Aroeira – 2 de outubro de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

Programa de 2 de outubro de 2021:

4m – Secretário da Fazenda de Ratinho Jr. apresenta as contas para deputados estaduais e diz que estado não tem dinheiro para pagar reposição do funcionalismo

8m – No sábado (2), manifestantes em todo o Brasil foram às ruas pelo “Fora Bolsonaro”; em Londrina, concentração foi em frente ao Teatro Ouro Verde, a partir das 15h

13m30s – Sindicato dos Jornalistas entra em defesa do repórter José Maschio (“Ganchão”), que está sendo processado por denunciar juíza de Londrina que participou dos atos anti-democráticos do dia 7 de setembro

20m20s – Música e Resistência: Maria Rita (Silvia Borba e Guinter Vieira)

24m05s – Pais e mães de alunos da rede pública se mobilizam contra medida do governo do Paraná que obriga 100% de retorno às aulas presenciais; APP-Sindicato alerta para risco de contaminação pela Covid-19

32m25s – No dia “Dia do Basta – Reposição Salarial Já!”, servidoras e servidores do Paraná fecharam Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, para cobrar reposição da inflação dos últimos seis anos

38m37s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio de Oliveira fala sobre o aumento da extrema pobreza no Brasil, que já atinge mais de 14 milhões de pessoas

45m05s – Na coluna “Aparte”, o jornalista Fábio Silveira fala sobre as manifestações de 2 de outubro pelo impeachment de Bolsonaro

52m50 – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre o escândalo da Prevent Senior e o conceito de “trabalhador hipersuficiente”

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Com imunização de docentes e funcionários, Sindiprol/Aduel reabre Centro de Vivência na segunda-feira (4)

No final de 2020, lançamos a campanha “Em defesa da ciência e da vida, vacinação já para todos! Viva o SUS!. Naquele momento, o Brasil tinha menos de 200 mil mortes. Um número assustador, mas 1/3 dos atuais cerca de 600 mil. Hoje sabemos que houve uma tentativa deliberada, por parte, especialmente, do governo federal de Bolsonaro/Mourão, de atrasar a vacinação e tentar lucrar com ela. A política adotada pelo presidente e seus aliados estaduais (como é o caso aqui no Paraná de Ratinho Jr.) intensificou a pandemia e fez crescer o número de mortos, assim como aumentou o desemprego, a fome e a crise econômica. 

Apesar das ações e omissões, agora, quase em outubro de 2021, mais de um ano e meio desde a suspensão do atendimento presencial, a maioria das professoras e dos professores está vacinada, assim como nossos funcionários e parte considerável da população brasileira acima dos 18 anos. Por isso, a partir desta segunda-feira (4), reabriremos, ainda em horário reduzido, o Centro de Vivência do Sindiprol/Aduel na UEL. Os funcionários revezarão no atendimento e serão adotadas medidas para garantir o respeito aos protocolos de biossegurança. 

Este ano e meio de pandemia foi muito duro para a maioria da população brasileira, que, além de ter perdido familiares e entes queridos, tem de lidar com a piora generalizada das condições de vida no país, com a volta da fome, da inflação, da carestia, da falta de emprego e com o arrocho salarial. Para nós, servidores públicos, a situação não é nada boa. No plano federal, a PEC 32 (Reforma Administrativa) vem para acabar com o serviço público no Brasil. Aqui no Paraná, sem reposição desde 2016, nossa defasagem salarial acumulada já é de quase 30%. Precisamos lutar! 

A reabertura do Centro de Vivência não é uma negação de que ainda (e não sabemos até quando) serão necessários cuidados e medidas para evitar a contaminação e transmissão do coronavírus, mas uma sinalização de que precisamos retomar a organização e a luta por melhores condições de vida e pela reposição salarial integral. E o sindicato é nossa instância básica de organização e referência institucional das nossas lutas!

No mais, informamos que neste sábado, 2 de outubro, voltaremos às ruas em mais um ato “Fora Bolsonaro/Mourão”. Em Londrina, a concentração será em frente ao Teatro Ouro Verde, a partir das 15h. Sua participação é fundamental. Converse com familiares e amigos e vamos todos às ruas!

 

– Fora Bolsonaro/Mourão!  

– Contra o desemprego, a carestia e a fome!  

– Pelo fim do arrocho salarial e pela valorização dos serviços públicos!  

– Contra a reforma administrativa (PEC 32/2020)!  

– Por vacina para todos e todas!  

– Pelo auxílio emergencial de 600 reais para todos os necessitados!  

– Pela manutenção das liberdades democráticas! 

Atendimento nas sedes do Sindiprol/Aduel a partir de 4/10 

Centro de Vivência da UEL: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Telefone para contato: (43) 3328-4549 / E-mail: sindicato@sindiproladuel.org.br 

Praça La Salle, 83: fechada 

Comunicação do Sindiprol/Aduel: Telefone (WhatsApp): (43) 3324-3995 / E-mail: comunicacao@sindiproladuel.org.br 

Aroeira – 25 de setembro de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

Programa de 25 de setembro de 2021:

3m48s – Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprova relatório da PEC 32; para Ludimar Rafanhim, a Reforma Administrativa representa o desmonte do Estado brasileiro

10m05s – Criação do Conselho Municipal LGBTQIA+ é rejeitada na Câmara de Vereadores de Londrina

24m07s – No próximo sábado (2/10), manifestantes em todo o Brasil voltarão às ruas para gritar “Fora Bolsonaro”; em Londrina, a concentração será em frente ao Teatro Ouro Verde, a partir das 15h

28m04s – Nesta segunda-feira (27), em Foz do Iguaçu, servidoras e servidores do Paraná realizam “Dia do Basta – Reposição Salarial Já!”

33m46s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio de Oliveira fala sobre o aumento dos preços do gás e da gasolina, que são resultado da política da Petrobras

39m06s – Na coluna “Aparte”, o jornalista Fábio Silveira fala sobre o discurso de Bolsonaro na ONU (Organização das Nações Unidas) e sobre a entrevista dele para a revista Veja

45m46 – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre decisões judiciais que condenaram companhias aéreas por exigirem maquiagem das comissárias de bordo

54m20s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, do baixo número de inscritos no Enem e das queimadas no Brasil

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Novas manifestações nacionais serão realizadas no dia 2 de outubro

Sábado, dia 2 de outubro, manifestantes em todo o Brasil voltarão às ruas para mais um dia de lutas e mobilizações contra o governo Bolsonaro/Mourão e por emprego, vacina no braço e comida no prato. Como nós, do Sindiprol/Aduel, destacamos nas chamadas para as manifestações anteriores, para as e os servidores públicos, esses dias de luta são também em prol do fortalecimento dos serviços públicos e em defesa de nossos direitos. Em Londrina, a concentração será realizada em frente ao Teatro Ouro Verde, a partir das 15h. 

Por isso, novamente convidamos a participar quem estiver imunizado com a vacina e/ou se sentir seguro e ciente da necessidade de respeito estrito aos protocolos de biossegurança preconizados pelas autoridades sanitárias. Caso não sinta segurança, esteja com sintomas de Covid-19 ou tenha tido contato com alguém com a doença, fique em casa e ajude a divulgar os atos pelas redes sociais. As redes sociais do Sindiprol/Aduel estão todas reunidas no: https://linktr.ee/sindiproladuel.

– Fora Bolsonaro/Mourão!  

– Contra o desemprego, a carestia e a fome!  

– Pelo fim do arrocho salarial e pela valorização dos serviços públicos!  

– Contra a reforma administrativa (PEC 32/2020)!  

– Por vacina para todos e todas!  

– Pelo auxílio emergencial de 600 reais para todos os necessitados!  

– Pela manutenção das liberdades democráticas!

No programa Aroeira do último sábado (25/09), Ronaldo Gaspar, presidente do Sindiprol/Aduel, fez uma convocação para que todas e todos participem de ato. Ouça, compartilhe e participe do ato em Londrina ou em alguma das outras cidades nas quais haverá manifestação (a lista está disponível aqui).

YouTube player

Convocação e materiais do Andes-SN

Sábado é FORA BOLSONARO E MOURÃO!

Vamos ocupar as ruas no próximo dia 2 de outubro (sábado) pois sabemos que este governo genocida segue com uma política de desemprego e de privatização que aumenta a carestia, a fome, a miséria. Um país justo para todas e todos não será construído em cima da vida de trabalhadores e trabalhadoras explorados diariamente por esse governo autoritário, impopular e isolado. É hora de gritar Fora Bolsonaro e Mourão mais uma vez!

Vamos juntas e juntos!

O Fórum Sindical, Popular e de Juventude em defesa dos direitos e liberdades democráticas e o Andes-SN construíram alguns motivos para ocupar as ruas no sábado. Confira, compartilhe em suas redes sociais, de amigos e familiares e vamos todos às ruas!

Para organização, agitação, divulgação e cobertura de todos os atos nacionais e internacionais de maneira ampla e inclusiva, foram criados perfis no Instagram (@forabolsonaronacional) e no Twitter (@forabolsonarona). 

Caso não tenha visto o guia da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares sobre como realizar atos de rua com proteção, ele pode ser acessado em nosso Instagram (@sindiproladuel).

Aroeira – 18 de setembro de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

Programa de 18 de setembro de 2021:

3m32s – O futuro do funcionalismo está em jogo: sindicalistas vão a Brasília para lutar contra a Reforma Administrativa e votação da PEC 32 é adiada; confira entrevista com o deputado federal Enio Verri (PT)

11m34s – Coletivo de Sindicatos de Londrina se reúne para discutir mais um ato “Fora Bolsonaro”; atividade está marcada para o dia 2 de outubro

12m25s – Música e Resistência: Saco de Feijão (Beth Carvalho)

16m02s – Confira entrevista com Djauara Goulart dos Santos, uma das 83 pessoas demitidas pela Companhia de Tecnologia e Desenvolvimento (CTD) no dia 31 de agosto

27m29s – Na coluna “Aparte”, o jornalista Fábio Silveira fala sobre as novas pesquisas de opinião que mostram a queda de popularidade de Bolsonaro

34m08s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio de Oliveira fala sobre a revisão feita pelo governo da inflação para o ano de 2021, que passou de 6,2% para 8,4%

38m54s – Levante Popular da Juventude promove evento para lembrar do centenário de Paulo Freire

41m – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre a nova decisão de Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), contra os direitos trabalhistas

48m20s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, do centenário de Paulo Freire e da alta dos preços

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Dia do Basta – Reposição Salarial já!

Para reinvindicar a reposição salarial, que não é feita integralmente desde 2016, resultando em uma defasagem de cerca de 30%, servidoras e servidores do Paraná estão sendo convocados para um ato em Foz do Iguaçu, no dia 27 de setembro (segunda). Haverá transporte do Sindiprol/Aduel, respeitando os 50% da capacidade.

Docentes interessados podem se inscrever no formulário: 

Saída: Dia 26/09 (domingo) – horário e local a definir
Volta: Após o ato no dia 27/09 (segunda)

Mais informações sobre o ato estão no site do Forum das Entidades Sindicais (FES).

Confira abaixo alguns registros do ato desta segunda-feira (27), que foram feitos por Ismael de Freitas, assessor do FES.

No Facebook do FES, também foi postado um vídeo sobre essa manifestação histórica de servidoras e servidores públicos do Paraná na Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, reivindicando a reposição da inflação nos salários. #DiaDoBasta – Reposição salarial já! Confira o vídeo clicando aqui.

Aroeira – 11 de setembro de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Ricardo Lima.

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

Programa de 11 de setembro de 2021:

3m56s – 7 de setembro: Grito dos Excluídos leva crítica social e alimentos para moradores da região sul

18m54s – Música e Resistência: Sonho Meu (Maria Bethânia)

22m40s – Coletivo Popular escreve nota criticando carta de apoio de entidades de Londrina a ações antidemocráticas de Bolsonaro

28m43s – Sindicato dos Jornalistas denuncia autoritarismo da família Boca Aberta contra repórteres da Folha de Londrina

31m48s – Na coluna “Aparte”, o jornalista Fábio Silveira fala sobre o terrorismo de Bolsonaro na semana da pátria

40m40s – Informe do Sindiprol/Aduel e da Assuel sobre a ruptura unilateral do convênio da Unimed com a UEL

43m02s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio de Oliveira fala sobre inflação e aumentos da gasolina e da comida

48m07s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) na berlinda dos movimentos golpistas

56m47s – Informativo “Central do Brasil” trata das manifestações de 7 de setembro

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Informe sobre a ruptura unilateral do convênio da Unimed com a UEL

Na última semana, servidoras e servidores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) foram surpreendidos pelo anúncio da ruptura unilateral do convênio da Unimed com a UEL (aos conveniados, para todos os efeitos práticos, a alegação de que a operadora não aceitou renovar o contrato é irrelevante). E mais, pela imposição da migração para outro plano, da mesma operadora, mas agora por meio de convênio com a Associação de Pessoal da UEL (Apuel).

Como há filiados aos sindicatos (Sindiprol/Aduel e Assuel) que são conveniados, desde quarta-feira da semana passada, temos exigido uma reunião com os envolvidos, mas, até agora, nenhuma resposta efetiva. Em conversa com a reitoria, obtivemos o compromisso de que a reunião ocorrerá na próxima semana.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), “se a intenção de encerrar o contrato partir da operadora de assistência à saúde /…/ a pessoa jurídica contratante (empresa, associação ou sindicato) poderá pleitear, se necessário até na Justiça, a manutenção do plano coletivo, com base no Código de Defesa do Consumidor, pois nesta situação, o contratante se enquadra na definição de consumidor”.

Além disso, “apesar de o reajuste dos planos coletivos não ser controlado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o consumidor não deve aceitá-lo caso seja abusivo. A melhor forma de solucionar o problema é por meio da organização dos usuários que sofreram o mesmo aumento, tentando uma redução por intermédio da contratante (empresa/sindicato/associação) [no nosso caso, a UEL]. Caso não haja solução amigável, o consumidor deve procurar a Justiça”.

Se, porém, conforme alega a operadora, o plano está em condições de sinistralidade que exigiria aumentos das mensalidades acima da inflação – e, portanto, a migração fosse supostamente favorável aos conveniados –, entendemos que a imposição da Unimed e a leniência com que a UEL tratou do assunto apenas trouxeram indignação e semearam muita (e justa) desconfiança entre os servidores filiados ao respectivo plano.

Aliás, se o plano não tem equilíbrio financeiro atualmente, como o novo plano terá se, de imediato, a base é praticamente a mesma? Pelo que está sendo explicado no precário comunicado publicado pela operadora, a ampliação da base para diminuir a média etária e a sinistralidade é uma aposta, mas e se essa aposta não se concretizar? Enfim, essas são algumas perguntas que precisam de resposta.

Portanto, consideramos que é urgente que representantes da Unimed, UEL e Apuel façam uma reunião com sindicatos, servidores e usuários para tratar do assunto, tanto para dar explicações mais precisas sobre motivações e consequências da migração quanto, também, para explicar sobre os direitos e alternativas que os conveniados dispõem.

Por fim, cabe frisar que essa é mais uma demonstração de que a luta pela manutenção e melhoria dos serviços públicos é urgente e necessária, pois somente um serviço público e gratuito capaz de atender plena e prontamente às demandas da população eliminará essa perversa mercantilização da saúde e os problemas e inseguranças a ela associados.

Em defesa dos serviços públicos! Viva o SUS!

Londrina, 10 de setembro de 2021

Convênio do antigo Sindiprol com a Unimed

O convênio com a Unimed que está sendo encerrado agora em setembro é o convênio assinado em 2011 com a UEL.
O convênio do antigo Sindiprol (antes da unificação com a Aduel), embora não esteja mais aberto para adesão desde 2010, continua sem alteração. Ele estava regulado por uma legislação antiga e está “congelado” desde aquela época.
Portanto, não há nenhuma alteração e a vigência continua plena.

(Atualizado em 14 de setembro com a informação sobre o convênio do antigo Sindiprol.)

Aroeira – 4 de setembro de 2021

O Aroeira é um programa de radiojornalismo produzido em parceria pela Assuel e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Agora, durante a pandemia da Covid-19 e respeitando o isolamento social, o Aroeira está sendo produzido remotamente e em formato reduzido, mas ainda trazendo o noticiário do mundo sindical.

Produção e apresentação: Elsa Caldeira e Guilherme Bernardi.

Trabalhos técnicos: Pedro Carvalho.

Música tema: Aroeira (Geraldo Vandré)

Programa de 4 de setembro de 2021:

3m – Em Londrina, Grito dos Excluídos tem, entre outras atividades, entrega de alimentos para população carente, construção de moradia para indígenas e luta contra privatização dos hospitais das zonas norte e sul da cidade

9m08s – Sindicato dos Metalúrgicos de Londrina empossa nova diretoria e sindicalistas comemoram a derrubada da MP 1045 no Senado

14m46s – APP-Sindicato lembra do massacre de 30 de agosto de 1988, quando professores foram pisoteados pela cavalaria de Álvaro Dias

18m48s – Música e Resistência: Tiro ao Álvaro (Elis Regina)

21m56s – Sindiprol/Aduel publica nota sobre minuta que propõe alterações na distribuição de carga horária docente e boletim contra o golpe bolsonarista

31m27s – Na coluna “Politizando a Economia”, o economista Venâncio de Oliveira fala sobre a diminuição do PIB do Brasil e o preço da cesta básica em Londrina, que atingiu seu maior preço da série histórica: R$ 518,42

36m27s – Na próxima semana, Fábio Silveira estreia coluna “Aparte” no Aroeira; confira entrevista com ele sobre os temas que serão abordados no programa

41m40s – Na coluna “Matula do Direito”, o professor Reginaldo Melhado fala sobre a derrubada da “minirreforma trabalhista” (MP 1045)

47m52s – Informativo “Central do Brasil” trata, dentre outros temas, do Grito dos Excluídos, que há 27 anos é realizado no dia 7 de setembro

Caso tenha perdido alguma edição ou não possa acompanhá-lo ao vivo na Rádio UEL FM, o programa poderá ser ouvido posteriormente no site da Rádio UEL FM e também estará disponível no Anchor e serviços de streaming como o Spotify.

Em defesa das liberdades democráticas e dos direitos trabalhistas e sociais, diga não ao golpe bolsonarista!

Os últimos anos da história brasileira têm sido marcados por inúmeros retrocessos nos direitos, assim como nas condições de vida da população trabalhadora: retorno da inflação, crescimento vertiginoso do desemprego e da informalidade, arrocho salarial, escalada da fome, entre tantos outros problemas.

Desde fins de 2014, com a retomada da política neoliberal recessiva e, sobretudo, depois de 2016, o país tem retrocedido numa incrível velocidade: Emenda Constitucional 95 (“PEC do fim do mundo”), lei da terceirização, contrarreformas trabalhista e previdenciária, cortes orçamentários em educação e ciência (em 2021, o menor orçamento em duas décadas), desmantelamento das instituições de fiscalização do trabalho (extinção do Ministério do Trabalho) e meio ambiente (queimadas, perseguições a cientistas, desmonte do Ibama, ICM-Bio, Instituto Chico Mendes, reservas florestais e indígenas), dos órgãos de preservação e financiamento da cultura, assim como uma escalada autoritária nos conselhos de decisão sobre educação básica e superior. Inclusive, por serem espaços de livre exercício do pensamento, as universidades públicas foram alçadas à condição de inimigas dos governos, que, assentados em suas ideias negacionistas, desprezam a ciência, a filosofia, as artes e a cultura em geral.

Não bastasse isso, a pandemia da Covid-19 intensificou nossas já enormes mazelas sociais. Embora o SUS tenha tido um papel fundamental para a amenização das consequências da pandemia, o negacionismo instalado no Planalto, em governos estaduais e municipais – e apoiado por uma parcela minoritária, mas significativa da população –, resultou na aposta em tratamentos ineficazes, no descrédito das medidas sanitárias e na falta de políticas públicas nacionais coerentes para combater a propagação do vírus. E, como demonstra a CPI da Covid, em consonância com interesses corruptos, a protelação da compra de vacinas cobrou um preço alto. Como consequência, a doença se alastrou, as mortes foram massivas, a economia piorou. Tudo isso fez do Brasil um dos países cuja população mais sofreu e morreu com a pandemia; sofrimento agravado por resultados econômicos tão ruins ou piores do que as maiores economias do mundo. Enfim, o governo Bolsonaro e seus aliados estaduais e municipais tornaram o Brasil um enorme sepulcro, não apenas de pessoas, mas de civilidade.

O golpe que está sendo orquestrado por forças oficiais e não oficiais para 7 de setembro não tem por finalidade resolver nenhum desses gravíssimos problemas. Ao contrário, silenciando, com sua costumeira hipocrisia, sobre as maracutaias familiares, o acordo com o Centrão, o desmonte das instituições de fiscalização tributária (cerceamento às atividades do COAF), a compra de votos, os orçamentos e gastos secretos e outras malversações, Bolsonaro conta com complacência em seus malfeitos e apoio para difundir sua paranoia sobre a “má-fé” do STF e arregimentar forças sociais – especialmente militares de baixa patente e indivíduos armados de todos os quadrantes sociais, de “pessoas de bem” a milicianos – para tentar instalar uma ditadura civil-militar. Ele não quer, assim, apenas atingir objetivos pessoais e desses segmentos, mas também manter as atenções da população desviadas dos problemas sociais e, por meios autocráticos, silenciar aqueles que se opõem a essa trama antidemocrática e antipopular.

Diante disso, o Sindiprol/Aduel conclama as trabalhadoras e os trabalhadores a se mobilizarem contra a tentativa de golpe de Estado em curso, porque sua consecução significará inequívoca piora nas condições de vida dos trabalhadores e, ainda mais, produzirá um cerceamento às liberdades civis, que, além da negatividade em si disso, tornará muito mais difícil a organização e a luta sindical contra o arrocho salarial e por melhores condições de trabalho.

Só a luta dos trabalhadores pode abrir caminhos e infundir esperanças para a construção de um país mais justo e igualitário.

Contra o retrocesso de direitos!

Contra o aumento da inflação e o arrocho salarial!

Por direitos sociais e liberdades democráticas, diga não ao golpe bolsonarista!

Às ruas!! Diga não ao golpe!!