41º CONGRESSO DO ANDES-SINDICATO NACIONAL – SAIBA MAIS!

Instância máxima de deliberação da categoria docente organizada no Andes-SN, o 41º Congresso do Sindicato Nacional será realizado em Rio Branco-AC, sob organização da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Acre (Adufac – Seção Sindical), entre os dias 6 (segunda) e 10 (sexta) de fevereiro. Essa é a primeira vez que a capital acriana sediará o congresso do Andes-SN.

Com o tema central “Em defesa da educação pública e pela garantia de todos os direitos da classe trabalhadora”, o encontro deve reunir ao menos 600 professoras e professores de universidades federais e estaduais, institutos federais e cefets de todo o Brasil. Eleitos em assembleia realizada no dia 14 de dezembro do ano passado, César Bessa, Lorena Portes e Fernanda de Freitas Mendonça serão os delegados do Sindiprol/Aduel no evento. 

O 41º Congresso tratará de pautas importantes da categoria, como carreira e reajuste salarial, financiamento das instituições públicas de ensino, adoecimento docente e ensino remoto, além de temas da conjuntura nacional e internacional da luta da classe trabalhadora. 

Nesta edição, também serão apresentadas e inscritas as chapas que disputarão o processo eleitoral para a próxima diretoria do Andes-SN. A votação ocorrerá nos dias 10 e 11 maio, em todo o território nacional. As professoras e professores eleitos estarão à frente da entidade durante o biênio 2023-2025. 

Confira o caderno de textos e o anexo que orientarão os debates e deliberações do Congresso. Acesse o site desenvolvido para o 41º Congresso. A partir de segunda-feira (6), a cobertura do evento estará no site do Andes-SN, nas redes sociais do Sindicato Nacional (FacebookInstagram e Twitter) e nos meios de comunicação próprios do Sindiprol/Aduel. 

Arte e cultura

Além do debate político e das deliberações que orientarão a luta da categoria docente para o próximo período, o 41º Congresso também apresentará aos e às docentes de todo o país a arte e cultura da Região Norte. O encontro terá atrações como o grupo “Cantos e Encantos Yawanawa”, composto por mulheres do povo Yawanawa, originárias da Terra Indígena do Rio Gregório; as exposições de artes visuais “Fábulas das Ilusões Felizes” e “Vestígios inversos e poéticas das ilusões felizes”, do artista Danilo De S’Acre; a mostra fotográfica “O trabalho a céu aberto na Amazônia pandêmica”, das professoras Letícia Helena Mamed e Eurenice Oliveira de Lima, da Ufac; entre outras.  

Confira algumas fotos da participação das delegadas e do delegado do Sindiprol/Aduel no 41º Congresso do Andes-SN: 

Informe sobre a assembleia docente de 30 de agosto / Liberação de progressões e promoções: prejuízos na UEL

Na manhã de ontem (terça, 30), no Anfiteatro Maior do CLCH, docentes da UEL se reuniram, em assembleia do Sindiprol/Aduel, para discutir a seguinte pauta: 1) Data-base; 2) Docentes com contratos temporários; 3) Progressões e promoções; e 4) Professor titular: carreira ou concurso externo. 

Data-base 

Com uma defasagem salarial de 37%, foi apresentada a possibilidade de que as e os servidores públicos cheguem no final deste ano com perdas ao redor dos 50%, considerando, inclusive, que a reposição da inflação nos salários não foi incluída na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Paraná para 2023.  

Docentes com contratos temporários 

Sobre as e os docentes com contrato temporário, foram relatadas as reuniões feitas pela diretoria da seção sindical tanto com eles quanto com a reitoria da UEL, além de terem sido apresentados alguns dados colhidos na pesquisa sobre as condições de trabalho desse segmento (ainda mais) precarizado da categoria – confira a apresentação feita na assembleia clicando aqui. Em breve, publicaremos um relatório completo com os resultados dela. 

Também foram aprovados alguns encaminhamentos para a sequência da luta por melhores condições de trabalho, como levar para debate com outras seções sindicais a possibilidade de incluir na pauta a efetivação dos docentes com contrato temporário, a construção coletiva de uma política relativa à distribuição de carga horária, a necessária revogação da Lei Geral das Universidades (LGU) e uma avaliação sobre a existência de contratos temporários em IES de todo o país. 

Progressões e promoções 

No terceiro ponto de pauta da assembleia, que também foi abordado nas reuniões com a reitoria da universidade, foram apresentadas algumas questões relativas ao não exercício da autonomia universitária por parte da administração da UEL, que implicou na não implantação delas e, consequentemente, em prejuízos a servidoras e servidores.  

Liberação de progressões e promoções: prejuízos na UEL 

Com o despacho de 29 de agosto, o governo liberou as progressões e promoções para todas as categorias do funcionalismo público estadual. Longe de ser uma benesse, essa liberação é o resultado de muita pressão sindical sobre o governo e a Assembleia Legislativa (Alep) para a efetivação daquilo que é um direito básico do servidor. Não é casual que essa liberação tenha ocorrido na véspera de um dia de grande importância no calendário de lutas das e dos professores da educação básica: 30 de agosto, momento de rememorar a violência do governo de Álvaro Dias, que, em 1988, colocou a cavalaria contra lutadores da categoria. 

No dia seguinte, essa informação do despacho foi publicada na lista docente. Porém, é importante frisar que, diferentemente de outras categorias, as universidades estaduais gozam de autonomia de gestão e, no caso das progressões e promoções, já poderiam tê-las implantado ao longo deste ano, como fizeram outras IEES que não estão no Meta-4. Por conta dessa negligência ou falta de firmeza na defesa da autonomia – e, por extensão, dos servidores da UEL –, estes, comparados com os docentes e agentes universitários daquelas, tiveram prejuízo financeiro imediato, pois o atraso na implantação vai resultar em perda de meses de incremento salarial e adiamento do período (perdido) entre a aquisição do direito e a sua implantação – também com a correspondente perda salarial. Quem vai pagar por esses prejuízos financeiros e de evolução na carreira? Certamente, a reitoria – tanto a atual como a anterior – não vai assumir para si essa responsabilidade, ficando assim os prejuízos contabilizados nas contas e carreiras dos docentes e agentes universitários da UEL.  

Esse prejuízo demonstra a necessidade de aumentarmos a pressão sobre a administração da universidade, pois o alinhamento estrito desta com as nefastas políticas do governo estadual se traduz em inequívoco prejuízo aos servidores da UEL e algumas outras IEES.  

Professor titular: carreira ou concurso externo 

Para finalizar, foi apresentada a discussão existente em algumas IEES do estado do Paraná sobre a possibilidade de incluir na luta da categoria docente a inclusão do professor titular na carreira. Atualmente, tal posição está prevista para ser preenchida com concurso externo. A questão retornará para discussão em outros momentos. 

Juntos somos mais fortes! 

Saudações sindicais! 

Na próxima terça-feira (30/08), assembleia geral docente do Sindiprol/Aduel

O Sindiprol/Aduel convoca todas e todos os docentes para assembleia geral com a seguinte pauta:

1) Data-base;
2) Docentes com contratos temporários;
3) Progressões e promoções;
4) Professor titular: carreira ou concurso externo.

Data e horário: terça-feira (30/08) às 9h30 (2ª chamada às 10h)
Local: Anfiteatro Maior do CLCH.

Nota sobre a suspensão do programa Aroeira da Rádio UEL FM durante o período eleitoral

Com o início do período eleitoral, que vai de julho até o final das eleições de 2022, a Secretaria de Comunicação Social e da Cultura do Paraná divulgou uma cartilha com instruções e procedimentos para a adequação da comunicação estadual ao momento. Diante disso, a UEL decidiu não só por ocultar conteúdos publicados no portal O Perobal, na antiga Agência UEL de Notícias e em suas mídias sociais, mas também suspender, provisoriamente, a veiculação do programa Aroeira na Rádio UEL FM (107,9). Uma medida que consideramos exagerada, que se confunde com censura e que se opõe às garantias constitucionais de liberdade de pensamento, de expressão e de acesso à informação, mas que não impedirá que continuemos a produzir esse informativo do mundo sindical. 

(Depois de uma semana sem programa, o Aroeira está de volta à Rádio UEL FM; entenda o que aconteceu e as implicações do período eleitoral para a continuidade do informativo sindical – ouça aqui o material que foi ao ar no sábado, dia 16 de julho)

Já em sua quarta temporada, atualmente, o Aroeira é produzido em parceria pela Assuel Sindicato e pelo Sindiprol/Aduel e vai ao ar todos os sábados, a partir das 12h, na Rádio UEL FM (107,9). Nele, trazemos as notícias dos mais diversos sindicatos, dos movimentos sociais de Londrina e região e das lutas dos trabalhadores, em especial de servidoras e servidores públicos do Paraná, visto que os sindicatos representam, respectivamente, técnico-administrativos da UEL e docentes da UEL e da Uenp.   

O Aroeira não é um programa que faz campanha eleitoral ou defende a agenda de qualquer candidato, afinal, seguimos uma linha de independência editorial e de defesa e valorização do serviço público, o que passa, obrigatoriamente, pelo servidor público, concursado, com estabilidade e adequadas condições de trabalho. Por isso, denunciamos, há anos, a política de desmonte e precarização do serviço público e de arrocho salarial. A atual defasagem salarial está em 37%, fruto de uma política iniciada ainda no governo Beto Richa e aprofundada agora com Ratinho Jr.  

No Aroeira, defendemos a reposição salarial integral, a realização de concursos públicos, o investimento nos serviços públicos e a revogação da LGU. Para continuar a defesa dessas pautas e a denúncia da atual política do governo estadual e de seu congênere federal, durante esse período, começando no próximo sábado (16/07), o programa seguirá sendo produzido pela Assuel Sindicato e pelo Sindiprol/Aduel e veiculado em plataformas digitais, como o Anchor e o Spotify. O link para ouvir o programa também estará nos sites dos dois sindicatos, no Facebook do Coletivo de Sindicados de Londrina e no Portal Verdade. Ouçam, compartilhem e recomendem para todas e todos que querem acompanhar esse informativo do mundo sindical. 

Pela reposição salarial integral! 

Em defesa do serviço público e de servidoras e servidores! 

Abaixo a LGU! 

(Acesse a nota em PDF no site)

(Atualizado no dia 18 de julho para incluir o informe sobre o retorno do programa à Rádio UEL FM.)

Ratinho Jr. enrola, engana e mantém o arrocho salarial para o funcionalismo público

Apesar da promessa eleitoral, durante a campanha de 2018, de apresentação de um plano de recomposição das perdas já acumuladas no governo Beto Richa, Ratinho Jr. não só manteve como aprofundou o arrocho salarial. Seis anos sem reposição prevista em lei e chegamos a 37% de defasagem salarial. Esta é a situação do funcionalismo público do poder executivo do Paraná. É preciso de organização e mobilização para exigir do governador o respeito ao nosso direito à reposição inflacionária anual! 

Desde que assumiu, o governo só autorizou a instalação de mesas de negociação salarial com o Fórum das Entidades Sindicais (FES) depois de grandes manifestações ou greves. Essa foi a situação tanto em 2019 quanto agora em 2022. Neste ano, foi assim após o 29 de abril (inicialmente prometeu e, posteriormente, descumpriu), como também após a recente paralisação de 21 de junho 

No entanto, desta vez, o governo pediu mais tempo para responder sobre a data-base e, ao final, não apresentou proposta alguma de reposição, mantendo, assim, o arrocho salarial que rói mais de 1/3 dos salários do funcionalismo. Mais ainda, o governo Ratinho Jr. segue recusando até mesmo o pagamento dos 3,39%, que corresponde ao resíduo do acordo de greve de 2015, em relação ao qual já existe decisão judicial indicando a obrigação de pagamento pelo estado.

Ratinho Jr.: o principal responsável pelo arrocho salarial de 37% (Foto: AEN)

Em reunião na última terça-feira (28/06), quando não apresentou qualquer resposta em relação à data-base, o governo prometeu destravar as promoções e progressões de 2021 e 2022 e os quinquênios e anuênios para as categorias que sofreram com o congelamento das carreiras na pandemia. 

Confira a live especial de quarta-feira (29/06) sobre data-base, luta e negociação 

Mudança nas carreiras e incremento no adicional de titulação 

O governo Ratinho Jr. tem usado a estratégia de dividir as categorias para desmobilizar e impor derrotas a elas. Isso ficou explícito em março deste ano, quando ele concedeu um auxílio-alimentação para alguns segmentos do funcionalismo, dentre os quais não estavam os servidores das universidades estaduais. Como reação, sindicatos que os representam solicitaram reuniões com o Superintendente da Seti (Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), prof. Aldo Bona, e outra com o Chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega, para tratar da data-base e do tratamento isonômico das categorias.  

Na reunião com a Seti, os representantes sindicais foram surpreendidos com a proposta do superintendente de criação de um grupo de trabalho para reestruturação das carreiras de agentes universitários e docentes. Com ampla maioria governista e a presença de apenas dois representantes das categorias, a participação no grupo se restringiu a evitar alterações nefastas na carreira docente. Apesar de algumas mudanças na carreira dos agentes universitários, deste grupo, para nós, docentes, resultou um parco incremento de 5% nos adicionais de titulação, que, sobre o salário global, representa algo em torno de 2,5%. Parco pois nossa reivindicação era de uma valorização muito maior, com incrementos de 25% nesses percentuais.  

E mais, esse mísero incremento só saiu após o compromisso da superintendência em reduzir os orçamentos das IEES em valor equivalente ao montante do incremento salarial. Portanto, Ratinho quer lançar sobre as costas do funcionalismo não apenas todo o ônus da crise econômica, mas também a precarização das condições materiais e de funcionamento das universidades. Não devemos depositar nenhuma confiança neste governo e suas manobras sorrateiras. 

No fundo, o que o governo fez foi uma manobra para não pagar o que nos deve de fato e de direito. Por isso mesmo, esta migalha não deve tirar de nosso foco a pauta que unificada todo o funcionalismo estadual: a data-base. Como esse governo já provou que só dialoga e recebe os sindicatos com mobilizações e greves, esta é nossa tarefa. Trata-se, então, de discutir o melhor momento. O certo é que este governo só entende a linguagem da força, da pressão das lutas e das ruas.   

Sem lutas, não há conquistas! 

Data-base Já!  

Informe sobre as assembleias docentes da UEL e da Uenp e sobre a ida a Curitiba no dia 21 de junho para manifestação pela data-base

Ontem (quinta, 9), houve a realização das assembleias das e dos docentes da UEL e da Uenp. Foram dados informes sobre as ações que o Sindiprol/Aduel está em vias de ajuizar contra a LGU e os impedimentos para implantação de progressões e promoções, o Grupo de Trabalho Interinstitucional para modificação das carreiras, as ações de mobilização que a seção sindical tem realizado e sobre a situação da nossa data-base.

Depois de amplo debate, cientes de que o governo tem levado a cabo uma política salarial sem fundamento nos dados do orçamento do estado – portanto, puramente persecutória ao funcionalismo –, os docentes da UEL deliberaram pela paralisação das atividades no dia 21 de junho, para adensar o Ato Unificado pela Reposição Salarial, que será realizado em Curitiba, com organização do Fórum das Entidades Sindicais (FES). Também serão realizadas panfletagens no campus da UEL neste dia. Mais informações estão no final do texto.

Os docentes da Uenp deliberaram pela realização de tarefas de mobilização e conscientização na universidade, além da participação no ato do dia 21 de junho.

O Sindiprol/Aduel vai disponibilizar transporte para todas e todos aqueles que se dispuserem a fortalecer essa luta com a sua presença no ato. Os horários de saída e retorno serão combinados posteriormente.

Link do formulário para participar do ato em Curitiba: https://forms.gle/hvxT9vhrn8QUsFP66

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Panfletagens no campus da UEL – 21 de junho

No dia 21 de junho, enquanto servidoras e servidores estarão em Curitiba, na manifestação organizada pelo Fórum das Entidades Sindicais (FES), conforme aprovado na assembleia docente do dia 9, estaremos também realizando panfletagens no campus da UEL, para denunciar a política de arrocho salarial e desmonte dos serviços públicos do governo Ratinho Jr.

Convocamos todas e todos para participarem das panfletagens, cujas concentrações serão às 7h30, na cancela de acesso pela avenida Castelo Branco e na via de acesso ao CCB. Os pontos estão marcados com uma estrela na segunda imagem.

Data-base já!

Pela reposição salarial integral!

Na próxima quinta-feira (9), serão realizadas assembleias docentes da UEL e da Uenp

Conforme deliberação da reunião do Comando Sindical Docente (CSD) da última segunda-feira (30/05), na próxima quinta-feira (9/06), o Sindiprol/Aduel realizará duas assembleias docentes para deliberar sobre a paralisação unificada dos servidores estaduais no dia 21/06.

A primeira, presencial, será realizada no Anfiteatro Maior do CLCH, na UEL, a partir das 14h. Todas e todos os docentes da universidade estão convocados. Na sequência, a partir das 17h, será realizada uma assembleia virtual com todas e todos os docentes da Uenp. A sala virtual será divulgada no dia pela lista de e-mails e pelo WhatsApp. Caso não esteja em nenhuma delas, entre em contato pelo e-mail comunicacao@sindiproladuel.org.br ou envie uma mensagem para o WhatsApp (43) 3324-3995.

Contamos com a sua presença! Juntos somos mais fortes!

Data-base já!

Reposição salarial integral já!

Milhares voltaram às ruas em protesto “Fora Bolsonaro” no sábado (2); em Londrina, apesar da chuva, manifestantes se concentraram em frente ao Teatro Ouro Verde

No sábado (2), manifestantes em todo o Brasil foram às ruas contra o governo Bolsonaro/Mourão e por emprego, vacina no braço e comida no prato. Este foi o sexto dia de luta pela saída da presidência e contou com manifestações em todas as capitais brasileiras e em mais de outras 300 cidades no país e no exterior. As informações são do Andes-Sindicato Nacional.  

Em Londrina, apesar da chuva durante praticamente todo o dia, entre 300 e 500 pessoas se concentraram, das 15h às 18h, em frente ao Teatro Ouro Verde. Confira mais imagens ao final. O protesto foi organizado pelo Coletivo de Sindicatos de Londrina e pelo Comitê Geral Unificado e teve apresentações artísticas e falas políticas. A passeata, entretanto, não foi realizada por causa da chuva. A data da próxima manifestação já está marcada para o dia 15 de novembro.  

As manifestações de 2 de outubro aconteceram no momento em que o Brasil tem quase 600 mil vidas perdidas para a Covid-19, uma doença que há um ano e meio sequer existia. Desde a convocação para a primeira das manifestações, realizada no dia 29 de maio (29M), temos destacado que, para nós, servidores públicos, as manifestações nacionais são também dias de luta em prol do fortalecimento dos serviços públicos e em defesa de nossos direitos:   

De maneira igual às outras manifestações, a deste sábado foi toda realizada respeitando os protocolos de biossegurança preconizados pelas autoridades sanitárias.   

– Fora Bolsonaro/Mourão!  

– Pelo fim do arrocho salarial e pela valorização dos serviços públicos!  

– Contra a reforma administrativa (PEC 32/2020)!  

– Contra o desemprego e a fome!  

– Por vacina para todos e todas!  

– Pelo auxílio emergencial de 600 reais para todos os necessitados!  

– Pela manutenção das liberdades democráticas!  

Confira alguns registros da manifestação realizada em Londrina no sábado (2):