O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.
Na edição do dia 17 de outubro, Maurício Toledo, assessor jurídico da Assuel, destacou a importância dos servidores se filiarem ao sindicato. O programa também tratou dos funcionários dos Correios, que, com ameaças de privatização, temem pelo fim das suas carreiras, e trouxe uma entrevista com o presidente da APP-Londrina, que falou sobre o descaso do governo estadual em voltar às aulas, com menos de dois meses para o fim do ano letivo.
Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado analisou a decisão do STF sobre o caso do traficante André do RAP. Na semana do Dia da Professora e do Professor, o Boletim do Sindiprol/Aduel trouxe mensagens do Sindiprol/Aduel e da APP-Londrina para as categorias que representam. Finalizando a edição da semana, dentre outros temas, o informativo “Central do Brasil” tratou da fome e do aumento da insegurança alimentar.
Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.
O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.
A edição do dia 10 de outubro falou sobre um documento, que está sendo preparado pelo Fórum das Entidades Sindicais (FES), discordando das perdas anunciadas pelo governo do estado. O programa também tratou do governador Ratinho Jr., que está aproveitando a pandemia para implantar mudanças na educação do Paraná, e dos Movimentos Populares de Londrina, que estão organizando a primeira jornada de luta contra a fome.
Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado abordou o caso do trabalhador que perdeu ação na justiça e teve de prestar serviços gratuitos à comunidade. No Boletim do Sindiprol/Aduel, as eleições para a diretoria do Andes-Sindicato Nacional (mais informações aqui). Finalizando a edição da semana, dentre outros temas, o informativo “Central do Brasil” também tratou da fome no país.
Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.
As eleições para a diretoria do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) – Biênio 2020/2022 serão realizadas de maneira telepresencial, de 3 a 6 de novembro de 2020. A decisão foi tomada pelas delegadas e pelos delegados reunidos virtualmente, entre os dias 28 e 30 de setembro, para o 9º Conselho do Andes-SN (Conad) extraordinário. (Mais informações sobre o 9º Conad podem ser acessadas aqui.)
Duas chapas foram homologadas pela Comissão Eleitoral Central (CEC) no dia 12 de março e concorrem ao pleito: “Chapa 1 – Unidade para Lutar” e “Chapa 2 – Renova ANDES”. Um debate entre elas será realizado na próxima sexta-feira, dia 30 de outubro (veja mais informações abaixo). Informações sobre a composição das duas chapas podem ser vistas aqui. Instruções para votação estão aqui.
Confira o material das chapas referente à segunda semana de campanha: Chapa 1 – texto-chapa-1e Chapa 2 – texto-chapa-2.
Confira o material das chapas referente à terceira semana de campanha: Chapa 1 –texto-chapa-1e Chapa 2 –texto-chapa-2.
O processo eleitoral, entretanto, ficou suspenso durantes alguns meses por causa da pandemia da Covid-19. Em julho, o 8º Conad extraordinário prorrogou, em acordo com as duas chapas, o mandato da atual diretoria do Andes-SN por até 90 dias e aprovou a realização de um segundo Conad, em setembro, para deliberar sobre regimento e calendário eleitorais. (Mais informações sobre o 8º Conad podem ser acessadas aqui.)
A partir da deliberação do 9º Conad extraordinário, para as eleições telepresenciais desse ano, serão montadas salas virtuais nas quais o sindicalizado se apresenta, via câmera, com um documento de identidade e recebe, então, um link com limite de tempo para acesso e registro do voto. As salas virtuais contarão com a presença de fiscais de ambas as chapas.
O Andes-SN é formado por seções sindicais de todo o país. Desde 2019, o Sindiprol/Aduel é uma delas (veja mais informações abaixo). Por isso, como no 39º Congresso do Andes-SN, realizado no começo do ano de 2020, as eleições desse ano serão as primeiras que contarão com a participação de filiados ao Sindiprol/Aduel, que representa docentes da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e do campus de Apucarana da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).
O 9º Conad extraordinário aprovou também o novo calendário eleitoral com a retomada do processo eleitoral e da campanha das chapas, que será realizada de 1 de outubro a 2 de novembro. O processo eleitoral será realizado na primeira semana de novembro, antes das eleições municipais, e a posse da diretoria eleita está prevista para dezembro, na Plenária de Abertura do 10º Conad extraordinário.
A campanha será realizada toda de forma virtual e irá incluir debates entre as chapas com ampla divulgação pelo Andes-SN (links para página no Facebook, canal no YouTube e site do Andes-SN) e pelas seções sindicais.
Debate Nacional entre as chapas que concorrem à diretoria do Andes-SN
Considerando as deliberações da 15ª reunião extraordinária da Comissão Eleitoral Central (CEC), que contou com a participação do(a)s representantes das duas chapas, realizada no dia 22 de outubro de 2020, sobre a organização do Debate Nacional entre as Chapas, a ser realizado no dia 30 de outubro de 2020, seguem as informações do evento:
1. Data: 30/10/2020 (sexta-feira);
2. Horário: 17h;
3. Duração: 1h30min;
4. Metodologia: o debate terá três blocos divididos assim:
a) Apresentação das chapas (10 minutos para cada uma, totalizando 20 minutos para o bloco 1);
b) Perguntas entre as chapas (cada chapa fará 3 perguntas de 2 minutos para a outra, as quais terão 5 minutos para a resposta e 3 minutos para a réplica, totalizando 60 minutos para o bloco 2);
c) Encerramento (cada chapa terá 5 minutos para saudação final, totalizando 10 minutos para o bloco 3). Assim, o debate terá 1h30min de duração;
5. Plataforma de transmissão: a transmissão será feita pelo Andes-SN por meio do Stream Yard, e outras entidades poderão veicular a partir da transmissão original;
6. Mediação: Raquel Dias Araújo – presidente da CEC, com suporte de Lucas Santos Cerqueira e Deborah Fontenelle, membros da CEC;
O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.
A edição do dia 3 de outubro falou sobre os protestos, realizados na última quarta-feira (30), contra a Reforma Administrativa de Jair Bolsonaro. Em Londrina, sindicalistas da cidade promoveram uma carreata em defesa dos Serviços Públicos e, na Concha Acústica, no centro da cidade, professores da UEL, da Uenp e da Unespar-Apucarana se manifestaram contra a proposta do governo federal e em defesa do Serviço Público.
O programa também abordou o caso de um trabalhador que, por causa da Reforma Trabalhista, perdeu ação na justiça e foi obrigado a prestar serviços gratuitos à comunidade. Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado explicou o que está por trás da indicação do novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Finalizando a edição da semana, o informativo “Central do Brasil” tratou de temas como o aumento das riquezas das mineradores, as privatizações e o financiamento do Renda Cidadã.
Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchore serviços de streaming como o Spotify.
O Sindiprol/Aduel convoca todos os docentes, filiados, das IEES do norte do Paraná (UEL, Unespar e Uenp) para a Assembleia Virtual Sobre a Eleição da Diretoria (2021-2022) na quinta-feira (8).
Pauta:
1) Prorrogação do mandato;
2) Organização do processo para eleição da nova diretoria.
Local: Sala do Zoom (disponibilizada para os inscritos no formulário abaixo)
Data e Horário: 8/10 (quinta) às 14h
Respeitando os protocolos de saúde e o distanciamento social, professoras e professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e do campus de Apucarana da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) se manifestaram, entre as 10h e 11h da manhã desta quarta-feira (30), contra a Reforma Administrativa, proposta pelo governo federal de Jair Bolsonaro, e em defesa do Serviço Público. (Mais informações sobre a Reforma estão aqui: https://sindiproladuel.org.br/contra-a-reforma-administrativa-pec-32-2020-em-defesa-do-servico-publico/.)
A manifestação havia sido aprovada em Assembleia realizada na última sexta-feira (25) e foi realizada na Concha Acústica, no centro de Londrina, com o afixamento de faixas e o pronunciamento de palavras de ordem contra a Reforma Administrativa e em defesa da educação, da saúde, da universidade pública, da assistência social e da previdência (veja as fotos abaixo).
Perto das 11h, a carreata em defesa dos serviços públicos, organizada pelo Coletivo de Sindicatos de Londrina, também chegou na Concha Acústica e os atos se encerraram na sequência.
Na Assembleia Docente da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e Unespar-Apucarana, realizada na tarde desta terça-feira (29) em plataforma virtual, os docentes presentes, em repúdio à Lei Federal de Reforma Administrativa, aprovaram, por ampla maioria, pela não paralisação das atividades amanhã (quarta, 30). Além disso, deliberaram também pela construção de um calendário de mobilização da categoria que inclui a participação do Sindiprol/Aduel em reuniões de departamentos/colegiados e centros de estudos, uma campanha de esclarecimento da Reforma Administrativa e a reconstituição do comando de mobilização.
Os docentes já haviam deliberado, entretanto, na Assembleia da última sexta-feira (25), pela realização de uma manifestação presencial amanhã, das 10h às 11h, na Concha Acústica (clique aqui para mais informações), que, além do esforço em contar com a presença de integrantes de outras categorias, será realizada com infraestrutura disponibilizada pelo sindicato e respeito a todos os requisitos prescritos pelos protocolos sanitários das autoridades científicas da área da saúde.
Além dessa atividade, haverá uma carreata proposta pelo Coletivo de Sindicatos de Londrina, com concentração às 9h45, na praça em frente da Escola Maria Carmelita (Rua Maurício de Nassau, 329, Jardim Mazzei) e saída às 10h pela Av. Duque de Caxias (em frente à prefeitura). Ela percorrerá várias ruas e avenidas da cidade (JK, Higienópolis, Leste Oeste, Duque de Caxias, Pará, Rio de Janeiro e Piaui) e se encerrará na Concha Acústica (clique aqui para mais informações).
Na esteira da Reforma Trabalhista, da Reforma da Previdência Social e da limitação dos investimentos sociais por 20 anos, o governo avança com uma proposta que altera profundamente a atual estrutura do estado brasileiro.
A PEC 32/2020, enviada ao Congresso Nacional no dia 2 de setembro, extingue o Regime Jurídico Único consagrado pela Constituição Federal de 1988, no seu lugar cria cinco carreiras, acaba com a estabilidade do funcionalismo público, permite a captura e discricionariedade do aparelho do estado pelos grupos no poder, dentre outras sérias modificações na estrutura do Estado.
E, ao contrário do que foi divulgado pelo governo, acobertado pela grande imprensa, a reforma atingirá não apenas os futuros servidores, mas os atuais funcionários públicos.
Das cinco carreiras criadas, somente quem se enquadrar nos “Cargos Típicos do Estado” é que poderá ter estabilidade, a depender, no entanto, da elaboração de legislação específica. As demais categorias (Cargo para Vínculo de Experiência, Cargo por Prazo Indeterminado, Cargos de vínculo por Prazo Determinado e os Cargos de Liderança e Assessoramento), por definição, não terão estabilidade. Também acabam as promoções e progressões por tempo de serviço inerentes às carreiras atuais, pois sendo estas extintas, liquidam-se os seus benefícios.
O resultado dessa estrutura será a precarização da atividade do servidor, posto numa categoria de “semi-servidor” e extremamente vulnerável. Funcionários do governo explicitaram recentemente numa live que o estágio probatório seria ineficiente “porque os índices de demissão de servidores nesse período seriam muitos baixos”, indicando com clareza a finalidade dessa reforma.
Os concursos públicos se tornarão meros editais de chamamento para ocupação temporária de atividades fundamentais do serviço público, permitindo sua substituição por serviços prestados pela iniciativa privada.
Por outro lado, os atuais servidores efetivos tampouco têm sua estabilidade garantida, pois a PEC cria a figura da “Demissão por insuficiência de desempenho”, desempenho a ser aferido por ocupantes dos “Cargos de Liderança e Assessoramento”. Estes, a diferença dos atuais cargos de “confiança” ou “comissionados” – preenchidos preferencialmente por servidores de carreira – serão ocupados, ao que tudo indica, mediante relações políticas com os que estiverem no governo. A PEC não detalha critérios mínimos de acesso, mas define que estarão vinculados ao Regime Geral da Previdência (INSS), e não aos regimes próprios.
Acrescenta-se a isto que os servidores que atualmente gozam de estabilidade e ocupam cargos em comissão poderão ser desligados por motivação “político-partidária”. Pois, o parágrafo único do artigo 41 da PEC, ao vedar o desligamento das outras categorias por esse motivo, deixa implícita essa possibilidade no caso dos cargos em comissão. Revela-se assim a visão do atual governo de partidarizar a gestão pública, pois são conhecidas as suas ações para “desesquerdizar” a Administração.
Pela redação da nova alínea “d” do art. 84, a PEC confere ao Presidente o poder de extinguir, transformar ou fundir entidades da administração autárquica e fundacional. A criação continuaria a depender de lei, na forma do art. 37, XIX, mas sua extinção passaria a ser ato unilateral do Presidente. Assim, desde universidades federais até agências reguladoras e órgãos fiscalizadores, como IBAMA, CVM, SUSEP, e até mesmo DNIT, CADE, Funasa, Fiocruz e quaisquer outras estariam sujeitas a extinção por decreto presidencial, colocando em risco grave toda a estrutura administrativa existente. Este imenso poder supera inclusive os poderes ditatoriais autoconferidos pela ditadura militar na EC 1/69.
Estamos diante de uma iniciativa que golpeia profundamente os princípios da impessoalidade, profissionalização e estabilidade para os aprovados mediante concurso público. Estes foram adotados precisamente para assegurar que o cidadão tenha acesso à prestação pública independentemente de suas aspirações políticas (ou seja, impessoalmente). Aos servidores foi assegurada não apenas estabilidade como sinônimo de manutenção do cargo, mas também como perspectiva de que seus salários e condições de trabalho sempre se manterão compatíveis com a importância da função, sem a necessidade de sujeitarem sua independência funcional às mudanças de governo.
Estas são apenas algumas das consequências que a aprovação da PEC/32 acarretará e contra as quais os docentes, junto com todo o funcionalismo público das três esferas devemos nos mobilizar para impedir sua tramitação. O momento de organizar a resistência é agora, amanhã poderá ser tarde.
Contra a Reforma Administrativa
Em defesa dos servidores e dos serviços públicos
Participe da manifestação do dia 30/09 na Concha Acústica, das 10:00 às 11:00 horas.
O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.
A edição do dia 26 de setembro falou sobre os protestos, convocados para o dia 30 (quarta-feira), contra a Reforma Administrativa de Jair Bolsonaro. O programa também abordou a violência contra as mulheres, que, durante a pandemia, aumentou mais de 30% em Londrina.
Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado tratou do acordo da Volkswagem para reparação de atos de cumplicidade com a ditadura civil-militar. No Boletim do Sindiprol/Aduel, os prejuízos da militarização do ensino público proposta pelos governos federal e estadual.
Finalizando a edição da semana, o Aroeira teve a estreia do informativo “Central do Brasil”, resultante da parceria do programa com a Rede Nacional dos Movimentos Populares.
Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchore serviços de streaming como o Spotify.