostas obtidas como uma amostra da realidade dos docentes que compõem a base do Sindiprol/Aduel, pode-se afirmar que, mesmo em condições adversas, a absoluta maioria está trabalhando, e uma parcela significativa já dá sinais de que as condições desse trabalho não são adequadas, um alerta para se pensar as atividades dos docentes em época de pandemia.

O jornal completo pode ser baixado aqui.

CAMPANHA EM DEFESA DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA – ANTONIO DONIZETI

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala o professor Antonio Donizeti, do colegiado de Pedagogia do campus de Jacarezinho da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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CAMPANHA EM DEFESA DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA – MARIA NILZA DA SILVA

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala a professora Maria Nilza da Silva, do departamento de Ciências Sociais do Centro de Letras e Ciências Humanas (CLCH) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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Reuniões on-line da UEL, da Unespar/Apucarana e da Uenp

Conforme deliberação da Reunião Ampliada da Diretoria do Sindiprol/Aduel, nesta quinta-feira (28) serão realizadas as reuniões on-line de docentes por centros da UEL, bem como da Unespar/Apucarana e da Uenp. Todas as reuniões começarão às 14h. Qualquer modificação será previamente informada. Pauta: LGU; Meta-4; Data-base e Outros assuntos.

Links para o acesso às reuniões:

CCA

meet.google.com/qnf-btfg-ikk

Ligar para reunião: (US) +1 662-443-2534 PIN: 548 679 250#

CCB

meet.google.com/ptc-ctpu-xoc

Ligar para reunião: (US) +1 414-882-6330 PIN: 898 126 121#

CLCH

meet.google.com/tnb-yiwd-sox

Ligar para reunião: (US) +1 434-481-1296 PIN: 564 878 244#

Ceca

meet.google.com/xtn-rnqi-swy

Ligar para reunião: (US) +1 475-549-0338 PIN: 390 306 348#

Cesa

meet.google.com/juq-qtsx-bqn

Ligar para reunião: (US) +1 724-790-6077 PIN: 443 097 121#

CTU

meet.google.com/awj-mmnm-ocr

Ligar para reunião: (US) +1 570-658-9112 PIN: 167 978 603#

Cefe

meet.google.com/bxt-yvkf-xwz

Ligar para reunião: (US) +1 484-282-0505 PIN: 404 205 352#

CCS

meet.google.com/bht-rwpw-ahc

Ligar para reunião: (US) +1 575-305-4548 PIN: 969 458 580#

CCE

meet.google.com/ypn-mewa-pxw

Ligar para reunião: (US) +1 573-349-0086 PIN: 803 938 599#

Uenp

meet.google.com/kwo-qatg-viy

Ligar para reunião: (US) +1 347-380-6568 PIN: 115 896 417#

Unespar/Apucarana

meet.google.com/qxz-dyjq-etu

Ligar para reunião: (US) +1 276-695-5060 PIN: 256 336 760#

CAMPANHA EM DEFESA DA CIÊNCIA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA – ANA LUCIA DA SILVA

Nessa edição da Campanha em Defesa da Ciência e da Universidade Pública, confira o que fala a professora Ana Lucia da Silva, do departamento de Matemática do Centro de Ciências Exatas (CCE) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), sobre as pesquisas e atividades extensionistas que desenvolve e a importância da universidade e do Estado no desenvolvimento delas.

Entrevista completa:

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