Aroeira – 19 de dezembro de 2020

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

A edição do dia 19 de dezembro trouxe análises de lideranças sindicais sobre o ano de 2020 e as principais lutas que foram travadas nele. Também foi falado do ano no Coletivo de Sindicatos de Londrina e o que esperar de 2021. No Boletim do Sindiprol/Aduel, o tema foi o calendário eleitoral para eleição da nova diretoria da seção sindical (mais informações em: https://sindiproladuel.org.br/calendario-para-eleicao-da-diretoria-do-sindiprol-aduel-2021-2023/).

Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fez uma retrospectiva do ano de 2020 no mundo do direito. Finalizando a edição da semana e as edições do ano, dentre outros temas, o informativo “Central do Brasil” tratou do desemprego, da inflação e do descaso do governo Bolsonaro com a vacinação da população brasileira.

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 12 de dezembro de 2020

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

A edição do dia 12 de dezembro falou sobre a aprovação, em primeira discussão, do projeto do governo Ratinho Jr. que acaba com promoções e progressões dos servidores públicos. No mesmo programa, o Boletim do Sindiprol/Aduel também foi sobre o PLC 19/2020, que deve ser votado novamente hoje (segunda, 14), e foram abordadas as críticas dos servidores municipais à reforma da previdência da prefeitura de Londrina.

Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado falou do julgamento no STF sobre o critério de correção monetária de débitos trabalhistas. Finalizando a edição da semana, dentre outros temas, o informativo “Central do Brasil” tratou da retirada de direitos da classe trabalhadora durante a pandemia e da importância do movimento sindical para a conquista do auxílio emergencial.

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 5 de dezembro de 2020

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

A edição do dia 5 de dezembro falou sobre os reitores das universidades estaduais do Paraná, que, apesar do governo ainda não ter recuado, acreditam que as horas extras não serão cortadas. O programa também trouxe uma afirmação da superintendente do HU, Vivian Feijó, de que o hospital teve 100% dos leitos de UTI ocupados na última semana, e falou sobre a live promovida pelo Coletivo de Sindicatos de Londrina, que tratou da covid-19 na cidade e do temor dos especialistas em relação ao possível colapso do sistema de saúde. Ainda foi atualizada a luta dos professores da rede estadual do Paraná pela revogação do edital 47/2020, que prevê, entre outras coisas, a realização de uma prova para a contratação do PSS.

Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado falou do julgamento no STF sobre a possibilidade de reeleição para presidência da Câmara e do Senado Federal. No Boletim do Sindiprol/Aduel, o assunto foi o novo ataque do governo Ratinho Jr. ao funcionalismo público: o projeto de lei 19/2020, que acaba com promoções e progressões. Finalizando a edição da semana, dentre outros temas, o informativo “Central do Brasil” tratou do aumento do número de pessoas vivendo na extrema pobreza no Brasil.

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Sindiprol/Aduel publica jornal sobre autonomia universitária, “reforma” administrativa, escolas cívico-militares e a defasagem salarial de 21%

Neste primeiro dia do último mês do ano, o Sindiprol/Aduel publicou uma nova edição de seu jornal. Abordando temas importantes e que têm impacto não só na categoria, mas no funcionalismo e nos serviços públicos como um todo, o jornal do mês de dezembro de 2020 começa falando sobre o ataque à autonomia universitária nas instituições federais, representada não só pelos cortes de recursos mas também pela nomeação de interventores em diversos locais. Os ataques do governo federal são também tema do texto seguinte, que aborda especificamente a “reforma” administrativa do governo Bolsonaro/Guedes (PEC 32/2020) como parte de um conjunto de medidas que visam a precarização e o desmonte dos serviços públicos, os quais, por sua vez, dependem de servidoras e servidores para garantir a qualidade e o atendimento da maior parte da população na ponta.

Na sequência, o jornal aborda questões que estão mais diretamente ligadas ao plano estadual, encampadas pela versão local do projeto de desmonte nacional: o governador Ratinho Jr. Primeiro, é abordada a implementação de escolas cívico-militares no estado. Depois, fechando a publicação, o assunto é a defasagem salarial de 21% do funcionalismo público do poder executivo, que vê no aumento da inflação mais um vetor para o derretimento de seus salários e de seu poder de compra.

Confira o jornal completo clicando aqui

Aroeira – 28 de novembro de 2020

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

A edição do dia 28 de novembro falou sobre as horas extras que foram suspensas pelo governo do Paraná e a possível interrupção dos serviços essenciais da saúde em dezembro. O programa também falou sobre o apoio do Coletivo de Sindicatos de Londrina à promotora Susana Lacerda e sobre a live que será promovida para debater a situação da covid-19 na cidade. Ainda foi abordado o novo canal de comunicação da Assuel, que tem como objetivo tirar dúvidas dos servidores, e a luta da direção da APP-Londrina pela impugnação do edital 47/2020, que define novas regras para a realização do PSS.

Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado falou sobre a importância da independência da magistratura. No Boletim do Sindiprol/Aduel, o assunto foi a conquista dos professores da UEL, da Uenp e da Unespar/Apucarana, que vão poder receber valores cobrados indevidamente entre 2005 e 2010. Finalizando a edição da semana, dentre outros temas, o informativo “Central do Brasil” tratou do fracasso dos candidatos bolsonaristas no primeiro turno das eleições de 2020.

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 21 de novembro de 2020

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

A edição do dia 21 de novembro falou sobre os protestos contra o assassinato de João Alberto Silveira Freitas, trabalhador espancado até a morte em uma unidade do Carrefour de Porto Alegre-RS. O programa também abordou os professores do Paraná, que estão acampados, no Centro Cívico, em Curitiba, para pressionar o governo e revogar o edital que muda as regras de contratação do PSS (Processo Seletivo Simplificado).

Na coluna “Matula do Direito, o professor Reginaldo Melhado conversou com o juiz José Henrique Torres sobre o significado do racismo para o poder judiciário brasileiro. Finalizando a edição da semana, no Boletim do Sindiprol/Aduel, os temas foram: os docentes com contrato temporário e as condições de trabalho na pandemia.

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Aroeira – 31 de outubro de 2020

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

A edição do dia 31 de outubro falou sobre a reclamação dos servidores da UEL de falta de segurança no retorno ao trabalho. A administração da universidade prometeu tomar providências. O programa também falou sobre a forma autoritária de implantação das escolas cívico-militares no Paraná, que foi criticada pela APP-Londrina, e dos professores e professoras da rede estadual que, para tentar diálogo com o governo, ocuparam a Secretaria Estadual de Educação, em Curitiba.

Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado falou sobre o processo contra a ONG “Católicas pelo Direito de Decidir”. No Boletim do Sindiprol/Aduel, os temas foram: a prorrogação do mandato da atual diretoria do Sindiprol/Aduel, as condições de trabalho dos docentes (mais informações aqui) e as eleições para o Andes-SN (mais informações aqui). Finalizando a edição da semana, dentre outros temas, o informativo “Central do Brasil” tratou dos ataques do governo ao SUS e à cultura.

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

PREOCUPA CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS DOCENTES DURANTE A PANDEMIA

Nova pesquisa sobre as condições de trabalho realizada pelo Sindiprol/Aduel, entre os dias 31 de agosto e 20 de setembro, mostra que triplicou o número de docentes que se sentem exaustos durante a pandemia. A pesquisa também levantou, nesta versão, as condições de trabalho dos docentes temporários.

Com o objetivo de conhecer as condições de trabalho, no mês de abril, ao completar o primeiro mês de isolamento social, uma pesquisa foi realizada com os docentes da UEL, da Uenp e do campus de Apucarana da Unespar. Respondida por mais de 300 docentes, os dados já davam alertas de que a situação não era nada tranquila. Na época, 95% dos docentes indicavam que não haviam parado de trabalhar, mesmo que remotamente, 22% estavam trabalhando mais que 8 horas diárias e 17% consideravam o trabalho exaustivo. (Veja o boletim completo .)

O Sindiprol/Aduel vem acompanhando com apreensão as condições de trabalho dos docentes. Desde então, oficiou aos reitores solicitando a constituição de uma mesa de negociação permanente relacionada às condições do trabalho docente, evocando as orientações do Ministério Público do Trabalho e do Andes-SN acerca do trabalho remoto. (Veja o boletim, publicado em 28 de julho, sobre o assunto clicando .)

Nova pesquisa mostra agravamento da situação

Passados cinco meses, ao replicar a pesquisa, observamos que a situação se agravou. Foram 315 docentes que responderam: 218 da UEL, 92 da Unespar/Apucarana e 5 da Uenp.

Dentre eles, 169 são mulheres, 142 são homens e 4 se declararam não binários. Com relação à faixa etária, os docentes estão igualmente distribuídos nas faixas entre 31 a 60 anos; 11% têm mais de 60 anos.

Mais da metade (56%) respondeu que está trabalhando mais que 8 horas por dia; 29% considera que as condições do seu isolamento social estão lhes causando dificuldades; e 35% consideram as demandas de trabalho exaustivas (mais que o dobro da pesquisa anterior). Se estes forem somados àqueles que consideram tal demanda incompatível, ou na maior parte do tempo incompatível com o isolamento social, teremos quase 60% dos docentes com muitas dificuldades para o exercício do trabalho docente nesta condição.

A precarização do trabalho dos docentes temporários

Nesta segunda versão da pesquisa, foram feitas algumas perguntas exclusivamente para os docentes temporários. 18% dos que responderam ao questionário são temporários. Do total, 41% informam que ocupam mais da metade da sua carga horária com disciplinas e 54% têm sob sua responsabilidade cinco ou mais ementas diferentes. Temos ainda que 32% não participam de atividades de pesquisa ou extensão, sendo que, daqueles que participam, 1/3 não tem carga horária para isso.

As condições de trabalho dos docentes temporários têm sido objeto de reuniões abertas, e precisam ser observadas por todos os docentes, pelas instâncias administrativas e pelos trabalhadores organizados no sindicato, como forma de limitar o processo de precarização do trabalho.

Quem é responsável por garantir condições adequadas ao trabalho docente?

Em abril, já apontávamos que a condição de isolamento social, de incertezas e medo diante da pandemia, produziria diferentes graus de ansiedade e diversas repercussões em nossa vida, nossa saúde e em nossa capacidade de trabalho; problemas que hoje são bem conhecidos de todos nós.

As situações geradas pelo ensino não presencial vêm sendo denunciadas sistematicamente por estudiosos e pela imprensa, e vão desde a falta de interação entre docentes e estudantes até as dificuldades em aferir o conhecimento obtido.

Além disto, as condições em que ocorre o ensino remoto emergencial, embora se apresentem como transitórias, estão impondo aos docentes (e aos estudantes também) condições de precarização típicas do ensino a distância.

Aproveitando-se da pandemia, e utilizando como subterfúgio o ensino remoto emergencial, as universidades, de um modo geral, avançam na implantação do EaD. Para isso, se insiste no uso de plataformas próprias do EaD, estimula-se a “cultura” das atividades “assíncronas” e a gravação de aulas que ficam armazenadas em bancos de dados.

O Sindiprol/Aduel teve acesso a termos de cessão de direitos autorais que circulam em alguns locais nas nossas universidades, nos quais não há uma linha sequer que resguarde os direitos dos docentes. Os equipamentos e muitos aplicativos em uso pelos docentes são pessoais, sem falar nos custos de adequação de espaços, gastos com energia elétrica, internet e outros insumos.

A falta de orientações sobre estes e outros elementos por parte das administrações tem sido objeto de preocupação do sindicato e estão sendo levadas às mesas de negociação. As reitorias da UEL e da Unespar já se dispuseram a discutir esses e outros aspectos das condições de trabalho dos docentes. Inclusive, na UEL já foi realizada uma primeira reunião. Na Unespar, onde o Sindiprol/Aduel participa junto com o Sindunespar, espera-se a primeira reunião para os próximos dias. Somente a reitoria da Uenp ainda não respondeu a estas solicitações.

Aroeira – 24 de outubro de 2020

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

A edição do dia 24 de outubro falou sobre a falta de segurança sanitária na volta ao trabalho dos servidores, que foi questionada pela Assuel, e de um alerta, feito por uma representante do Conselho de Administração, de que a Reforma Administrativa da UEL vai tirar mais direitos dos servidores.

O programa também tratou do Dia Mundial da Alimentação, que, em Londrina, foi marcado por protestos e distribuição de comida para moradores de ocupação da zona sul da cidade. Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado falou sobre a polêmica entre Bolsonaro e a vacina “CoronaVac”. No Boletim do Sindiprol/Aduel, o tema foi a Assembleia Geral Docente Virtual, que será realizada na próxima quinta-feira (29) (mais informações aqui). Finalizando a edição da semana, dentre outros temas, o informativo “Central do Brasil” tratou das eleições no Brasil e da vitória de Luis Arce, na Bolívia.

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Aroeira – 17 de outubro de 2020

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Na edição do dia 17 de outubro, Maurício Toledo, assessor jurídico da Assuel, destacou a importância dos servidores se filiarem ao sindicato. O programa também tratou dos funcionários dos Correios, que, com ameaças de privatização, temem pelo fim das suas carreiras, e trouxe uma entrevista com o presidente da APP-Londrina, que falou sobre o descaso do governo estadual em voltar às aulas, com menos de dois meses para o fim do ano letivo.

Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado analisou a decisão do STF sobre o caso do traficante André do RAP. Na semana do Dia da Professora e do Professor, o Boletim do Sindiprol/Aduel trouxe mensagens do Sindiprol/Aduel e da APP-Londrina para as categorias que representam. Finalizando a edição da semana, dentre outros temas, o informativo “Central do Brasil” tratou da fome e do aumento da insegurança alimentar.

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.